Usina Termelétrica: Geração Elétrica a Partir do Biogás de Resíduos Sólidos Urbanos

O aterro sanitário de Biguaçu teve início de operação em 1992. Antes, o local era uma pedreira. Com o tempo – e a obrigatoriedade da PNRS em cessar os lixões em todo o Brasil – passou a ser o único ponto de destino final dos rejeitos de classe II (o “lixo comum”) da Grande Florianópolis. Atualmente há 74 trabalhadores, que se dividem em três turnos. A área é de aproximadamente 29 hectares

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Autor: Douglas Alexandre Coutinho

São José – SC

Somática Educar

Curso Operador de Usina Termelétrica de Ciclo Combinado

Aproveitamento da Energia

Criado durante a decomposição de substâncias orgânicas, o gás de aterros sanitários é composto por metano, dióxido de carbono e nitrogênio.

A coleta e a combustão controladas desse gás problemático é uma etapa indispensável na operação moderna e no recultivo de um aterro sanitário. Além disso, o alto valor calorífico do gás de aterros sanitários o torna um combustível viável para motores a gás, que podem ser usados com eficácia para a geração de energia. Com mais de 25 anos de experiência na combustão de gás de aterros sanitários em todo o mundo.

Como funciona?

Os resíduos municipais contêm cerca de 150 a 250 kg de carbono orgânico por tonelada. Essas substâncias são biologicamente degradáveis e são convertidas por microrganismos em gás de aterros sanitários. A fermentação anaeróbica e estável do metano começa um a dois anos após os resíduos serem depositados no aterro sanitário.Seguindo uma regra prática simples, 1 milhão de toneladas de resíduos sólidos urbanos depositados produzirão gás de aterros sanitários ao longo de um período de 20 anos, quantidade suficiente para abastecer um motor a gás com capacidade de 1 MW.

  • Tubos perfurados são perfurados no corpo do aterro sanitário e interligados por um sistema de tubulação.
  • Usando um soprador, o gás é sugado do aterro sanitário, comprimido, seco e alimentado no motor a gás.
  • Na maioria dos casos, a energia elétrica gerada é fornecida à rede pública.
  • Como na maioria dos casos não há comprador para a produção térmica, a energia térmica pode ser convertida em energia elétrica adicional.

Recursos e benefícios

  • Mitigação do gás de efeito estufa (metano) e possível remuneração de carbono
  • Receitas oriundas da produção de energia, quando enviado à rede pública
  • Eliminação alternativa de um gás problemático e aproveitamento como fonte de energia
  • Unidades em container de baixo peso são fáceis de mover e ajustam para alterar a capacidade do projeto
  • Operação suave, apesar do baixo poder calorífico e das flutuações na composição e pressão do gás
  • Eficiência elétrica padrão de até 42%, e até 90% no caso de calor e energia combinados
  • A solução de controle de emissão integrada CL.AIR está em conformidade com os padrões específicos do país

(fonte da informação) https://www.innio.com/pt

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Compreensões relevantes sobre o SEP (Sistema Elétrico de Potência)

O SEP tem se estruturado para atender as leis e órgãos de expansão de energia elétrica e com isso tem obtido pontos positivos de crescimento quanto a distribuição e alcance para regiões mais remotas do Brasil, melhorando o acesso à comunicação, a bens que utilizam energia elétrica e economia local nestas localidades.

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Autor: GIVANILDO FIGUEIREDO DE SOUZA

Terra Santa – Pará

Curso Operador Usina Termelétrica de Ciclo Combinado

Somática Educar

De acordo com CARLETO 2019, p. 9 um Sistema Elétrico de Potência (SEP) é constituído de inúmeros equipamentos para transportar a energia elétrica desde sua geração até sua utilização (área urbana, rural ou industrial).

A leitura sobre a obra coletado traz entendimentos significativos sobre o SEP permitindo-nos compreender que para ser gerar energia elétrica o sistema precisa de uma Usina Geradora que pode ser: hidrelétrica, termoelétrica, eólica ou solar. Sendo que cada uma destas usinas citadas tem suas características de produção. Resumidamente explicamos um pouco sobre cada uma. Usina hidrelétrica mais usada no Brasil, por exemplo, produz sua energia através do represamento das águas dos rios que são propícios ao movimento de suas grandes turbinas mecânico por meio da considerável queda de água, sendo esta uma forma de energia renovável. As termoelétricas por sua vez, geram energia elétrica através da queima de combustíveis, óleo, carvão mineral e gás, produzindo assim energia cinética obtida pela passagem do vapor por suas turbinas transformando potência mecânica em potência elétrica. Energia eólica por meio dos ventos movimentam os grandes aero geradores convertendo energia mecânica em energia elétrica. E painéis solares transformam energia solar (luz solar) também em energia elétrica.

