Sobre Inversor Solar

A função do inversor solar é de inverter a energia elétrica gerada pelos painéis, de corrente continua (CC) para corrente alternada (CA).

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Qual a função do inversor solar?

A função do inversor solar é de inverter a energia elétrica gerada pelos painéis, de corrente continua (CC) para corrente alternada (CA). O Seu papel secundário e garantir a segurança do sistema e medir a energia produzida pelos painéis solares.

Corrente Alternada CA e Corrente Continua CC

A principal diferença entre corrente alternada e contínua reside no fato de que a corrente contínua (CC) não altera o seu sentido de circulação dentro do circuito elétrico. Por outro lado,  temos que  a corrente alternada (CA) consegue alterar seu sentido. Essa é a diferença básica entre elas.

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A corrente contínua, abreviada pela sigla “CC” ou do termo em inglês Direct Current (DC), é todo tipo de corrente que, quando percorrida em um circuito, não altera seu sentido de circulação. Portanto, todo circuito CC possui polaridade positiva (+) e negativa (-).

No gráfico abaixo segundo o engenheiro Lucas Santana da Blue Sol Energia   é exemplificado a  corrente (A) por tempo (t), temos duas ondas constantes, uma positiva e outra negativa, que representam exemplos de corrente contínua.

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Fonte: website http://blog.bluesol.com.br/ por Lucas Santana da Blue Sol Energia

 

Resumidamente mesmo que a corrente mude de intensidade senão houver mudança de sentido ela é CC.

 

Inversor Solar Mais Utilizado no Mundo

Segundo pesquisas trata-se do inversor grid tie

que resumidamente servem para conectar o sistema fotovoltaico de energia solar na rede elétrica.

 

Saiba mais sobre inversores AQUI

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Sistemas de energia fotovoltaica serão incluídos nos projetos do Minha Casa, Minha Vida

energia fotovoltaica incluída no Projeto Minha Casa, Minha Vida e Gerando Empregos

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Energia Fotovoltaica e Minha Casa, Minha Vida

Segundo publicação do site canalernergia.com.br, o Ministério das cidades vai publicar portaria nós próximos dias prevendo a inclusão de sistemas de energia solar fotovoltaica nos imóveis do Programa Minha Casa, Minha Vida. Sendo que a iniciativa é resultante de estudos desenvolvidos por técnicos da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica, em parceria com Furnas  a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo.

A inclusão dos sistemas de microogeração distribuída nos projetos de habitação popular do governo foi anunciada pelo Ministro das Cidades, Bruno Araújo, na ultima quinta-feira, 10 de agosto. Araújo participou de encontro com os responsáveis pelo estudo e com representantes do setor de construção civil, que entregaram uma avaliação da viabilidade do uso desses sistemas nos imóveis destinados à população de baixa renda.

24 mil empregos diretos e indiretos e geração de renda para os trabalhadores empregados nesses projetos na casa dos R$ 200 milhões.

Dados da Absolar mostram que com uma contratação na faixa de 400 mil novas residências por ano, será possível acrescentar 256 MW pico de geração distribuída em microssistemas fotovoltaicos a cada 12 meses. Isso representa R$ 1,65 bilhão em investimentos, com a criação de 24 mil empregos diretos e indiretos e geração de renda para os trabalhadores empregados nesses projetos na casa dos R$ 200 milhões.
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O consumidor de baixa renda típico tem consumo na faixa de 100 kWh por mês de energia, e o sistema projetado geraria na faixa de 70 kWh/mês, com economia de 70% na média de consumo. Restariam, em média, 30 kWh fornecidos pela distribuidora através da rede.O presidente executivo da Absolar, Rodrigo Sauaia, explica que o conceito do Minha Casa Minha Vida é diferente de projetos-piloto já implantados no país na área de habitação, porque ele nasce totalmente integrado às regras da Resolução  482, da Agência Nacional de Energia Elétrica. Ao contrário de projetos anteriores à regulação da Aneel, não será mais necessária autorização especial do órgão.

Sauaia destaca os benefícios sociais, ambientais, estratégicos e elétricos para o sistema (energia no ponto de consumo, redução de investimentos na rede) da inserção da tecnologia no programa social; além do incentivo ao desenvolvimento da cadeia produtiva. “Infelizmente, apesar do grande esforço que o segmento tem feito para avançar no Brasil, ele enfrenta ainda dificuldades para avançar , e a Aneel recentemente soltou uma nota técnica que revisou para baixo a expectativa de crescimento.  Isso é muito negativo”, lamenta o executivo.

 

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