Compreensões relevantes sobre o SEP (Sistema Elétrico de Potência)

O SEP tem se estruturado para atender as leis e órgãos de expansão de energia elétrica e com isso tem obtido pontos positivos de crescimento quanto a distribuição e alcance para regiões mais remotas do Brasil, melhorando o acesso à comunicação, a bens que utilizam energia elétrica e economia local nestas localidades.

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Autor: GIVANILDO FIGUEIREDO DE SOUZA

Terra Santa – Pará

Curso Operador Usina Termelétrica de Ciclo Combinado

Somática Educar

De acordo com CARLETO 2019, p. 9 um Sistema Elétrico de Potência (SEP) é constituído de inúmeros equipamentos para transportar a energia elétrica desde sua geração até sua utilização (área urbana, rural ou industrial).

A leitura sobre a obra coletado traz entendimentos significativos sobre o SEP permitindo-nos compreender que para ser gerar energia elétrica o sistema precisa de uma Usina Geradora que pode ser: hidrelétrica, termoelétrica, eólica ou solar. Sendo que cada uma destas usinas citadas tem suas características de produção. Resumidamente explicamos um pouco sobre cada uma. Usina hidrelétrica mais usada no Brasil, por exemplo, produz sua energia através do represamento das águas dos rios que são propícios ao movimento de suas grandes turbinas mecânico por meio da considerável queda de água, sendo esta uma forma de energia renovável. As termoelétricas por sua vez, geram energia elétrica através da queima de combustíveis, óleo, carvão mineral e gás, produzindo assim energia cinética obtida pela passagem do vapor por suas turbinas transformando potência mecânica em potência elétrica. Energia eólica por meio dos ventos movimentam os grandes aero geradores convertendo energia mecânica em energia elétrica. E painéis solares transformam energia solar (luz solar) também em energia elétrica.

A transmissão de eletricidade acontece desde as usinas, passando pelas subestações de transmissão, que são um conjunto de equipamentos interligados com o objetivo de controlar o fluxo de energia, alterar os níveis de tensão e corrente elétrica, bem como fornecer proteção e comando ao SEP (CARLETO, 2019). Podemos assim dizer que as subestações funcionam como ponto de convergência entre as linhas de transmissão e distribuição de energia. Valendo destacar as principais funções de uma subestação que são: transformação (altera os níveis de tensão adequando-os aos sistemas de transmissão, distribuição e utilização de energia), regulação (ajusta os níveis de tensão atendendo aos limites admissíveis de transmissão e utilização) e chaveamento (comutação é o liga e desliga entre os dispositivos do SEP, de acordo com a necessidade).

Agora sabemos que as subestações distribuem a energia elétrica. Mas antes de chegar até as nossas casas essa corrente elétrica passa por transformadores que diminuem ou aumentam a tensão, nesse caso quando a tensão é elevada os transformadores evitam grandes perdas de energia ao longo do percurso, porém, quando a tensão é diminuída ocorre a distribuição da eletricidade pela cidade.

Para finalizar ressaltamos que o SEP tem se estruturado para atender as leis e órgãos de expansão de energia elétrica e com isso tem obtido pontos positivos de crescimento quanto a distribuição e alcance para regiões mais remotas do Brasil, melhorando o acesso à comunicação, a bens que utilizam energia elétrica e economia local nestas localidades.

Referencias

CARLETO, Nivaldo. Subestações elétricas / Nivaldo Carleto – 2. – Brasília: NT EDITORA 2019.

Sistemas Elétricos de Potência – Sistemas EEL. https://sistemas.eel.usp.br › arquivos › LOB1011

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PLANEJAMENTO AVANÇADO DA QUALIDADE DO PRODUTO (APQP) E PROCESSO DE APROVAÇÃO DE PEÇAS DE PRODUTO (PPAP)

APQP (Advanced Product Quality Planning) significa Planejamento Avançado da Qualidade do Produto. Consiste em um processo estruturado que inclui tarefas críticas desde a aprovação do conceito até a produção. O objetivo é criar um plano de qualidade do produto para desenvolver e fabricar produtos que atendam aos requisitos do cliente, e PPAP (Production Part Approval Process), ou Processo de Aprovação de Peças de Produção, é um projeto para garantir qualidade consistente na criação e produção de uma peça. O objetivo principal deste plano de controle é identificar e neutralizar rapidamente qualquer fator que possa alterar as especificações e a tolerância de produção de uma determinada peça, como desgaste da ferramenta ou mudanças de temperatura durante a produção.