A transmissão de eletricidade acontece desde as usinas, passando pelas subestações de transmissão, que são um conjunto de equipamentos interligados com o objetivo de controlar o fluxo de energia, alterar os níveis de tensão e corrente elétrica, bem como fornecer proteção e comando ao SEP (CARLETO, 2019). Podemos assim dizer que as subestações funcionam como ponto de convergência entre as linhas de transmissão e distribuição de energia. Valendo destacar as principais funções de uma subestação que são: transformação (altera os níveis de tensão adequando-os aos sistemas de transmissão, distribuição e utilização de energia), regulação (ajusta os níveis de tensão atendendo aos limites admissíveis de transmissão e utilização) e chaveamento (comutação é o liga e desliga entre os dispositivos do SEP, de acordo com a necessidade).

Agora sabemos que as subestações distribuem a energia elétrica. Mas antes de chegar até as nossas casas essa corrente elétrica passa por transformadores que diminuem ou aumentam a tensão, nesse caso quando a tensão é elevada os transformadores evitam grandes perdas de energia ao longo do percurso, porém, quando a tensão é diminuída ocorre a distribuição da eletricidade pela cidade.

Para finalizar ressaltamos que o SEP tem se estruturado para atender as leis e órgãos de expansão de energia elétrica e com isso tem obtido pontos positivos de crescimento quanto a distribuição e alcance para regiões mais remotas do Brasil, melhorando o acesso à comunicação, a bens que utilizam energia elétrica e economia local nestas localidades.

Referencias

CARLETO, Nivaldo. Subestações elétricas / Nivaldo Carleto – 2. – Brasília: NT EDITORA 2019.

Sistemas Elétricos de Potência – Sistemas EEL. https://sistemas.eel.usp.br › arquivos › LOB1011

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A influência da densidade da água na imersão do navio

Densidade é a razão entre a massa de um material e o volume por ele ocupado, isso significa que a densidade é uma propriedade especifica de cada material e pode ser calculada para líquidos, sólidos ou gases

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Autor: João Sarmento de Oliveira

Vila Velha – ES

Curso Arqueação de Embarcações e Plataformas flutuantes com ênfase na quantificação de mercadorias a granel,sólido, líquido e gasoso

Densidade é a razão entre a massa de um material e o volume por ele ocupado, isso significa que a densidade é uma propriedade especifica de cada material e pode ser calculada para líquidos, sólidos ou gases por meio da seguinte fórmula:

Densidade = massa/volume

A densidade de um líquido pode ser medida na prática por meio de um aparelho chamado “densímetro”. Ele é formado por um tubo de vidro com uma haste graduada em densidades, e, na parte inferior, possui uma parte mais larga e mais “pesada”. Ao ser colocado no líquido, o densímetro fica numa posição em que o nível do líquido fica exatamente em cima da graduação da haste. O densímetro é muito usado para verificar adulterações em determinados produtos. Por exemplo, você já deve ter visto em postos de gasolina um densímetro que fica à mostra, mergulhado no etanol.

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NORMAS DA RECEITA FEDERAL ATINENTES AO SERVIÇO DE ARQUEAÇÃO DE GRANÉIS EM EMBARCAÇÕES MERCANTES

A atividade de arqueação de navios consiste em um processo indireto de se aferir o volume ou o peso das mercadorias embarcadas ou desembarcadas com
base na flutuação da embarcação. Trata-se de uma medição que, apesar de indireta, pode-se dizer bastante precisa, além de ser alternativa às pesagens de
terra (mediante balanças).

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Autor:Daniel Veiga Jusi
PR -Fazenda Rio Grande
Instituição: Somática Educar
Curso: Arqueação de Embarcações e Plataformas flutuantes com ênfase na
quantificação de mercadorias a granel sólido, líquido e gasoso.

A atividade de arqueação de navios consiste em um processo indireto de se
aferir o volume ou o peso das mercadorias embarcadas ou desembarcadas com
base na flutuação da embarcação. Trata-se de uma medição que, apesar de
indireta, pode-se dizer bastante precisa, além de ser alternativa às pesagens de
terra (mediante balanças).


