Draft Survey

Este trabalho busca contribuir para a elucidação de algumas dúvidas relacionadas a operação Draft Survey e de que forma esta matéria colabora para a execução de um laudo de perícia aduaneira

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Autora: Luzilene Souza Silva

e-mail: eng.luzilene@gmail.com

Curso Draft Survey – Somática Educar

  1. INTRODUÇÃO

O presente trabalho busca descrever de forma sucinta, o que vem a ser a operação de Draft Survey, também conhecida como arqueação da carga, e qual o passo a passo para a elaboração de um laudo técnico de perícia aduaneira. Para isso, serão utilizadas referências bibliográficas de autores que contribuíram de forma significativa nesta área de pesquisa.

Primeiramente é necessário esclarecer o conceito de laudo técnico e em quais situações este documento é necessário. Para Pereira (2011), o laudo técnico é um documento que contém o relato de um perito ou técnico, o qual é designado especialmente para avaliar uma determinada situação, algum aparelho com defeito, ou ainda, um local que apresente periculosidade ou irregularidade. Cada área ou profissão tem seu próprio modelo de formulário e regras próprias para elaboração desse tipo de documento, na esfera aduaneira, não há um modelo padrão. Cada perito tem maneira peculiar de elaborar o laudo.

Conforme especificado no art. 569 c/c art. 596 e art. 813 do Regulamento Aduaneiro, o serviço de perícia e a emissão de laudos periciais serão realizados por laboratórios da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB), por órgãos ou entidades da administração pública previamente credenciados ou por entidades privadas ou peritos, especializados, previamente credenciados.

arqueação de navios
arqueação de navios

Segundo o art.32 da Instrução Normativa RBF nº 1.800/2018, a qual dispõe sobre a prestação de serviço de perícia para identificação e quantificação de mercadoria importada e a exportar e regula o processo de credenciamento de órgãos, entidades e peritos. Os laudos periciais destinados a identificar e a quantificar mercadoria importada deverão conter, expressamente e conforme o caso, os seguintes itens:

  • a explicitação e a fundamentação técnica das verificações, testes, ensaios ou análises laboratoriais empregados na identificação da mercadoria;
  •  a exposição dos métodos e dos cálculos utilizados para fundamentar as conclusões do laudo referente à quantificação de mercadoria a granel; e
  • a indicação das fontes, referências bibliográficas e normas nacionais e internacionais empregadas na elaboração do laudo, e cópia daquelas que tenham relação direta com a mercadoria objeto de verificação, teste, ensaio ou análise laboratorial.

Sabendo-se que a mensuração da mercadoria a granel transportada por veículos aquáticos é o principal objetivo de um laudo aduaneiro, é importante entender quais os procedimentos necessários para a realização desta quantificação. De acordo com o art. 21 da Instrução Normativa RBF nº 1.800/2018, a mensuração será efetuada por meio do cálculo da variação do deslocamento (diferença dos deslocamentos em função da variação dos calados ou draft survey); pela medição do espaço vazio do tanque; pela medição do espaço cheio do tanque; e, por meio da utilização de equipamentos automatizados de medição.

Neste contexto, introduz-se o conceito de operação de Draft Survey, ou, arqueação de carga, a qual Segundo Oliveira (2016), é uma operação relativamente simples, porém, que envolve diversos cálculos. A mesma se baseia na medição da quantidade de carga a ser embarcada, ou seja, no porte líquido, a partir da conferência de calados, efetuando as correções necessárias, para não se obter erros quando converter o calado final em deslocamento. Para entender tal assunto é necessário primeiramente conhecer algumas definições importantes, as quais serão apresentadas no capítulo a seguir.

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Diferença entre o Agente Marítimo e o Despachante Aduaneiro

O agente marítimo é o elo de comunicação em uma embarcação, enquanto o despachante aduaneiro é o profissional especializado no desembaraço de mercadorias que transitam por alfândegas (aduana)

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CURSO: Agenciamento Marítimo da Somática Educar

ALUNA: JANETE DE FREITAS SOARES

janettesoares@gmail.com

Para facilitar o mercado cada vez mais competitivo no mundo, deve-se o Brasil investir em infra-instrutora em Portos mais equipados e tecnológicos, menores burocracias e pessoal qualificado nas agências para angariar maior clientela com o menor erro possível no ramo.

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Para isso o Agente do fretador deve-se estar bem ciente de suas responsabilidades quanto a sua parte. O agente marítimo não pode ser confundido com o Despachante Aduaneiro, este último, representa os exportadores e importadores, no desembaraço aduaneiro atuando frente a diversos órgãos logísticos, comerciais e governamentais tais como: transportadores, armazéns alfandegados, RFB, ANVISA, autoridades portuárias, INFRAERO, IBAMA e perante muitos outros. Auxiliando na elaboração da DI(Declaração de Importação) e seu registro no SISCOMEX, justificando qual o regime tributário mais adequado para a operação e o tipo de transporte mais viável para determinada carga. O Armador (dono do navio) é responsável em promover todo o funcionamento do navio em perfeito estado e de acordo com as legislações para ser posto a fretamento, como água potável, combustível, manutenção, tripulação e Certificações. O agente Marítimo é o seu mandatário, ou seja, seu representante legal nos portos diante das autoridades portuárias, realizando a comunicação entre a embarcação e os demais inclusive com o despachante aduaneiro.

