A PARTICIPAÇÃO DAS CRIANÇAS NA GESTÃO DEMOCRÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: REFLEXÕES A PARTIR DE UM ESTUDO DE CASO REALIZADO

Autora: Débora Francieli Vercelino da Trindade

Orientadora: Dra Liliane Madruga Prestes (UFSM)

RESUMO: A gestão das escolas infantis públicas deve ser democrática. Existem mecanismos de democratização do ensino e entre eles está órgãos colegiados como o conselho escolar. O objetivo do presente estudo foi de observar a atuação e formação do Conselho Escolar em uma escola infantil de Ijuí – RS e a inclusão das crianças nas tomadas de decisões. Para tanto, apresento um breve levantamento acerca das políticas públicas que atualmente regem a gestão escolar no âmbito das escolas públicas no município de Ijuí – RS, enfocando, em particular, a composição e atribuições do Conselho Escolar no âmbito das escolas de educação infantil. A partir de tais dados, busco investigar quais as percepções dos participantes do Conselho Escolar sobre a importância deste órgão colegiado para a gestão democrática e como ocorre a participação dos diversos segmentos da comunidade escolar, em particular, das crianças. Para tanto foi realizado um estudo de caso em uma escola de educação infantil pública de Ijuí RS sendo realizadas visitas, aplicação de questionários aos representantes do conselho escolar e uma roda de conversas com as crianças. Este estudo evidenciou a importância de ampliarmos os estudos e debates acerca dos processos de gestão democráticas no âmbito das escolas de educação infantil, em particular, ampliando e diversificando as estratégias que possam fomentar efetivamente e promover a escuta e a participação das crianças em tais processos.

PALAVRAS-CHAVES: Educação infantil, Conselho escolar, democracia.

ABSTRACT: The management of public kindergartens must be democratic. There are teaching democratization mechanisms and among them is collegiate bodies like the school board. The aim of this study to observe the performance and training of the School Board in a nursery school Ijuí – RS and the inclusion of children in decision making. Therefore, I present a brief survey about public policies that currently govern the school management within public schools in the municipality of Ijuí – RS, focusing, in particular, the composition and powers of the school board within the elementary schools. From these data, I seek to investigate the perceptions of the participants of the School Board about the importance of this joint committee for democratic management and as is the participation of different segments of the school community, in particular, children. Therefore we conducted a case study in a school of public early childhood education Ijuí RS being conducted visits, questionnaires to representatives of the school board and a wheel of conversations with children. The study showed the importance of the studies and broaden discussions about the democratic management processes within the elementary schools, in particular, expanding and diversifying the strategies that can effectively foster and promote listening and children’s participation in such processes.

KEYWORDS: Early childhood education, school board, democracy.

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Uso do jornalismo em processos educativos: o caso da “Imprensa Jovem Online” como modelo para implantação na Rede Federal

O campo teórico-prático da Educomunicação é o encontro da educação com a comunicação e seu caráter multimídia, colaborativo, dialógico e interdisciplinar, que consiste num conjunto de ações destinadas a construir ecossistemas comunicativos abertos e criativos com relação horizontalizada entre os participantes e produção cooperativa de conteúdos. Para tanto, são utilizadas diversas linguagens e instrumentos de expressão, arte e comunicação, aliados a uma metodologia pedagógica, que são destinados a espaços educativos mais ou menos formais.

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Autora: Carole Ferreira da Cruz

Jornalista e servidora do Instituto Federal de Sergipe (IFS)

Curso de Capacitação em Educomunicação e Ensino a Distância da Somática Educar

O que é Educomunicação

O campo teórico-prático da Educomunicação é o encontro da educação com a comunicação e seu caráter multimídia, colaborativo, dialógico e interdisciplinar, que consiste num conjunto de ações destinadas a construir ecossistemas comunicativos abertos e criativos com relação horizontalizada entre os participantes e produção cooperativa de conteúdos. Para tanto, são utilizadas diversas linguagens e instrumentos de expressão, arte e comunicação, aliados a uma metodologia pedagógica, que são destinados a espaços educativos mais ou menos formais.

A Educomunicação buscar transcender os conceitos tradicionais e hegemônicos da comunicação, relacionados à persuasão e fortalecimento da imagem institucional, para construir processos comunicativos mais inclusivos, democráticos e emancipadores, em que os objetivos principais são: formação cidadã, empoderamento, socialização dos conhecimentos e criação de consensos; crescimento da autoestima e da capacidade de expressão; melhoria do aprendizado e constituição de trajetórias de vida alinhadas com valores éticos, sociais e humanistas.  