A designação de um profissional perito neste tipo de operação, contudo,
somente pode ser feita por quem tiver legítimo interesse na lisura da quantificação.


Dentre os possíveis interessados, podem-se citar: recebedores, importadores,
exportadores, despachantes, armadores, afretadores, seguradoras, terminais e
claro: o governo. E é aqui que entra a Receita Federal do Brasil (RFB), órgão
integrante do Ministério da Economia, que através de suas alfândegas e aduanas, responsabiliza-se pelo efetivo controle aduaneiro das mercadorias que entram e saem do país.

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Herança de Arquimedes aplicada na vida moderna: arqueação de embarcações

O princípio de Arquimedes afirma que a força de empuxo atua verticalmente e  para cima sobre os corpos total ou parcialmente imersos em fluidos, além  disso, de acordo com esse princípio, tal força tem o mesmo valor do peso do  fluido, deslocado pela inserção do corpo.  

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Autor: Alexandre de Góes

Fazenda Rio Grande – PR

Curso Arqueação de Navios

 Introdução:  

O princípio de Arquimedes afirma que a força de empuxo atua verticalmente e  para cima sobre os corpos total ou parcialmente imersos em fluidos, além  disso, de acordo com esse princípio, tal força tem o mesmo valor do peso do  fluido, deslocado pela inserção do corpo.  

História do princípio de Arquimedes:  

Arquimedes de Siracusa foi um dos maiores matemáticos e inventores de todos  os tempos, no entanto, sua descoberta mais famosa foi a  da força de empuxo. De acordo com a lenda, Arquimedes descobriu o princípio  do empuxo enquanto estava tomando um banho em sua banheira.  

Nessa ocasião, ele percebeu que o volume de água que escorria para fora de  sua banheira era igual ao volume imerso de seu próprio corpo. De acordo com  a história, Arquimedes teria ficado tão entusiasmado com sua descoberta que  saltou de sua banheira e correu nu pelas ruas  gritando “Eureka, eureka!” (expressão grega sobre o sábio ter encontrado  algo).  

Uma outra narrativa relata que Arquimedes foi solicitado pelo rei Hieron II para  que investigasse a composição de uma coroa que havia encomendado. O rei  havia ordenado que sua coroa fosse feita de ouro maciço, mas, ao recebê-la,  desconfiou que outros metais pudessem ter sido usados em sua forja. Para  sanar sua dúvida, pediu que Arquimedes descobrisse se sua coroa era de ouro  puro ou não.  

Arquimedes mergulhou, em um recipiente cheio de água, sucessivamente, a  coroa e dois objetos maciços, feitos de ouro puro e prata, cujos pesos eram  exatamente iguais aos da coroa. Fazendo isso, percebeu que a coroa  derramava menos líquido que o ouro, mas mais líquido que a prata, o que  sugeria que ela não era puramente composta de ouro.  

Empuxo e o princípio de Arquimedes  

De acordo com o princípio de Arquimedes:  

“Qualquer objeto, total ou parcialmente imerso em um fluido ou líquido, é  impulsionado por uma força igual ao peso do fluido deslocado pelo objeto.”  

Como já vimos, a força descrita pelo princípio de Arquimedes hoje é conhecida  como força de empuxo. Essa força é igual, em módulo, ao peso do fluido, que é  deslocado quando nele inserimos algum corpo. É essa força que faz com que  os navios não afundem ou, ainda, que nós sejamos capazes de flutuar na  água. 

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Entendendo a Logística em Portos

Quem costuma importar e exportar produtos precisa ter algum conhecimento de como funciona a logística em portos e aeroportos. Isso porque são nesses locais que as cargas chegam e são despachadas. Neste trabalho final iremos aprender algo muito relevante, sobre a logística portuária

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Autor: Alexandre de Góes

Fazenda Rio Grande – PR

Curso arqueação de embarcações e
plataformas flutuantes com ênfase na
quantificação de mercadorias a granel, sólido,
líquido e gasoso.

Introdução:  

Quem costuma importar e exportar produtos precisa ter algum conhecimento  de como funciona a logística em portos e aeroportos. Isso porque são nesses  locais que as cargas chegam e são despachadas. Neste trabalho final iremos  aprender algo muito relevante, sobre a logística portuária:  

Quando falamos dos portos, a logística se refere a área da administração que  compreende as atividades de movimentação das cargas. Isso quer dizer que o  transporte, o carregamento e o descarregamento de todas as embarcações,  assim como toda a parte de controle, é responsabilidade da logística portuária.  É importante você saber que a logística portuária é considerada uma das mais  complicadas no Brasil. O processo é bem burocrático e exige que muitas  informações sejam detalhadas, entregues e isso reflete no prazo que as  mercadorias são entregues.  

