Caldeira Flamotubular

Nas caldeiras flamotubulares a água circula ao redor de tubos, e interno a estes os gases da combustão. O rendimento térmico da caldeira flamotubular é normalmente menor e o espaço ocupado por ela é proporcionalmente maior

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Autor: Leandro Paulino Chagas

Curso Termelétrica

Somática Educar

Nas caldeiras flamotubulares a água circula ao redor de tubos, e interno a estes os gases da combustão. O rendimento térmico da caldeira flamotubular é normalmente menor e o espaço ocupado por ela é proporcionalmente maior.

Seu emprego é adequado para pequenas instalações industriais, dado que sua pressão de trabalho é geralmente pequena em virtude do grande diâmetro do corpo destas caldeiras. As elétricas funcionam com a passagem de corrente elétrica através de resistências ou diretamente pela água. Possuem aplicação restrita às regiões onde a energia elétrica é abundante e a custos relativamente baixos.


A região da queima de combustível é feita no interior da caldeira “tubo de fogo”, o combustível é alimentado pela parte externa “queimado”, segue imagem abaixo de um modelo de uma caldeira flamotubular.

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O Grande Desenvolvimento da Humanidade

Podemos dizer, sem sombra de dúvidas, que hoje é fundamental para que qualquer produto ou serviço chegue até você e muitas vezes, na maioria delas inclusive, a logística é preponderante para se alcançar melhores resultados nas empresas.

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Autor: Cleidimar Soares Leonel

Linhares – ES

 Somática Educar

  Curso Logística de Valores

Ainda na Idade da Pedra, há cerca de dois milhões de anos, os homens, como nômades, já precisavam se organizar para que tivessem alimentos suficientes para sua subsistência. Para isso, desenvolviam ferramentas para caça, além de terem a necessidade, baseada na experiência local, de saberem quando e quanto caçar para que pudessem suprir suas necessidades.          Descoberta do fogo trouxe uma nova possibilidade, já que os alimentos quando cozidos duravam mais tempo, permitindo então que a prática da caça fosse planejada dentro dessa nova realidade. Nessa época, a gestão sobre os suprimentos era a maior preocupação, focada evidentemente na subsistência da tribo. Já era necessário armazenar alimentos para que pudessem atender às demandas da tribo, principalmente em situações climáticas mais críticas.        Anos mais tarde, quando os povos começaram a guerrear entre si para ampliar seus domínios, a evolução da logística mais uma vez foi fundamental para garantir o suprimento tanto de alimento quanto de material bélico nos campos de batalha.         Na Idade Média, período em que essas guerras eram frequentes, começaram a ser utilizadas estradas e armazéns para abastecimento dos exércitos.    Grécia Antiga é a primeira suposição do local de origem da logística. Nesta região foi onde surgiu o termo “logistikas”, que significa cálculo e raciocínio, no sentido matemático. Em derivação desse termo, os militares responsáveis pelos assuntos financeiros e pela distribuição de suprimentos em meio às batalhas, eram chamados de “logistikos”. Nos Impérios Romano e Bizantino também era usual essa nomenclatura.        A segunda suposição vem do verbo francês “loger”, que significa alojar ou acolher, e deu origem à palavra “logistique”. O termo passou a ser utilizado nos estudos do teórico Barão Antoine Henri Jomini, militar que estudou a guerra, dividindo-a em 5 grandes partes: estratégia, grandes táticas, logística, engenharia e táticas menores. Com essa divisão, ficou definido logística como “a arte de movimentar exércitos”.        Muitos exércitos foram reconhecidos por seu planejamento, criando várias frentes de batalha, todas elas com suprimento adequado para que tivessem sucesso em suas empreitadas. Era importante saber exatamente o que deveria ser carregado para que isso não fosse, para o exército, um problema a mais a ser enfrentado. Destruir o inimigo já era uma tarefa significativamente árdua. Então um adequado planejamento do suprimento era fundamental para a logística.         Revolução Industrial trouxe uma nova etapa à evolução da logística, que foi o desenvolvimento dos meios de transporte. E isso fez com que a logística alcançasse um novo patamar, na medida em que as ferrovias e os navios passaram a ser utilizados para transporte de cargas.        Nas tarefas de realizar novas conquistas .Diversas indústrias tiveram um desenvolvimento acelerado, como as de material bélico e a automobilística, provocando uma verdadeira revolução em relação às formas como os serviços militares passaram a ser realizados. Essas mudanças ampliaram as capacidades de armazenamento e transporte, exigindo das nações um planejamento ainda maior nos campos de batalha.       Com o fim da Segunda Guerra, o mundo abatido teve que se recompor e com isso houve um significativo aumento do mercado por produtos. Toda a logística desenvolvida ao longo desse período de guerras, passou a ser aplicada nas empresas, surgindo então a logística empresarial.

