O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Alfabetização não é equivalente ao saber as letras do alfabeto e saber como usá-los para ler e escrever significa muito mais do que isso. Incluem atitudes,
crenças e expectativas sobre a escrita e a leitura, e o lugar e o valor dessas atividades na vida da pessoa. Desta forma, a alfabetização é transformada em um fenômeno complexo.

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Autoras: IVANETE SCOPEL ANTUNES
LUCIA DA SILVA DE SOUZA

Ijuí – RS

RESUMO


O objetivo do presente artigo é contribuir com a investigação de alternativas que auxiliam para o desenvolvimento da competência intercultural na alfabetização.

Importante também uma descrição da função da educação inicial e como este nível têm incentivado esses processos. É muito importante
conhecer o contexto em que a alfabetização será desenvolvida; conhecer o papel que o professor deve ter e quais são os objetivos (em geral) que se deseja que os alunos alcancem. O objetivo é que o leitor em potencial possa entender a importância da alfabetização como uma realização social,
cultural e cognitiva e entender que a criança não é alfabetizada de um dia para o outro, mas é um processo em que todos nós devemos participar e se fazer responsável. Finalmente, há algumas reflexões com o fim de conduzir o debate sobre este tema entre as pessoas interessadas, e assim contribuir para a transformação na Educação Infantil.


Palavras-chave: Alfabetização. Leitura. Linguagem escrita. Sistema de ensino.



1 INTRODUÇÃO

Este artigo tem como objetivo contribuir para desafiar os elementos de
práticas de preparação que são realizados nos centros de educação inicial
destinados a promover o desenvolvimento de competências e habilidades que
permitirão as crianças enfrentar com êxito as várias tarefas que demandam a
aprendizagem de leitura e escrita no primeiro nível do ensino básico no processo de alfabetização.


Para Guedes (2001), estas práticas respondem a abordagens empíricas e
comportamentais à aprendizagem, que postulam que a pessoa aprende pela
repetição simples, deixando de lado que o sujeito constrói o conhecimento da
interação com o ambiente sociocultural, as pessoas, objetos, a criação de hipóteses e as tentativas para entender o mundo ao seu redor.

As pesquisas sobre os leitores singulares, isto é, crianças que aprendem a
ler e são alfabetizadas em sua casa sem instrução formal, concordam que a
linguagem escrita emerge de uma necessidade de se comunicar com os outros e
que o ambiente exerce uma grande influência sobre o desenvolvimento desta
capacidade. Esses estudos levam a questionar as práticas de posicionamento,
dividida em diferentes áreas que são realizadas pelos centros de educação inicial e que em muitos casos representam atividades sem sentido, no qual se presume que o sujeito aprende repetindo de forma passiva e mecânica.


Em análise dos processos iniciais da alfabetização, a finalidade do presente
trabalho parte de uma abordagem teórica para o papel da educação inicial e o
processo que foi seguido nesta questão.


Souza (2001), afirma que posteriormente, é estudada a apropriação da
linguagem escrita pela criança, concebida como um processo construtivo, interativo, de produção cultural, que leva à reflexão e à ação do sujeito; como uma proposta pedagógica que contribui para a transformação, a este nível, do sistema de educação nacional.


Quando falamos de alfabetização entramos em uma questão controversa
que levanta muitas questões que ainda hoje, não tem respostas claras. O próprio
conceito de alfabetização não é fácil de explicar.


Alfabetização não é equivalente ao saber as letras do alfabeto e saber como
usá-los para ler e escrever significa muito mais do que isso. Incluem atitudes,
crenças e expectativas sobre a escrita e a leitura, e o lugar e o valor dessas
atividades na vida da pessoa. Desta forma, a alfabetização é transformada em um fenômeno complexo.

2 QUANDO COMEÇA A ALFABETIZAÇÃO

Para ler o artigo completo clicar abaixo

https://drive.google.com/file/d/10GNOhi1gFF8ZMzOfjVhMJP27S1B5xjAn/view?usp=sharing

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