Os projetos em Educomunicação podem ser desenvolvidos em qualquer ambiente de formação e englobam aspectos teóricos e/ou aplicados, normalmente relacionados à criação e ao fortalecimento dos canais comunicativos em salas de aula e espaços afins para que se tornem abertos, democráticos e expressivos. Durante o processo, são construídos conteúdos educativos capazes de ampliar o diálogo, a participação, o engajamento e a criatividade por meio da gestão democrática das mídias e das ferramentas digitais, que dão vez e voz aos estudantes. 

As experiências mais exitosas no Brasil acontecem em escolas públicas com alunos em faixa etárias semelhante aos dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, a chamada Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, que oferece ensino público, gratuito e de qualidade para milhares de adolescentes em todo o país e iniciou em 2005 um arrojado processo de expansão com a interiorização dos cursos ofertados, entre os quais os cursos técnicos integrados ao ensino médio. Por abranger estudantes dos mais diferentes perfis culturais, sociais e econômicos, essas unidades de ensino são espaços estratégicos para o desenvolvimento de projetos educomunicativos.

Os referidos projetos integram às práticas educativas intervenções a partir de linhas estratégicas de atuação (educação para a mídia, uso das mídias na educação, produção de conteúdos educativos, gestão democrática das mídias, e prática epistemológica e experimental do conceito) e possibilitam agregar valor à formação infanto-juvenil a partir da ampliação da capacidade de expressão, do estímulo ao pensamento crítico e do incentivo ao protagonismo estudantil na produção de conteúdos midiáticos. 

Os princípios da Educomunicação compreendem a sala de aula como um território dedicado à apropriação, construção e produção de conhecimento, capaz de alinhar as relações humanas com a aprendizagem e oportunizar a integração de conteúdos curriculares com as percepções de mundo dos jovens. Estes, por sua vez, são incentivados a desenvolver intervenções sociais na comunidade escolar e/ou no seu entorno por meio da produção de vídeos, programas de rádio, jornais, postagens em mídias sociais, realização de mostras fotográficas e de cineclubes etc.

Crescimento no Brasil

O cenário da Educomunicação no Brasil está em expansão e tem alcançado cada vez mais legitimidade na sociedade. Crescem a cada ano as experiências de projetos bem-sucedidos em escolas públicas e privadas, sobretudo em grandes centros como Brasília-DF, Rio de Janeiro e São Paulo – onde funcionam os projetos Educom Radio (2001) e Imprensa Jovem Online (2014) e foram implantados os primeiros cursos superiores na área. Atualmente, há 57 programas de pós-graduação no país voltados à interface entre Mídia e Educação, que só nos últimos dez anos produziram mais de 200 teses e dissertações.

A Educomunicação é uma linha de ação do Programa Nacional de Educação Ambiental (ProNEA), que tem como objetivo proporcionar meios interativos e democráticos para que a sociedade possa produzir conteúdo e disseminar conhecimentos, por meio da comunicação ambiental voltada para a sustentabilidade. Diversas prefeituras, instituições de ensino e ONG’s vêm contratando profissionais especializados nessa área para cuidarem de projetos educativos que levam conteúdos e ferramentas midiáticas para a escola.  A Unesco está engajada no propósito de ampliar as políticas públicas para a alfabetização midiática informacional e tem a pretensão de convertê-la em temas para a prática escolar. Por conta disso, vêm sendo feitas articulações com governos e o terceiro setor para a construção de políticas que impulsionam as instituições de educação a incorporar o fenômeno

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A Biblioteca Universitária de 2020: desafios frente ao COVID-19

Estamos lidando com um vírus novo, onde a cada dia que se passa aprendemos mais sobre o Coronavírus. Existem recomendações de prevenção ao COVID-19. Dentro da biblioteca os cuidados a serem tomados se estendem.

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Autor: CASSIANO ALEXANDRE CRUZ MARCELINO

e-mail: Cassiano.alexandre_@hotmail.com

Curso Capacitação em Gestão de Bibliotecas

RESUMO

O termo biblioteca refere-se a um lugar físico destinado a abrigar uma organização de livros a fim de serem consultados pelos leitores. Atualmente, graças ao desenvolvimento tecnológico, esse tipo de administração tem se facilitado. Por mais que o risco de infecções não seja tão grande, alguns estudos recentes revelaram a presença de substâncias um tanto quanto desagradáveis nos livros. Estamos lidando com um vírus novo, onde a cada dia que se passa aprendemos mais sobre o Coronavírus. Existem recomendações de prevenção ao COVID-19. Dentro da biblioteca os cuidados a serem tomados se estendem. 