   Com a evolução da internet um novo mercado surge: o e-commerce. Ele se instala num segmento e logo passa a ser um mercado com grande revolução alimenta todos os anseios dos consumidores . Agora, o cliente pode otimizar e personalizar um produto e recebê-lo em casa e isso muda o mercado de forma extraordinaria .      Com essa visão, fica nítido que o papel da logística é muito maior do que apenas uma estratégia de distribuição eficaz. Vai desde a compra de matérias-primas, passando pela gestão de estoques e produção, controle de operações, gestão e previsão da demanda e até o planejamento de longo prazo. Por isso, a logística precisa evoluir a cada dia para manter um processo muito mais complexo de compra alinhado, do início ao fim, para agregar valor ao produto ou serviço vendido e manter as contas da empresa.          Resumo da logística se deu através de várias etapas, com a sua incorporação práticas empresariais, visando a otimização das operações. Podemos dizer, sem sombra de dúvidas, que hoje é fundamental para que qualquer produto ou serviço chegue até você e muitas vezes, na maioria delas inclusive, a logística é preponderante para se alcançar melhores resultados nas empresas.

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Importância dos peritos arqueadores no mercado de trabalho

É público e notório a importância deste profissional no Brasil e no mundo, vez que somos defensores com exatidão dos pesos e medidas de todos graneis que entram e saem do Pais.

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Autor: Agnaldo Araujo Santana

Fortaleza – CE

Curso Arqueação de Navios – Draft Survey

É público e notório a importância deste profissional no Brasil e no mundo, vez que somos defensores com exatidão dos pesos e medidas de todos graneis que entram e saem do pais.

A priori é de grande valia e salutar a reciclagem destes profissionais em cursos expostos pelos mercados para que os peritos se atualizem em relação ao mercado de trabalho.

Os peritos desta distinta área são geralmente profissionais qualificados atestados e aprovados com reconhecimento de órgãos governamentais nacionais e internacionais como certificadores de peso e medidas com verdadeiros reconhecimentos e credibilidades no exterior. 

De igual teor citamos o inmetro também gozam de tamanha mercê e ordenação, porem com distintas e extensivas responsabilidades. 

Aos olhos dos órgãos governamentais na maioria dos concursos publicos para que se prepare bem um bom perito há uma exigência de experiências mínimas comprovadas de 02 anos.  

É salutar no comercio exterior internacional a existência de vários 

Peritos cada um representando seu contratante e defendendo seu interesse naquele ou naquela importação ou exportação para que se libere o pagamento das comodites. 

Nós trabalhamos para que não haja litigio entre as parte e caso haja um processo justo e legal tem de existir a figura dos peritos ue representa cada parte envolvida na comercialização e cada um com seu resultado para sua defesa.

Há de se considerar que juízes de direitos e Côrtes tem uma enorme tendência que oficializem o número ou resultados do perito oficial da RFB, pela sua credibilidade nos mercados internacional e por este ser considerado elemento neutro no processo de mensuração de CARGA OU DESCARGA. 

Mas isso ocorre em casos que comprovadamente não houve vícios ou erros ou verdadeiras discrepância acentuadas em que podem trazer sem dúvidas prejuízo para as partes envolvidas ou outrem. 