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Autor: Cosme D.R. Santos

Somática Educar – Ensino a Distância

Salvador – Bahia

O desenvolvimento de produto realizado entre as empresas multinacionais globais e  fornecedor requer atenção especial na gestão do processo e na interação entre empresas. O  artigo discute uma das metodologias mais utilizadas nessa indústria, o planejamento  avançado da qualidade de novos produtos (APQP), identificando seus usos e as condições  que potencialmente melhoram a gestão do processo de desenvolvimento do produto. Isso  tem custos adicionais e revela que o APQP se torna elemento da gestão dos prazos, mas  não impede falhas internas na montadora ou na qualidade. 

 APQP (Advanced Product Quality Planning) significa Planejamento Avançado da  Qualidade do Produto. Consiste em um processo estruturado que inclui tarefas críticas  desde a aprovação do conceito até a produção. O objetivo é criar um plano de qualidade do  produto para desenvolver e fabricar produtos que atendam aos requisitos do cliente, e  PPAP (Production Part Approval Process), ou Processo de Aprovação de Peças de  Produção, é um projeto para garantir qualidade consistente na criação e produção de uma  peça. O objetivo principal deste plano de controle é identificar e neutralizar rapidamente  qualquer fator que possa alterar as especificações e a tolerância de produção de uma  determinada peça, como desgaste da ferramenta ou mudanças de temperatura durante a  produção. 

Palavras-chave: APQP, PPAP, Voz do cliente, Ciclo PDCA, FMEA, Desenvolvimento de  produto, IATF 16949:2016, fornecedores, e IMDS. 

Para ter acesso ao Artigo Completo Clique abaixo:

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Manutenção Preditiva

A manutenção preditiva é o acompanhamento periódico de equipamentos ou máquinas, através de dados coletados por meio de monitoração ou inspeções.

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Autor : Rogério Cunha dos Santos

Angra dos Reis – RJ

Curso Manutenção Preditiva

A manutenção preditiva é o acompanhamento periódico de equipamentos ou máquinas, através de dados coletados por meio de monitoração ou inspeções.

As técnicas mais utilizadas para manutenção preditiva são:

TÉCNICA DA ANÁLISE DE VIBRAÇÃO

A análise de vibração é considerada uma das principais técnicas de manutenção preditiva devido à quantidade de informações que se podem detectar. É mesmo possível diagnosticar em equipamentos rotativos problemas como desalinhamento, desbalanceamento e empenamento do eixo, folgas, problemas em correias de transmissão, deficiente lubrificação, rolamentos danificados ou com montagem inadequada e problemas elétricos em motores.

TÉCNICA DA TERMOGRAFIA

A termografia utiliza, por seu lado, raios infravermelhos para medir ou observar padrões de distribuição de temperatura com a finalidade de adquirir informações sobre a condição operacional de componentes, equipamentos ou processos.

TÉCNICA DE AMOSTRA DE LUBRIFICANTE

Mas existem mais técnicas de manutenção preditiva como a monitorização do desgaste de máquinas por meio de amostras de lubrificante. Além de analisar as propriedades físico-químicas do fluido, as partículas de desgaste encontradas na amostra são analisadas e, em seguida, são identificados os tipos de problemas existentes e que providências devem ser tomadas.

TÉCNICA DO ULTRASSOM INDUSTRIAL

O ultrassom industrial é das técnicas de manutenção preditiva que converte sons de alta frequência em sons audíveis pelo ser humano, sendo que permite detectar problemas como vazamentos em linhas de ar comprimido e outros gases, deficiências de lubrificação, problemas elétricos em média e alta tensão, entre outros.

O alinhamento de eixos e polias a laser e o balanceamento em campo são técnicas de manutenção preditiva que permitem reduzir o tempo de paragem para corrigir o desbalanceamento e desalinhamento.

TÉCNICA DO LÍQUIDO PENETRANTE

A técnica do líquido penetrante é das mais frequentemente utilizada após a detecção de falhas por emissão acústica. É utilizado um líquido de baixa viscosidade na área que apresenta descontinuidade ao adicionar um pó revelador que mostrará as trincas pelo acumular de pó na área, sendo que é possível visualizar o tamanho da falha.