Palavras-chave: Biblioteca; COVID-19; Recomendações de trabalho; Ministério da Saúde;

ABSTRACT

The term library refers to a physical place designed to open a book organization for the purpose of consulting readers. Currently, thanks to technological development, this type of administration is facilitated. As much as the risk of infections is not so great, some recent studies have revealed the presence of somewhat unpleasant substances in books. We are dealing with a new virus, where each passing day starts to learn more about the Coronavirus. COVID-19 prevention stocks. Within the library of care to be taken they extend.

Key-words: Library; COVID-19; Work recommendations;
Ministry of health.

  1. INTRODUÇÃO

O termo biblioteca refere-se a um lugar físico destinado a abrigar uma organização de livros a fim de serem consultados pelos leitores. Neste sentido, uma biblioteca mantém toda uma forma de administração e de organização de modo que a informação contida seja de fácil acesso. (Biblioteca – Conceito 2010-2019).

Atualmente, graças ao desenvolvimento tecnológico, esse tipo de administração tem se facilitado enormemente, bem como o papel da biblioteca está diluindo. (Biblioteca – Conceito 2010-2019).

De fato, a internet oferece um grande banco de dados com informação capaz de ser organizada de forma sistemática e proporcionar uma imensa variedade de informações. Com o passar do tempo, a leitura de livros virtuais (E-book) tem crescido ainda mais e hoje já é presença garantida em nosso cotidiano. (Biblioteca – Conceito 2010-2019).

Por mais que o risco de infecções não seja tão grande, alguns estudos recentes segundo SANSON, 2016 revelaram a presença de substâncias um tanto quanto desagradáveis nos livros.

Em 2013, as obras mais populares da Biblioteca Pública da Antuérpia, na Bélgica, apresentaram traços de cocaína e herpes. Aparentemente, a droga se justifica pela grande rede de tráfico presente na cidade, mas para o vírus não há explicação. De qualquer forma, ambas as substâncias também tinham quantidades minúsculas e insuficientes para causar qualquer consequência. (SANSON, 2016)

Agora, no ano de 2020, estamos lidando com um vírus novo, onde a cada dia que se passa aprendemos mais sobre o Coronavírus (COVID-19) e suas particularidades.

O objetivo principal deste trabalho é identificar possíveis riscos que colaboradores em unidades de informações estão expostos quando lidam com a possibilidade de manusear livros contaminados por COVID-19. Em consequência, apresentar soluções e maneiras de minimizar estes agravos.

Leia ABAIXO O ARTIGO NA ÍNTEGRA

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Lançamento Aplicativo Mobile da Somática Educar

Estamos lançando o Aplicativo Mobile da Somática Educar

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Fabiana Fagundes Barasuol
ceo somática educar
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A PRÁTICA DE BRINCAR COM UMA CRIANÇA

Os jogos e as brincadeiras devem fazer parte do cotidiano das crianças. Através deles, a criança pode estimular o desenvolvimento do seu raciocínio lógico, da cooperação, criatividade, coordenação, imaginação e socialização.

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Autora: Elizabeth Neves Machado D’Ingiullo

Trabalho Final Curso “O Lúdico no Processo de Ensino e Aprendizagem”

Instituição: www.somaticaeducar.com

e-mail autora: bethden@uol.com.br

e-mail instituição: contato@somaticaeducar.com

O Lúdico

Introdução do Projeto:

Os jogos e as brincadeiras devem fazer parte do cotidiano das crianças. Através deles, a criança pode estimular o desenvolvimento do seu raciocínio lógico, da cooperação, criatividade, coordenação, imaginação e socialização. Através do jogo, as crianças aprendem a respeitar regras, discutir, inventar, criar e transformar o mundo onde estão inseridos.

Ao brincar a criança amplia seus conhecimentos por meio das conversas e discussões que venham a acontecer durante a interação com as demais, ou ainda, quando está sozinha, através de sua própria imaginação que transforma seus brinquedos em seres animados capazes de dialogar com ela, estabelecendo também uma interação produtiva em termos de aprendizagens.