Desta forma o mercado é muito exigente para com os profissionais atuante devido a enorme responsabilidade deste profissionais.

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Relato de Experiência

Essa atividade proporcionou as crianças utilizarem o sistema monetário para fazer compras, vendas, comparar valores e resolver situações matemáticas, desenvolvendo o cálculo mental na moeda real e centavo.

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Matemática na prática- Sistema Monetário

Autoras:

Ivanete Scopel Antunes

Lúcia da Silva de Souza

Professoras da Rede Municipal de Ijuí/RS

Atendendo as orientações da BNCC, tendo como objetivo desenvolver as habilidades e competências determinadas a cada ano, considerando a criança como protagonista, com o intuito de tornar a aprendizagem lúdica e significativa, para trabalhar o sistema monetário no 3º ano o ensino fundamental, organizamos um “bar com guloseimas”. Essa atividade proporcionou as crianças utilizarem o sistema monetário para fazer compras, vendas, comparar valores e resolver situações matemáticas, desenvolvendo o cálculo mental na moeda real e centavo.

Para as crianças o aprendizado da matemática se tornou um momento prazeroso, divertido e gostoso, em que elas são desafiadas a ampliar seus conhecimentos sobre o sistema monetário, bem como a responsabilidade em solucionar problemas de compra e venda.

No primeiro momento as crianças receberam um bilhete informando às famílias sobre a proposta de trabalho, que teríamos venda de guloseimas, e se desejassem poderiam enviar dinheiro para que as crianças pudessem comprar. 

O espaço foi organizado, tendo os produtos identificados com plaquinhas contendo nomes e valores, para que aas crianças visualizassem o custo de cada produto que variavam de R$ 0,10(dez centavos) a R$ 2,00(dois reais).  A turma sugeriu alguns nomes para o espaço, sendo o mais votado “BAR DOCE”.  A seguir, as crianças visualizaram os produtos calculando valores de diferentes produtos e também, o valor dos produtos escolhidos compra. O dinheiro que tinha era suficiente? Teria troco? Quanto? Poderia ou não comprar outro doce? Qual?

Chegado o momento de vivenciar, comprar e degustar eram questionados sobre os valores do produto adquirido: o valor foi suficiente? teve troco ou não? Alguns alunos participaram do atendimento aos colegas cobrando, entregando e fazendo troco. 

Ao retornar para sala foi o momento de compartilhar as aprendizagens da doce experiencia, registrar, calcular valores de diferentes produtos, onde realizamos cálculos mentais de adição e subtração a seguir realizaram diferentes registros através registros gráficos

Devido a empolgação, empenho das crianças e também sobrado guloseimas tivemos a 2ª Edição do Bar Doce, onde as crianças em alguns momentos atendiam os clientes e, em outros eram os consumidores.

O resultado desse trabalho foi muito gratificante para nós e para as crianças, além da aprendizagem lúdica e do protagonismo infantil, com o lucro do Bar Doce pagamos o transporte e ingresso para a turma ir ao cinema assistir o lançamento do filme “O Rei Leão”.

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Flutuabilidade de Navios

A Flutuabilidade de um navio nada mais é a condição e propriedade dele flutuar e
para entendermos isso basta aplicar a teoria Arquimediana: “todo corpo
mergulhado parcialmente num líquido recebe um empuxo de baixo para cima igual
ao peso do líquido deslocado por ele”.

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Autor: José Carlos Garcia

Santos – SP

Curso arqueação de Navios

Somática educar

Flutuabilidade é a propriedade que tem um navio
de flutuar. Mas como isso ocorre?

Primeiro vamos relembrar o princípio de Arquimedes: “todo corpo mergulhado
parcialmente num líquido recebe um empuxo de baixo para cima igual ao peso do líquido deslocado por ele”.

