Norma Regulamentadora NR-7 e suas atualizações

O texto também traz a previsão de utilização de prontuários médicos em meio eletrônico desde que atendidas as exigências do Conselho Federal de Medicina e mantém, dentre outras exigências, a necessidade de manutenção do prontuário do empregado pela organização por, no mínimo, 20 anos após o seu desligamento, exceto em caso de previsão diversa constante nos Anexos da norma.

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Norma Regulamentadora No. 7 (NR-7)

Autor: Eryck de Azevedo Silva 

Vila Velha – ES

Taifeiro Offshore – navios e plataformas

A norma regulamentadora foi originalmente editada pela Portaria MTB nº 3.214, de 08  de junho de 1978, sob o título “Exames Médicos”, de maneira a regulamentar  os artigos 168 e 169 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), conforme redação  dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977, que alterou o Capítulo V (Da  Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da CLT. 

A NR-07 é caracterizada como Norma Geral pela Portaria SIT nº 787, de 28 de  novembro de 2018, vez que regulamenta aspecto decorrente da relação jurídica prevista  na Lei, qual seja, a saúde do trabalhador, sem estar condicionada a outros requisitos,  como atividades, instalações, equipamentos ou setores e atividades econômicos  específicos. 

Sem a constituição de uma Comissão Nacional Tripartite Temática (CNTT) para o  acompanhamento permanente da implementação da NR-07, as atualizações da norma  são discutidas diretamente no âmbito da Comissão Tripartite Paritária Permanente (CTPP)*. 

A redação original da NR-07 se limitava a estabelecer parâmetros básicos para a  realização de exames médicos ocupacionais. Os parâmetros mínimos e as diretrizes  gerais para a elaboração do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional, com o objetivo de promoção e preservação da saúde dos trabalhadores, foram incluídos na  norma apenas posteriormente, em 1994. 

Desde a sua publicação, a norma passou por dez processos revisionais, sendo três de  ampla revisão, e os demais para alterações pontuais. 

A primeira revisão da NR-07 foi publicada pela Portaria SSMT nº 12, de 06 de junho de  1983. À época, em razão da necessidade de adequar os regulamentos de segurança e  saúde do trabalho à evolução dos métodos e ao avanço da tecnologia à época, diversas  normas regulamentadoras foram alteradas com a publicação dessa portaria, entre elas  a NR-07, que sofreu uma revisão completa. 

Em 1990, a Portaria MTPS nº 3.720, de 31 de outubro de 1990, realizou importante  alteração na norma ao excluir a abreugrafia do conjunto de exames obrigatórios  constantes da NR-07, com vistas a proteger a saúde humana de exposições repetidas  e desnecessárias a radiações ionizantes. Com essa atualização a norma se ajustava às  diretrizes e pareceres técnicos do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da  Saúde (OMS), que já desaconselhavam a utilização generalizada da abreugrafia como  método de diagnóstico de tuberculose. 

A primeira ampla revisão da NR-07 ocorreu com a Portaria SSST nº 24, de 29 de  dezembro de 1994, que passou a determinar a obrigatoriedade de elaboração e  implementação de um Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO),  com o objetivo de promoção e preservação da saúde dos trabalhadores. A partir de  então, o acompanhamento da saúde dos trabalhadores deixou de ter o caráter de  iniciativas isoladas de realização de exames médicos, passando a constituir um  programa planejado e integrado, que levasse em consideração os riscos à saúde dos  trabalhadores existentes nos ambientes de trabalho, especialmente aqueles  identificados nas avaliações previstas nas demais normas regulamentadoras. Para essa  revisão, fora constituído Grupo Técnico de Trabalho para estudar a revisão da NR-07,  após análise das contribuições recebidas de toda a comunidade, objeto da Portaria  SSST n.º 12, de 13 de outubro de 1994. 

Em 1996, a Portaria SSST nº 08, de 08 de maio, promoveu alterações em alguns itens  da norma, a exemplo da determinação de realização do exame médico admissional até  a data da homologação da rescisão do contrato de trabalho, caso o último exame  ocupacional tivesse ocorrido em prazos específicos definidos na norma em função do  grau de risco da empresa. Essa portaria também inseriu novos itens na norma, a  exemplo dos subitens que estabelecem regras quanto à isenção da indicação de médico  coordenador do PCMSO e a consequente dispensa em elaborar o relatório anual. 