O trabalho com o lúdico é uma prática fundamental para ser utilizada em sala de aula em todas as fases de aprendizagem. É através dos jogos e brincadeiras que os alunos desenvolvem suas habilidades cognitivas e motoras, proporcionando ao professor a observação do desenvolvimento da criança por meio da sua liberdade para criar e imaginar diversas situações.

Jogos e brincadeiras são ferramentas importantíssima no processo de desenvolvimento da criança, por esse motivo, muito pode ser trabalhado nesse sentido. Contar histórias, ouvir histórias, dramatizar, jogar com regras, desenhar, entre outras atividades, constituem meios prazerosos de aprendizagem. À medida que a criança interage com os objetos e com outras pessoas, construí relações e conhecimentos a respeito do mundo em que vive.

Além de jogos e brincadeiras, acho importante ensinar também as crianças a produzir brinquedos com sucatas. É muito interessante ver uma criança transformar um simples copo ou uma garrafa de plástico, por exemplo, em uma fantástica nave espacial com tripulantes e tudo.

A brincadeira que planejei para atender essa atividade foi a de ler uma história e depois trabalhar na confecção de um brinquedo (com sucata) no formato do personagem principal da história lida.

Desenvolvimento do Projeto “A Prática de Brincar”

Nome completo: Elizabeth Neves Machado D’Ingiullo

Curso: O Lúdico no Processo de Ensino e Aprendizagem

E-mail: bethden@uol.com.br

Primeiro nome da criança: Rebecca

Idade da criança: 5 anos

A criança tem algum problema de saúde: Não

Condições físicas e emocionais da criança no início da atividade: Boas condições físicas e emocionais, sem sinais de ansiedade, depressão ou problema de comportamento.

Descrição e reflexão sobre a atividade brincar vivenciada

A atividade planejada foi a de contar uma história. A história que escolhi foi “A Princesa e o Sapo”. Escolhi essa história porque fala sobre cooperação, honestidade, bondade e diálogo.

Através da história, a criança pode desenvolver a imaginação, a criatividade, as emoções, o gosto pela leitura e pela linguagem, criando empatia com os personagens. As histórias despertam na criança o lado lúdico, sabemos que é no lúdico que a criança desenvolve criatividade e senso crítico.

As histórias são excelentes ferramentas para ajudar a criança na observação, reflexão e memória.

Após a narrativa, a criança será convidada a participar da produção de um porta-objeto com material reciclado no formato de um sapo. Será um momento especial, de muita diversão e conscientização ambiental.

O brinquedo confeccionado com recicláveis, além de ajudar a preservar o meio ambiente, contribui para o desenvolvimento da criatividade da criança, do seu pensamento crítico e do aprendizado em relação ao desperdício. É uma maneira simples, barata e divertida de educar e contribuir para a formação de cidadãos críticos, facilitando a internalização das regras e valores.

Objetivo pretendido com a brincadeira Jogos e brinquedos disponibilizados.

Os objetivos pretendidos com essa atividade:

– Incentivar o prazer pela leitura e por ouvir histórias.

– Conhecer-se e reconhecer no outro diferenças em relação a si próprio, respeitando-as.

– Perceber que suas atitudes geram consequências nas relações sociais e naturais.

– Usar diferentes linguagens para expressar motivos, razões e as próprias vivências.

– Envolver a criança na produção de objetos que utilizam materiais recicláveis.

– Incentivar a criança a valorizar os recursos naturais, evitar o desperdício, reaproveitando tudo que pode ser reaproveitado.

Como você se apresentou e explicou sua atividade à criança?

Apresentei-me como alguém que adora contar histórias. Contei-lhe que conhecia muitas histórias bonitas e divertidas. Com jeitinho fui introduzindo pequenas conversas para quebrar o silêncio dela naquele momento, elogiando seu vestido, seu cabelo, e introduzindo informações sobre a atividade, despertando-lhe a curiosidade sobre a história que eu iria lhe contar.

Continuei aguçando seu interesse, contando-lhe que dentro da minha sacola tinha muitas coisas divertidas para brincarmos. Ela foi ficando cada vez mais animada e interessada na atividade.

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Qual foi a estratégia de abordagem à criança utilizada por você?

Depois de ter me apresentado e despertado a curiosidade da criança, desenrolei um tapete que eu havia levado para desenvolver a atividade. Penso que criar um ambiente aconchegante influencia muito na hora dela soltar a imaginação e acaba deixando a experiência ainda mais emocionante.