Para ler o artigo completo clicar abaixo

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Energia Eólica No Meio Ambiente

A importância da tecnologia usada pela energia eólica se destaca não apenas como uma fonte renovável, mas também como uma forma de reduzir a emissão de gases de efeito estufa. Sabe-se que o setor de energia elétrica se situa entre os mais importantes em termos de emissão de GEE .  

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Autor: Darcio André Chaves Oliveira

Curso Operador de Parque Eólico

Somática Educar

A importância da tecnologia usada pela energia eólica se destaca não apenas como uma fonte renovável, mas também como uma forma de reduzir a emissão de gases de efeito estufa. Sabe-se que o setor de energia elétrica se situa entre os mais importantes em termos de emissão de GEE .  

 O homem necessita de fontes de energia para manter, prolongar e tornar mais confortável sua própria sobrevivência, manipulando-as, através do tempo. Iniciando sua manipulação com a descoberta do fogo, o homem pré- histórico deu um salto nas suas rudes condições de vida, possibilitando o preparo dos alimentos, mantendo aquecidos e iluminados seus abrigos. Essa descoberta favoreceu a fixação do homem, que pôde deixar de ser nômade: um grande passo na evolução. 

Registram-se de 200 a.C. na Pérsia, as primeiras comprovações de utilização de energia eólica para bombeamento de água e moagem de grãos. E esta fonte de energia veio para auxiliar e facilitar atividades mecânicas básicas, surgindo como forma alternativa para o que antes era realizado por força animal, humana, ou ainda pela força motriz da água. 

Em termos físicos, o vento é causado pelas diferenças de pressão existente na superfície da Terra, e isso ocorre porque a radiação solar incide de forma diferente sobre as zonas equatoriais, em maior quantidade, e nas zonas polares, com menor intensidade. Ou seja, os ventos se originam da radiação solar. Essa energia é aproveitada pela movimentação do ar, na forma de vento, abundante fonte de energia, renovável, limpa e disponível em todo o Globo. 

Compreender a importância da tecnologia usada pela energia eólica que se destaca não apenas como uma fonte renovável, mas também como uma forma de reduzir a emissão de GEE – gases de efeito estufa. 

A produção de eletricidade através de energia eólica surgiu no final do século XIX, mas a sua utilização na distribuição de energia pública data de 1976 na Dinamarca, onde a primeira turbina eólica foi conectada à rede elétrica pública. Foi graças ao choque do petróleo e seu aumento de preço nos anos 70 que em alguns casos, a produção de energia elétrica via sistemas eólicos tornou se economicamente viável. 

O interesse por fontes de energia renováveis e limpas vem crescendo nas últimas décadas dado o fato de que por questões ambientais, mais do que nunca,

percebe-se a necessidade de soluções eficientes e ambientalmente corretas. O grande salto tecnológico dos estudos sobre a matriz eólica e seus componentes ocorreu durante a década de 90 quando os custos caíram substancialmente e a capacidade das turbinas eólicas saltou de 300KW em 1992 para 4.500KW no ano de 2000. 

Embora a produção de energia a partir dos ventos ainda seja pouco representativa no território brasileiro, é perceptível a evolução do setor no país ao longo dos últimos anos. Em 2014, segundo dados do Governo Federal, o Brasil ultrapassou a Alemanha no que se refere à expansão da energia eólica, atingindo o segundo lugar mundial, atrás apenas da China, que é o país que mais investe em fontes energéticas no mundo em razão de sua alta demanda. 

Por isso, o apoio a partir de políticas públicas é essencial para promover a expansão das energias renováveis.Há necessidade de estudar a questão energética, em especial as energias renováveis, como um aspecto para se alcançar o desenvolvimento sustentável. 

A geração eólica é benéfica para a sociedade pois não há processos de combustão na sua geração, não havendo portanto, emissão de gases poluentes como o material particulado ou óxidos de enxofre e menos ainda, gases contribuintes para o efeito estufa (GEE). Além dos benefícios ambientais cito–os os desenvolvimentos sociais trazidos por tais empreendimentos tais como, a atração de investimento para áreas desfavorecidas, geração de novos empregos e a possibilidade de utilização do terreno mesmo com as usinas eólicas. 

