Energia Solar Fotovoltaica

Com o crescimento da população, aumento significante da tecnologia e
consequentemente da indústria, cresce também o consumo de energia elétrica e a busca incessante por fontes alternativas de energia, menos poluentes, que atendam as legislações ambientais no que diz respeito a poluição em geral (Visual, atmosférica, sonora etc.), as chamadas energias renováveis (Solar, eólica, hídrica etc.).

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SOMÁTICA EDUCAR
Curso de Energia Solar Fotovoltaica
Autor: Wagner de Souza Melo

Manaus – AM

INTRODUÇÃO


Com o crescimento da população, aumento significante da tecnologia e
consequentemente da indústria, cresce também o consumo de energia elétrica e a busca incessante por fontes alternativas de energia, menos poluentes, que atendam as legislações ambientais no que diz respeito a poluição em geral (Visual, atmosférica, sonora etc.), as chamadas energias renováveis (Solar, eólica, hídrica etc.).


O Brasil, por se tratar de um país que recebe altos índices de irradiação solar
durante todo o ano, em 2018 teve um aumento de aproximadamente 350 % na
instalação de painéis solar fotovoltaicos em residências. Trata-se de geradores
domésticos de energia que convertem a energia solar (fótons) em energia elétrica.


Em 2019, o mercado de energia solar no Brasil cresceu mais, alcançando a
marca de 2,4 GW instalados. Segundo a Aneel, foram instalados mais de 110
mil sistemas fotovoltaicos de mini e microgeração, correspondendo a R$ 4,8 bilhões e 15 mil profissionais trabalhando na área.


Na China, os sistemas fotovoltaicos flutuantes são uma tendência, à medida
que a economia está migrando para fontes de energia mais limpas e eficientes. Para isso, existem empresas fabricando polietilenos de alta densidade para a construção de usinas elétricas fotovoltaicas flutuantes, que hoje estão abastecendo residências e indústrias com energia renovável limpa.

Para ler o conteúdo na íntegra acesse abaixo:

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A Importância da Tanatopraxia

O processo da tanatopraxia se inicia com o banho no cadáver durante esse banho e feito uma massagem alongando os membros afim de neutralizar a rigidez pós mortem. Durante esse banho e feito a higienização dos cadáveres retirada de curativos, esse processo também permite ao tanatólogo detectar feridas que necessitem de limpeza e de sutura ao fim do tratamento.

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Autor: Luiz Carlos Figueiredo Junior

Vazante – MG

Curso de Tanatopraxia

Somática Educar

A técnica de embalsamamento criada por William Harvey no século XVII é a mesmo  usada nos temos de hoje apesar de haver algumas diferenças. Nessa técnica orienta-se a  retirada dos fluido dos corpo em substituição do mesmo por uma solução formaldeído.  Porem essa não é a origem do embalsamamento. 

A origem do embalsamamento foi no ano 3.300 a.c.. A primeira múmia conhecida como  Ginger apresentou características de que passou pelo processo de embalsamamento. Essa  técnica teve principal utilização no Egito antigo, onde conservava-se os corpos para que  pudessem ser usados no pós vida. No Egito Antigo acreditava-se que após sua morte seu  corpo seria usado e por isso era importante mantê-los o mais completo e preservado  possível. Porem essa mesma técnica também foi vista em várias civilizações antigas  deixando em aberto um enigma de sua real origem. 

Atualmente a técnica além de ter  indicações do tempo da morte, bem como, meios e métodos para nos proteger ao lidar com  os cadáveres. 

Os estudos nos auxiliam na compreensão da etapa de degradação do corpo , exemplo disso são os Fenômenos Cadavéricos: 

∙ Fenômenos Cadavéricos Cedo; 

∙ Final Destroyers; 

∙ Fenômenos Cadavéricos Final Tories; 

Estas são classificações primarias que possuem várias subgrupos para melhor identificar  a hora da morte influenciando diretamente no processo de tratamento.  

O melhor cenário para realizar o tratamento da tanatopraxia seria com apenas 2 horas do óbito  já que praticamente nenhum fenômeno cadavérico teria se iniciado. Porém o tratamento  pode ser feito com até 48 horas da morte porem pode-se perder muito do resultados.  