 Quando uma empresa necessita de um navio para realizar uma exportação ou importação para embarcar carga via porto, ela irá entrar em contato o agente marítimo, para saber tipo de navio mais adequado e com o menor custo disponível para determinada carga e porto. O agente deverá realizar o controle dos conteineres e cobrar a estadia (demurrage), deve ser registrado no SISOSERV o tipo de contrato e serviço prestado ao Armador. O armador deve emitir uma B/L 3 vias originais e outras não negociáveis formalizando a contratação entre o  transporte internacional comprovando o recebimento da carga na origem, obrigando-se a entregá-la no destino, deve também conter o manifesto de carga que é um resumo de todas as cargas contidas na embarcação, container list referente aos dados dos containeres e suas numerações, controlar recebimento de frete . O B/L e o Manifesto de Carga devem ser enviados para a Receita Federal na importação para que possa  permitir o início da descarga. Manter o Armador sempre atualizado com relatórios de todos os procedimentos referente a carga e ao navio.

Resumindo as funções de cada um, temos que o agente marítimo é o elo de comunicação em uma embarcação, enquanto o despachante aduaneiro é o profissional especializado no desembaraço de mercadorias que transitam por alfândegas (aduana). De maneira alguma poderá ser confundida as funções determinadas para cada função.

Referências Bibliográficas:

https://www.allog.com.br/blog/bl-entendendo-o-conhecimento-maritimo/
http://enciclopediaaduaneira.com.br/agente-maritimo/

https://jus.com.br/artigos/39392/o-agente-maritimo-e-o-agente-de-carga-frente-ao-siscomex

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Lançamento Aplicativo Mobile da Somática Educar

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Manutenção Preditiva

A manutenção preditiva, tem sido reconhecida como uma técnica eficaz de gerenciamento de manutenção. Com ela os funcionários da área passam a conviver rotineiramente com técnicas e ferramentas, que possibilitam detectar previamente problemas que sem a mesma não seriam detectados.

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Autor: Adivaldo souza

Adivaldosouza_01@hotmail.com

Trabalho Apresentado no Curso Tecnicas Preditivas Aplicadas Á Detecção de Falhas em Equipamentos Industriais

www.somaticaeducar.com

Introdução

       Muller (1991) destaca que até os anos 60 era prática comum continuar utilizando os equipamentos até os mesmos apresentarem sérios problemas de desempenho ou até mesmo quebrarem, destaca ainda que tal abordagem conduziu a muitas falhas catastróficas, o que na maioria das vezes foi substituída por manutenções nos equipamentos críticos em datas planejadas. Tal método de manutenção preventiva que muitas vezes é utilizado nos processos industriais, tem efetivamente minimizado falhas graves. Contudo sua maior limitação é que uma manutenção fixa programada pode às vezes resultar em custosas inspeções freqüentes.

       Conforme TAVARES (1987) Manutenção Preventiva é aquela que se conduz aos intervalos pré-determinados com o objetivo de reduzir a possibilidade de o equipamento situar-se em uma condição abaixo do nível requerido de aceitação. Esta manutenção pode tomar por base intervalos de tempo pré-determinados e/ou condições preestabelecidas de funcionamento, podendo ainda requerer que, para sua execução o equipamento seja retirado de operação.

         SOTHARD (1996) ressalta que a manutenção preventiva envolve cuidados rotineiros sobre equipamentos e inclui lubrificação das máquinas e reposição de peças de desgaste intensivo. Complementa que isoladamente a manutenção preventiva não propicia condições de previsão mais aprofundada sobre falhas dos componentes ou sobre como evitar conseqüências na produção. Ainda complementa que a manutenção preditiva revisa a performance do passado para prever quando um componente específico irá falhar. Exemplifica que a manutenção pode optar pela troca de um componente a cada 380 horas de uso, trocando a peça prematuramente de forma a evitar parada. A manutenção preditiva é a manutenção preventiva efetuada no momento exato, detectado através de análises estatísticas e análises de sintomas.

          Muitos classificam a manutenção preditiva como uma manutenção corretiva planejada. TAVARES define a manutenção preditiva da seguinte forma: “entende-se por controle preditivo de manutenção, a determinação do ponto ótimo para executar a manutenção preventiva num equipamento, ou seja, o ponto a partir do qual a probabilidade do equipamento falhar assume valores indesejáveis. A determinação desse ponto traz como resultado índices ideais de prevenção de falhas, tanto sob o aspecto técnico como pelo aspecto econômico, uma vez que a intervenção no equipamento não é feita durante o período que ainda está em condições de prestar o serviço, nem no período em que suas características operativas estão comprometidas” (TAVARES; 1996).

Objetivo

          A manutenção preditiva tem como objetivos: predizer a ocorrência de uma falha ou degradação, determinar, antecipadamente, a necessidade de correção em uma peça específica, eliminar as desmontagens desnecessárias para inspeção, aumentar o tempo de disponibilidade dos equipamentos para operação, reduzir o trabalho de emergência e urgência não planejada, impedir a ocorrência de falhas e o aumento dos danos, aproveitar a vida útil total de cada componente e de um equipamento, aumentar o grau de confiança no desempenho de um equipamento e de seus componentes, determinar previamente as interrupções de fabricação para cuidar dos equipamentos, redução de custos de manutenção, aumento da produtividade e conseqüentemente da competitividade.

Tipos de Análises

          As técnicas de monitoramento preditiva, ou seja, baseadas em condições, incluem:

  • Termografia
  • Análise de vibrações
  • Análise de lubrificantes
  • Propriedades físico-químicas
  • Cromatografia gasosa
  • Espectrometria
  • Ferrografia
  • Radiografia
  • Energia acústica (ultra-som)
  • Energia eletromagnética (partículas magnéticas, correntes parasíticas)
  • Fenômenos de viscosidade (líquidos penetrantes)
  • Radiações ionizantes(Raio X ou Gamagrafia)
  • Tribologia
  • Monitoria de processos
  • Inspeção visual
  • Outras técnicas de análise não-destrutivas

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Ultra-som

                    A manutenção preditiva por ultra-som é um método não destrutivo que detecta descontinuidades internas pelo modo de propagação das ondas sonoras através de uma peça. É mais rápido e mais fácil que os métodos convencionais, os quais utilizam pressão de ar ou água, e que propicia completa precisão. Pode ser aplicado em uma infinidade de elementos como containers, tubulações, trocadores de calor, gavetas, selos, comportas, automóveis, aviões, etc. Este método é executado colocando-se um gerador de som (Transmissor Ultra Sônico) patenteado no interior ou ao lado do elemento a ser inspecionado.