Considerando o tempo de construção, um grande parque eólico leva muito menos tempo para ser construído, o que gera receita mais rapidamente. O Fator de Capacidade dos parques eólicos é o menor de todos devido à característica do vento intermitente, o que significa que haverá picos e vales na geração eólica. 

Conclui-se que a energia eólica, além de ser inesgotável, mas que também possui vantagens e desvantagens. Trata- se de uma energia limpa pois não emite poluentes na atmosfera no processo de geração de energia, sua fonte é um recurso inesgotável e, por isso, é uma energia renovável, proporciona a redução da dependência dos combustíveis fósseis, permite a diminuição da emissão dos gases do efeito estufa e gera empregos nas regiões onde os parques eólicos são instalados.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 

BARCELLA, M, S., & BRAMBILLA, F, R. (2012). Energia eólica e os impactos socioambientais: estudo de caso em parque eólico do rio grande do sul. Revista de Ciências Ambientais, 6(2). 

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Disponível em:http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acessado em: 03/02/2022, 1988. 

DUTRA, R. M. Energia eólica. In: TOLMASQUIM, T. M. (Coord.). Alternativas energéticas sustentáveis no Brasil. Rio de Janeiro: Relume Dumará: Cenergia, 2004. p.179 – 267.. 

MESQUITA, A. N. S., Silva. R. C., Silva, A. P. F., & Siqueira. W. N. (2018). A influência da implantação do parque eólico sobre a economia na Região Agreste de Pernambuco. Revista Brasileira de Meio Ambiente. 

NASCIMENTO, M. V. G. Energia eólica. In: Tolmasquim, M. T. (org.). Fontes renováveis de energia no Brasil. Rio de Janeiro, Interciência: Cenergia, 2003. p. 207. 

PENA. Rodolfo F. Alves: Energia Eólica no Brasil. Disponível em: https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/energia-eolica-no brasil.htm.Acesso em:01/02/2022. INVEST RS.Disponível em:https://investrs.rs.gov.br/energia#:~:text=O%20munic %C3%ADpio%20abriga%20as%20usinas,S%C3%A3o%20Jer%C3%B4nimo %20(20%20MW).Acesso em 05/02/2022.

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Segurança na Movimentação de Cargas

A segurança e saúde em manobra de carga e descarga nos portos e a bordo de embarcações, é da responsabilidade de todos que direta ou indiretamente executam o trabalho.

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Autor: José Marciano da Silva Oliveira

Cabedelo – PB

Curso movimentação de cargas- sinaleiro marítimo

     A indústria portuária tem seu desenvolvimento contínuo através dos anos. A movimentação de cargas teve tempos árduos e perigosos até a introdução de contêineres e sistemas roll-on roll-off (“ro-ro”) na década de 1960. Os desenvolvimentos técnicos continuaram desde então, incluindo a introdução de equipamentos de manuseio de carga cada vez mais sofisticados com capacidade e alcance muito maiores.

    A segurança e saúde em manobra de carga e descarga nos portos e a bordo de embarcações, é da responsabilidade de todos que direta ou indiretamente executam o trabalho. Tambem e de responsabilidade daqueles que precisam cooperar para desenvolver sistemas de trabalho saudáveis e garantir que sejam colocados em prática. A introdução de novas ideias e conceitos em carga e em manuseio exige que se preste atenção especial à segurança e requisitos de saúde, como exemplo:

  • isolamento e sinalização da area onde esta tendo a manobra
  • uma comunicação limpa e clara entre o guindasteiro e o sinalizador
  • uso correto de EPI´S
  • entre outros

         Em uma movimentação de carga entre navio-porto, os oficiais dos navios devem cooperar com o pessoal de terra conforme necessário.