O processo da tanatopraxia se inicia com o banho no cadáver durante esse banho e feito uma  massagem alongando os membros afim de neutralizar a rigidez pós mortem. Durante esse  banho e feito a higienização dos cadáveres retirada de curativos, esse processo também  permite ao tanatologo detectar feridas que necessitem de limpeza e de sutura ao fim do  tratamento. 

Após essa etapa e feito uma incisão mais comumente no pescoço para acessar a artéria  onde será inserido a cânula por onde será bombeado a solução formaldeído, de 1 litro de  remédio para cada 4 litros de agua para cada 23 kg de peso do cadáver.  

A solução e bombeada de forma lenta, durante esse processo o tanatologo deve massagear  o corpo expulsando o sangue dando passagem para que a solução penetre nos tecidos e  músculos afim de garantir a preservação do cadáver. Durante esse processo e notável a  mudança que ocorre no corpo, na coloração da pele bem como um desencharco devido a  retirada de líquidos. Com essa etapa conseguimos para momentaneamente o processo de  degradação do corpo, para que parentes e amigos possam se despedir do falecido. Feito  essa etapa temos que fazer a drenagem dos líquidos internos. 

Esse processo e feito por uma incisão ao lado do umbigo onde se insere uma vara  conectada a uma bomba de drenagem que suga os líquidos internos. Após essa drenagem  e inserido um produto que tem como objetivo desidratar os tecidos e órgãos internos além  de preservá-los, retardando o processo de degradação do cadáver. O remédio deverá  permanecer dentro do cadáver por no mínimo 10 minutos, após este tempo retomasse a  drenagem. Após drenagem passa-se para a etapa de tamponamento e sutura. 

Essa etapa e muito importante já que esta será a finalização do tratamento, iniciasse  inserindo algodão no corte, ferida ou furo, acompanhado por um pó tanatopraxua que tem como  objetivo evitar que líquidos saiam pelo local tamponado. O pó tanato e o pó gelatinoso  ao entrar em contato com líquido forma uma espécie de gelatina evitando que o  mesmo saia pelo orifício. Finaliza-se com uma sutura fechando o orifício e em seguida e  feito a colagem com cola sobre o ponto suturado, após colado colocasse micropore ou  esparadrapo. 

Na sequência passamos, a vestir a roupa no falecido .Existem atualmente roupas próprias para cadáveres que tendem a ser mais fáceis de vestir  com baixo custo. Após vestido coloca-se papel picado para que ele fica em  uma posição adequada na urna cobre-se o papel com algodão em seguida ornamenta-se  com flores. Esta etapa também e feito a necromaquiagem ,finalizando esse processo o  corpo e encaminhado para velório. 

Estas etapas que exemplifiquei acima são indispensáveis, visto que sem elas o cadáver sofreria rápida decomposição, tornando impossível que fosse velado, além do inchaço o corpo  tende a ficar com um cor azulada muito desagradável além de ter líquidos sendo expelidos  por suas vias aéreas e feridas. 

Vale lembrar também que este processo também elimina possíveis contaminantes que  possam vir ser passado para os familiares durante o velório. São raras as doenças que  perduram após a morte, porem é imporantante que seja eliminada as suas propagações. Há também doenças que impossibilitam que haja o velório como estamos vendo no atual  momento a situação do covid, que mesmo após a morte o corpo ainda e um propagador da doença, ou ate mesmo a peste negra que no passado devastou a Europa. 

Fontes Consultadas

Site: https://cemiteriosemmisterio.com.br/conheca-o-processo-de-embalsamar-corpo-e-a-sua-importancia/

https://ultimumvale.com.br/blog/embalsamamento-embalsamar-corpo-tanatopraxia/

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Novo Porto

O Rio Grande do Sul deve ter um novo porto, no Litoral Norte. O pedido de autorização para construção feito por investidores em Arroio do Sal já está sendo analisado pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários.

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Autor: Leandro Luís Silva dos Santos 

Canoas – RS

Curso Arqueação de navios 

Instituição – Somática educar 

O Rio Grande do Sul deve ter um novo porto, no Litoral Norte. O pedido de autorização para  construção feito por investidores em Arroio do Sal já está sendo analisado pela Agência Nacional de  Transportes Aquaviários. 