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Completação de Poços de Petróleo

A Completação de poços consiste no conjunto de serviços efetuados no poço desde o momento em que a broca atinge a base da zona produtora de produção.

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Autor: SANDERSON MAXWELL DE FREITAS

Curso Operador de Sonda – Plataformista


A Completação de poços consiste no conjunto de serviços efetuados no poço desde o momento em que a broca atinge a base da zona produtora de produção.

Este é um conceito operacional da atividade, note que a cimentação do revestimento de produção, ou seja o que entra em contato com a zona produtora é, por esta definição, uma atividade de Completação. Por outro lado, a melhor definição seria: A de transformação do esforço de perfuração em uma unidade produtiva completamente equipada e com os requisitos de segurança atendidos, pronta para produzir óleo e gás, gerando receitas.

Tipos de Completação


Existem muitos métodos de completação utilizados ao redor do mundo. No entanto, o que ocorre são inúmeras variações de alguns métodos básicos que podem ser classificados quanto: à interface entre a coluna e reservatório:


a) Completação a poço aberto;
b) Liner rasgado ou canhoneado;
c) Revestimento canhoneado.


Ao método de produção: Surgente ou de elevação artificial. Ao número de zonas completadas: simples, seletiva ou múltiplas.


Completação a poço aberto
A completação a poço aberto é frequentemente utilizada em espessas seções de reservatórios constituídos por tipos de rochas bem firmes. É o método mais antigo de completação de poços. As vantagens deste método são as seguintes:
▪ a zona de interesse inteira é aberta para a coluna;
▪ não há gasto com canhoneio do revestimento;
▪ existe a intercomunicação de fluidos em todo o intervalo aberto para produção;
▪ drawdown pode ser reduzido por causa da larga área de fluxo;
▪ há uma redução no custo do revestimento;
▪ o poço pode ser facilmente aprofundado;
▪ a completação pode ser facilmente convertida para um outro tipo de completação como o liner rasgado ou revestimento canhoneado;
▪ pelo fato de não haver revestimento, não há risco de haver dano à formação causada pelo cimento.
A completação a poço aberto é particularmente atrativa quando há dificuldade de identificação do retorno líquido financeiro durante o período de completação; ou onde perdas com uma filtragem ruim do fluido de perfuração pode levar a grandes prejuízos.


Liner rasgado ou canhoneado
Para controlar problemas de desmoronamento, os primeiros produtores de petróleo colocaram tubos com fendas ou telas na parte inferior do poço como um filtro de areia. O uso deste tipo de completação como método para controle de areia vem se tornando muito popular hoje em dia em algumas áreas.
Este método tem praticamente as mesmas vantagens e desvantagens da completação a poço aberto. Na maneira mais simples e antiga um tubo com fendas é colocado dentro do poço. As fendas são pequenas o suficiente para que a areia fique retida. Para areias muito finas são colocadas telas de arame. Esta técnica é um método de controle de areia razoavelmente eficaz. Algumas vezes este é o único método de controle de areia que pode ser usado por causa da perda de pressão e considerações sobre a geometria do poço.


Revestimento canhoneado
O método mais comum de completação envolve cimentação do revestimento na área de interesse, onde a comunicação com a formação é feita através de buracos perfurados no revestimento e no cimento, denominados canhoneados.
Este canhoneio é feito para comunicar o interior do poço com a zona de interesse. Se o poço é revestido e não-perfurado durante os estágios iniciais da operação de perfuração, o controle do poço é mais fácil e os custos de completação podem ser reduzidos. Usando várias técnicas de controle de profundidade, é possível decidir quais zonas serão perfuradas e abertas para produção, evitando assim, a comunicação de fluidos indesejáveis como gás e água, zonas fracas que podem produzir areia ou ainda, zonas improdutivas.


Completação para poços com bombas
A completação também é classificada de acordo com o método de produção e o número de zonas produzidas. Poços equipados com bombas de fundo são completados com anular aberto através do qual o gás vai para a superfície. Todos os sistemas de bombeamento se tornam ineficientes na presença de gás.


Completação de Múltiplas Zonas
Para completação de múltiplas zonas o principal é saber o que se deseja produzir. Quando um poço encontra mais de uma zona de interesse, a decisão deve ser tomada frente aos seguintes aspectos: ▪ Produzir as zonas individualmente, uma depois da outra, através de uma linha única; ▪ Completar o poço com várias linhas e produzir várias zonas simultaneamente; ▪ Misturar várias zonas numa única completação; ou ▪ Produzir uma única zona por esse poço, e perfurar poços adicionais para as outras acumulações.


