Energia Eólica No Meio Ambiente

A importância da tecnologia usada pela energia eólica se destaca não apenas como uma fonte renovável, mas também como uma forma de reduzir a emissão de gases de efeito estufa. Sabe-se que o setor de energia elétrica se situa entre os mais importantes em termos de emissão de GEE .  

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Autor: Darcio André Chaves Oliveira

Curso Operador de Parque Eólico

Somática Educar

A importância da tecnologia usada pela energia eólica se destaca não apenas como uma fonte renovável, mas também como uma forma de reduzir a emissão de gases de efeito estufa. Sabe-se que o setor de energia elétrica se situa entre os mais importantes em termos de emissão de GEE .  

 O homem necessita de fontes de energia para manter, prolongar e tornar mais confortável sua própria sobrevivência, manipulando-as, através do tempo. Iniciando sua manipulação com a descoberta do fogo, o homem pré- histórico deu um salto nas suas rudes condições de vida, possibilitando o preparo dos alimentos, mantendo aquecidos e iluminados seus abrigos. Essa descoberta favoreceu a fixação do homem, que pôde deixar de ser nômade: um grande passo na evolução. 

Registram-se de 200 a.C. na Pérsia, as primeiras comprovações de utilização de energia eólica para bombeamento de água e moagem de grãos. E esta fonte de energia veio para auxiliar e facilitar atividades mecânicas básicas, surgindo como forma alternativa para o que antes era realizado por força animal, humana, ou ainda pela força motriz da água. 

Em termos físicos, o vento é causado pelas diferenças de pressão existente na superfície da Terra, e isso ocorre porque a radiação solar incide de forma diferente sobre as zonas equatoriais, em maior quantidade, e nas zonas polares, com menor intensidade. Ou seja, os ventos se originam da radiação solar. Essa energia é aproveitada pela movimentação do ar, na forma de vento, abundante fonte de energia, renovável, limpa e disponível em todo o Globo. 

Compreender a importância da tecnologia usada pela energia eólica que se destaca não apenas como uma fonte renovável, mas também como uma forma de reduzir a emissão de GEE – gases de efeito estufa. 

A produção de eletricidade através de energia eólica surgiu no final do século XIX, mas a sua utilização na distribuição de energia pública data de 1976 na Dinamarca, onde a primeira turbina eólica foi conectada à rede elétrica pública. Foi graças ao choque do petróleo e seu aumento de preço nos anos 70 que em alguns casos, a produção de energia elétrica via sistemas eólicos tornou se economicamente viável. 

O interesse por fontes de energia renováveis e limpas vem crescendo nas últimas décadas dado o fato de que por questões ambientais, mais do que nunca,

percebe-se a necessidade de soluções eficientes e ambientalmente corretas. O grande salto tecnológico dos estudos sobre a matriz eólica e seus componentes ocorreu durante a década de 90 quando os custos caíram substancialmente e a capacidade das turbinas eólicas saltou de 300KW em 1992 para 4.500KW no ano de 2000. 

Embora a produção de energia a partir dos ventos ainda seja pouco representativa no território brasileiro, é perceptível a evolução do setor no país ao longo dos últimos anos. Em 2014, segundo dados do Governo Federal, o Brasil ultrapassou a Alemanha no que se refere à expansão da energia eólica, atingindo o segundo lugar mundial, atrás apenas da China, que é o país que mais investe em fontes energéticas no mundo em razão de sua alta demanda. 

Por isso, o apoio a partir de políticas públicas é essencial para promover a expansão das energias renováveis.Há necessidade de estudar a questão energética, em especial as energias renováveis, como um aspecto para se alcançar o desenvolvimento sustentável. 

A geração eólica é benéfica para a sociedade pois não há processos de combustão na sua geração, não havendo portanto, emissão de gases poluentes como o material particulado ou óxidos de enxofre e menos ainda, gases contribuintes para o efeito estufa (GEE). Além dos benefícios ambientais cito–os os desenvolvimentos sociais trazidos por tais empreendimentos tais como, a atração de investimento para áreas desfavorecidas, geração de novos empregos e a possibilidade de utilização do terreno mesmo com as usinas eólicas. 

Considerando o tempo de construção, um grande parque eólico leva muito menos tempo para ser construído, o que gera receita mais rapidamente. O Fator de Capacidade dos parques eólicos é o menor de todos devido à característica do vento intermitente, o que significa que haverá picos e vales na geração eólica. 

Conclui-se que a energia eólica, além de ser inesgotável, mas que também possui vantagens e desvantagens. Trata- se de uma energia limpa pois não emite poluentes na atmosfera no processo de geração de energia, sua fonte é um recurso inesgotável e, por isso, é uma energia renovável, proporciona a redução da dependência dos combustíveis fósseis, permite a diminuição da emissão dos gases do efeito estufa e gera empregos nas regiões onde os parques eólicos são instalados.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 

BARCELLA, M, S., & BRAMBILLA, F, R. (2012). Energia eólica e os impactos socioambientais: estudo de caso em parque eólico do rio grande do sul. Revista de Ciências Ambientais, 6(2). 

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Disponível em:http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acessado em: 03/02/2022, 1988. 

DUTRA, R. M. Energia eólica. In: TOLMASQUIM, T. M. (Coord.). Alternativas energéticas sustentáveis no Brasil. Rio de Janeiro: Relume Dumará: Cenergia, 2004. p.179 – 267.. 

MESQUITA, A. N. S., Silva. R. C., Silva, A. P. F., & Siqueira. W. N. (2018). A influência da implantação do parque eólico sobre a economia na Região Agreste de Pernambuco. Revista Brasileira de Meio Ambiente. 