Um dos motivos é a proximidade com a área industrial da Serra do Rio Grande do Sul. A medida  reduziria os custos e aumentaria a competitividade de grandes empresas exportadoras que necessitam,  atualmente, usar o porto de Rio Grande, no Litoral Sul, ou os de Santa Catarina. 

“Hoje, nos levantamentos que fizemos, um conjunto de empresas tem custo aproximado de R$  4 mil a R$ 6 mil para escoar sua produção via litoral sul e aproximadamente entre R$ 3 mil e R$ 4 mil  pelos portos de Santa Catarina.  

Nossa estimativa é que haja uma redução de 50% para o nosso projeto do porto do Litoral  Norte”, projeta o diretor-executivo do MOBI Caxias, Rogério da Silva Rodrigues. Dois grupos de investidores já adquiriram boa parte dos terrenos de duas áreas que poderão  receber o novo complexo portuário. Um deles é perto do balneário Rondinha, com mais de 600 metros  de frente para o mar e um total de 700 hectares. 

A outra área fica mais ao norte, no balneário de Arroio Seco, perto do limite com Torres. Esta  é uma área menor, com 150 metros de faixa de areia e 150 hectares. Ambas ficam próximas ao  aeroporto de Torres, que já está pronto e poderá servir de apoio para o transporte de cargas. 

Do complexo industrial de Caxias do Sul, por exemplo, via Rota do Sol, seriam 180 km até o novoporto.  Para levar as cargas até Rio Grande, a distância é de 437 km. 

Inicialmente, a ideia era construir o porto em Torres. Porém, em abril do ano passado, um navio  da marinha fez um levantamento geográfico do trecho entre Torres e Arroio do Sal. Nessa parte, a  profundidade do mar passa dos 20 metros mais perto da costa do que em Torres, o que facilitaria a  instalação do porto. 

Os dois grupos de investidores já receberam autorização de viabilidade econômica do  município. A estimativa é que cada projeto tenha investimento superior a US$ 1 bilhão, ambos de capital  estrangeiro. 

“Esses recursos vão tornar Arroio do Sal ainda melhor, principalmente porque poderemos  executar muitas melhorias de infraestrutura. Tudo indica que nós teremos o início das obras ainda este  ano”, diz o prefeito Affonso Flavio Angst. 

Um deles, que tem capital russo, está mais avançado, e a Agência Nacional de Transportes  Aquaviários já está analisando o pedido de autorização. 

Em abril de 2021 o grupo de investidores russos confirmam investimento de R$ 6 bilhões em  novo porto no RS, confirmando que o complexo portuário sairá em Arroio do Sal

O mesmo grupo de investidores protocolou a autorização para iniciar a construção do centro  administrativo do porto na Secretaria de Meio Ambiente do município. 

“A gente fez a solicitação para construir o escritório, a parte administrativa, refeitórios, centro  de treinamento dos funcionários que vão trabalhar no porto. O resto a gente depende de uma licença  do Ibama, que é bem mais complexa. São várias etapas que trabalham juntas, então, é uma licença  bem mais demorada”, explica a bióloga Letícia Maria. 

A expectativa é que mais de 4 mil empregos diretos e indiretos sejam gerados na cidade.

Fonte: 

https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2020/01/10/arroio-do-sal-recebe-proposta para-sediar-porto-no-litoral-norte-do-rs.ghtml – consultado em 22/05/2021. 

https://imprensabrasil.com.br/2021/04/15/russos-confirmam-investimento-de-r-6-bilhoes-em novo-porto-no-rs-o-complexo-portuario-saira-em-arroio-do-sal/ – consultado em 22/05/2021.

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A Cabotagem no Brasil – Sobre a BR do Mar

A partir da publicação da lei, as empresas poderão afretar navios por tempo ou a casco nu (vazios ) para uso na navegação de cabotagem . Passado um ano da vigência, poderão ser dois navios, no segundo ano de vigência três navios, e no terceiro ano da mudança , quatro navios.