Esta decisão deve ser baseada numa comparação econômica das alternativas, porém a completação de múltiplas zonas, com uma única linha de produção, são frequentemente preferíveis porque quando se trabalha com linhas duplas, o tamanho do revestimento limita o diâmetro, que, por sua vez, limita o fluxo obtido através de cada linha. Estas completações podem também ser usadas para minimizar custos de completação, que é freqüentemente a razão para limitar o tamanho do revestimento de produção. Completações com linhas duplas podem ser paralelas ou concêntricas.


Completações com linhas triplas têm sido também utilizadas em algumas áreas, mas são muito limitadas em capacidade de poço para que sejam economicamente atrativas como completações convencionais.


Em suma, devemos enfatizar que a avaliação das condições sob as quais um poço deve operar dita quais opções podem ser consideradas dentre uma variedade de possibilidades de modelos de completação. A parte econômica dita qual desses modelos é mais adequado para uma situação particular. Selecionar o melhor modelo de completação para uma dada situação requer que os engenheiros considerem a performance atual e futura do poço, as restrições impostas pelo programa de perfuração, as regulamentações ou políticas que possam ser aplicadas e a operacionalidade da nova tecnologia.

Perfilagem geofísica de poços

A Perfilagem Geofísica de Poço é um método capaz de gerar perfis verticais integrando vários métodos geofísicos em um mesmo ponto. Esta técnica consiste na descida de uma sonda, através do guincho até o fundo de um poço concluído recentemente. Ao subir, a sonda realiza medições nas paredes do poço, que podem ser de radioatividade, resistividade, magnética, sônica e outros. Após concluir este procedimento obtém-se um perfil geofísico do poço, com o resultado integrado de todas as sondas utilizadas. Podem ser feitos da seguinte forma: GAMA NATURAL – Mede a variação da radioatividade natural emitida por mudanças na concentração de radioisótopos. Aplicada para distinguir tipos de rocha, mapeamento litológico, correlação estratigráfica e detecção de zonas de alteração, estimativas de Urano e mapeamento de argila. DENSIDADE GAMA-GAMA – Mede a densidade das rochas em função da porosidade, do teor de fluído e da composição mineralógica. Aplicada para tonelagem e avaliação de reserva de minério, bem como para estimar informações referentes à mecânica da rocha, como módulo em massa. RESISTIVIDADE, SP, Resistência em Ponto Único – Mede a resistividade elétrica combinada da rocha, do solo e do fluido dos poros. Aplicada para identificara zonas de litologia e fraturas, podendo fornecer informações para identificação de contaminantes com base na condutividade de fluidos de poros. As altas do SP podem indicar sulfetos de metais comuns, minerais com baixa intensidade condutora. Enquanto aumentos nas medições observadas de RPU acompanham o tamanho do grão, os valores para RPU diminuem na presença de fraturas e/ou em furos com maior diâmetro. SÔNICO (onda P e S) – Registra a forma de onda acústica completa influenciada pelas propriedades elásticas da formação. Auxilia no cálculo da porosidade, impedância acústica, compressão e velocidade da onda de cisalhamento, detecção de fraturas e avaliação de ligação de cimento. As informações das ondas de compressão, cisalhamento e Stoneley podem ser usadas para calcular propriedades mecânicas. TEMPERATURA E CONDUTIVIDADE – Mede a variação da temperatura e condutividade elétrica do furo, ou seja, mudanças na temperatura do fluido e/ou resistividade relacionada ao fluxo de fluido no furo. O gradiente de temperatura pode identificar fluxos de água através de rachaduras, fraturas ou zonas de cisalhamento que