NASCIMENTO, M. V. G. Energia eólica. In: Tolmasquim, M. T. (org.). Fontes renováveis de energia no Brasil. Rio de Janeiro, Interciência: Cenergia, 2003. p. 207. 

PENA. Rodolfo F. Alves: Energia Eólica no Brasil. Disponível em: https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/energia-eolica-no brasil.htm.Acesso em:01/02/2022. INVEST RS.Disponível em:https://investrs.rs.gov.br/energia#:~:text=O%20munic %C3%ADpio%20abriga%20as%20usinas,S%C3%A3o%20Jer%C3%B4nimo %20(20%20MW).Acesso em 05/02/2022.

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Norma Regulamentadora NR-7 e suas atualizações

O texto também traz a previsão de utilização de prontuários médicos em meio eletrônico desde que atendidas as exigências do Conselho Federal de Medicina e mantém, dentre outras exigências, a necessidade de manutenção do prontuário do empregado pela organização por, no mínimo, 20 anos após o seu desligamento, exceto em caso de previsão diversa constante nos Anexos da norma.

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Norma Regulamentadora No. 7 (NR-7)

Autor: Eryck de Azevedo Silva 

Vila Velha – ES

Taifeiro Offshore – navios e plataformas

A norma regulamentadora foi originalmente editada pela Portaria MTB nº 3.214, de 08  de junho de 1978, sob o título “Exames Médicos”, de maneira a regulamentar  os artigos 168 e 169 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), conforme redação  dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977, que alterou o Capítulo V (Da  Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da CLT. 

A NR-07 é caracterizada como Norma Geral pela Portaria SIT nº 787, de 28 de  novembro de 2018, vez que regulamenta aspecto decorrente da relação jurídica prevista  na Lei, qual seja, a saúde do trabalhador, sem estar condicionada a outros requisitos,  como atividades, instalações, equipamentos ou setores e atividades econômicos  específicos. 

Sem a constituição de uma Comissão Nacional Tripartite Temática (CNTT) para o  acompanhamento permanente da implementação da NR-07, as atualizações da norma  são discutidas diretamente no âmbito da Comissão Tripartite Paritária Permanente (CTPP)*. 

A redação original da NR-07 se limitava a estabelecer parâmetros básicos para a  realização de exames médicos ocupacionais. Os parâmetros mínimos e as diretrizes  gerais para a elaboração do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional, com o objetivo de promoção e preservação da saúde dos trabalhadores, foram incluídos na  norma apenas posteriormente, em 1994. 

Desde a sua publicação, a norma passou por dez processos revisionais, sendo três de  ampla revisão, e os demais para alterações pontuais. 

A primeira revisão da NR-07 foi publicada pela Portaria SSMT nº 12, de 06 de junho de  1983. À época, em razão da necessidade de adequar os regulamentos de segurança e  saúde do trabalho à evolução dos métodos e ao avanço da tecnologia à época, diversas  normas regulamentadoras foram alteradas com a publicação dessa portaria, entre elas  a NR-07, que sofreu uma revisão completa. 

Em 1990, a Portaria MTPS nº 3.720, de 31 de outubro de 1990, realizou importante  alteração na norma ao excluir a abreugrafia do conjunto de exames obrigatórios  constantes da NR-07, com vistas a proteger a saúde humana de exposições repetidas  e desnecessárias a radiações ionizantes. Com essa atualização a norma se ajustava às  diretrizes e pareceres técnicos do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da  Saúde (OMS), que já desaconselhavam a utilização generalizada da abreugrafia como  método de diagnóstico de tuberculose. 

A primeira ampla revisão da NR-07 ocorreu com a Portaria SSST nº 24, de 29 de  dezembro de 1994, que passou a determinar a obrigatoriedade de elaboração e  implementação de um Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO),  com o objetivo de promoção e preservação da saúde dos trabalhadores. A partir de  então, o acompanhamento da saúde dos trabalhadores deixou de ter o caráter de  iniciativas isoladas de realização de exames médicos, passando a constituir um  programa planejado e integrado, que levasse em consideração os riscos à saúde dos  trabalhadores existentes nos ambientes de trabalho, especialmente aqueles  identificados nas avaliações previstas nas demais normas regulamentadoras. Para essa  revisão, fora constituído Grupo Técnico de Trabalho para estudar a revisão da NR-07,  após análise das contribuições recebidas de toda a comunidade, objeto da Portaria  SSST n.º 12, de 13 de outubro de 1994. 

Em 1996, a Portaria SSST nº 08, de 08 de maio, promoveu alterações em alguns itens  da norma, a exemplo da determinação de realização do exame médico admissional até  a data da homologação da rescisão do contrato de trabalho, caso o último exame  ocupacional tivesse ocorrido em prazos específicos definidos na norma em função do  grau de risco da empresa. Essa portaria também inseriu novos itens na norma, a  exemplo dos subitens que estabelecem regras quanto à isenção da indicação de médico  coordenador do PCMSO e a consequente dispensa em elaborar o relatório anual. 

Para acesso ao artigo completo clicar abaixo

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Turbina a Gás

Turbina a gás são máquinas térmicas onde a energia potencial termodinâmica contida nos gases quentes, provenientes de uma combustão, é convertida em trabalho mecânico ou utilizada para propulsão. O termo Turbina a gás é mais comumente empregado em referência a um conjunto de três equipamentos: Compressor, câmara de combustão

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Autor: Jefferson Henrique dos Santos

Manaus – AM

Curso Operador Usina Termelétrica de Ciclo Combinado

Somática educar

Turbina a gás são máquinas térmicas onde a energia potencial termodinâmica contida nos gases quentes, provenientes de uma combustão, é convertida em trabalho mecânico ou utilizada para propulsão. O termo Turbina a gás é mais comumente empregado em referência a um conjunto de três equipamentos: Compressor, câmara de combustão

Durante muito tempo se tentou obter um projeto de turbina a gás que operasse satisfatoriamente, no entanto, a maioria dos projetos falhou nesse quesito. O ciclo que utilizava o vapor e as máquinas a pistão possuíam projetos simples, já que sua operação e complexidade de compressão são muito mais simples quando comparados com a operação e a complexidade de compressão das turbinas a gás.