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Autor: Bruno Pereira da Silva

Niterói/RS

Somática Educar

 Atualmente em prazo de recebimento de emendas, aguarda votação no Senado o projeto que institui o Programa de Estímulo ao transporte por cabotagem  (BR DO MAR ) . O PL 4199 / 2020 , do poder executivo  , foi aprovado na Câmara dos Deputados em dezembro do ano passado . O senador Nelsinho Trad (PSD – MS ) .

  Navegação de cabotagem é o transporte aquaviário feito entre portos do mesmo país. Entre as principais mudanças efetivadas, pelo projeto está a liberação progressiva do uso de navios estrangeiros para esse tipo de transporte sem a necessidade de contratar a construção de embarcações  em estaleiros brasileiros . O líder do governo da Câmara, deputado Ricardo Barros (PP – RR ) afirma que o projeto reduzirá o chamado custo Brasil.

Para o consultor do Senado Frederico Montenegro  , o texto facilita a expansão das operações de cabotagem  e a entrada de novos interessados neste mercado .  Segundo ele , aumenta a possibilidade de as Empresas Brasileiras de Navegação (EBN)  afretarem embarcações sem a obrigatoriedade de possuírem embarcações próprias , como exigido pela legislação vigente . Montenegro ressalta que a mudança vem acompanhada de incentivos para que as EBNS mantenham e aumentam a frota própria, o que contribui para um importante aspecto da navegação de cabotagem, que é a disponibilidade do serviço .

A partir da publicação da lei, as empresas poderão afretar navios  por tempo ou a casco nu (vazios ) para uso na navegação de cabotagem . Passado um ano da vigência, poderão ser dois navios, no segundo ano de vigência três navios, e no terceiro ano da mudança , quatro navios.

Depois disso, a quantidade será livre, observadas condições de segurança definidas em regulamento. 

O consultor explica que o afretamento por tempo é aquele no qual o proprietário  ou o armador coloca o navio completamente equipado  e em condição de navegabilidade  à disposição do afretador por tempo determinado .

O afretamento por tempo mantém todos os custos relacionados a sua operação vinculados  à bandeira do seu país de origem  , por isso é um afretamento  mais barato  se comparado ao afretamento a casco nu .

Fonte:

https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2021/03/26/br-do-mar-pode-expandir-setor-de-navegacao-de-cabotagem-no-brasil

https://www.portosenavios.com.br/noticias/navegacao-e-marinha/nova-lei-da-cabotagem-favorece-expansao-de-grandes-grupos

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Biomassa: fonte de energia renovável

A biomassa é utilizada na produção de energia a partir de processos como a combustão de material orgânico produzida e acumulada em um ecossistema, porém nem toda a produção primária passa a incrementar a biomassa vegetal do ecossistema

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Autor : João Batista dos Anjos

Araguari – Minas Gerais

Curso Engenharia E Gestão de Energias Renováveis

Somática Educar

Do ponto de vista da geração de energia, o termo biomassa abrange os  derivados recentes de organismos vivos utilizados como combustíveis ou para a  sua produção. Do ponto de vista da ecologia, biomassa é a quantidade total de  matéria viva existente num ecossistema ou numa população animal ou vegetal.  Os dois conceitos estão, portanto, interligados, embora sejam diferentes. 

 Na definição de biomassa para a geração de energia excluem-se os  tradicionais combustíveis fósseis, embora estes também sejam derivados da  vida vegetal (carvão mineral) ou animal (petróleo e gás natural), mas são  resultado de várias transformações que requerem milhões de anos para  acontecerem. A biomassa pode considerar-se um recurso natural renovável,  enquanto que os combustíveis fósseis não se renovam a curto prazo. 

A biomassa é utilizada na produção de energia a partir de processos como a  combustão de material orgânico produzida e acumulada em um ecossistema,  porém nem toda a produção primária passa a incrementar a biomassa vegetal  do ecossistema. Parte dessa energia acumulada é empregada pelo ecossistema  para sua própria manutenção. Suas vantagens são o baixo custo, é renovável,  permite o reaproveitamento de resíduos e é menos poluente que outras formas  de energias como aquela obtida a partir de combustíveis fósseis. 