          Detecta descontinuidades internas em materiais, baseando-se no fenômeno de reflexão de ondas acústicas quando encontram obstáculos à sua propagação, dentro do material. Um pulso ultra-sônico é gerado e transmitido através de um transdutor especial, encostado ou acoplado ao material. Os pulsos ultra-sônicos refletidos por uma descontinuidade, ou pela superfície oposta da peça, são captados pelo transdutor, convertidos em sinais eletrônicos e mostrados na tela LCD ou em um tubo de raios catódicos (TRC) do aparelho.

          Os ultra-sons são ondas acústicas com freqüências acima do limite audível. Normalmente, as freqüências ultra sônicas situam-se na faixa de 0,5 a 25 Mhz.

Geralmente, as dimensões reais de um defeito interno podem ser estimadas com uma razoável precisão, fornecendo meios para que a peça ou componente em questão possa ser aceito, ou rejeitado, baseando-se em critérios de aceitação da norma aplicável. Utiliza-se ultra-som também para medir espessura e determinar corrosão com extrema facilidade e precisão.

          As aplicações deste ensaio são inúmeras: soldas, laminados, forjados, fundidos, ferrosos e não ferrosos, ligas metálicas, vidro, borracha, materiais compostos, tudo permite ser analisado por ultra-som. Indústria de base (usinas siderúrgicas) e de transformação (mecânicas pesadas), indústria automobilística, transporte marítimo, ferroviário, rodoviário, aéreo e aeroespacial: todos utilizam ultra-som.

          Modernamente o ultra-som é utilizado na manutenção industrial, na detecção preventiva de vazamentos de líquidos ou gases, falhas operacionais em sistemas elétricos (efeito corona), vibrações em mancais e rolamentos.

          O ensaio ultra sônico é, sem sombra de dúvidas, o método não destrutivo mais utilizado e o que apresenta o maior crescimento, para a detecção de descontinuidades internas nos materiais.

Líquido Penetrante

          Técnica utilizada com freqüência após a detecção de falhas por emissão acústica, pois através deste método torna-se mais fácil de identificar as falhas existentes. Utiliiza-se um líquido de baixa viscosidade na área onde apresenta descontinuidade, adicionando um pó revelador que mostrará as trincas pelo acúmulo de pó na região, sendo possível visualizar o tamanho da falha.

          O ensaio por líquidos penetrantes presta-se a detectar descontinuidades essencialmente superficiais e que sejam abertas na superfície, tais como trincas, poros, dobras, etc..podendo ser aplicado em todos os materiais sólidos e que não sejam porosos ou com superfície muito grosseira.

          É muito usado em materiais não magnéticos como alumínio, magnésio, aços inoxidáveis austeníticos, ligas de titânio, e zircônio, além dos materiais magnéticos. É também aplicado em cerâmica vitrificada, vidro e plásticos.

          Descontinuidades em materiais fundidos tais como gota fria, trincas de tensão provocadas por processos de têmpera ou revenimento, descontinuidades de fabricação tais como trincas, costuras, dupla laminação, sobreposição de material ou ainda trincas provocadas pela fadiga do material ou corrosão sob tensão, podem ser facilmente detectadas pelo método de Líquido Penetrante.

Princípios básicos:

          O método consiste em fazer penetrar na abertura da descontinuidade um líquido. Após a remoção do excesso de líquido da superfície, faz-se sair da descontinuidade o líquido retido através de um revelador. A imagem da descontinuidade fica então desenhada sobre a superfície.

          Podemos descrever o método em seis etapas principais no ensaio , quais sejam:

          a) Preparação da superfície – Limpeza inicial

          Antes de se iniciar o ensaio, a superfície deve ser limpa e seca. Não devem existir água, óleo ou outro contaminante. Contaminantes ou excesso de rugosidade, ferrugem, etc, tornam o ensaio não confiável.

          b) Aplicação do Penetrante

          Consiste na aplicação de um líquido chamado penetrante, geralmente de cor vermelha, de tal maneira que forme um filme sobre a superfície e que, por ação do fenômeno chamado capilaridade, penetre na descontinuidade. Deve ser respeitado um determinado tempo para que a penetração se complete.

          c) Remoção do excesso de penetrante.

          Consiste na remoção do excesso do penetrante da superfície, através de produtos adequados, condizentes com o tipo de líquido penetrante aplicado, devendo a superfície ficar isenta de qualquer resíduo na superfície.

          d) Revelação

          Consiste na aplicação de um filme uniforme de revelador sobre a superfície. O revelador é usualmente um pó fino (talco) branco. Pode ser aplicado seco ou em suspensão, em algum líquido. O revelador age absorvendo o penetrante das descontinuidades e revelando-as. Deve ser previsto um tempo determinado de revelação para sucesso do ensaio.

          e) Avaliação e Inspeção

          Após a aplicação do revelador, as indicações começam a serem observadas, através da mancha causada pela absorção do penetrante contido nas aberturas, e que serão objetos de avaliação.

          A inspeção deve ser feita sob boas condições de luminosidade, se o penetrante é do tipo visível (cor contrastante com o revelador) ou sob luz negra, em área escurecida, caso o penetrante seja fluorescente.