O maior desenvolvimento das turbinas a gás aconteceu na época da segunda guerra mundial graças à indústria aeronáutica, que possuía a necessidade de elevar a velocidade dos aviões e de então, a turbina a gás tem sido mais aperfeiçoada. Os maiores avanços acontecem, basicamente na aerodinâmica dos compressores e na elevação da temperatura máxima de operação que foram atingidos devido ao aprimoramento dos materiais, que hoje apresentam maior resistência às altas temperaturas, e  das tecnologias de resfriamento.

Para ter acesso ao texto completo clicar abaixo:

fONTE: UNITAU - http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:gFeYal-Oe-0J:www.unitau.br/files/arquivos/category_114/PPC_ENGENHARIA_AERONUTICA_2019_1559838950.pdf+&cd=2&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br
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Etapas de Construção de Parques Eólicos

O vento é nossa fonte de energia natural pode ser transformada em energia elétrica, essa energia não causa danos ambiental. Existe muitos países que estão investindo nessa energia, pois ela pode ser inesgotável e pelos benefícios que traz ao nosso planeta.

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Autor: Matheus Lima Mota

São Gonçalo do Amarante – CE

CURSO CAPACITAÇÃO EM INSPEÇÃO EM PÁS, TORRES E ESTRUTURAS EÓLICAS

1 INTRODUÇÃO

 Energia Eólica é a energia cinética contida nas massas de ar em movimento definida como o vento. O termo eólico vem do latim aelicus, pertencente ou relativo a Éolo, Deus dos ventos na mitologia grega, portanto, relativa ao vento.

O aproveitamento da energia eólica ocorre por meio da conversão da energia cinética de translação em energia cinética de rotação, o emprego de turbinas eólicas denominada por aerogeradores ou cataventos moinhos. Explicando de uma forma, mas simples uma turbina eólica é movida pelo vento que faz girar a ventoinhas, que faz rodar um eixo. Esse eixo faz ligação a um gerador e est produz eletricidade, ou seja, energia renovável.

A energia eólica é considerada uma das melhores fontes de energia renovável nos dias de hoje, seu custo se tornou cada vez mais menor, chamando atenção para tais investimentos. Seus preços são competitivos no mercado de geração elétrica, essa tecnologia é fonte de energia limpa, não prejudica o mundo em que vivemos, possui um período curto de instalação.

O presente trabalho é uma retomada dos conhecimentos adquiridos sobre o curso estudado as etapas de parques eólicos.

2 DESENVOLVIMENTO

O funcionamento de uma usina eólica é construído por etapas, que requer o cuidado e a busca por pessoas capacitadas como pesquisadores e engenheiros nas áreas: civil, elétrica, mecânica ambiental, entre outros. São desenvolvidos estudos para que o projeto de parque eólico seja aprovado no local adequado. Uma vez tenha sido aprovado o local de instalação, é feita a medição dos ventos por um período de um ano, sendo possível ter uma noção de velocidade média anual para a geração de energia elétrica. É de importância que os ventos sejam regulares, não tenham transtornos de turbulência e fenômenos climáticos.

A localização e as condições climáticas do Brasil favorecem a utilização da energia eólica para a produção de energia elétrica. Climas quentes e úmidos (climas propícios para a criação de ventos fortes) são um dos principais aspectos favoráveis do país para o investimento de tecnologias no setor eólico. Segundo( ANEEL,2005) estudos indicam que o País possui um potencial superior a 60.000 megawatts.

Vamos compreender que em uma torre eólica, o vento gira uma hélice conectada ao aerogerador, que produz eletricidade. Quando temos vários ligados a um centro de transmissão de energia temos um parque eólico. 

De acordo com a ANEEL (2005) energia eólica é a energia cinética contidas nas massas de ar. Seu aproveitamento se dar através da conversão de energia cinética em energia cinética de rotação por meios de turbinas eólicas, assim gerando energia elétrica ou energia mecânica para a o bombeamento d’água através de cata-ventos ou moinhos. Um parque eólico ou usina eólica é um local, em terra (onshore) ou em mar (offshore), que destina-se à produção de energia elétrica a partir dos ventos. Uma usina eólica é constituída por vários aerogeradores, um edifício de comando (inclui geralmente uma sala de comando, um gabinete, um armazém e instalações sanitárias) uma subestação, aos quais todos os aerogeradores estão ligados através de uma rede de cabos enterrados, e caminhos de acesso a cada aerogerador (MENDES; COSTA; PEDREIRA, 2002).

A instalação do projeto aprovado é feita pela empresa que gerencia nos equipamentos necessários para o funcionamento, é necessário algum requisito como limpeza dos solos para colocar os aerogeradores e estaqueamento nas bases dos aerogeradores para a interligação do solo, blocos da fundação dando sustentação à torre do aerogerador. A concretagem aparece em três etapas montagem de ferragens, montagem da conexão elétrica e civis necessárias para a transmissão de energia e pôr fim a concretagem da base.