A queima de biomassa provoca a liberação de dióxido de carbono na atmosfera,  mas como este composto havia sido previamente absorvido pelas plantas que  deram origem ao combustível, o balanço de emissões de CO2 é nulo.

Para acessar todo o Artigo clicar abaixo:

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ARQUEAÇÃO DE CARGA DE NAVIOS – NOTAS PARA APLICAÇÃO PRÁTICA

O Transporte Marítimo é a espinha dorsal do Comércio Internacional, com mais de 80% do volume de comércio mundial. Nas últimas décadas com a evolução prática do conceito de globalização, o volume do comércio internacional cresceu a uma taxa maior que a do PIB mundial.

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Autor: Dr. Claudio L R Conde
CURSO DE ARQUEAÇÃO DE NAVIOS – DRAFT SURVEY
Somática Educar

1 INTRODUÇÃO


O Transporte Marítimo é a espinha dorsal do Comércio Internacional, com mais de 80% do volume de comércio mundial. Nas últimas décadas com a evolução prática do conceito de globalização, o volume do comércio internacional cresceu a uma taxa maior que a do PIB mundial.


Conceitos como “substituição de importações” ficaram obsoletos e produzir com eficiência e escala para ser competitivo no mercado global passou a ser mais importante. Equipamentos de grande porte passaram a usar peças produzidas em outras parte do Planeta.


Neste novo cenários, os Stakeholders do Comércio Internacional e do Transporte Marítimo tem o maior interesse em reduzir o custo logístico, de forma a manter a competitividade. Dentre os custos a serem reduzidos está o tempo de parada nos portos, sendo o tempo parado a espera de arqueação das cargas dos navios um ponto de atenção, não apenas pelos procedimentos técnicos necessários, mas pelos procedimentos operativos antes e depois para o desembaraço alfandegário.


Dessa forma, a padronização dos procedimentos de arqueação são de extrema importância na minimização dos custos do transporte marítimo e comércio internacional.


2 OBJETIVO


Apresentar os procedimentos para ARQUEÇÃO de navios e a importância de sua eficiência para a modicidade dos custos do Transporte Marítimo e a competitividade dos setores econômicos envolvidos.

Para fazer a leitura do Artigo Completo ABAIXO!

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PLANEJAMENTO AVANÇADO DA QUALIDADE DO PRODUTO (APQP) E PROCESSO DE APROVAÇÃO DE PEÇAS DE PRODUTO (PPAP)

APQP (Advanced Product Quality Planning) significa Planejamento Avançado da Qualidade do Produto. Consiste em um processo estruturado que inclui tarefas críticas desde a aprovação do conceito até a produção. O objetivo é criar um plano de qualidade do produto para desenvolver e fabricar produtos que atendam aos requisitos do cliente, e PPAP (Production Part Approval Process), ou Processo de Aprovação de Peças de Produção, é um projeto para garantir qualidade consistente na criação e produção de uma peça. O objetivo principal deste plano de controle é identificar e neutralizar rapidamente qualquer fator que possa alterar as especificações e a tolerância de produção de uma determinada peça, como desgaste da ferramenta ou mudanças de temperatura durante a produção.

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Autor: Cosme D.R. Santos

Somática Educar – Ensino a Distância

Salvador – Bahia

O desenvolvimento de produto realizado entre as empresas multinacionais globais e  fornecedor requer atenção especial na gestão do processo e na interação entre empresas. O  artigo discute uma das metodologias mais utilizadas nessa indústria, o planejamento  avançado da qualidade de novos produtos (APQP), identificando seus usos e as condições  que potencialmente melhoram a gestão do processo de desenvolvimento do produto. Isso  tem custos adicionais e revela que o APQP se torna elemento da gestão dos prazos, mas  não impede falhas internas na montadora ou na qualidade. 

 APQP (Advanced Product Quality Planning) significa Planejamento Avançado da  Qualidade do Produto. Consiste em um processo estruturado que inclui tarefas críticas  desde a aprovação do conceito até a produção. O objetivo é criar um plano de qualidade do  produto para desenvolver e fabricar produtos que atendam aos requisitos do cliente, e  PPAP (Production Part Approval Process), ou Processo de Aprovação de Peças de  Produção, é um projeto para garantir qualidade consistente na criação e produção de uma  peça. O objetivo principal deste plano de controle é identificar e neutralizar rapidamente  qualquer fator que possa alterar as especificações e a tolerância de produção de uma  determinada peça, como desgaste da ferramenta ou mudanças de temperatura durante a  produção. 