Podemos dividir a logística dos portos em três tipos, confira:  

Completo fixo: 

Essa parte se refere a estrutura física da logística portuária, como os próprios  portos, os terminais portuários, armazéns, cais e todos os materiais envolvidos.  Administração: 

Todas as entidades que estão envolvidas no gerenciamento dos portos e no  processo em si. Alguns exemplos são: as docas, o Grupo Executivo de  Modernização dos Portos, o Órgão Gestor de Mão de Obra e o Conselho de  Autoridade Portuária.  

Operação:  

Como já diz o nome, é a parte responsável por fazer as operações. Envolve o  operador do porto, pilotos marítimos, os rebocadores e ainda o Sindicato dos  Trabalhadores Avulsos.  

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TRIM DE EMBARCAÇÕES MERCANTES

O termo “trim” significa a inclinação do navio para um de seus extremos

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AUTOR: HECTOR GUILHERME BARSOTTI

Curitiba – Paraná

Curso Arqueação de Navios – Draft Survey

O termo “trim” significa a inclinação do navio para um de seus extremos (proa ou popa).  A maioria dos navios mercantes são projetados para navegar em águas parelhas, ou seja, sem trim. Porém com certa frequência são vistos navios frequentando os portos brasileiros com algum trim, seja pela proa ou pela popa.

O arquiteto naval ao projetar um navio mercante, normalmente, tenta maximizar a quantidade de carga embarcada para uma determinada dimensão pré-definida. Com frequência estas dimensões são ditadas pelos requerimentos dos portos que o navio frequenta ou vias navegáveis que transita, como canal do Suez ou do Panamá. Simultaneamente ele utiliza conceitos e fundamentos de hidrodinâmica para projetar o casco mais eficiente, com a menor resistência possível, assim o navio utilizar menor quantidade de combustível e permite um maior lucro sobre cada viagem. 

O trim de uma embarcação estacionária, que não foi projetado para existir, pode ser pelo carregamento da carga desigual, onde existe maior concentração de peso em um dos extremos do navio. Também pode ocorrer em um navio em lastro (sem carga), onde é necessário deixar a popa lastrada a fim de manter seu propulsor e leme submersos. 

Uma embarcação sem trim quando parada pode trimar quando entrar em movimento, isto ocorre pelo alteração da distribuição de pressão da água no casco da embarcação. O movimento do navio em relação a água reduz a pressão debaixo do casco do navio, afundando-o. Entretanto a forma do casco pode causar uma redução maior na proa ou na popa, resultando no trim.

Trim faz parte do cotidiano dos diferentes navios ao redor do mundo. É de fundamental importância que as pessoas envolvidas na sua operação, tanto a bordo quanto em terra, tenham conhecimento das suas causas. Ignorar o fato que o navio esta trimado, pode interferir nas leituras de calado e como consequência alterar a estimativa de carga de um navio. Igualmente importante para quem manobra o navio, pois a existência de um trim acentuado, tanto para proa quanto para popa, pode alterar as características de manobra do navio.

Obras consultadas: 

  • LEWIS, EDWARD V. – Principles of Naval Architecture, SNAME (The Society of Naval Architects and Marine Engineers) Vol. II & III (3ª Edição: 1988/1989).
  • FONSECA, MAURÍLIO M. – Arte Naval. Rio de Janeiro – SDM (7ª Edição: 2005).
  • MacELREVEY, DANIEL H. &MacELVERY, DANIEL E. – Shiphandling for the Mariner. CORNELL MARITIME PRESS (4ª Edição: 2004).
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Radiação Solar e Sistemas Fotovoltaicos

O efeito fotovoltaico ocorre na formação da corrente elétrica Contínua, as células solares feitas de silício absorvem a radiação emitida pela luz solar, na absorção os elétrons ficam excitados decorrente a radiação, formando uma rede cristalina, a iluminação do material cria uma corrente elétrica à medida que os elétrons excitados e os vazios remanescentes são preenchidos por novos elétrons em direções diferentes pelo campo elétrico da região de depleção. A energia solar é produzida por placas fotovoltaicas de silício, que são implantados em áreas abertas e que possuem boa área de radiação solar. Para essa geração de energia são necessários alguns componentes mais importantes como o painel fotovoltaico, que é o elemento mais importante nesse meio de produção, pois é o responsável pela produção da energia elétrica, é composto por alguns elementos. O inversor solar fotovoltaico é o responsável pela conversão da energia produzida no painel fotovoltaico, pois é gerada corrente contínua, que é diferente da corrente utilizada nas residências.