Das técnicas de manutenção preditiva é feito um ensaio por líquidos penetrantes que se propõe detectar descontinuidades essencialmente superficiais e que sejam abertas na superfície, tais como trincas, poros e dobras. Este ensaio é muito usado em materiais não magnéticos como o alumínio, magnésio, ligas de titânio ou zircónio, isto além dos materiais magnéticos. Pode, também, ser aplicado em cerâmica vitrificada, vidro e plásticos.

A manutenção preditiva vai se tornar uma espécie de braço direito da indústria 4.0. As pessoas passarão a ser elementos mais estratégicos e menos de execuções repetitivas e mecânicas. Por meio da manutenção preditiva alinhada à indústria 4.0.

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Centrais Elétricas de Ciclo Combinado

A termoelétrica de ciclo combinado é uma união de dois tipos
de geração de energia que tem como partida inicial a turbina a gás
e logo em seguida a turbina a vapor que reutiliza o ar quente que
seria desperdiçado fazendo assim criação de uma termo elétrica
que utiliza duas turbinas que queima somente um combustível
inicialmente, que utiliza gás natural.

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Autor: jocicleison Sousa de Paula.
Email : cleisosousasousa@hotmail.com
Curso: Curso Operador Usina Termelétrica de Ciclo Combinado
Instituição: Somática Educar

Ciclo combinado a vantagem da utilização e beneficio que pode
ser tirado dessa tecnologia que vem crescendo cada dia mas no
País e no mundo. Uma usina termelétrica operando em ciclo
combinado pode ser definida como um conjunto de obras e
equipamentos cuja finalidade é a geração de energia elétrica.


A termoelétrica de ciclo combinado é uma união de dois tipos
de geração de energia que tem como partida inicial a turbina a gás
e logo em seguida a turbina a vapor que reutiliza o ar quente que
seria desperdiçado fazendo assim criação de uma termo elétrica
que utiliza duas turbinas que queima somente um combustível
inicialmente, que utiliza gás natural.


Tendo o ciclo combinado como meio mas econômico, ou seja,
menos custo mais beneficio que podem vir de varias formas com a
redução do combustível utilizado, sendo que para cada turbina a
gás uma turbina a vapor é acionada assim reduzindo custo com
combustível consequente reduzindo a emissão de CO2, e
contribuindo para um ar mas puro e ajudando a reduzir o
aquecimento GLOBAL, sendo assim, a termoelétrica de ciclo
combinado funciona como válvula de escape que pode ser utilizada
nos dias de crise hídrica, quando há escassez de água para
geração de energia hidráulica. Essa também é uma alternativa
muito utilizada nos lugares mais afastado geograficamente, ou seja,
em pequenas cidades onde a energia convencional não está
disponível.

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Novidades Somática Educar

Estamos oferecendo diversas pós graduações extensiva as diversas regiões no Brasil e Exterior .

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Conceitos de Manutenção

Manutenção dentro da indústria não deve ser focada só na atividade em si, mas em treinamento, aplicação das normas técnicas e procedimentos de execução.

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Autor: Claudney João Gonçalves   

e-mail:   claudneyg16@gmail.com 

Curso Técnicas Preditivas aplicadas à Detecção de Falhas em Equipamentos Industriais

Somática Educar

Gostaria primeiramente de agradecer aos vídeos e tutoriais recebidos no transcorrer do curso Técnicas Preditivas. Na minha opinião hoje em um mundo globalizado e onde há investimentos em vários setores da indústria ninguém quer ficar para tráz quando se fala em tecnologia. Escolhi este tema porque vejo que o brasil avançou muito no que se diz respeito produtividade e em consequencia disso a necessidade de uma boa manutenção.Já se fala muito na indústria 4.0, isto é ótimo, mas temos que evoluir muito para chegar a este conceito. A mão de obra qualificada sempre será a peça chave dentro da indústria, temos softwares inteligentíssimo, no entanto temos que ter também pessoas qualificadas para operá-los. 

Manutenção dentro da indústria não deve ser focada só na atividade em si, mas em treinamento, aplicação das normas técnicas e procedimentos de execução.As informação nos dias de hoje estão acessíveis,  mas o que não pode haver é a desqualificação dos nossos profissionais em motivo dessa fácil acessibilidade .

Manutenção de uma forma geral preditiva, preventiva e corretiva costuma ser um ponto importante para as indústrias. Se houverem investimentos em todos os sentidos, inclusive científicos para minimizar falhas, a indústria gerará bons resultados e consequentemente maiores lucros.