          Nesta etapa deve ser preparado um relatório escrito que mostre as condições do ensaio, tipo e identificação da peça ensaiada, resultado da inspeção e condição de aprovação ou rejeição da peça.

          f) Limpeza pós ensaio

          A última etapa, geralmente obrigatória, é a limpeza de todos os resíduos de produtos, que podem prejudicar uma etapa posterior de trabalho da peça (usinagem, soldagem dentre outras).

Vantagens e limitações:

          Vantagens:

          Pode-se dizer que a principal vantagem do método é a sua simplicidade. A interpretação dos resultados se dá facilmente. O aprendizado é simples e requer pouco tempo de treinamento do inspetor.

          Como a indicação assemelha-se a uma fotografia do defeito, é muito fácil de avaliar os resultados. Em contrapartida o inspetor deve estar ciente dos cuidados básicos a serem tomados (limpeza, tempo de penetração, etc), para que a avaliação seja correta.

          Não há limitação para o tamanho e forma das peças a ensaiar, nem tipo de material; por outro lado, as peças devem ser susceptíveis à limpeza e sua superfície não pode ser muito rugosa e nem porosa. Além disso, o método pode revelar descontinuidades (trincas) extremamente finas (da ordem de 0,001 mm de abertura ).

          Limitações:

          Somente descontinuidades abertas para a superfície são detectadas, já que o penetrante tem que entrar na descontinuidade para ser posteriormente revelado. Por esta razão, a descontinuidade não deve estar preenchida com material estranho.

          A superfície do material não pode ser porosa ou absorvente já que não haveria possibilidades de remover totalmente o excesso de penetrante, causando mascaramento de resultados.

          A aplicação do penetrante deve ser feita numa determinada faixa de temperatura permitida ou recomendada pelo fabricante dos produtos. Superfícies muito frias (abaixo de 5°C) ou muito quentes (acima de 52 °C) não são recomendáveis ao ensaio.

Vibração

          O acompanhamento e a análise de vibração tornaram-se um dos mais antigos métodos de predição na indústria, tendo a sua maior aplicação em equipamentos rotativos (bombas, turbinas, redutores, ventiladores, compressores); já que estes apresentam ciclos mais bem definidos e defeitos como desalinhamento e batimento, que são facilmente detectados por este método. O estágio atual de desenvolvimento dos instrumentos, sistemas de monitoração e programas especializados é permite que sejam detectados diversos tipos de falhas: desbalanceamento, desalinhamento, empenamento de eixos, excentricidade, desgaste em engrenagens e mancais, má fixação da máquina ou de componentes internos, roçamentos, erosão, abrasão, ressonância, folgas, desgastes em rolamentos e outros componentes rotativos, fenômenos aerodinâmicos e/ ou hidráulicos e problemas elétricos (quebra de barras de rotores, má fixação de bobinas, núcleos ou peças polares em motores, geradores e transformadores). O método tem se provado útil na monitoração da operação de máquinas rotativas (ventiladores, compressores, bombas e turbinas); na detecção e reconhecimento da deterioração de rolamentos; no estudo de mal funcionamentos típicos em maquinaria com regime cíclico de trabalho, laminadores, prensas; e na análise de vibrações proveniente dos processos de trinca, notadamente em turbinas e outras máquinas rotativas.

          As técnicas de análise de vibrações estão bem desenvolvidas e vão dos métodos mais simples (medição dos valores médios das amplitudes de vibração) até os mais complexos (correlações e espectros de correlações).

          Exemplificando, na verificação do grau de desbalanceamento de um eixo, geralmente é suficiente a medição da amplitude e da fase de vibração na freqüência de rotação, verificados através de um acelerômetro conectado radialmente em um dos mancais do eixo.

          Em outros casos, quando se está procurando anomalias localizadas tais como áreas com erosão ou trincas nas pistas dos mancais, são necessárias técnicas especiais que isolam os sinais provenientes das anomalias, do ruído de fundo.

          O espectro de vibrações a ser observado no ensaio dos componentes pode ser obtido com o auxílio de sensores (acelerômetro, transdutores eletromagnéticos, etc.) e convertidos em sinais elétricos, os quais são enviados para um osciloscópio, digitalizados ou registrados na forma de gráfico.

          Para alguns equipamentos de alta responsabilidade são usados instrumentos mais sofisticados que chegam a arquivar as especificações da máquina, os dados de referência com os resultados do ensaio inicial e os pontos de medição, a freqüência, a amplitude e as características de fase dos sinais de vibração registrados. Muitos equipamentos acompanham cartas que mostram seu espectro de vibração, indicando o posicionamento dos sensores em eventuais análises. Assim, é possível comparar o estado atual da máquina com o desejado.

          As operações de manutenção podem ser estabelecidas compilando-se um “diário” para a máquina em questão e comparando-o com o “gráfico de dinamismo”, acompanhando deste modo o comportamento do sistema ao longo do tempo.

Mesmo as mais complexas técnicas de medição localizada são afetadas por distúrbios causados por outras fontes de vibração da máquina investigada; o que dificulta a interpretação dos sinais registrados. O aumento na sensibilidade do ensaio pode resultar no aumento de alarmes falsos, quando os sinais captados não correspondem a reais anomalias. Montagem e desenvolvimento de complexos sistemas de diagnósticos tem custo elevados.

          O progresso no campo dos microprocessadores tornou possível a digitalização de sinais, o que antes era processado de forma analógica. Os avanços da inteligência artificial, utilizando redes neurais, lógica fuzzy, e algoritmos genéticos, encontram aplicações na forma integrada e simultânea do uso de informações provenientes de diferentes sensores (vibrações, temperatura, pressão, carga); técnica conhecida por multi-sensoriamento. Desta forma a operação de uma máquina pode ser continuamente monitorada, corrigindo-a ou paralisando-a imediatamente, no caso de uma anomalia séria, antes de seu colapso.