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Autor: Rubens Pereira de Souza 

Guanambi – Bahia

Curso Profissionalizante Energia Solar Fotovoltaica

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A superfície da Terra recebe anualmente uma quantidade de energia solar nas  formas de luz e calor, o suficiente para suprir milhares de vezes às necessidades  mundiais durante o mesmo período. Poucas partes dessa energia solar é aproveitada. A energia do Sol pode ser utilizada para produzir eletricidade pelo  efeito fotovoltaico, onde se produz energia diretamente da conversão da luz solar  em energia elétrica. Esse tipo de sistema é capaz de absorver a radiação solar  por suas células fotovoltaicas e convertê-las em corrente elétrica. A corrente  convertida passa pelos sistemas tecnológicos da placa, onde será processada,  após o processo passará para rede de distribuição onde é coletada e processada  por dispositivos controladores e conversores. 

O efeito fotovoltaico ocorre na formação da corrente elétrica Contínua, as células  solares feitas de silício absorvem a radiação emitida pela luz solar, na absorção  os elétrons ficam excitados decorrente a radiação, formando uma rede cristalina,  a iluminação do material cria uma corrente elétrica à medida que os elétrons  excitados e os vazios remanescentes são preenchidos por novos elétrons em  direções diferentes pelo campo elétrico da região de depleção. A energia solar é  produzida por placas fotovoltaicas de silício, que são implantados em áreas  abertas e que possuem boa área de radiação solar. Para essa geração de  energia são necessários alguns componentes mais importantes como o painel  fotovoltaico, que é o elemento mais importante nesse meio de produção, pois é  o responsável pela produção da energia elétrica, é composto por alguns  elementos. O inversor solar fotovoltaico é o responsável pela conversão da  energia produzida no painel fotovoltaico, pois é gerada corrente contínua, que é  diferente da corrente utilizada nas residências.

A célula fotovoltaica é composta por um elemento químico chamado silício, neles  são empregados dois tipos diferente desse material para se criar o substrato do  semicondutor, negativas e positivas. As cargas positivas são criadas da mistura  silício e fósforo, já as negativas são criadas com silício e boro. O silício influencia  diretamente na porcentagem de rendimento das células fotovoltaicas, pois sua  pureza é quem favorece, por exemplo o painel solar de silício amorfo é a que  apresenta menor rendimento perante as outras, porém menor custo se  comparado, seu rendimento de 6 a 9 %, esse modelo é utilizado em relógios e  calculadoras solares. O painel solar de silício Monocristalino é o de maior  rendimento é aproximadamente de 14 a 22% e possui boa capacidade de  geração com pouca luz, é a mais cara dos modelos de silício e a mais antiga,  suas características são bem predominantes, pois possuem uma cor única, em  variação decorrente da alta pureza do silício na forma de lâminas, o painel solar  policristalino diferencia-se do Monocristalino pela sua formação que é montada  por diversos cristais formando um bloco, são produzidos mais facilmente do que  o modelo Monocristalino e mais baratos, porém sua eficiência de 13 a 18%. 

Conclui-se que o sistema solar fotovoltaico será um dos maiores sistemas  utilizados no mundo, pois sua fonte de calor é renovável e inesgotável, seu  sistema até então de alto custo, porem bem menos do que nos seus primórdios  e graças as novas tecnologias estão cada vez mais inseridas no mercado e com  uma melhor acessibilidade e aceitabilidade. 

GRADELLA VILLALVA, Marcelo energia solar fotovoltaica: conceitos e  aplicações. 2 ed. São Paulo: Érica, 2015. 224p. 

PENA, Rodolfo F. Alves. Vantagens e desvantagens da energia solar. Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/geografia/vantagens desvantagens-energia-solar.html 

SOLAR, Portal. Como funciona o painel solar fotovoltaico- Placas fotovoltaicas.

Portal Solar, SD. Disponível em: https://www.portalsolar.com.br/como-funciona o-painel-solar-fotovoltaico.html 

SOLAR, Portal. O que é energia solar. Portal Solar, SD. Disponível em:  https://www.portalsolar.com.br/o-que-e-energia-solar-.html

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GESTÃO AEROPORTUÁRIA: UM ELEMENTO CHAVE NO DESENVOLVIMENTO SOCIOECONÔMICO

Cabe destacar que nesta época de grande globalização, os aeroportos se tornaram um elemento vital para o crescimento dos negócios e da indústria numa localidade, predominantemente pelo acesso a empresas que utilizam este modal de transporte para atender às demandas de mercado relacionadas a suprimentos, concorrência e expansão.