podem ajudar a interpretação estrutural e identificar potenciais problemas com antecedência. CALIPER – Mede mecanicamente o diâmetro do furo. As variações de diâmetro são usadas para avaliar fraturas, alterações de litologia, resistência da rocha para erosão ou deformação em termos de força mecânica e cálculos de volume. Também usado para inspeção de fluído de preenchimento e de estruturas de concreto projetado. TELEVISIONAMENTO – Permite a geração de imagens, identificação e orientação de características geotécnicas e estruturais in situ. Os medidores de inclinação integrados e os magnetômetros de 3 componentes fornecem informações direcionais para a orientação verdadeira. ACÚSTICO – Fornece a imagem orientada da parede do furo. Permite identificar e categorizar com precisão as fraturas que são úteis para investigações geotécnicas, incluindo o desenvolvimento de minas, construção de barragens e análise de tensão de ruptura. ÓTICO – Fornece uma imagem orientada e de alta resolução das paredes do furo. Permite a identificação de estratificações, veios, mineralizações, contatos litológicos e geologia estrutural em furos. SPINNER FLOW METER – Mede a velocidade in situ do fluido em um furo. Útil para múltiplos fins geotécnicos e hidrogeológicos. INDUÇÃO – Mede a condutividade combinada de rocha, solo e fluido de poros. O método indutivo permite perfilar através de revestimentos de PVC. Útil para distinguir a litologia e identificar mineralizações condutoras. POLARIZAÇÃO INDUZIDA – Permite medir o efeito de polarização induzida (cargabilidade). Útil para detectar sulfetos maciços disseminados, que terão uma maior cargabilidade em comparação com a rocha hospedeira. DESVIO – Permite definir a inclinação e o azimute do furo. MAGNETÔMETRO DE 3 COMPONENTES – Os medidores de inclinação integrados e os magnetômetros de 3 componentes fornecem informações direcionais (desvio e azimute). GYRO/GIROSCÓPIO (NORTH SEEKER E RATE) – Fornece informações direcionais precisas (desvio e azimute) em ambientes magnéticos e não magnéticos. Permite uma maior precisão para modelagem 3D de todas as informações do furo. GEORADAR DE FURO – Detecta mudanças litológicas e grandes características estruturais usando ondas de georadar. As ondas refletem preferencialmente fora dos materiais condutores, mostrando contrastes nas propriedades da rocha. FLUTe – Estruturas flexíveis que podem ser instalados para estabilizar e selar furos contra a contaminação cruzada. Permitir várias medidas hidrogeológicas, incluindo fluxo, perfil de transmissibilidade, localização de fontes de NAPL, mapeamento de contaminantes dissolvidos e distribuições da medida de pressão de líquidos acima de determinado datum geodésico. TESTE PACKER – Determina a condutividade hidráulica da massa rochosa. Usado para gerar uma curva de condutividade hidráulica versus profundidade, importante para o desenvolvimento de modelos precisos de águas subterrâneas.
SUSCEPTIBILIDADE MAGNÉTICA – Mede a quantidade de minerais magnéticos contidos num volume de rocha, como magnetita e pirrotita. Identifica mudanças na litologia, grau de homogeneidade e pode indicar uma zona de alteração. POROSIDADE POR NÊUTRONS – Mede a quantidade de nêutrons absorvidos pela formação. As sondas de neutrões calibradas permitem a medição quantitativa da porosidade. Os registros de nêutrons relativos (qualitativos) podem ser usados para definir mudanças na litologia.

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Condicionamento e Comissionamento de Sistemas Industriais

Na área da engenharia quanto em outras áreas, toda atividade requer planejamento para ter um controle minucioso para atingir o sucesso do empreendimento objetivo. Além das atividades a serem executadas, é necessario a definição ou dimensionamento da equipe que vai executar tais e quais atividades com sucesso e qualidade.

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Dimensionamento da Equipe Técnica

Autor: Antonio Martini Serrano

Curso: Profissionalizante Gestão e Supervisão de Condicionamento e Comissionamento de Equipamentos

     Na área da engenharia quanto em outras áreas, toda atividade requer planejamento para ter um controle minucioso para atingir o sucesso do empreendimento objetivo. Além das atividades a serem executadas, é necessario a definição ou dimensionamento da equipe que vai executar tais e quais atividades com sucesso e qualidade.

     É importante lembrar que no processo de Comissionamento são verificados e registrados o funcionamento e o desempenho dos itens, equipamentos e sistemas, identificando e solucionando as pendências, não conformidades, defeitos e falhas quando existirem, desde a fase de projeto até a transferência das instalações ao operador. O eixo principal deste processo é composto pelas atividades de Condicionamento, Preservação e de Pré‐Operação & Partida, que conduzem à operação do ativo. 

     A equipe técnica fará que o sucesso com qualidade seja realizado de acordo a estratégia definida para o empreendimento.