Termino este trabalho agradecendo a toda equipe Somática Educar e todos blogueiros que contribuem para a discussão desse assunto.

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Termografia

Na manutenção preditiva, a termografia infravermelha é uma excelente ferramenta, detectando defeitos em seus estágios iniciais, aumentando seu tempo entre paradas, também podendo ser realizada com os equipamentos em operação normal, não acarretando riscos operacionais e de segurança.

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Autor: Odair José Ulmer

Somática Educar

odair.ulmer@senairs.org.br

A termográfica Infravermelha só foi possível devido a diversos estudos, dos quais alguns dos mais importantes, a partir da descoberta da radiação infravermelha. O alemão Friedrich Wilhelm Herschel, em 1800, astrônomo, e descobridor do planeta Urano, procurava um meio de proteger seus olhos quando observava o sol através de telescópios e, ao testar amostras de vidros coloridos, observou que alguns deixavam passar mais calor que outros. Em 1840 SR. William Hershel descrevia uma gravação de imagens infravermelhas. Mas o desenvolvimento da termográfica foi resultado do interesse militar, pois na 1o Guerra Mundial desenvolviam-se sistemas para detecção dos inimigos, permitindo a detecção de aviões e pessoas, tendo grandes avanços durante a II Guerra mundial no desenvolvimento da visão noturna, onde os mísseis eram guiados pelo calor. 

No Brasil, no início da década de 70 chegaram os primeiros termovisores, os quais eram empregados como sistemas de varredura óptico- mecânicos para formar imagens térmicas e a temperatura de objetos, sendo aferida através de cálculos. A partir dai os avanços tecnológicos foram observados rapidamente, com substituições tecnológicas e com leituras mostradas diretamente em visores, redução de peso, aonde nos anos 70 chegava a 40 kg, hoje são portáteis, podem ser conectados a computadores e ser analisados inclusive por softwares. 

Na manutenção preditiva, a termografia infravermelha é uma excelente ferramenta, detectando defeitos em seus estágios iniciais, aumentando seu tempo entre paradas, também podendo ser realizada com os equipamentos em operação normal, não acarretando riscos operacionais e de segurança. Mas sua utilização tem algumas limitações quando realizada em ambientes abertos, considerando as influências do meio dificultando o correto diagnostico. Fatores como a baixa emissividade de componentes inspecionados, o ponto medido pode estar na superfície do componente e não em sua fonte de aquecimento, assim pode também ser relevante quanto a ser utilizado como único parâmetro para predizer uma falha. 

somaticaeducar.com

Atualmente é o método mais avançado de testes não destrutivos, permitindo a visualização do perfil térmico e medir variações de calor emitido por diversas regiões de um corpo, permitindo direcionar intervenções da manutenção corretiva, mas de forma ponderada em virtude do seu grau de criticidade. A termografia mostra-se precisa em inspeções de sistemas elétricos e automações industriais, sendo necessários treinamentos adequados e sua utilização complementa o processo de gerenciamento de manutenções. 

https://pdfs.semanticscholar.org/ed

http://www.livrosgratis.com.br

Santos, Laerte dos 

Termografia infravermelha em substações de alta tensão 

Desabrigadas/Laerte dos Santos.—Itajubá,(MG): [S.N], 2006. 

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TURBINAS: OS TIPOS E CONCEITOS

Uma turbina a vapor é uma máquina térmica rotativa onde a energia térmica proveniente do vapor, medida pela entalpia, é convertida em energia cinética em virtude de sua expansão

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AUTOR: Francisco Glaydson Jeronimo Silva

E-MAIL: glaydson.silva60@gmail.com

CURSO: Operador de Usina Termelétrica de Ciclo Combinado

INSTITUIÇÃO: Somática Educar

  • Turbinas a vapor:

A pré-história das turbinas a vapor se remonta desde 175 a.C. quando Herón de Alexandría fez a primeira descrição.

A turbina de Herón,(figura 4), consistia de uma esfera que podia girar livremente em torno de um eixo diametral, apoiada nos extremos dos mesmos em dois suportes por cujo interior fazia entrar na esfera o vapor produzido por dois tubos diametralmente opostos e (“acodados”) direcionados em sentido contrário. A transformação de pressão em velocidade tem lugar totalmente no elemento móvel (esfera ou “rodete”).