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Autor: Luis Miguel Terán Petaquero

Jaboatão dos Guararapes – Pernambuco

Curso de logística e Operações Aeroportuárias

A gestão aeroportuária seja na forma privada ou pública é um elemento de alta  influência na ordem social e econômica de uma região e um recurso clave na  evolução através do tempo; mas, quais são os fundamentos para esta  afirmação? 

Para iniciar é preciso explanar a definição e importância de um aeroporto, pelo  que ao consultar à Agência Nacional de Aviação Civil encontrou-se que esta  define Aeroporto como “um aeródromo público dotado de edificações,  instalações e equipamentos para apoio às operações de aeronaves e de  processamento de pessoas e/ou cargas.” 

Cabe destacar que nesta época de grande globalização, os aeroportos se  tornaram um elemento vital para o crescimento dos negócios e da indústria  numa localidade, predominantemente pelo acesso a empresas que utilizam este  modal de transporte para atender às demandas de mercado relacionadas a  suprimentos, concorrência e expansão. 

Novaes (2007) expressa que o modal aéreo além de transportar carga com  velocidades muito superiores as demais modalidades, o transporte aéreo  apresenta níveis de avarias e extravios mais baixos, resultando em maior  segurança e confiabilidade. Por essa razão, não somente produtos de alto valor  agregado, tais como eletrônicos e aparelhos de precisão, são transportados por  avião, como também uma serie de produtos sensíveis a ação do tempo, como  alimentos perecíveis, flores, encomendas, correspondência etc. 

Com estas afirmações é possível então compreender a importância do  aeroporto e deste modal de transporte, mas é necessário também perguntar-se:  que função cumpre o operador de aeródromo neste quesito? 

Para dar resposta a esta pergunta foi consultado o REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 153 o qual define o operador de aeródromo como  “a pessoa jurídica que tenha recebido, por órgão competente, a outorga de  exploração da infraestrutura aeroportuária.”

Ainda no artigo 153.21 deste regulamento são expressadas as responsabilidades  do operador de aeródromo dentro das quais sobressaem os itens seguintes  (citados textualmente): 

(3) prover e manter no aeródromo recursos humanos, financeiros e  tecnológicos suficientes para cumprir os requisitos e parâmetros estabelecidos  neste Regulamento; 

(7) prover treinamento a todo pessoal cuja atividade influencie a segurança  operacional, de modo a adequar suas atividades às características específicas do  aeródromo, conforme estabelecido na seção 153.37; 

(8) monitorar a presença de animais no sítio aeroportuário e os eventos de  colisão entre fauna e aeronaves, com o objetivo de avaliar a aplicabilidade dos  requisitos estabelecidos em norma específica para o gerenciamento do risco da  fauna em aeródromos; 

(9) monitorar a área operacional de modo a identificar perigos que  comprometam a segurança das operações aéreas e aeroportuárias; 

(10) implementar ações mitigadoras que garantam a segurança das operações  aéreas e aeroportuárias; 

(13) garantir a prestação dos serviços aeronáuticos e aeroportuários de acordo  com a infraestrutura e serviços disponíveis; 

(15) adotar medidas mitigadoras visando manter a área operacional livre da  presença de pessoas, equipamentos e veículos não autorizados ou que  constituam perigo às operações aéreas e aeroportuárias; 

(16) adotar medidas mitigadoras visando manter a área operacional livre de  animais que constituam perigo às operações aéreas e aeroportuárias; 

(17) manter a pista de pouso e decolagem livre de obstáculos que  comprometam a segurança das operações de pouso e decolagem; 

(18) coordenar e fiscalizar a movimentação de veículos, equipamentos e  pessoas em solo, no que diz respeito às regras dispostas neste Regulamento e  demais normas vigentes; 

(19) manter a infraestrutura aeroportuária e aeronáutica, sob sua 

responsabilidade, em condições operacionais para a garantia da segurança e  regularidade dos serviços disponíveis; 

(23) garantir a segurança das operações aéreas durante a execução de obra ou  serviço de manutenção na área operacional; 