Para ler o artigo completo

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A Cabotagem no Brasil – Sobre a BR do Mar

A partir da publicação da lei, as empresas poderão afretar navios por tempo ou a casco nu (vazios ) para uso na navegação de cabotagem . Passado um ano da vigência, poderão ser dois navios, no segundo ano de vigência três navios, e no terceiro ano da mudança , quatro navios.

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Autor: Bruno Pereira da Silva

Niterói/RS

Somática Educar

 Atualmente em prazo de recebimento de emendas, aguarda votação no Senado o projeto que institui o Programa de Estímulo ao transporte por cabotagem  (BR DO MAR ) . O PL 4199 / 2020 , do poder executivo  , foi aprovado na Câmara dos Deputados em dezembro do ano passado . O senador Nelsinho Trad (PSD – MS ) .

  Navegação de cabotagem é o transporte aquaviário feito entre portos do mesmo país. Entre as principais mudanças efetivadas, pelo projeto está a liberação progressiva do uso de navios estrangeiros para esse tipo de transporte sem a necessidade de contratar a construção de embarcações  em estaleiros brasileiros . O líder do governo da Câmara, deputado Ricardo Barros (PP – RR ) afirma que o projeto reduzirá o chamado custo Brasil.

Para o consultor do Senado Frederico Montenegro  , o texto facilita a expansão das operações de cabotagem  e a entrada de novos interessados neste mercado .  Segundo ele , aumenta a possibilidade de as Empresas Brasileiras de Navegação (EBN)  afretarem embarcações sem a obrigatoriedade de possuírem embarcações próprias , como exigido pela legislação vigente . Montenegro ressalta que a mudança vem acompanhada de incentivos para que as EBNS mantenham e aumentam a frota própria, o que contribui para um importante aspecto da navegação de cabotagem, que é a disponibilidade do serviço .

A partir da publicação da lei, as empresas poderão afretar navios  por tempo ou a casco nu (vazios ) para uso na navegação de cabotagem . Passado um ano da vigência, poderão ser dois navios, no segundo ano de vigência três navios, e no terceiro ano da mudança , quatro navios.

Depois disso, a quantidade será livre, observadas condições de segurança definidas em regulamento. 

O consultor explica que o afretamento por tempo é aquele no qual o proprietário  ou o armador coloca o navio completamente equipado  e em condição de navegabilidade  à disposição do afretador por tempo determinado .

O afretamento por tempo mantém todos os custos relacionados a sua operação vinculados  à bandeira do seu país de origem  , por isso é um afretamento  mais barato  se comparado ao afretamento a casco nu .

Fonte:

https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2021/03/26/br-do-mar-pode-expandir-setor-de-navegacao-de-cabotagem-no-brasil

https://www.portosenavios.com.br/noticias/navegacao-e-marinha/nova-lei-da-cabotagem-favorece-expansao-de-grandes-grupos

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BIOPOLÍMEROS E SUAS APLICAÇÕES

Biopolímeros: São polímeros produzidos por seres vivos. Celulose, amido, quintina, proteína, ADN (Ácido desoxirribonucleico) e ARN (Ácido ribonucleico) são exemplos de biopolímeros, nos quais as unidades monoméricas são respectivamente açucares, aminoácidos e nucleotídeos

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Autor: Vitor Roque da Silva
Curso Formação de Operador Petroquímico – Somática Educar.

Considerações iniciais 

É inquestionável a necessidade mundial das grandes indústrias  

de cada vez mais adotarem uma pega ecológica. Toda essa  

mudança faz com que empreses de diversos segmentos  

entrem em uma atmosfera de pesquisa e desenvolvimento que  

orbite em torno do verde, ou seja, do Biopolímeros. Uma ideia  

cada vez mais forte nas marcas que querem agregar valor a  

seus produtos, e principalmente, deixar um legado de uso  

consciente dos recursos naturais para gerações futuras. 

O que são os Biopolímeros: 

Biopolímeros: São polímeros produzidos por seres vivos. Celulose, amido, quintina,  proteína, ADN (Ácido desoxirribonucleico) e ARN (Ácido ribonucleico) são exemplos de  biopolímeros, nos quais as unidades monoméricas são respectivamente açucares,  aminoácidos e nucleotídeos. 