A história da turbina a vapor se iniciou no final do século passado. Entre os muitos investigadores que contribuíram para o seu desenvolvimento mencionaremos só os principais, que foram os criadores das turbinas a vapor modernas.

O primeiro inventor foi o suéco De Laval (1845-1913), que criou como sub-produto de seu desnatador centrífugo, impulsionado pela necessidade de encontrar um acionamento de grande velocidade para o mesmo, a turbina a vapor de ação de um só estágio. Desenvolveu um bocal (Tobera) convergente-divergente com velocidade supersônica de saída de vapor e o eixo flexível cuja velocidade crítica chegava por debaixo da velocidade de giro da turbina,30.000 rpm. Uma turbina De Laval é mostrada figura 5.

O segundo inventor foi o inglês Parsons (1854-1931), que em busca de um motor marinho apropriado, desenvolveu a turbina a vapor de reação de vários estágio em 1895. Utilizando um rotor duplo e conseguiu melhores rendimentos comparado do com as máquinas alternativas de vapor utilizadas até então nos barcos.

Cursos a Distância

   Uma turbina a vapor é uma máquina térmica rotativa onde a energia térmica proveniente do vapor, medida pela entalpia, é convertida em energia cinética em virtude de sua expansão. A energia é então convertida em energia mecânica de rotação por meio da força que o vapor exerce nas pás rotativas As turbinas a vapor são as máquinas térmicas de combustão externa rotativa mais disseminada, principalmente pela possibilidade de formar unidades de elevada potência unitária, possuir alta confiabilidade, eficiência e vida útil. Turbina a vapor é classificada como uma máquina de combustão externa uma vez que os gases provenientes da combustão do combustível não entram em contato direto com o fluído de trabalho que flui interiormente na máquina e efetua os processos que convertem a energia do combustível em potência de eixo. Em consequência disto, possuem uma alta flexibilidade em relação ao combustível que pode ser utilizado. Uma grande vantagem da turbina a vapor é que, através de extrações reguláveis na sua seção de fluxo, é possível prover o calor com os parâmetros demandados pelo consumo externo. Diante disso, o custo deste calor é menor, uma vez que nos sistemas de cogeração o vapor, antes de abastecer um consumidor de calor, faz proveito de seu alto conteúdo de energia térmica na turbina durante o processo que produz energia elétrica. O calor que é necessário para o processo de ebulição do condensado e para o superaquecimento subsequente deve ser transferido dos agentes de combustão para o fluído de trabalho por meio das serpentinas presentes no interior da caldeira.

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Estratégia de Manutenção.

Podemos afirmar que a Revolução Industrial teve um enorme avanço não só nas linhas de produção como também em questões sociais e tecnológicas, mas temos que reconhecer que devemos viver em constante evolução e isso quer dizer estar em busca de melhorias constantes que sejam sempre em comum com os interesses de todos do grupo .

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Surgimento, técnicas e a importância da qualificação profissional

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Autor: Camilo de Lellis Guimarães Rocha

e-mail: camilo.lgr@hotmail.com

Curso Técnicas Preditivas aplicadas à Detecção de Falhas em Equipamentos Industriais

RESUMO

Historicamente, sabe-se do grande avanço econômico ocorrido nos países geradores das inovações tecnológicas da Revolução Industrial. As máquinas foram substituindo, aos poucos, a mão-de-obra humana. A poluição ambiental, o aumento da poluição sonora, o êxodo rural e o crescimento desordenado das cidades.  Mas se por um lado a máquina substituiu o homem, agravando a situação dos desempregados, por outro reduziu o preço de mercadorias, aumenta a velocidade do ritmo das produções e exige mais qualificação de seus empregados . Com esse aumento, a competitividade entre as empresas ficaram cada vez mais acirradas. vence aquele que adota a melhor estratégia, tem menores perdas, possui uma equipe qualificada e motivada, e que entrega o produto com qualidade, segurança , menor impacto ambiental e social.. e por fim, disponibilidade do produto com preços acessíveis.

Podemos afirmar que a Revolução Industrial teve um enorme avanço não só nas linhas de produção como também em questões sociais e tecnológicas, mas temos que reconhecer que devemos viver em constante evolução e isso quer dizer estar em busca de melhorias constantes  que sejam sempre em comum com os interesses de todos do grupo  .

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