(25) garantir a coordenação de pessoal próprio, terceirizado e demais  organizações envolvidas na execução das atividades operacionais do  aeródromo. (Incluído pela Resolução nº 503, de 07.02.2019) 

Por outro lado, Seth B. Young e Alexander T. Wells (2014) afirmam que as  autoridades portuárias são órgãos legalmente instituídos com o status de  corporações públicas e que operam uma variedade de instalações de  propriedade pública, como portos, aeroportos, pedágios e pontes. Ao gerirem  as propriedades sob sua jurisdição, as autoridades portuárias contam com uma  ampla independência do Estado e dos governos locais. A sua independência  financeira deriva em grande parte do poder de suprir suas próprias dívidas, na  forma de títulos de receita, e da amplitude de suas próprias receitas, que  podem ser advindas de taxas e encargos em terminais marítimos e em  aeroportos, bem como de proventos (como pedágios em pontes ou túneis) de  outras autoridades portuárias.  

Seguidamente os autores expressam, outro tipo de organização é a de autoridade aeroportuária com propósito exclusivo. Similares às autoridades portuárias quanto à estrutura e à instituição legislativa, essas autoridades de  propósito exclusivo também têm uma considerável independência com relação  a governos estaduais e locais, os quais muitas vezes retêm a propriedade do  aeroporto ou dos aeroportos operados pela autoridade…elas dependem de  uma base muito mais restrita de receitas para conduzir um empreendimento  autossustentável financeiramente. 

Nesse sentido e de acordo às afirmações anteriores torna-se evidente a importância da administração aeroportuária seja esta sob o domínio público ou  de concessão privada sobre a segurança operacional, acondicionamento da  infraestrutura, cumprimento de regulamentações aeronáuticas e sobretudo a  geração de condições econômicas e estruturais que facilitem o traslado de carga  de passageiros de um local a outro. 

Por conseguinte, uma boa administração aeroportuária garante a eficiência  deste modal de transporte e abre portas para a expansão das atividades com o  inevitável crescimento social e econômico. Desta maneira, é possível 

estabelecer uma correlação entre o aeroporto como área efetiva de  deslocamento de interesses e a gestão aeroportuária como um sistema que  garante a eficiência destes processos.  

Em síntese, a gestão aeroportuária é um elemento clave no desenvolvimento  socioeconômico, expressão que pode ser fundamentada da maneira seguinte: 

* O desenvolvimento de investimentos de infraestrutura aeroportuária,  especialmente dos terminais servem como atrativo para a operação de  companhias aéreas no local de gestão. 

* O cumprimento das normas e procedimentos estabelecidos nos regulamentos  e normas posicionam o aeroporto como referência para a operação segura de  aeronaves. 

* O avanço dos projetos de expansão funcionam como uma fonte de empregos  que por sua vez mobilizam a economia local relativos à aquisição de bens e  serviços, gerando, ao mesmo tempo, receitas fiscais.  

* A execução de boas relações humanas e comerciais incentiva a economia  através do estímulo para o uso de serviços de cargas aéreas e deslocamentos de  materiais próprios do e-commerce.  

* Ao fundamento antes mencionado, soma-se o inevitável desenvolvimento  industrial que veem no aeródromo uma oportunidade para agilizar a entrega de  seus produtos e serviços o que gera atividade de aviação empresarial e tráfego  de fretes aéreos.  

* A necessidade de acesso terrestre ao aeroporto facilita o desenvolvimento de  outros modais de transporte. 

* A operacionalização do aeroporto aumenta as compras regulares de  combustível, suprimentos, equipamentos e outros serviços junto a  distribuidores locais geram uma renda adicional na comunidade.  

* A melhora das condições do aeródromo em complementação com a garantia  do bem-estar de todos os seus usuários num ambiente seguro, saudável e rico  para se trabalhar, viajar e visitar, aumenta a afluência de passageiros e gera  maiores receitas. 

* O aumento dos passageiros derivado da execução de um bom planejamento  financeiro eleva a arrecadação de impostos o que se traduz em mais projetos e serviços para beneficiar os residentes de cada Estado e comunidade.  

* O trabalho em equipe da administração aeroportuária com as organizações  públicas e privadas de turismo, viabilizam o aumento de visitantes o que  representa receitas substanciais para hotéis, restaurantes, lojas de varejo,  eventos esportivos, boates, passeios turísticos, locadoras de carros e transporte  local, entre outros.  

* A prática de políticas de sustentabilidade econômica colaboram com a  preservação do meio ambiente e o crescimento equilibrado, garantindo  melhores condições para as futuras gerações. 