3 CONCLUSÃO

  Concluímos que o seguinte trabalho começa com a aprovação de projeto para ser instalado e assim inicia sua transição tendo a implementação das turbinas que irão gerar energia elétrica, após alguns testes as turbinas começam a funcionar. O vento é nossa fonte de energia natural pode ser transformada em energia elétrica, essa energia não causa danos ambiental. Existe muitos países que estão investindo nessa energia, pois ela pode ser inesgotável e pelos benefícios que traz ao nosso planeta.

Esse interesse sobre a energia eólica aumentou nos últimos anos, principalmente depois do disparo do preço do petróleo, que não é uma fonte de energia renovável. O Brasil é considerado um grande potencial eólico, assim o Brasil e o mundo precisam investir cada vez mais e saber aproveitar de forma coerente os benefícios naturais existentes.

4 OBRAS CONSULTADAS

contatoboxconstruc.wixsite.com/websitebox/post/a-engenharia-das-usinas-e%C3%…

https://www.trabalhosgratuitos.com/Outras/Diversos/Etapas-dewww.abepro.org.br/biblioteca/TN_STP_206_222_27524.pdf
Etapas de construção de parques eólicos – Artigo – pointer20 (trabalhosgratuitos.com)

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Energia Renovável Eólica

A energia eólica é gerada a partir da energia cinética do vento que movimenta as pás e ativa os aerogeradores (turbinas). Estes devem ser instalados em regiões mais altas para captar a maior quantidade de vento possível.

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Autor: Dimas Ramos dos Santos

Atibaia – SP

Curso Profissionalizante em Energia Eólica

O que é energia eólica e qual sua importância para a matriz elétrica do Brasil?


Se você ainda não sabe o que é energia eólica é simples de entender: é um tipo de energia gerada por meio dos ventos, os quais movimentam turbinas e transformam a energia mecânica em energia elétrica.

A expansão da energia eólica surgiu em um contexto de necessidade de diversificação da matriz elétrica brasileira, considerando a dependência do Brasil em relação às usinas hidrelétricas.

Em períodos de crise hídrica, um sinal de alerta acende no País e é preciso recorrer às usinas termelétricas para suprir o abastecimento da população. Porém, elas são altamente poluentes, por isso a energia eólica surge como uma alternativa que também contribui para o meio ambiente.

Considerando a importância do assunto, aqui vamos explicar o que é energia eólica, como essa energia é gerada, suas vantagens e desvantagens e também como comprar energia eólica.

Confira!

O que é energia eólica


Por definição, a energia eólica é um tipo de energia obtida a partir do vento. Ela é considerada 100% limpa pois não polui o meio ambiente no processo de geração de energia e é renovável já que tem como fonte um recurso inesgotável.

Segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) divulgados no primeiro semestre de 2020, a matriz elétrica do país é formada pelas respectivas usinas em operação:

59,27% usinas hidrelétricas
25,56% usinas termelétricas
8,94% usinas eólicas
3,08% pequenas centrais hidrelétricas (PCHs)
1,55% centrais geradoras fotovoltaicas
1,15% usinas termonucleares
0,46% centrais geradoras hidrelétricas

Fonte: ANEEL

Isso significa que hoje a energia eólica já é a terceira maior fonte de energia do Brasil.

Além disso, a energia eólica é considerada uma fonte alternativa de energia, assim como a solar, de biomassa e PCHs, pois complementa o sistema de geração de energia do país e reduz a dependência das usinas hidrelétricas.

Isso é importante especialmente porque em períodos de escassez hídrica os níveis dos reservatórios ficam mais baixos, então é necessário recorrer a outras fontes de energia para garantir o fornecimento para todo o país.

Como é gerada a energia eólica?
A energia eólica é gerada a partir da energia cinética do vento que movimenta as pás e ativa os aerogeradores (turbinas). Estes devem ser instalados em regiões mais altas para captar a maior quantidade de vento possível.

Esse movimento gera energia mecânica, a qual é transformada em energia elétrica por meio da indução eletromagnética que ocorre em um gerador.

Os parques eólicos, como é chamado um conjunto de aerogeradores, podem ser instalados tanto em terra (onshore) quanto no mar (offshore).

No Brasil, a região que concentra a maior produção de energia eólica é o Nordeste. Em outubro de 2020, todo o país tinha 653 parques eólicos, estando 82% nesta região, principalmente porque as condições naturais são favoráveis para a geração de energia eólica. 

Obras Consultadas

ANEEL – Disponível em : https://www.aneel.gov.br/ – Acesso em: 30 jan. 2022

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Potenciais Conflitos entre implantação de Parques eólicos e premissas de áreas de preservação permanente

As energias renováveis e limpas tem sido assim um dos focos promissores para empreendimentos que buscam estar no mercado deixando sua marca com uma pegada  ecológica positiva, sem deixar de utilizar tecnologias de ponta e ainda auxiliando as  demandas cada vez maiores por energia existentes em qualquer categoria do mercado  atual. Nesse contexto de energia, deve ser ressaltado que o Brasil já possui uma das  matrizes mais renováveis do mundo.

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– Autor: Monica Pereira da Silva 

-Instituição: Somática Educar

 – Nome do Curso: Tecnologia em Geração Eólica e Legislação Ambiental Aplicada à  Implantação de Parques Eólicos

1-Introdução 

A dependência mundial de fontes energéticas provenientes de fontes fósseis e não  renováveis (petróleo, gás natural e carvão mineral) têm gerado preocupações contínuas  com esgotamento de tais fontes. Além da situação de escassez a que essas fontes estão a  cada dia mais propensas, existe o agravante das emissões de gases tóxicos e poluentes que são dispersados na atmosfera, causando danos diversos como é o caso dos gases que  provocam o efeito estufa, gerando aquecimento maior na Terra. Com esta situação, tem  sido colocado em escala de prioridade por diversos países o incentivo para a substituição  de matriz energética, buscando pela produção de energia limpa e renovável, focando  especialmente a premissa de sustentabilidade. 