Sentei-me e a convidei a sentar-se também. Depois tirei dois fantoches (sapo e princesa) um de cada vez da minha sacola. Ao ver os fantoches, ela se sentou mais perto de mim e seus olhinhos curiosos brilharam. Ele estava visivelmente motiva a ouvir a história.

Como a criança reagiu a sua aproximação?

Inicialmente tímida, mas conforme fui conversando e lhe mostrando o que eu havia trazido, rapidamente ficou receptiva e muito interessada em ouvir a história.

Qual foi o comportamento da criança durante a atividade: forma de interação da criança com você e com os jogos e brinquedos propostos?

A criança se manteve atenta, interessada e concentrada. De acordo com o desenvolvimento da história, ela ora vibrava ora demonstrava desapontamento ou ansiedade.

Enquanto esperávamos a cola do porta-objetos secar, motivei-a a expressar suas ideias e impressões a respeito da história que eu lhe contara. Depois, ela me pediu para segurar os fantoches. Então pedi-lhe para que contasse a história usando os fantoches. Ela imediatamente aceitou e recontou a história. Foi um momento ótimo, de muita descontração.

Quanto à confecção do porta-objeto personalizado, ela amou a ideia e foi muito receptiva. Produziu cada parte do objeto com muita atenção e cuidado. Quando viu o porta-objeto pronto, com a aparência do sapinho da história, ficou ainda mais feliz. Depois que o pegou, não parou de abrir e fechar o zíper da boca do sapinho, dizendo: – Fui eu que fiz. Um momento encantador!

Fatores que facilitaram e dificultaram o desenvolvimento da atividade lúdica.

Os fatores que facilitaram o desenvolvimento dessa atividade foram: Eu ter me preparado bem antes de aplicar a atividade. Li e reli a história. Pratiquei contar a história várias vezes. Ensaiei a voz de cada personagem, as entonações das falas dos personagens para cada momento da história, a fim de que a criança pudesse reconhecer facialmente os sentimentos de alegria, medo, dúvida, etc.  Todos os gestos e os movimentos do meu corpo foram estudados e elaborados para melhor poder contar a história.

Durante toda a narrativa procurei manter o olhar nos olhos da criança. Tive também a preocupação de explicar o significado das palavras que considerei mais difíceis, mas sem perder a atenção da criança.

Para a atividade com o material reciclado, levei as duas garrafas já cortadas. Todos os demais materiais foram levados limpos, organizados, e sem oferecer perigo quando fossem manipulados. Esses foram apresentados para a criança individualmente para que ela pudesse identificar cada um e entendesse como eles seriam usados para a confecção do porta-objetos.

Qual é sua avaliação sobre a atividade vivenciada?

A minha avaliação dessa atividade foi muita boa, por ter sido bem significativa e prazerosa para a criança e gratificante para mim.

Refletindo sobre toda atividade, foi possível compreender como é importante planejar e compreender os caminhos que serão trilhados durante a aplicação da atividade. E, no final, fazer uma avaliação, com a finalidade de verificar se os objetivos planejados foram alcançados e/ou se precisam ser revistos e melhorados.

Através dessa atividade, embora tenha sido curta e isolada, ficou claro que quando se conta uma história, é possível despertar a imaginação, a criatividade e até o gosto pela leitura na criança.

Quando apresentamos a leitura de forma lúdica, mágica, prazerosa, proporcionando conhecimento e despertando a imaginação, sonhos, sentimentos, entre outros. Aí, o encantamento pela leitura é inevitável.

Quanto à confecção do porta-objetivo, foi outra grata surpresa. A criança ficou motivada e empenhada em produzir o objeto, principalmente depois que lhe contei que o porta-objeto seria no formato do personagem principal da história, o sapo. Enquanto confeccionávamos o porta-objeto com materiais recicláveis, fiquei lhe explicando a importância de se reciclar para a vida das pessoas e do nosso planeta.

O que você manteria em relação ao seu planejamento da atividade e por quê?

Na verdade, manteria esse planejamento, porque com ele conseguiu atingir todos os objetivos propostos. As atividades foram executadas com pleno êxito e com excelentes resultados.

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E o que você faria diferente e por quê?

O que eu acrescentaria para aprimorar essa atividade: Colocaria mais objetos na minha sacola para representar cenários, outros personagens e para efeitos sonoros. Uma tigela com água, por exemplo, poderia ser o lago na história. Criativos recursos visuais e sonoros enriquecem ainda mais o momento da narrativa.