Finalmente o desafio para os gestores aeroportuários é compreender todas as  regras, regulamentações e políticas que governam os interesses de cada parte  envolvida com o aeroporto e proporcionar um ambiente que seja econômica e  socialmente benéfico a todos, pelo que, aeroportos bem-sucedidos na gestão  desses papéis são reconhecidos por suas contribuições positivas e significativas  para suas comunidades.  

FONTES: 

Agência Nacional de Aviação Civil – ANAC. ANAC PEDIA.  

https://www2.anac.gov.br/anacpedia/por_ing/tr1294.htm

Novaes, Antônio Galvão. Logística e Gerenciamento da Cadeia de Distribuição.  Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. 

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 153 

Seth B. Young e Alexander T. Wells. Aeroportos, Planejamento e gestão. New  York: Bookman, 2014

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Impacto Ambiental e Parques Eólicos

Mais uma vez podemos evidenciar a importância da (EIMA/RIMA), pois para construir um parque eólico no Brasil é necessária a realização de um Estudo e Relatório de Impacto Ambiental. Esse estudo vai considerar, entre outras coisas, a poluição sonora que o parque pode gerar, pois as hélices dos aerogeradores produzem muito zumbido e pode trazer danos ao meio ambiente, pois até mesmo a construção de um Parque Eólico onde irá gerara uma energia sustentável, está propicio ao dando.

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Autor: Tiago Conceição de Souza

Macaé – RJ

Curso Tecnologia em Geração Eólica e Legislação Ambiental Aplicada à Implantação de Parques Eólicos

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Segundo a Resolução CONAMA nº 01/1986, considera-se impacto ambiental  qualquer alteração nas propriedades físicas, químicas e biológicas do ambiente  causada por qualquer forma de matéria ou energia resultante das atividades humanas  que, direta ou indiretamente, afetem: a saúde, a segurança e o bem-estar da  população; as atividades sociais e econômicas; a biota; as condições estéticas e  sanitárias do ambiente e a qualidade dos recursos ambientais.  

Com base nessa resolução é possível afirmar que nesse sentido, os impactos  ambientais podem ser positivos, quando resultam em melhorias para o ambiente, ou  negativos, quando essas alterações causam algum risco para o ser humano ou para  os recursos naturais encontrados no espaço, sendo assim, ressalto através de leituras  realizadas, a importância da Resolução CONAMA nº 01/1996, estabeleceu que  atividades que apresentam significativo potencial de degradação ou poluição  dependerão da elaboração de Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e apresentação do  respectivo Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) para que ocorra seu Licenciamento  Ambiental, podendo ou não ser autorizado o licenciamento. 

De acordo com o artigo 225 da Constituição Federal, “todos têm direito ao meio  ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à  sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de  defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações”. 

Referente ao que tange Energia Eólica é sem dúvida uma das mais antigas  tecnologias humanas, A energia eólica é cada vez mais usada no mundo, por se tratar  de uma energia sustentável 

Um parque eólico ou usina eólica é um local, em terra (onshore) ou em mar (offshore),  que se destina à produção de energia elétrica a partir dos ventos.  

Uma usina eólica é constituída por vários aerogeradores, um edifício de comando  (inclui geralmente uma sala de comando, um gabinete, um armazém e instalações  sanitárias) uma subestação, aos quais todos os aerogeradores estão ligados através  de uma rede de cabos enterrados, e caminhos de acesso a cada aerogerador  (MENDES; COSTA; PEDREIRA, 2002). 

As modernas turbinas eólicas são usadas para capturar energia cinética do vento e  gerar eletricidade.

Mais uma vez podemos evidenciar a importância da (EIMA/RIMA), pois para construir  um parque eólico no Brasil é necessária a realização de um Estudo e Relatório de  Impacto Ambiental. Esse estudo vai considerar, entre outras coisas, a poluição sonora  que o parque pode gerar, pois as hélices dos aerogeradores produzem muito zumbido e pode trazer danos ao meio ambiente, pois até mesmo a construção de um Parque  Eólico onde irá gerara uma energia sustentável, está propicio ao dando. 

Fontes: 

www.wonderopolis.org/whatis.techtarget.com/www.wisegeek.org/www.sciencedirect. com/www.azocleantech.com/dictionary.cambridge.org/www.energy.gov/windeurope. org 

https://www.portalsaofrancisco.com.br/meio-ambiente/parque-eolico http://www.abepro.org.br/biblioteca/TN_STP_206_222_27524.pdf

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