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Emissão Acústica

Emissão acústica é um fenômeno que ocorre quando uma descontinuidade é submetida a solicitação térmica ou mecânica. Uma área portadora de defeitos é uma área de concentração de tensões que, uma vez estimulada, origina uma redistribuição de tensões localizadas. Este mecanismo ocorre com a liberação de ondas de tensões na forma de ondas mecânicas transientes. A técnica consiste em captar esta perturbação no meio, através de transdutores piezoelétricos instalados de forma estacionária sobre a estrutura.

          O método de captação e análise dos sinais de emissão acústica é semelhante ao utilizado na vibração.

          O objetivo é avaliar a condição de integridade, localizando e classificando as áreas ativas quanto ao grau de comprometimento que eventuais descontinuidades impõem à integridade estrutural. Áreas ativas classificadas como severas deverão ser examinadas localmente por técnicas de ensaios não destrutivos, como o ultra-som e partículas magnéticas, para caracterização da morfologia e dimensionamento dos defeitos presentes.       A maior contribuição da técnica é a de analisar o comportamento dinâmico das descontinuidades, recurso este único dentro do elenco dos ensaios não destrutivos. O método tem várias aplicações, por exemplo:

  • Monitoramento do teste hidrostático inicial em vasos de pressão;
  • Monitoramento contínuo para equipamentos, componente ou maquinas em operação, fadiga em serviço ou em protótipos e vasos de pressão;
  • Monitoramento do desgaste de ferramentas e controle do processo de soldagem;
  • Caracterização de materiais compostos (fibras de vidro, fibra de carbono, concreto, etc).

          O ensaio por emissão acústica permite a detecção, localização e a classificação da fonte ativa. A localização da fonte é atingida medindo-se a diferença dos tempos de chegada das ondas elásticas geradas pela fonte emissora, quando elas atingirem os vários sensores instalados na estrutura. A posição da fonte emissora é geralmente estabelecida pelo método da triangulação utilizando-se três ou mais sensores. A quantidade de sensores requerida para a verificação de toda a estrutura é dependente da espessura e geometria do componente ensaiado. A possibilidade de localização das descontinuidades sem a necessidade de movimentação dos sensores permite o ensaio global de estruturas mesmo em áreas de difícil acesso.

          O ensaio não detecta descontinuidades estáveis que não comprometem a integridade estrutural, assim como não dimensiona o defeito e tão pouco indica sua morfologia. Daí a necessidade de ensaios complementares de ultra-som e partículas magnéticas. A combinação do ensaio global de emissão acústica e métodos complementares é a melhor alternativa para avaliação de integridade

A utilização de uma técnica de avaliação global como a Emissão Acústica, produz os seguintes benefícios diretos:

  • Redução das áreas a inspecionar, com a conseqüente redução do tempo de indisponibilidade do equipamento;
  • Detecção e localização de descontinuidades com significância estrutural para as condições de carregamento durante o ensaio;
  • Ferramenta que permite uma avaliação de locais com geometrias complexas, com dificuldades de utilização de END´s convencionais;
  • Permite a realização dos ensaios em operação ou durante resfriamento da unidade, anterior à parada.

          Resultando na caracterização global da estrutura, que permite ao responsável pela avaliação da integridade, uma visão sobre o comportamento mecânico e a resposta do equipamento ao carregamento imposto.

          A integração de uma técnica global de inspeção em serviço (emissão acústica), técnicas localizadas de dimensionamento e caracterização (ultra-som e partículas magnéticas), e a análise da influência da presença de descontinuidades na estrutura (mecânica da fratura) é a resposta para os usuários e executantes dos ensaios não destrutivos envolvidos com a avaliação de integridade estrutural em serviço, situação esta na qual o ensaio de emissão acústica tem relevante contribuição.

Ferrografia

          A ferrografia determina o grau de severidade, modos e tipos de desgastes em equipamentos por meio de identificação do acabamento superficial, coloração, natureza, e tamanho das partículas em uma amostra de óleo ou graxas lubrificantes.

          A ferrografia foi descoberta em 1971 por Vernon C. Westcott, um tribologista de Massachusetts, Estados Unidos, e desenvolvida durante os anos subseqüentes com a colaboração do Roderic Bowen e patrocínio do Centro de Engenharia Aeronaval Americano e outras entidades. Em 1982 a ferrografia foi liberada para uso civil e trazida para o Brasil em 1988,(Baroni T. D’A. & Gomes G. F.).

          A ferrografia é uma técnica de monitoramento e diagnose de condições de máquinas. A partir da quantificação e análise da morfologia das partículas de desgaste (limalhas), encontradas em amostras de lubrificantes, determinam-se: tipos de desgaste, severidade, contaminantes, desempenho do lubrificante etc. Com estes dados torna-se possível à tomada de decisão quanto ao tipo e urgência de intervenção de manutenção necessária. A ferrografia é classificada como uma técnica de manutenção preditiva, embora possua inúmeras outras aplicações, tais como desenvolvimento de materiais e lubrificantes, (Baroni T. D’A. & Gomes G. F.).

          Há dois níveis de análise ferrográfica. Uma quantitativa que consiste numa técnica de avaliação das condições de desgaste dos componentes de uma máquina por meio da quantificação das partículas em suspensão no lubrificante, e uma analítica que utiliza a observação das partículas em suspensão no lubrificante.

Ferrografia Quantitativa:

          A ferrografia quantitativa consiste na quantificação do tamanho e numero de partículas em suspensão no óleo lubrificante. Através desta técnica pode-se obter informações sobre o grau de severidade do desgaste presente na máquina em análise. A quantificação é feita utilizando-se o contador de partículas, que permite quantificar as partículas grandes e pequenas de modo rápido e objetivo.