Isso deve incluir:

• fornecer meios seguros de acesso ao navio, e a qualquer

local no navio onde os portuários precisam trabalhar;

• garantir que qualquer equipamento do navio que será usado

pelos portuários, é de boa construção e devidamente mantido;

• fornecer as informações necessárias aos trabalhadores portuários do navio;

• garantir que as atividades da tripulação do navio não deva originar riscos para a segurança ou saúde no navio; e

• garantir que, se a tripulação trabalhar em conjunto com os trabalhadores portuários, sejam seguidos sistemas de trabalho seguros conjuntos para proteger a segurança e a saúde de todos os envolvidos.

    A identificação de perigos no local de trabalho deve levar em consideração:

  • a situação ,eventos ou combinação de circunstâncias que tenham potencial ou comprovadamente causem lesões ou doenças;
  •  a natureza da lesão ou doença potencial relevante para o atividade, produto ou serviço;
  •  aqueles que possam ser prejudicados;
  • lesões, incidentes e doenças anteriores; e
  • os perigos e riscos das cargas e equipamentos.

  Como todo tipo de trabalho tem seus devidos perigos e riscos,  sendo assim tem que ser tomado cuidado com relação a manobra em movimentação de carga e descarga em portos. A bordo da embarcações não é diferente, pois é necessário seguir os sistemas de segurança da forma correta, para que assim todos os envolvidos na operação possam sair e voltar para suas casas e famílias sem nenhum problema.

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Norma Regulamentadora NR-7 e suas atualizações

O texto também traz a previsão de utilização de prontuários médicos em meio eletrônico desde que atendidas as exigências do Conselho Federal de Medicina e mantém, dentre outras exigências, a necessidade de manutenção do prontuário do empregado pela organização por, no mínimo, 20 anos após o seu desligamento, exceto em caso de previsão diversa constante nos Anexos da norma.

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Norma Regulamentadora No. 7 (NR-7)

Autor: Eryck de Azevedo Silva 

Vila Velha – ES

Taifeiro Offshore – navios e plataformas

A norma regulamentadora foi originalmente editada pela Portaria MTB nº 3.214, de 08  de junho de 1978, sob o título “Exames Médicos”, de maneira a regulamentar  os artigos 168 e 169 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), conforme redação  dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977, que alterou o Capítulo V (Da  Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da CLT. 

A NR-07 é caracterizada como Norma Geral pela Portaria SIT nº 787, de 28 de  novembro de 2018, vez que regulamenta aspecto decorrente da relação jurídica prevista  na Lei, qual seja, a saúde do trabalhador, sem estar condicionada a outros requisitos,  como atividades, instalações, equipamentos ou setores e atividades econômicos  específicos. 

Sem a constituição de uma Comissão Nacional Tripartite Temática (CNTT) para o  acompanhamento permanente da implementação da NR-07, as atualizações da norma  são discutidas diretamente no âmbito da Comissão Tripartite Paritária Permanente (CTPP)*. 

A redação original da NR-07 se limitava a estabelecer parâmetros básicos para a  realização de exames médicos ocupacionais. Os parâmetros mínimos e as diretrizes  gerais para a elaboração do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional, com o objetivo de promoção e preservação da saúde dos trabalhadores, foram incluídos na  norma apenas posteriormente, em 1994. 

Desde a sua publicação, a norma passou por dez processos revisionais, sendo três de  ampla revisão, e os demais para alterações pontuais. 

A primeira revisão da NR-07 foi publicada pela Portaria SSMT nº 12, de 06 de junho de  1983. À época, em razão da necessidade de adequar os regulamentos de segurança e  saúde do trabalho à evolução dos métodos e ao avanço da tecnologia à época, diversas  normas regulamentadoras foram alteradas com a publicação dessa portaria, entre elas  a NR-07, que sofreu uma revisão completa. 

Em 1990, a Portaria MTPS nº 3.720, de 31 de outubro de 1990, realizou importante  alteração na norma ao excluir a abreugrafia do conjunto de exames obrigatórios  constantes da NR-07, com vistas a proteger a saúde humana de exposições repetidas  e desnecessárias a radiações ionizantes. Com essa atualização a norma se ajustava às  diretrizes e pareceres técnicos do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da  Saúde (OMS), que já desaconselhavam a utilização generalizada da abreugrafia como  método de diagnóstico de tuberculose. 