Devido a sua decomposição ser mais rápida, em condições favoráveis, os biopolímeros são  uma das principais alternativas aos materiais plásticos derivados do petróleo. Muitos  estudos estão ocorrendo na área a fim de viabilizar seu uso como produto final em diversas  aplicações, pois essa classe de polímeros apresenta um grande potencial de substituição  para os polímeros obtidos a partir de fontes fosseis. 

Exemplos de biopolímeros:  

∙ Amido, o poli (ácido lático) – PLA,  

∙ Polihidroxibutirato – PHB,  

∙ PoIihidroxibutirato-co-polihdroxihexanoato – PHBHx.

Aplicação: 

Podemos encontrar muitos exemplos do uso de biopolímeros no nosso dia a dia, em  diversas áreas. Uma delas é a Medicina, na qual são utilizados os polímeros bioabsorvíveis,  ou seja, polímeros biodegradáveis que podem ser assimilados por um sistema biológico.  Esses polímeros auxiliam na confecção de suturas, implantes e fixações ósseas e devem  ser absorvidos pelo organismo na mesma escala de tempo em que ocorre a regeneração de  um tecido. Um exemplo atual desse tipo de biopolímero é o polihidroxialcanoato (PHA) o  qual é produzido, em biorreatores, por bactérias que guardam os biopolímeros em suas  células. 

Para ter acesso ao Trabalho completo do Ator CLICAR AQUI!

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Estudo Direcionado às Técnicas de Extração do Petróleo

Começando pela prospecção temos nesta etapa a análise e estudo do solo para averiguar a capacidade de encontrar rochas-reservatório através da análise detalhada do solo e do subsolo.

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Autor: Vitor Pereira da Silva
Curso Formação de Operador Petroquímico – Somática Educar

Algumas Considerações Referentes ao Curso Operador Petroquímico

É inquestionável a necessidade mundial e da grande indústria o petróleo e seus derivados, durante meu (engrandecedor) aprendizado pelo curso percebi o grande foco em nos ensinar a origem do petróleo e as finalidades de suas frações dentro desta indústria. Sendo assim, escolhi este tema com objetivo de complementar meu aprendizado (e de futuros leitores) acerca das origens do petróleo, mais especificamente em como ele é retirado do solo através de maquinários e grandes esforços conjuntos de diversas áreas do conhecimento, andando desde a geologia até a química de mãos dadas.


Definição de Petróleo


Derivado do latim “petroleum”, o tem como significado “óleo de pedra”. É uma combinação de hidrocarbonetos de diversos tamanhos de cadeia, podendo ser fechada, aberta ou ramificada. Tem como característica sua viscosidade (menos densa que a água) e sua cor variante entre preto e castanho escuro, -também pode conter quantidades pequenas de nitrogênio (N), oxigênio (O), compostos de enxofre (S) e metais, principalmente níquel (Ni) e vanádio (V)-.


Teorias de Formação do Petróleo


Tendo como base a teoria orgânica crê-se que o petróleo teve origem a partir materiais orgânicos soterrados a certas condições de temperatura. A teoria inorgânica por sua vez tem como teoria moléculas de hidrocarbonetos, que, a certas condições de alta temperatura e pressão (no manto do planeta) adicionadas a posteriores contaminações biológicas por bactérias na crosta terrestre formaram o petróleo.

Acesse o Artigo na íntegra

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Variação do preço das commodities

Através deste estudo podemos observar as variáveis que possuem influência no preço das commodities. Sabemos que o Brasil é um grande produtor é exportador de commodities agrícolas, diante disso é de grande importância compreender os fatores que influenciou o preço das commodities .
Devido a várias análises encontramos resultados que para as principais commodities brasileiras os fatores que influenciam o preço são, o efeito China, os custos de produção, os fatores climáticos e o uso de derivativos.

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Autor: Paulo Henrique Castro Singh

Somática Educar – Curso Profissionalizante Corretor de Commodities – Metais, Petróleo, Energia, Agricultura e Carnes

Resumo 

Através deste estudo podemos observar as variáveis que possuem influência no preço das  commodities. Sabemos que o Brasil é um grande produtor é exportador de commodities  agrícolas, diante disso é de grande importância compreender os fatores que influenciou o  preço das commodities . 

Devido a várias análises encontramos resultados que para as principais commodities brasileiras  os fatores que influenciam o preço são, o efeito China, os custos de produção, os fatores  climáticos e o uso de derivativos. 

Palavras chaves. 

Commodities, agrícola e variáveis. 