Palavras-chave: APQP, PPAP, Voz do cliente, Ciclo PDCA, FMEA, Desenvolvimento de  produto, IATF 16949:2016, fornecedores, e IMDS. 

Para ter acesso ao Artigo Completo Clique abaixo:

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Nova Identidade Visual da Somática Educar

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Ensino Digital ao Alcance de Todos!

A Somática Educar está inovando a cada momento e isso nos impulsiona a oferecer sempre o melhor para nossos clientes.

A mudança da identidade visual é o primeiro passo para o que está por vir!

Tudo aqui é conquistado com muito estudo, muita de dedicação, muita pesquisa no que está acontecendo no Mundo Inteiro.

Apresentamos para Vocês a Nova Identidade Visual da Somática Educar a partir de Hoje

Espero que Gostem!

Fabiana Fagundes Barasuol

CEO Somática Educar

www.somaticaeducar.com

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Turbina a vapor

Turbina a vapor é uma máquina térmica rotativa onde a energia térmica proveniente do vapor, medida pela entalpia, é convertida em energia cinética em virtude de sua expansão. A energia é então convertida em energia mecânica de rotação por meio da força que o vapor exerce nas pás rotativas.

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Autor: Caio Ferreira da Silva Ramos

Curso Operador de Usina Termelétrica de Ciclo Combinado

Rio Brilhante – MS

O que é uma turbina a vapor. 

Turbina  a  vapor  é  uma máquina  térmica  rotativa  onde  a  energia  térmica  proveniente  do vapor, medida pela entalpia, é convertida em energia cinética em virtude de sua expansão. A energia é então convertida em energia mecânica de rotação por meio da força que o vapor exerce nas pás rotativas.

Breve história da criação e evolução da Turbina a vapor 

O primeiro motor a vapor foi criado no século I , no Egito romano por Heron de Alexandria , chamada de  Eolípila.  Outro ancestral da turbina a vapor foi criada pelo Italiano Giovanni branca em 1629.

A primeira turbina de aplicação é a associada, primeiramente, aos engenheiros  Carl Gustaf Laval da Suécia e Charles Algernon Parsons da Grã- Bretanha.

Em 1884 Charles Algernon Parsons criou a primeira turbina a vapor que foi usada para gerar energia elétrica, a mesma era acoplada a um dínamo que gerava uma potência elétrica de 7,5 kw de eletricidade. A invenção da turbina Parsons possibilitou a geração de eletricidade barata e abundante, revolucionou o transporte marítimo e a guerra naval. Logo após o estadunidense George Westinghouse obteve uma licença e projetou uma turbina maior similar. Posteriormente, outras variantes de design foram desenvolvidas para tornar a turbina a vapor mais acessível.

Uma inovação importante foi dada pela turbina de Laval, inventada por Gustaf de Laval e baseada em tubeiras que aceleram o vapor (a velocidades supersônicas) antes que ele entre na seção de lâminas. Essa aceleração ocorre com base no princípio de Bernoulli, que afirma que a velocidade de um fluido pode ser aumentada à custa de sua pressão. Isto levou a uma solução de projeto simples e barata que, comparada às turbinas anteriores, permitiu uma maior exploração da energia do vapor, aumentando sua eficiência e potência. Até mesmo a turbina Parsons provou ser fácil de redesenhar em maior escala. Durante a vida de Parsons, a potência de uma unidade foi aumentada em 10 000 vezes.