O que eu acrescentaria para aprimorar essa atividade: Colocaria mais objetos na minha sacola para representar cenários, outros personagens e para efeitos sonoros. Uma tigela com água, por exemplo, poderia ser o lago na história. Criativos recursos visuais e sonoros enriquecem ainda mais o momento da narrativa.

Porta-objetos em formato de sapo.

Materiais necessários:

– Duas garrafas pet verdes

– Tesoura

– Zíper vermelho

– Cola super bonder (ou similar)

– Pedaço de papel branco

– Caneta preta

passo 1

 

Passo a passo

1º passo: Duas garrafas verdes pet (já que essa é a cor dos sapos) da mesma cor e do mesmo tamanho.

2º passo: Cortar as duas garrafas pet da mesma maneira, ficando apenas com a parte inferior de ambas.

Passo 2

3º passo: Pegar um zíper vermelho para fazer referência à boca do sapo. Passar cola em suas duas extremidades. Colar cada uma das partes de garrafa pet em uma extremidade. Esperar secar para continuar.

Passo 3

4º passo: No pedaço de papel branco, desenhar e recortar dois círculos, que serão o contorno dos olhos do sapo. No centro de cada um deles, com a caneta preta, desenhar duas bolinhas. Colar os olhos em uma das garrafas pet. Pronto! Um porta-objetivos no formato de um sapinho.

 “As atividades lúdicas possibilitam o desenvolvimento integral da criança, já que através destas atividades a criança se desenvolve afetivamente, convive fisicamente e opera mentalmente.” Airton Negrine

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O Futuro Não Acontece Por Acaso. Nós Criamos o Futuro

A formação no Brasil se refletirá no futuro do Brasil amanhã

O Ensino a Distância vem conquistando cada vez mais credibilidade e relevância na sociedade e no mercado de trabalho. Mais baratos e flexíveis, as matrículas nos cursos a distância vêm crescendo exponencialmente a cada ano que passa.

Dados mais recentes do Censo da Educação Superior, coletados em 2016 e publicados no segundo semestre de 2017, apontam que mais de 18% das matrículas no Ensino Superior são em cursos a distância, alcançando a marca de 1.494.418 em 2016. Em 2006, o percentual de participação da modalidade era de apenas 4,2 % do total de matrículas.

Através da forte tendência de demanda, muitas empresas vem apostando no mercado de cursos a distância. Contratando pessoal qualificado e com um curriculum diferenciado.

Estar qualificado e atualizado através dos cursos a distância sem dúvida é melhor opção para quem não possui tempo para frequentar uma aula presencial.

Vale a pena investir em um cursos a distância?

Nossa resposta é sim! Segundo publicação da Revista Exame, nos próximos anos, os orçamentos nacionais serão cada vez mais pressionados pelos gastos com as infraestruturas físicas (hard) e tecnológica (soft) imprescindíveis para fornecer ecossistemas adequados à inovação, à reciclagem e à requalificação de competências. Uma prioridade deverá ser a educação às novas demandas.

Ter um diploma sem atualização e adequação ao campo digital e á capacidade ao pensamento crítico, á formação de competências, a empatia, a sensibilidade e a cooperação na área, de nada adiantará no Novo Mercado de Trabalho que faz-se exigências personalizadas em cada área do conhecimento.

O Futuro está Aqui e Agora! As empresas estão buscando pessoas treinadas, com pensamento crítico e com múltiplas competências

Quem diria que teríamos que libertarmos das especializações, em parte. Entender o todo e ser especializado em uma área é o futuro do Novo Mercado de Trabalho.

Com a avalanche de informações que a mídia nos apresenta diariamente através da onda web, chegar em uma empresa sem ter um pensamento crítico do que está acontecendo com o Mundo e a sua área de atuação, seria o mesmo que você estar mostrando para o seu futuro empregador que se tornou uma máquina e máquinas provavelmente seu empregador já possui. Não precisa contratar pessoas que são alheias ao mundo. O Mundo inova, a Empresa Inova, Exige Pessoas que Vistam a Camiseta e Estão Atualizadas e Não Simplesmente Estão Lá para Receber Salários.

Esse é o Futuro do Mercado de Trabalho que Bate a Nossa Porta. Não Estarmos Preparado é um Risco à Sobrevivência.

Imagine como você pode mudar a sua Vida, participando de Treinamentos em um período menor de tempo. Como você se sentirá tendo mais Conhecimento e mais tempo para se dedicar no que você gosta?

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