As energias renováveis e limpas tem sido assim um dos focos promissores para empreendimentos que buscam estar no mercado deixando sua marca com uma pegada  ecológica positiva, sem deixar de utilizar tecnologias de ponta e ainda auxiliando as  demandas cada vez maiores por energia existentes em qualquer categoria do mercado  atual. Nesse contexto de energia, deve ser ressaltado que o Brasil já possui uma das  matrizes mais renováveis do mundo. Segundo a Empresa de Pesquisa Energética (2018),  o Brasil dispõe de uma matriz elétrica de origem predominantemente renovável (80,4%  da oferta interna), com destaque para a fonte hídrica (65,2% da oferta interna)(Costa ,  2019). 

Dentre as fontes de energia renováveis, temos as que já são amplamente utilizadas e bem  aceitas como as usinas hidrelétricas, mas que já não são mais consideradas boas opções  por conta de alterações climáticas que tem ocasionado baixa pluviosidade e pelos altos  impactos ambientais já conhecidos quando se há a criação de represas para prover este  tipo de geração, provocando implicâncias significativas nas alterações de fauna e floras  locais. Tais instalações também geram preocupação com relação a fiscalização efetiva de  manutenções obrigatórias, afim de que não hajam desastres ecológicos como temos em  histórico aqui mesmo no Brasil os casos das Barragens de Mariana e Brumadinho no  Estado de Minas Gerais. 

Temos ainda fontes pouco exploradas como as fontes de energia maremotriz (gerada pela  força das marés) e ondomotriz (gerada pela força das ondas) e outras já melhores  difundidas, mas ainda com grande potencial de crescimento, como as fontes fotovoltaicas (utiliza energia solar), eólicas (força dos ventos) e biomassa (queima de matérias primas  orgânicas).

Para este estudo, será feita uma análise resumida sobre a utilização da energia eólica e os  conflitos com áreas de preservação permanente, com foco nas limitações geográficas  brasileiras especialmente. 

2- Legislação e Impactos Ambientais 

2.1- Da Legislação de proteção às APPs 

As atividades de produção energética através de parques eólicos, tendem a provocar  menores impactos ambientais do que usinas hidroelétricas, que degradam uma área  significativa e implicam em deslocamentos de grandes contingentes populacionais. Mas  apesar do menor impacto sobre as estruturas locais com menores prejuízos aos  ecossistemas pertencentes a área, os parques eólicos também causam impactos e 

degradações ambientais que podem gerar danos de longo prazo nas áreas escolhidas para  implementação. 

Segundo a resolução CONAMA nº 303, de 20 de março de 2002, que dispõe sobre os  parâmetros, definições e limites de Áreas de Preservação Permanente de reservatórios  artificiais e o regime de uso do entorno, temos que constitui Área de Preservação  Permanente a área situada: 

I – em faixa marginal, medida a partir do nível mais alto, em projeção  horizontal, com largura mínima, de: 

a) trinta metros, para o curso d’água com menos de dez metros de largura; 

b) cinqüenta metros, para o curso d’água com dez a cinqüenta metros de  largura; 

c) cem metros, para o curso d’água com cinqüenta a duzentos metros de  largura; 

d) duzentos metros, para o curso d’água com duzentos a seiscentos metros  de largura; 

e) quinhentos metros, para o curso d’água com mais de seiscentos metros  de largura; 

II – ao redor de nascente ou olho d’água, ainda que intermitente, com raio  mínimo de cinqüenta metros de tal forma que proteja, em cada caso, a  bacia hidrográfica contribuinte; 

III – ao redor de lagos e lagoas naturais, em faixa com metragem mínima  de: 

a) trinta metros, para os que estejam situados em áreas urbanas  consolidadas; 

b) cem metros, para as que estejam em áreas rurais, exceto os corpos d’água  com até vinte hectares de superfície, cuja faixa marginal será de cinqüenta  metros; 

IV – em vereda e em faixa marginal, em projeção horizontal, com largura  mínima de cinqüenta metros, a partir do limite do espaço brejoso e  encharcado; 

V – no topo de morros e montanhas, em áreas delimitadas a partir da curva  de nível correspondente a dois terços da altura mínima da elevação em  relação a base; 

VI – nas linhas de cumeada, em área delimitada a partir da curva de nível  correspondente a dois terços da altura, em relação à base, do pico mais  baixo da cumeada, fixando-se a curva de nível para cada segmento da linha  de cumeada equivalente a mil metros; 

VII – em encosta ou parte desta, com declividade superior a cem por cento  ou quarenta e cinco graus na linha de maior declive; 

VIII – nas escarpas e nas bordas dos tabuleiros e chapadas, a partir da linha  de ruptura em faixa nunca inferior a cem metros em projeção horizontal  no sentido do reverso da escarpa; 

IX – nas restingas: 

a) em faixa mínima de trezentos metros, medidos a partir da linha de  preamar máxima; 

b) em qualquer localização ou extensão, quando recoberta por vegetação  com função fixadora de dunas ou estabilizadora de mangues; 

X – em manguezal, em toda a sua extensão; 

XI – em duna; 

XII – em altitude superior a mil e oitocentos metros, ou, em Estados que  não tenham tais elevações, à critério do órgão ambiental competente; 

XIII – nos locais de refúgio ou reprodução de aves migratórias; 

XIV – nos locais de refúgio ou reprodução de exemplares da fauna  ameaçadas de extinção que constem de lista elaborada pelo Poder Público  Federal, Estadual ou Municipal; 

XV – nas praias, em locais de nidificação e reprodução da fauna silvestre. 