A primeira ampla revisão da NR-07 ocorreu com a Portaria SSST nº 24, de 29 de  dezembro de 1994, que passou a determinar a obrigatoriedade de elaboração e  implementação de um Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO),  com o objetivo de promoção e preservação da saúde dos trabalhadores. A partir de  então, o acompanhamento da saúde dos trabalhadores deixou de ter o caráter de  iniciativas isoladas de realização de exames médicos, passando a constituir um  programa planejado e integrado, que levasse em consideração os riscos à saúde dos  trabalhadores existentes nos ambientes de trabalho, especialmente aqueles  identificados nas avaliações previstas nas demais normas regulamentadoras. Para essa  revisão, fora constituído Grupo Técnico de Trabalho para estudar a revisão da NR-07,  após análise das contribuições recebidas de toda a comunidade, objeto da Portaria  SSST n.º 12, de 13 de outubro de 1994. 

Em 1996, a Portaria SSST nº 08, de 08 de maio, promoveu alterações em alguns itens  da norma, a exemplo da determinação de realização do exame médico admissional até  a data da homologação da rescisão do contrato de trabalho, caso o último exame  ocupacional tivesse ocorrido em prazos específicos definidos na norma em função do  grau de risco da empresa. Essa portaria também inseriu novos itens na norma, a  exemplo dos subitens que estabelecem regras quanto à isenção da indicação de médico  coordenador do PCMSO e a consequente dispensa em elaborar o relatório anual. 

Para acesso ao artigo completo clicar abaixo

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AGENTE MARÍTIMO E PSP

O agente marítimo é o representante do afretador (dono do navio) ao qual se responsabiliza em realizar os trâmites entre os órgãos competentes com documentos a emitir, certificados e troca de informações entre operador portuário, afretador, tripulação e etc

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Autor: Bruno Camargo Almada

Curso Agenciamento Marítimo

Cubatão – SP

Somática Educar

INTRODUÇÃO

No mundo moderno, é consenso que a cada ano que passa, a tecnologia traz inovações, portanto, a demanda, concorrência do mercado de trabalho aumenta, e as empresas inovam juntas.

A inovação é consequência de novas descobertas, para facilitar a vida do cliente, agilizar, otimizar, tanto que o agente marítimo é consequência de uma inovação.

O sistema portuário antigo era muito lento, massante e pouco eficiente em questão de troca de informações e otimização de processos, um exemplo disso é o quanto de folhas de papel eram gastas em impressão de documentos, emissão de certificados e etc. O sistema Porto sem papel (PSP) traz uma oportunidade no ano de 2015, com sua implantação, facilitando a vida dos afretadores, fretadores, embarcação, e do agente marítimo.

AGENTE MARÍTIMO

O agente marítimo é o representante do afretador (dono do navio) ao qual se responsabiliza em realizar os trâmites entre os órgãos competentes com documentos a emitir, certificados e troca de informações entre operador portuário, afretador, tripulação e etc, ele que através do sistema PSP, oferece informações da carga que vai ser transportada, do navio, da tripulação, do operador portuário, data de chegada, saída do Porto, confirmação de prático, solicitação de emissão de certificados, localização da embarcação, emissão de NOR (Notice of Readiness) e muito mais…

Por outro lado, o agente marítimo tem que ser ágil em suas funções, pois pode estar tomando conta de mais de um navio ao mesmo tempo, e ser cuidadoso no preenchimento de informações e cumprimento de anuências.