          Essa técnica, inicialmente usada no controle de fluidos em satélites e naves espaciais, foi gradativamente estendida a sistemas hipercríticos, hidrostáticos, hidráulicos, e outros. O controle é, hoje, recurso indispensável ao departamento de manutenção para que se obtenha melhor desempenho e maior vida útil dos componentes do sistema.

          O acompanhamento da máquina, por meio da ferrografia quantitativa, possibilita a construção de gráficos, e as condições de maior severidade são definidas depois de efetuadas algumas medições.

Ferrografia Analítica:

          A ferrografia analítica é feita por meio do exame visual da morfologia, cor das partículas, verificação de tamanhos, distribuição e concentração no ferrograma. Esta técnica é importante na obtenção das causas do desgaste, ou seja, os mecanismos geradores de desgaste. Cada tipo de desgaste pode ser identificado pelas diferentes formas que as partículas adquirem ao serem geradas.

          O desgaste mais comum é a esfoliação.São particulas geralmente de 5 m, podendo atingir 15  m.Sua forma lembra flocos de aveia.A esfoliação é gerada sem a necessidade de contato metálico, mas apenas pela transmissão de força tangencial entre uma peça e outra por meio do filme lubrificante. A quantidade e o tamanho destas partículas aumentará caso a espessura do filme seja reduzida devido à sobrecarga, diminuição da viscosidade do óleo, diminuição da velocidade da máquina (Baroni T. D’A. & Gomes G. F.).

          Outro desgaste bastante comum é a abrasão. Gera partículas assemelhadas a cavacos de torno com dimensões de 2 a centenas de microns. A principal causa para este tipo de desgaste é a contaminação por areia. Os pequenos grãos de areia ingeridos pela máquina se incrustam, por exemplo, num mancal de metal patente (liga de Estanho, Chumbo e Antimônio) e o canto vivo exposto “usina” o eixo que está girando, tal qual um torno mecânico, (Baroni T. D’A. & Gomes G. F.).

Termografia

          A Termografia é uma das técnicas preditivas que mais tem se desenvolvido nos últimos 30 anos. Permite o acompanhamento de temperatura e a formação de imagens térmicas, é considerada uma técnica de inspeção não destrutiva na qual é utilizada no diagnóstico precoce de falhas e outros problemas em componentes elétricos, mecânicos e em processos produtivos.

          O monitoramento por temperatura é um dos métodos de mais fácil compreensão já que com o acompanhamento de variações, pode-se perceber uma possível falha do componente. São utilizadas em mancais, barramentos, unidades hidráulicas.

          Termografia é definida como a técnica de sensoriamento remoto que possibilita a medição de temperaturas e a formação de imagens térmicas (termogramas) de um componente, equipamento ou processo, a partir da radiação infravermelha naturalmente emitida pelos corpos.

          Inspeção Termográfica é a técnica de inspeção não destrutiva realizada com a utilização de sistemas infravermelhos, para a medição de temperaturas ou observação de padrões diferenciais de distribuição de calor, com o objetivo de proporcionar informações relativas à condição operacional de um componente, equipamento ou processo.

          É importante ressaltar que a termografia é realizada com os equipamentos e sistemas em pleno funcionamento, de preferência nos períodos de maior demanda, quando os pontos deficientes tornam-se mais evidentes, possibilitando a formação do perfil térmico dos equipamentos e componentes nas condições normais de funcionamento no momento da inspeção.

          A Termografia é uma das técnicas de inspeção chamada de: Técnicas de Manutenção Preditiva definida por alguns como uma atividade de monitoramento capaz de fornecer dados suficientes para uma análise de tendências. As técnicas termográficas geralmente consistem na aplicação de tensões térmicas no objeto, medição da distribuição da temperatura da superfície e apresentação da mesma, de tal forma que as anomalias que representam as descontinuidades possam ser reconhecidas.

          Duas situações distintas podem ser definidas:

          Tensões térmicas causadas diretamente pelo próprio objeto durante a sua operação: equipamento elétrico, instalações com fluído quente ou frio, isolamento entre zonas de diferentes temperaturas, efeito termoelástico, etc.

          Tensões térmicas aplicadas durante o ensaio através de técnicas especiais (geralmente aquecimento por radiação ou condução) e certas metodologias a serem estabelecidas caso a caso, para que se possa obter boa detecção das descontinuidades.

          Em ambas situações é necessário haver um conhecimento prévio da distribuição da temperatura superficial (ou pelo menos que possa ser assumida com uma certa segurança), como um referencial comparativo com a distribuição real obtida durante o ensaio. O caso mais simples ocorrerá quando a distribuição da temperatura for uniforme e as descontinuidades se manifestarem como áreas quentes (por exemplo: componentes com maior resistência elétrica em uma instalação), ou áreas frias (fluxo interno de ar nos materiais).

Termografia passiva e ativa:

          A termografia poderia ser descrita como uma técnica de inspeção não destrutiva e não intrusiva, onde a distribuição de temperaturas de uma dada superfície é apresentada sob a forma de uma imagem térmica, através de uma câmera capaz de detectar radiações eletromagnéticas na faixa do infra-vermelho. O ensaio termográfico, comumente, tem sido utilizado para observação remota do perfil de temperaturas das superfícies dos corpos sob exame, sem que haja inserção deliberada de calor nos mesmos, sendo o contraste visual da imagem gerado pelo gradiente térmico espontaneamente existente. Esta metodologia pode ser caracterizada como termografia passiva.