Introdução 

Commodities são artigos de comércio, bens que não sofrem processos de alteração. Exemplo,  fruta, legumes, cereais e alguns metais. são negociados na bolsa de valores pois possuem um  determinado padrão internacional ,tendo assim seus preços fixado a nível global pelo  mercado Internacional. 

Com capacidade de serem estocados por um determinado período sem que tenha perda na  qualidade. 

A Confederação da agricultura é pecuária do Brasil mostra em seu relatório em( 2015) que o  setor agrícola em relação ao PIB, representou através do agronegócio 28% do produto interno  bruto nacional , Isso mostra a importância do setor do agronegócio para a economia brasileira.  

Tema e problema 

Buscamos identificar através da revisam da literatura empírica , a variação que influenciam os  preços das commodities agrícolas e quais a justificativa para essa influência. 

Sendo assim mostrando ao leitor melhor compreensão sobre o mercado de commodities  agrícola e como esses ativos são precificados.

Objetivo geral. 

Observar as várias ações que trazem maior influência dos preços das commodities agrícolas,  através de recentes pesquisas acadêmicas publicadas. 

Objetivo específico. 

Mostrar as variáveis que pecificam as commodities agrícolas, sendo assim as que afetam  diretamente os preços cotados. 

Justificativa. 

O estudo das variações que interferem na determinação dos preços através de  comportamentos é de fundamental Importância para a economia, com flutuações sazonais dos  preços das commodities agrícolas provocam instabilidade tanto na renda do produtor tanto no  planejamento orçamentário dos investidores e dos governos. 

Em período de baixa dos preços ou excesso de produção, ou em período de preços muito  elevados, isso pode provocar uma instabilidade podendo provocar desestímulos a produção, assim seria necessário o conhecimento sobre o padrão de flutuação sazonal e a volatilidade  desses preços, para que possam ser compreendido como funciona o comportamento do preço  das commodities agrícolas. 

O estudo dos preços agropecuários configura se como ponto de interesse geral, devido a  ampla gama de inter-relação com outros setores da atividade econômica. 

Desenvolvimento. 

Precificação das commodities agrícolas. 

Existem vários fatores que influenciam a precificação das commodities agrícolas, entre os  quais a oferta é demanda. 

Com o grande crescimento populacional e econômico de países emergentes que necessitam  de commodities como matéria-prima e para consumo alimentício de suas populações. 

Outro fator é a crescente necessidade da agricultura estar voltar a produção de  biocombustíveis, impactando de forma certeira a quantidade de commodities agrícola  ofertada, uma vez que no momento da colheita tem-se a diferenciação das intenções de uso o  que afeta diretamente os estoques mundiais. 

Influenciando diretamente as relações de oferta e demanda, São os eventos climáticos, e  indiretamente os preços praticados. Chuvas ou secas com durações e ocorrências foras dos  padrões esperados reduzem o estimulam as quantidades produzidas por agricultores. Isso influência sobre as quantidades físicas ofertadas de produtos agrícolas. 

Sendo assim, sabemos que vários fatores influenciam direta ou indiretamente a precificação  das commodities agrícolas. 

Fatores que influenciam a oferta. 

• Custo de produção 

• Fatores climáticos 

• Políticas de incentivo à produção de biocombustíveis 

• informações divulgadas por agências internacionais

• informações divulgadas por agências internacionais 

• nível de estoque mundial. 

Fatores que influenciam a demanda. 

• Efeito China  

• Variações das taxas cambiais 

• Derivativos 

• efeitos especulativos de mercado financeiros 

• níveis de estoque mundial 

preços observados em outras bolsas internacionais 

analisando separadamente os fatores a fim de verificar quais deles influenciam cada  commodities e como se dá tal influência, criando conexões entre preços praticados  dessas commodities, aplicados ao mercado Internacional. 

Conclusão. 

Com esse estudo bibliométrico dos autores analisados, observamos que os preços das  commodities agrícolas são influenciados por vários fatores econômicos, climáticos e  financeiros, influenciando as relações de oferta e demanda, também afetam à volatilidade dos  preços e spot e dos preços futuros. Tendo vários fatores influenciadores, mas os autores  analisados destacam como os principal o efeito China, que é caracterizado pelo aumento  populacional e o crescimento econômico de países emergentes, afetando as relações de  demanda mundial das commodities primárias. 

