Porto de Santarém : rumo ao avanço no transporte de grãos até 2025

O Arco Norte do País

Investimentos pesados em infraestrutura a relatórios detalhados, multinacionais e governos de fora têm voltado a atenção para região brasileira que havia caído em esquecimento – O Arco Norte do Brasil

Do ciclo da borracha, no final do século 19, segundo o Jornal Gazeta do Povo, à inauguração da até hoje inacabada Rodovia Transamazônica, na década de 1970, a região Norte do Brasil figurou sempre como uma promessa que, pelo menos da parte brasileira, jamais chegou a se cumprir.

Do ciclo da borracha, no final do século 19, à inauguração da até hoje inacabada Rodovia Transamazônica, na década de 1970, a região Norte do Brasil figurou sempre como uma promessa que, pelo menos da parte brasileira, jamais chegou a se cumprir.

Do lado estrangeiro, porém, a história é outra: os investimentos nos últimos cinco anos têm transformado a logística do Arco Norte, conjunto de portos ao longo dos rios Amazonas e Tapajós, e da costa atlântica no Pará e no Maranhão.

 

Mapa Arco Norte do Brasil

A Saída é Pelo Norte

 

Segundo a Revista Exame  – Edição 1160, o volume de grãos exportados pelos portos do chamado Arco Norte do Brasil vai mais que dobrar na próxima década, segundo pesquisa realizada pela consultoria Bain. Os dados mostram que, em 2016, os portos do Norte e do Nordeste do País escoaram 35 milhões de toneladas, mas deverão alcançar 74 milhões de toneladas exportada em 2025. O maior avanço, segundo os dados, será nos Portos do Conde e Santarém, ambos no Pará, cuja exportação deverá crescer 23 milhões de toneladas. Apesar do avanço, a maior parte das exportações de grãos ainda será feita pelos portos das regiões Sul e Sudeste do País até 2025.

 

Porto de Santarém – Pará – Brasil

 

A Profissão Portuária

 

Os novos investimentos no setor portuário indicam que esta é uma excelente oportunidade para você que quer aprender uma profissão, pois começarão a surgir nos próximos anos.

O Brasil possui mais de 230 unidades portuárias, entre instalações públicas e privadas, de naturezas marítimas ou fluviais.

Embora seja um setor que atrai a atenção de muitos profissionais, falta mão de obra qualificada no país, sendo que em alguns casos é preciso contratar profissionais de outros países.

Por isso você que tem interesse em atuar no setor, está é a hora de investir em cursos de capacitação profissional para incrementar o currículo.

A Somática Educar oferece os cursos a distância profissionalizantes na área portuária, logística portuária, construção naval , aeroportuária dentre outros. Os cursos são totalmente a distância, o aluno acessa de qualquer lugar a qualquer tempo e ao final receberá certificado gratuito em seu endereço.

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Tecnologias para o Agronegócio

Emprendedores apostam em tecnologia para o campo

 

 

Investir em tecnologia para solucionar problemas e entraves do setor do agronegócio é uma opção para empreendedores. Segundo a coordenadora de agronegócios do Sebrae-BA, Adriana Moura, cada vez mais empresários estão investindo nas áreas de consultoria, orientação e softwares específicos.

É o caso da plataforma Dr. Farm, que analisa os dados da lavoura e entrega soluções e projeções para antever os acontecimentos e ajudar as tomadas de decisão a partir de dados meteorológicos e coletados no campo.

“Existem inúmeros problemas sem solução no agronegócio, que é um setor tão cheio de nuances e variáveis que existem ainda muitas áreas da tecnologia para expandir, como logística para o agronegócio, meios de pagamento, entre outras”, afirma o CEO da Dr. Farm, Matheus Ladeia.

Players internacionais

Apesar das potencialidades ainda a desenvolver, o empresário alerta que ainda há muito desconhecimento sobre o desenvolvimento na tecnologia do campo brasileiro. As oportunidades existem, mas, ao mesmo tempo, o campo já conta com players internacionais que atualmente dominam o mercado.

“Existe uma imagem deturpada de que esse setor é subdesenvolvido. No agronegócio já existe muita tecnologia. Há uma desconexão porque as pessoas da área de tecnologia não entendem de agronegócio”, afirma Matheus Ladeia. O primeiro passo para quem quer entrar no segmento é entender muito das especificidades do agronegócio, porque cada cultura é um mundo. A partir daí, pensar em soluções tecnológicas para problemas existentes no setor.

 

Fonte da notícia: http://www.atarde.uol.com.br

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