          Na termografia ativa, o objeto é exposto a uma excitação térmica transiente, através de um pulso de aquecimento sobre a superfície a ser inspecionada, seguido da aquisição de dados (imagens/termogramas) do estágio de aquecimento e/ou resfriamento (observação da distribuição de temperatura) ao longo do tempo. A baixa difusidade térmica dos compósitos de matriz polimérica foi um dos motivos que permitiu o emprego de câmeras termográficas convencionais no trabalho com termografia ativa; para metais, seria necessário o emprego de equipamentos de alta freqüência de aquisição de imagens (>200Hz) para a maior parte das aplicações.

          Várias metodologias de estimulação térmica podem ser empregadas, cada qual com suas características e limitações próprias. Importante destacar que nem todos os defeitos detectáveis pela técnica ativa serão observados em tempo real, isto é, durante a aquisição dos termogramas. Há limites dimensionais de defeitos (tamanho e profundidade relativa) a partir dos quais torna-se necessário o emprego de algoritmos de tratamento de imagens para que os defeitos sejam percebidos nos termogramas. Estes limites dependem do material e podem ser determinados analiticamente. Sabe-se que temperatura medida em cada ponto da imagem termográfica é uma função das propriedades térmicas do material e a sua variação no tempo. Este princípio tem sido utilizado para desenvolver os algoritmos capazes de avaliar a profundidade dos defeitos detectados, de modo que as diferenças existentes sejam apresentadas em termos de contraste na imagem.

Radiações Ionizantes

          São ondas eletromagnéticas ou partículas que se propagam com alta velocidade e portando energia. As radiações eletromagnéticas mais conhecidas são: luz, microndas, ondas de rádio AM e FM, radar, laser, raios X e radiação gama. As radiações eletromagnéticas do tipo X e gama, são as mais penetrantes e, dependendo de sua energia, podem atravessar vários centímetros do tecido humano até metros de blindagem de concreto. Por isso são muito utilizadas para a obtenção de radiografias e para controlar níveis de material contidos em silos de paredes espessas.

          Os raios X utilizados nas aplicações técnicas são produzidos por dispositivos denominados de tubos de raios X, consistem basicamente de um filamento que produz elétrons por emissão termoiônica (catodo), que são acelerados fortemente por uma diferença de potencial elétrica (kilovoltagem) até um alvo metálico (anodo), onde colidem. A maioria dos elétrons acelerados são absorvidos ou espalhados, produzindo aquecimento no alvo. Cerca de 5% dos elétrons sofrem reduções bruscas de velocidade, e a energia dissipada se converte em ondas eletromagnéticas, denominadas de raios X.

          Radiação gama é emitida pelo núcleo atômico com excesso de energia (no estado excitado) após transição de próton ou nêutron para nível de energia com valor menor, gerando uma estrutura mais estável.

          Essas radiações possuem várias aplicações, entre elas a radioterapia, braquiterapia ambas na área da saúde, mas o nosso enfoque é na área da engenharia, com a radiografia industrial.

          A radiografia industrial é utilizada no controle de qualidade de textura e soldas de tubulações, chapas metálicas e peças fundidas é realizado com frequência com o uso de radiografia obtidas com raios X de alta energia ou radiação gama de média e alta energia.

As radiografias obtidas com raios X são realizadas , em geral, em instalações fixas ou em locais de providos de rêde elétrica, uma vez que, mesmo os dispositivos móveis de raios X, são muito pesados e de difícil mobilidade. O grande fator no peso são os transformadores de alta tensão, os sistemas de refrigeração do tubo e os cabos de alimentação. Para a obtenção de radiografias em frentes móveis, como por exemplo, o controle das soldas de oleodutos, gasodutos, tubulações de grande extensão, que estão em implementação no campo, utilizam-se fontes de radiação gama, como o irídio-192, césio-137 e cobalto-60. Estas radiografias são denominadas de gamagrafias.

          De forma geral esses procedimentos são realizados da seguinte forma: coloca-se um material sensível à radiação utilizada, emite um feixe de radiação sobre a área desejada, de tal forma a atravessar essa área e atingir o material sensível a radiação. Dessa forma podemos perceber os locais por onde a radiação passou livremente ou não, e distinguir no material sensível uma falha, fratura, trincas e outros defeitos.

Partículas Magnéticas

          O ensaio por partículas magnéticas é usado para detectar descontinuidades superficiais e sub superficiais em materiais ferromagnéticos. São detectados defeitos tais como: trincas, junta fria, inclusões, gota fria, dupla laminação, falta de penetração, dobramentos, segregações.

          O método de ensaio está baseado na geração de um campo magnético que percorre toda a superfície do material ferromagnético. As linhas magnéticas do fluxo induzido no material desviam-se de sua trajetória ao encontrar uma descontinuidade superficial ou sub superficial, criando assim uma região com polaridade magnética, altamente atrativa à partículas magnéticas. No momento em que se provoca esta magnetização na peça, aplica-se as partículas magnéticas por sobre a peça que serão atraídas à localidade da superfície que conter uma descontinuidade formando assim uma clara indicação de defeito.

          Alguns exemplos típicos de aplicações são fundidos de aço ferrítico, forjados, laminados, extrudados, soldas, peças que sofreram usinagem ou tratamento térmico (porcas e parafusos ), trincas por retífica e muitas outras aplicações em materiais ferrosos.

          Para que as descontinuidades sejam detectadas é importante que elas estejam de tal forma que sejam “interceptadas” ou “cruzadas” pelas linhas do fluxo magnético induzido; conseqüentemente, a peça deverá ser magnetizada em pelo menos duas direções defasadas de 90º. Para isto utilizamos os conhecidos yokes, máquinas portáteis com contatos manuais ou equipamentos de magnetização estacionários para ensaios seriados ou padronizados.

          O uso de leitores óticos representa um importante desenvolvimento na interpretação automática dos resultados.