Influenciando profundamente as commodities agrícolas temos o fator climático, Isso afeta o  lado da oferta, bem como o uso de derivativos e a sua influência na relação dos preços spot e  futuro de cada commodity. 

Combustíveis é biocombustíveis são importantes fatores que influenciam a precificação, devido aos seus constantes aumentos. Grande parte dos custos de produção das commodities  agrícolas estão relacionadas aos preços de logística desses produtos e ao uso deste  combustível para tratores e outros equipamentos necessários para a produção. 

Essa pesquisa bibliográfica mostra que os resultados encontrados acimas superem as  expectativas que se esperava no objetivo demonstrando as principais variáveis que impactam  o processo de precificação das commodities agrícolas. 

Referências. 

MORAES, André Steffens; LIMA, Ricardo Chaves; MELO, André de Souza. Análise da 

Eficiência do mercado futuro brasileiro de boi gordo usando co-integração. Revista de  Economia e Sociologia Rural, Brasília, v. 47, n. 3, jul./set. 2009. Disponível em:  http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-20032009000300003&script=sci_arttext.  

NUNES, José Luís da Silva. Soja: histórico. In: Agrolink, s. d. Disponível em:  http://www.agrolink.com.br/culturas/soja/historico.aspx.  

PECUIÁRIA no período colonial. In: Brasil Escola, s. d. Disponível em:  http://www.brasilescola.com/historiab/pecuaria-no-periodo-colonial.htm.  PRATES, Daniela Magalhães. A alta recente dos preços das commodities. Revista de Econ.  Polít., São Paulo, v. 27, n. 3, p. 323-344, jul./set. 2007. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0101-31572007000300001&script=sci_arttext.  

RIGHI, Marcelo Brutti; CERETTA, Paulo Sergio. Previsibilidade e eficiência no mercado  Agrícola. Ciência Rural, Santa Maria, v. 41, n. 10, set./out. 2011. Disponível em:  http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-84782011001000028

RODRIGUES, R. O papel do setor privado e os novos desafios do abastecimento nacional.  Revista de Política Agrícola, a. X, n. 1, p. 7-12, jan./fev./mar. 2001. 

ROMEU, Marina Campanelli. Análise dos impactos dos especuladores nos retornos dos  Preços futuros das principais commodities agrícolas exportadas pelo Brasil. 2014. 67 f.  Dissertação (Mestrado) – Escola de Administração de Empresas de São Paulo, São Paulo.  2014. 

SERIGATI, Felippe. Fundamentos X Mercados financeiros. Agroanalysis, ago. 2012.  Disponível em: http://www.agroanalysis.com.br/materia_detalhe.php?idMateria=1314.  

SIGNIFICADOS. Commodities. 2015. Disponível em:  http://www.significados.com.br/commodities/.

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Novidades Somática Educar

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Princípio de Arquimedes – Arqueação de Navios

O processo de determinação da quantidade de carga transportada por uma embarcação utiliza, de maneira precisa, o princípio de Arquimedes.

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Autor: RENATO FERRAZ AKAOUI

e-mail:ngslamim2@yahoo.com.br

Curso Arqueação de Navios – Somática Educar

O processo de determinação da quantidade de carga transportada por uma embarcação utiliza, de maneira precisa, o princípio de Arquimedes.

O Princípio de Arquimedes estabelece que um corpo que flutua em um fluído desloca um volume deste fluído cuja massa equivale a massa do corpo flutuante.

Portanto, neste método de cálculo, esta metodologia para se determinar esta da massa da embarcação, consiste em se obter a leitura do respectivo Calado, para então multiplicá-lo  pela densidade da água onde o mesmo está aportado. 

A metodologia para se determinar a densidade da água aparenta ser um processo simples, mas exige algumas considerações para não se incorrer em leituras incorretas.

A densidade da água em que o navio flutua deve ser determinada no mesmo instante e no mesmo local em que são feitas as leituras dos calados nas marcas.

A densidade média da água dos oceanos é de 1024,12 Kg/m3.

Mas nos cálculos de arquitetura naval, nas curvas e tabelas hidrostáticas do navio, considera-se a água salgada como tendo uma densidade relativa de 1025 Kg/m3 e sendo a densidade relativa da água doce à 1.

A tabela abaixo mostra a variação de densidade da água em função da salinidade, assim como a da temperatura.

Para ter acesso ao Artigo Completo Clique Abaixo



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