Conceitos de Manutenção

Manutenção dentro da indústria não deve ser focada só na atividade em si, mas em treinamento, aplicação das normas técnicas e procedimentos de execução.

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Autor: Claudney João Gonçalves   

e-mail:   claudneyg16@gmail.com 

Curso Técnicas Preditivas aplicadas à Detecção de Falhas em Equipamentos Industriais

Somática Educar

Gostaria primeiramente de agradecer aos vídeos e tutoriais recebidos no transcorrer do curso Técnicas Preditivas. Na minha opinião hoje em um mundo globalizado e onde há investimentos em vários setores da indústria ninguém quer ficar para tráz quando se fala em tecnologia. Escolhi este tema porque vejo que o brasil avançou muito no que se diz respeito produtividade e em consequencia disso a necessidade de uma boa manutenção.Já se fala muito na indústria 4.0, isto é ótimo, mas temos que evoluir muito para chegar a este conceito. A mão de obra qualificada sempre será a peça chave dentro da indústria, temos softwares inteligentíssimo, no entanto temos que ter também pessoas qualificadas para operá-los. 

Manutenção dentro da indústria não deve ser focada só na atividade em si, mas em treinamento, aplicação das normas técnicas e procedimentos de execução.As informação nos dias de hoje estão acessíveis,  mas o que não pode haver é a desqualificação dos nossos profissionais em motivo dessa fácil acessibilidade .

Manutenção de uma forma geral preditiva, preventiva e corretiva costuma ser um ponto importante para as indústrias. Se houverem investimentos em todos os sentidos, inclusive científicos para minimizar falhas, a indústria gerará bons resultados e consequentemente maiores lucros.

Termino este trabalho agradecendo a toda equipe Somática Educar e todos blogueiros que contribuem para a discussão desse assunto.

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Evolução da Manutenção

Podemos dizer que, a manutenção vive sua quarta geração, com mudanças perceptíveis e participação de forma estratégica, na organização ao longo do tempo.

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Autor: Jean Cássio Plucinski

e-mail: jean.plucinski@senairs.org.br

Curso Técnicas Preditivas Aplicadas à Detecção de Falhas em Equipamentos Industriais

Podemos dizer que, a manutenção vive sua quarta geração, com mudanças perceptíveis e participação de forma estratégica, na organização ao longo do tempo. Tal ação deixou de ser apenas “o ato de consertar” para se transformar em uma atividade que tem um corpo de Engenharia por trás, para garantir a disponibilidade dos ativos da organização. Podemos definir as gerações da manutenção da seguinte maneira:

1ª Geração – Período pré-guerra mundial:

A Manutenção atua após a falha dos equipamentos, sendo responsável por restabelecer os processos. Eram solicitadas habilidades voltadas ao reparo do equipamento. Os serviços eram voltados a manutenção CORRETIVA;

2ª Geração – Período pós-guerra mundial:

O aumento na mecanização do processo produtivo elevou, assim, a complexidade das instalações industriais. O custo de manutenção fora elevado, também, comparado aos custos operacionais, isso devido ao aumento da busca de produtividade. Dessa forma, deu-se início ao planejamento de manutenção e as atividades de manutenção PREVENTIVA;

3ª Geração – A partir da década de 1970:

  Devido à aceleração do processo produtivo, a sua parada aumenta e muito os custos produtivos. O aumento da demanda de disponibilidade dos equipamentos exigiu maior participação da Engenharia. São inclusas as primeiras ferramentas para identificar falhas potenciais, identificação de 6 padrões de falha, segundo Nowlan & Heap e Moubray. Devido aos elevados custos das paradas, é dado o início as atividades de manutenção PREDITIVA.

4º Geração – Dias Atuais:

A preocupação com o gerenciamento dos ativos da organização cresceu, a manutenção passou a ser centrada à confiabilidade e houve o aumento na manutenção PREDITIVA. Ocorreu, também, a introdução de projetos com a finalidade de melhorar a confiabilidade dos equipamentos. Houve o aumento da participação ativa nos projetos da empresa, desde concepção até a entrega. Faz parte da estratégia do negócio.  Surge o conceito de manutenção PRESCRITIVA.

Bom, essas são as definições, conforme a grande maioria das leituras sobre Engenharia de Manutenção. Alguns separam a 4ª Geração entre as décadas de 1990 e 2000 e a 5ª Geração a partir do ano de 2010. De qualquer maneira, atualmente, as organizações enxergam tal departamento como estratégia do negócio. E, com o mercado cada vez mais competitivo, onde todos buscam a excelência operacional.

Uma breve explicação sobre gestão de manutenção

Manter as finanças e o fluxo de caixa em dia, elaborar a logística para uma entrega e o controle dos fornecedores exigem boa gestão. Assim também é para a manutenção. Afinal, a falta de equipamentos em boas condições compromete o desempenho de todas as demais áreas da companhia.

Cada vez mais os gestores de empresas e indústrias têm adotado como prática a gestão da manutenção como forma de economizar tempo e recursos, diminuindo as chances de problemas relacionados a danos em equipamentos.

Isso faz com que a empresa seja mais organizada e tenha controle sobre um processo indesejado.

Gestão da manutenção é, então, o processo de supervisionar o funcionamento regular e permanente de recursos técnicos, máquinas, equipamentos e ferramentas, evitando quebras e paradas na produção, desperdício de dinheiro em procedimentos ineficientes e garantindo a qualidade dos produtos.

Referência à norma técnica

Na norma técnica NBR5462 de 1994, a manutenção pode ser definida como:

A combinação de todas as ações técnicas e administrativas, incluindo as de supervisão, destinadas a “manter” ou “recolocar” um item em um estado, no qual possa desempenhar uma função requerida.

Tal norma trata a respeito dos principais termos utilizados. Em resumo, podemos dizer que, a manutenção tem como missão garantir o funcionamento dos equipamentos/instalações de uma organização.

Texto dissertativo baseado no conteúdo apresentado no curso e informações contidas na Wikipédia (https://pt.wikipedia.org/wiki/Manuten%C3%A7%C3%A3o)

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