Parágrafo único. Na ocorrência de dois ou mais morros ou montanhas  cujos cumes estejam separados entre si por distâncias inferiores a  quinhentos metros, a Área de Preservação Permanente abrangerá o conjunto de morros ou montanhas, delimitada a partir da curva de nível  correspondente a dois terços da altura em relação à base do morro ou  montanha de menor altura do conjunto, aplicando-se o que segue: 

I – agrupam-se os morros ou montanhas cuja proximidade seja de até  quinhentos metros entre seus topos; 

II – identifica-se o menor morro ou montanha; 

III – traça-se uma linha na curva de nível correspondente a dois terços  deste; e

IV – considera-se de preservação permanente toda a área acima deste nível. 

Ainda segundo o artigo 4º da Lei n° 12.651, 25/05/2012, considera-se Área de  Preservação Permanente, em zonas rurais ou urbanas, para os efeitos desta Lei, os  incisos aqui citados servem de base para os parques eólicos em APP: 

II – as áreas no entorno dos lagos e lagoas naturais, em faixa com largura  mínima de: 

a) 100 (cem) metros, em zonas rurais, exceto para o corpo d’água com  até 20 (vinte) 

hectares de superfície, cuja faixa marginal será de 50 (cinquenta) metros; b) 30 (trinta) metros, em zonas urbanas; 

VI – as restingas, como fixadoras de dunas ou estabilizadoras de  

mangues; 

VII – os manguezais, em toda a sua extensão; 

2.2- Análises sobre alguns Impactos negativos nos Parques Eólicos de Beberibe  (PEB) e de Fleixeiras I (PEF) 

Para trabalhar um exemplo de estudo de impactos ambientais, sera realizada aqui a  transcrição de algumas das informações de Relatórios de impactos ambientais em áreas  permanentes de preservação, sendo o foco neste caso as áreas com dunas, As localidades  modelo serão os parques eólicos de Beberibe e de Fleixeiras I. 

O Parque Eólico de Beberibe (PEB), começou a funcionar em setembro de 2008. Foi  construído na Praia das Fontes, na fazenda Uberaba, município de Beberibe. Sua  capacidade instalada é de 26 MW, composto por 25 aerogeradores com 70 metros de  altura e potência de 1,04 MW cada, em um terreno de 61 hectares. O Parque Eólico de  Fleixeiras I (PEF), começou a funcionar em janeiro de 2014. Foi construído na localidade  de Mundaú, município de Trairi. Sua capacidade instalada é de 30 MW, composto por 13  aerogeradores com 80 metros de altura e potência de 2,3 MW cada, em um terreno de 74  hectares começou a funcionar em janeiro de 2014. Foi construído na localidade de  Mundaú, município de Trairi. Sua capacidade instalada é de 30 MW, composto por 13  aerogeradores com 80 metros de altura e potência de 2,3 MW cada, em um terreno de 74  hectares. 

Pelas análises de pesquisas locais realizadas através do preenchimento de formulários,  evidencia-se que tanto as pessoas que moram nas adjacências quanto as que trabalham no  parque de Beberibe não tiveram a percepção da presença deste impacto, seja na  mortalidade ou diminuição da fauna alada e/ou terrestre. Em contrapartida, os moradores do parque de Fleixeiras I percebem a diminuição do número de fauna alada, no caso de  pássaros, e da fauna terrestre, no caso do Calango (Tropidurus hispidus), notaram a  ausência da fauna em sua comunidade e em suas próprias residências.

Sobre a paisagem natural, com a instalação dos aerogeradores, houve uma interferência  na paisagem natural com a introdução de estruturas que se destacam pelo seu grande  porte. No PEB, foram constatados em unanimidade de pesquisa local que os aerogera dores não interferem na beleza cênica e nem na paisagem da região de forma negativa.  No entanto, no PEF existe uma divergência quanto à presença dos aerogeradores  considerado para alguns como algo benéfico, e para outros como um elemento adverso  na paisagem. Em relação ao impacto visual que provoca achatamento das dunas, nos PEB  e PEF, são apenas nos locais onde foram construídas as torres eólicas.  

Pela compactação de dunas e alterações na topografia do relevo local, o ambiente eólico  litorâneo é passivo do processo de evolução natural e a intensa dinâmica das dunas, com  mudança constante de seus aspectos em termos de forma, posição e tamanho. Os  aerogeradores cercados por dunas móveis tornam-se uma espécie de barreira para o  transporte eólico dos sedimentos, que são contidos nas proximidades das bases. No  período de instalação há tentativas de retenção das dunas móveis pela fixação artificial, o  que tende a desencadear impactos ambientais negativos. Outro motivo para a contenção  das dunas é a tentativa de diminuir o avanço dos sedimentos sobre os aerogeradores,  evitando o processo de erosão e degeneração das bases e sobre as estradas de acesso,  impedindo o tráfego de veículos. 

O desmatamento e a terraplanagem tanto para construção das estradas que dão acesso ao  parque e aos aerogeradores dentro das usinas e para a construção das bases das torres gerou, degradação das áreas, como também, pode ocasionar aterramento de lagoas que  surgem entre as dunas, interferência na qualidade da água e destruição de locais  preservados. No PEB, como no PEF, ocorreram a devastação, a compactação e o  achatamento das dunas, para a instalação das torres no período de implantação dos  parques. Atualmente a contenção das dunas se dá através da recuperação da vegetação e  da mata ciliar em todo o parque. Segundo a população dos PEB e PEF houve degradação  nas áreas de construção dos aerogeradores e das estradas, através do desmatamento e do  aplainamento do terreno. Contudo, com a construção dos parques eólicos nos dois  municípios, não gerou nenhum efeito sobre as águas e nem a destruição de sítios  arqueológicos.  