ANUÊNCIAS

É chamado de anuências, todos os documentos, certificados que terão que ser gerados e que são necessários para aprovação da ANVISA, comando da marinha, receita federal, administração portuária, polícia marítima e autoridade marítima. Por exemplo, certificado de livre prática, é emitido pela administração portuária, autorizando a entrada do navio no Porto e realizar a operação de carga/descarga nele. O certificado fitossanitário, é gerado pela ANVISA depois que o agente marítimo faz a solicitação do certificado, somente se o navio estiver cumprindo com todos os requisitos de saúde, tal como higienização, presença de animais, doenças, suprimentos e etc.

SISTEMA PSP

O sistema Porto sem papel é utilizado pelo agente marítimo e órgãos competentes, para visualização de informações essenciais como dados de embarcações, certificados, carga e etc, é nele que o agente marítimo, por meio do módulo cadastro de embarcação e colocando o número IMO do respectivo navio, faz a solicitação de certificados e cumprimento de anuências necessárias para os órgãos da ANVISA, receita federal, polícia marítima e etc.

O sistema foi implantado no ano de 2015 com a intenção de agilizar, otimizar e facilitar o fluxo de informações do ramo portuário, o nome Porto sem papel se diz por conta do uso de tecnologia a favor da otimização e da sustentabilidade em gastos excessivos de papéis. Quando o sistema ainda não tinha sido implantado, era gasto em média, mais de 2,7 milhoes de toneladas de papel por ano, prejudicando o meio ambiente e deixando os trâmites de documentação entre as partes envolvidas mais lentas.

Anuências Permanentes

CONCLUSÃO

O sistema PSP e o agente marítimo, vieram para facilitar a “vida” dos exportadores, importadores, afretadores, fretadores e das partes envolvidas no processo, portanto, é uma parte valiosa na operação do navio, e o mais importante, o cliente ficará mais satisfeito com a agilidade do trabalho, tendo assim mais serviço pela frente, consequentemente a agência marítima acaba gerando mais lucro.

O ramo portuário não para de inovar, e não pode parar, tanto que maior parte dos commodities passam pelos portos do Brasil, e quanto mais tecnologia, mais agilidade no processo por parte dos portos será requisitada.

OBRAS CONSULTADAS

http://intra.serpro.gov.br/linhas-negocio/catalogo-de-solucoes/solucoes/principais-solucoes/porto-sem-papel

https://www.wilsonsons.com.br/

https://www.gov.br/infraestrutura/pt-br/assuntos/noticias/2022/04/inovacao-no-setor-portuario-vai-reduzir-custos-e-facilitar-a-vida-do-brasileiro-diz-secretario

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Ciclo Combinado

Uma usina termelétrica de ciclo combinado é um acoplamento termodinâmico de um ciclo a gás com um ciclo a vapor com objetivo de conversão da energia de combustível em energia elétrica

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Autor: Autor: TIAGO FERREIRA CONCEIÇÃO NETO

Canoas – RS

Uma usina termelétrica de ciclo combinado é um acoplamento termodinâmico de um ciclo a gás com um ciclo a vapor com objetivo de conversão da energia de combustível em energia elétrica. O combustível é queimado na câmara de combustão da turbina a gás, na qual se produz a maior parte da energia gerada pela planta. Os gases de escape da turbina a gás devido sua alta temperatura, possibilita a tranformação de água em vapor em uma caldeira de recuperação de calor onde por sua vez aciona um turbo gerador a vapor. 

A energia geradas nos turbogeradores a gás e a vapor, é levada através de cabos ou barras condutoras, dos terminas do gerador até o tranformador elevador, onde tem sua tensão elevada para adequada condução, atravez de linhas de transmissão até os centros de consumo. 

A eficiência térmica de conversão destas usinas são muito importante, e é definida como razão entre energia util produzida( que gera retorno econômico) e a energia do combustível que é consumida( que implica em custo operacional), em uma termelétrica quanto maior a temperatura ini -cial(temperatura na qual a máquina começa a conversão da energia térmica contida nos produtos da combustão em trabalho) e quanto menor a temperatura final(temperatura na qual os produtos de combustão são rejeitados na atmosfera ou temperatura na qual termina o processo de conversão), maior é a eficiência de conversão.

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