Ainda que existam vários outros engenheiros e cientistas que tenham seus nomes intimamente ligados  ao  desenvolvimento  das  turbinas  a  vapor,  coube  a  George  Westinghouse,  que comprou os direitos sobre a turbina Parsons em 1895, o mérito de projetar e colocar em prática a primeira turbina  a  vapor  comercial  com  400  kW  de  capacidade,  que  acionava  um  gerador  elétrico.  Outro pesquisador que vale se destacado é Aurel Stodola, da Eslováquia que na prática estipulou os fundamentos teóricos das turbomáquinas e seu controle automático.  a necessidade cada vez maior de economia de escala dos equipamentos e ao mesmo tempo em  que  se  espera  uma  maior  eficiência  energética  fizeram  com  que  os  projetistas aumentassem  a temperatura e a pressão de operação, somado ao aumento da potência das turbinas. Nos dias atuais, a capacidade por unidade média instalada  é de aproximadamente  600 MW, já  na década  de  1920 estas potências não ultrapassavam 30 MW. 

Tipos de turbinas a vapor mais utilizadas em usinas Termoelétrica.

 Turbina de contrapressão de fluxo direto: O termo contrapressão é utilizado para indicar que o vapor que saí da turbina possui uma pressão maior ou igual, a ambiente, esta condição é necessária para suprir a demanda de calor quando se tem temperaturas  superiores  a  100  °C, sendo reutilizado para processos indústrias.

Turbina de contrapressão com sangria ou extração controlada: As  turbinas com sangria  ou extração  controlada são usadas  quando  se  necessita de  vapor em diferentes faixas de pressão. Este tipo de turbina fornece uma fração do vapor com média pressão e outra fração em baixa  pressão. Geralmente, se faz o uso de turbinas com sangria quando o volume de  vapor de extração (de media  pressão)  é  inferior  ao  volume  de  escape  (de  baixa  pressão).  Já  as  turbinas  com  extrações controladas  são  usadas  em  ocasiões  onde  o  fluxo  de  vapor  de  extração  (de  media  pressão)  é  maior quando se compara com o fluxo de vapor de escape (de baixa pressão) e também quando a demanda de vapor de média pressão é passível de flutuações relevantes.

Turbinas de condensação de fluxo direto: Turbina  de  condensação  de  fluxo  direto  fornece  vapor  para  o  condensador  com  uma  pressão mais baixa do que a pressão atmosférica, com o objetivo de amplificar a eficiência térmica do ciclo por meio de um acréscimo máximo da queda de entalpia. Este tipo de turbina tende a possuir dimensões maiores, assim como uma potência maior do que as  turbinas  de  contrapressão.  No  entanto, o  rendimento  total  é  menor  do  que  o  de  uma  instalação  de contrapressão,  uma  vez  que  uma  fração  da  energia  presente  no  vapor  é  perdida por  meio da  água  de refrigeração que é utilizada no processo de condensação.

  Turbina de condensação com extração: Turbina de condensação com extração são, normalmente, utilizadas quando existe a necessidade de  uma  quantidade  maior  de  energia  elétrica  do  que  se  consegue  autogerar  com  o  calor  gerado  pelo processo. O vapor excedente sofre ama expansão até chegar à condição de vácuo, provocando um salto térmico maior. Mesmo que as turbinas de contrapressão sejam mais eficientes, em diversas situações as turbinas de condensação com extração se mostram mais vantajosas, entre essas situações pode-se citar: compensação das oscilações  de consumo de  energia elétrica e  vapor que são originados no processo; impede-se que o limite de potência contratado seja ultrapassado; possibilita que o condensador absorva o excesso de vapor, quando ocorre a paralisação parcial do processo. Turbinas  a  vapor  com  extração  automática  ou  extrações  reguláveis  são  arquitetadas  para possibilitar a retirada de uma quantidade variável de vapor mantendo uma pressão constante, em um ou mais pontos de extração. Já nas turbinas de extração não regulável não existe o controle da pressão do vapor extraído, sendo assim, o vapor sofre variação em função da carga.

Turbina de condensação com reaquecimento: O fluxo total de vapor é admitido no estágio de alta pressão. Nesse estágio o vapor sofre um processo de expansão e então retorna a caldeira para ser reaquecido. Em seguida o vapor é transferido para o estágio de pressão intermediária a partir de onde se expande entre os últimos estágios até o escape. Algumas turbinas possuem também o reaquecimento duplo.

Referência Bibliográfica

Apostila disponibilizada pelo Curso Operador de central termoelétrica de ciclos combinado 

https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Turbina_a_vapor

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