3- Resumo de Benefícios da Implantação dos Parques Eólicos de Beberibe e de  Fleixeiras I 

3.1- Geração de Energia 

A usina eólica de Beberibe no ano de 2016 gerou uma produção anual de energia de  89,49 GWh (equivale a uma potência média de 7.457,5 MW médio), já na usina eólica  de Fleixeiras I a produção anual de energia foi de 125,78 GWh (equivale a uma potência  média de 10.481,7 MW médio).  

3.2 Redução na Emissão de Dióxido de Carbono (CO2)  

Conforme a ABEEólica (2017), no âmbito de Estado do Ceará, a redução de CO2 evitada  para o meio ambiente no ano de 2016 devido à geração de energia proveniente da eólica  foi de 243.410,85 (tonelada/ano). No PEB, a redução de CO2 evitada para o meio  ambiente no ano de 2016 devido à geração de energia proveniente da eólica foi de  4.335,72 (tonelada/ano) e no PEF foi de 6.094,00 (tonelada/ano).

4- Conclusão 

Como pode ser observado, ainda que haja legislação específica para a proteção de APPs,  a partir de informações extraídas do relatório de impacto ambiental das áreas onde foram  implantados os parques eólicos PEB e PEF, pode-se observar que não é possível garantir totalmente a não ocorrência de impactos ambientais negativos em algum nível nas áreas  que são propensas a bons resultados para as instalações dos aerogeradores. No entanto,  se houver a observação do benefício principal que é a geração de energia em tamanha  escala e com a concomitante redução de emissão de CO2 em relação quantidade emitida  por outras formas de geração de energia, poderão ser considerados como admissíveis o  nível de degradação ambiental por tais instalações. 

5- Obras consultadas bem como os links consultados 

LEGISLAÇÃO AMBIENTAL APLICADA À IMPLANTAÇÃO DE PARQUES  EÓLICOS- 2016. CTGAS-ER 

http://www.siam.mg.gov.br/sla/download.pdf?idNorma=274 Acesso em 15 Janeiro de  2022 

SCIELO BRASIL Impactos Socioeconômicos, Ambientais e Tecnológicos Causados  pela Instalação dos Parques Eólicos no Ceará Disponível em: 

https://www.scielo.br/j/rbmet/a/ZJdVgpy7gGQtq8p6YDvTWQf/?lang=pt# Acesso em  15 Janeiro de 2022 

https://doi.org/10.1590/0102-7786343049

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Qualificação de Pás de Aerogerador de Pequeno Porte

Técnica e economicamente, o uso de energia renovável é viável no caso da transformação de  energia hidráulica, da biomassa em biogás e da eólica em energia elétrica.

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Autor: Edson Ramos Damasceno

Fortaleza – Ceará

Curso Capacitação em Inspeção em Pás, Torres e Estruturas Eólicas

Somática Educar

Energia é o que aciona todos os processos no universo, desde micro à macro escala, e  representa uma das indispensáveis bases para a vida na terra. 

A principal fonte da energia na terra é a radiação solar. Através dos processos fotossintéticos,  os vegetais convertem energia luminosa em energia química, transformando, assim, o dióxido de  carbono da atmosfera em compostos orgânicos de carbono que, para a fauna e os seres humanos,  representa a única fonte primária de alimentos. 

Na formação da crosta terrestre, grandes quantidades de carbono orgânico ficaram retidas  em lugares subterrâneos, sob forma de carvão, petróleo e gás. Este processo acabou purificando a  atmosfera terrestre ao longo do tempo, por conta da remoção do dióxido de carbono e a liberação  do oxigênio, possibilitando, assim, a manutenção da vida na terra. 

As formas mais corriqueiras de uso da energia pelo homem são a iluminação (luz solar) e sob  forma de alimento, transformando energia em trabalho muscular, a fim de desempenhar as funções  cotidianas do indivíduo. 

O uso das energias fósseis em larga escala começou com a exploração das minas de carvão e  dos poços de petróleo, para satisfazer a demanda por energia da sociedade industrializada. Com a  disponibilidade de grandes quantidades de energia, a mecanização e a automação, começou a  motorização da sociedade em todas as áreas: trabalho, agricultura, pesca, produção, transporte,  locomoção, comunicação, lazer, preparação de alimentos, condicionamento de ambiente. E isto de  tal forma que, atualmente, até os brinquedos para crianças são motorizados. 

Na definição da Organização das Nações Unidas (ONU), desenvolvimento sustentável é um  conjunto de processos e atitudes que atende às necessidades presentes, sem comprometer a  possibilidade de que as gerações futuras satisfaçam as suas próprias necessidades (ONU, 1987). 

Mas atualmente, as consequências mais graves do uso excessivo das energias não-renováveis  (fósseis) são o esgotamento destes recursos dentro de poucos anos, o equivalente a algumas  gerações, além do aumento do CO2 na atmosfera.

Os processos e atitudes da sociedade moderna  atendem às necessidades presentes, mas comprometem a possibilidade de as gerações futuras  satisfazerem suas necessidades. A existência da raça humana pode estar ameaçada por conta deste  tipo de desenvolvimento. 

Evitar um desastre global obriga a humanidade a reduzir significativamente o uso das energias  fósseis. Neste caso, as energias renováveis oferecem uma alternativa sustentável para satisfazer a  demanda de energia, já que minimizam as chances de ocorrer o já anunciado esgotamento das  energias fósseis, e evitam o aumento do CO2 na atmosfera. Energia renovável é a energia enquadrada  em um dos seguintes tipos: radiação, biomassa, hidráulica de rios, vento, calor, correntes marítimas  e ondas, que se renovam permanentemente, através do fluxo energético solar. 

Técnica e economicamente, o uso de energia renovável é viável no caso da transformação de  energia hidráulica, da biomassa em biogás e da eólica em energia elétrica. Mais especialmente, o uso  da energia hidráulica e de biomassa sob forma de álcool já tem uma longa história de sucesso no  Brasil, que produz atualmente mais de 80% da energia elétrica a partir de recursos hídricos e é líder  mundial no domínio de tecnologia e na produção de álcool como combustível automotivo. A  produção do biogás na base de biomassa é uma tecnologia usada já em larga escala, no  aproveitamento de excrementos de animais e resíduos vegetais, mas o processo de aproveitamento  de lixo e de resíduos de tratamento de esgoto para produzir biogás ainda é bastante incipiente, em  fase de experiência.

Para ter acesso ao artigo completo clicar abaixo

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Impacto Ambiental e Parques Eólicos

Mais uma vez podemos evidenciar a importância da (EIMA/RIMA), pois para construir um parque eólico no Brasil é necessária a realização de um Estudo e Relatório de Impacto Ambiental. Esse estudo vai considerar, entre outras coisas, a poluição sonora que o parque pode gerar, pois as hélices dos aerogeradores produzem muito zumbido e pode trazer danos ao meio ambiente, pois até mesmo a construção de um Parque Eólico onde irá gerara uma energia sustentável, está propicio ao dando.

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Autor: Tiago Conceição de Souza

Macaé – RJ

Curso Tecnologia em Geração Eólica e Legislação Ambiental Aplicada à Implantação de Parques Eólicos

Somática Educar

Segundo a Resolução CONAMA nº 01/1986, considera-se impacto ambiental  qualquer alteração nas propriedades físicas, químicas e biológicas do ambiente  causada por qualquer forma de matéria ou energia resultante das atividades humanas  que, direta ou indiretamente, afetem: a saúde, a segurança e o bem-estar da  população; as atividades sociais e econômicas; a biota; as condições estéticas e  sanitárias do ambiente e a qualidade dos recursos ambientais.  

Com base nessa resolução é possível afirmar que nesse sentido, os impactos  ambientais podem ser positivos, quando resultam em melhorias para o ambiente, ou  negativos, quando essas alterações causam algum risco para o ser humano ou para  os recursos naturais encontrados no espaço, sendo assim, ressalto através de leituras  realizadas, a importância da Resolução CONAMA nº 01/1996, estabeleceu que  atividades que apresentam significativo potencial de degradação ou poluição  dependerão da elaboração de Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e apresentação do  respectivo Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) para que ocorra seu Licenciamento  Ambiental, podendo ou não ser autorizado o licenciamento. 

De acordo com o artigo 225 da Constituição Federal, “todos têm direito ao meio  ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à  sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de  defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações”. 

Referente ao que tange Energia Eólica é sem dúvida uma das mais antigas  tecnologias humanas, A energia eólica é cada vez mais usada no mundo, por se tratar  de uma energia sustentável 

Um parque eólico ou usina eólica é um local, em terra (onshore) ou em mar (offshore),  que se destina à produção de energia elétrica a partir dos ventos.  

Uma usina eólica é constituída por vários aerogeradores, um edifício de comando  (inclui geralmente uma sala de comando, um gabinete, um armazém e instalações  sanitárias) uma subestação, aos quais todos os aerogeradores estão ligados através  de uma rede de cabos enterrados, e caminhos de acesso a cada aerogerador  (MENDES; COSTA; PEDREIRA, 2002). 

As modernas turbinas eólicas são usadas para capturar energia cinética do vento e  gerar eletricidade.

Mais uma vez podemos evidenciar a importância da (EIMA/RIMA), pois para construir  um parque eólico no Brasil é necessária a realização de um Estudo e Relatório de  Impacto Ambiental. Esse estudo vai considerar, entre outras coisas, a poluição sonora  que o parque pode gerar, pois as hélices dos aerogeradores produzem muito zumbido e pode trazer danos ao meio ambiente, pois até mesmo a construção de um Parque  Eólico onde irá gerara uma energia sustentável, está propicio ao dando. 

Fontes: 

www.wonderopolis.org/whatis.techtarget.com/www.wisegeek.org/www.sciencedirect. com/www.azocleantech.com/dictionary.cambridge.org/www.energy.gov/windeurope. org 

https://www.portalsaofrancisco.com.br/meio-ambiente/parque-eolico http://www.abepro.org.br/biblioteca/TN_STP_206_222_27524.pdf

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Considerações Sobre Materiais das Pás Eólicas

No mundo existe uma grande demanda por fontes alternativas e limpas de energia e que não causem grandes efeitos negativos ao meio ambiente, sendo crescente a necessidade de aproveitamento do potencial eólico mundial.

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CURSO DE CAPACITAÇÃO EM INSPEÇÃO DE PAS  EM TORRES E  ESTRUTURAS EOLICAS

Aluno: Lucio flavio .S.A

No mundo existe uma grande demanda por fontes alternativas e limpas de energia e que não causem grandes efeitos negativos ao meio ambiente, sendo crescente a necessidade de aproveitamento do potencial eólico mundial. No entanto, a indústria de energia eólica, especificamente os fabricantes de pás eólicas, buscam constantemente por melhorias no desempenho das propriedades mecânicas dos materiais empregados na confecção das pás eólicas. Dessa forma, conhecer o comportamento dos materiais utilizados é de fundamental importância para que se possa tirar melhor proveito dos ventos e consequentemente evitar prejuízos e acidentes.

Para ter acesso ao trabalho completo clique abaixo

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