Conforme Almeida (2008) as técnicas específicas dependerão do tipo de equipamento, do seu impacto sobre a produção, do desempenho de outros parâmetros chaves da operação da planta industrial e dos objetivos que se deseja que o programa de manutenção preditiva atinja.

Conclusão

Para um melhor funcionamento da manutenção preditiva devemos detectar os equipamentos mais criticos e fundamentais assim como na manutenção preventiva.

A manutenção preditiva, tem sido reconhecida como uma técnica eficaz de gerenciamento de manutenção. Com ela os funcionários da área passam a conviver rotineiramente com técnicas e ferramentas, que possibilitam detectar previamente problemas que sem a mesma não seriam detectados. MATUSHESKI (1997) destaca que com a aplicação de técnicas preditivas as plantas se tornam mais confiáveis, requerendo recursos menores de manutenção no longo prazo, acrescentamos que o ciclo de vida das máquinas e equipamentos tendem a aumentar além de possibilitarem uma operação com melhoria nos níveis de rendimento e produtividade.

Vantagens Competitivas da Manutenção Preditiva

          A adoção da manutenção preditiva proporciona detalhamento de itens específicos, como o controle e manutenção da qualidade do produto final que é gerado naquele equipamento ou instalação, reduções significativas de insumos descartados no meio ambiente, por exemplo quando se adota microfiltragem de óleo. Logo, a correta adoção e solidificação de modalidades de manutenção preditiva alinha-se com as estratégias anunciadas estudadas e implementadas em manutenção e manufatura, onde pode-se destacar o papel da manutenção preditiva como modalidade de manutenção fundamental como diferencial de produtividade, visto que a adoção dessa modalidade de manutenção acrescenta:

– Aumento de confiabilidade;

– Melhora da qualidade;

– Redução dos custos de manutenção;

– Aumento da vida útil de componentes, equipamentos e instalações;

– Melhora na segurança de processos, equipamentos, instalações e pessoas.

– Ganhos expressivos ao meio ambiente.

Bibliografia

  • http://pt.shvoong.com/social-sciences/1700280-manuten%C3%A7%C3%A3o-preventiva-manuten%C3%A7%C3%A3o-preditiva/;
  • http://www2.petrobras.com.br/tecnologia2/port/boletim_tecnico/v42_n1-4_jan-dez-1999/pdf/7Ferrografia.PDF
  • http://www.tecem.com.br/site/downloads/artigos/baroni.pdf
  • http://www.abende.org.br/info_end_oquesao_liquido.php?w=1366&h=768
  • http://www.qualidadeaeronautica.com.br/princ.LP.htm
  • http://www.cetre.com.br/portal/pdfs/apostila_lp.pdf
  • http://www.dem.feis.unesp.br/posgraduacao/tesespdf/rodrigocarvalhocunha/capitulos1e2_revisao_bibliografica.pdf
  • http://pt.wikipedia.org/wiki/Manuten%C3%A7%C3%A3o_preventiva;
  • http://www.klic.hpg.ig.com.br/manutencao_tipos_e_tendencias.htm;
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  • Produtividade-e-Reducao-de-Custos/pagina1.html;
  • www.confiabilidademp.com.br;
  • Nair,A. – “Acoustic emission monitoring of bridges: Review and case studies”, Engineering Structures 32 (2010) 17041714;
  • Velarde-Suarez , S. – “A predictive maintenance procedure using pressure and acceleration signals from a centrifugal fan”, Applied Acoustics 67 (2006) 49–61
  • Saravanan, A. – “Incipient gear box fault diagnosis using discrete wavelet transform (DWT) for feature extraction and classification using artificial neural network (ANN)”, Expert Systems with Applications 37 (2010) 4168–4181.
  • Botsaris, P.N. – “A preliminary estimation of analysis methods of vibration signals at fault diagnosis in ball bearings”; 4th International Conference on NDT – Grécia, 2007
  • www.compoende.com.br/liquido.doc
  • http://prope.unesp.br/xxi_cic/27_35061530802.pdf
Seu Futuro Agora!
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A PRÁTICA DE BRINCAR COM UMA CRIANÇA

Os jogos e as brincadeiras devem fazer parte do cotidiano das crianças. Através deles, a criança pode estimular o desenvolvimento do seu raciocínio lógico, da cooperação, criatividade, coordenação, imaginação e socialização.

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Autora: Elizabeth Neves Machado D’Ingiullo

Trabalho Final Curso “O Lúdico no Processo de Ensino e Aprendizagem”

Instituição: www.somaticaeducar.com

e-mail autora: bethden@uol.com.br

e-mail instituição: contato@somaticaeducar.com

O Lúdico

Introdução do Projeto:

Os jogos e as brincadeiras devem fazer parte do cotidiano das crianças. Através deles, a criança pode estimular o desenvolvimento do seu raciocínio lógico, da cooperação, criatividade, coordenação, imaginação e socialização. Através do jogo, as crianças aprendem a respeitar regras, discutir, inventar, criar e transformar o mundo onde estão inseridos.

Ao brincar a criança amplia seus conhecimentos por meio das conversas e discussões que venham a acontecer durante a interação com as demais, ou ainda, quando está sozinha, através de sua própria imaginação que transforma seus brinquedos em seres animados capazes de dialogar com ela, estabelecendo também uma interação produtiva em termos de aprendizagens.

O trabalho com o lúdico é uma prática fundamental para ser utilizada em sala de aula em todas as fases de aprendizagem. É através dos jogos e brincadeiras que os alunos desenvolvem suas habilidades cognitivas e motoras, proporcionando ao professor a observação do desenvolvimento da criança por meio da sua liberdade para criar e imaginar diversas situações.

Jogos e brincadeiras são ferramentas importantíssima no processo de desenvolvimento da criança, por esse motivo, muito pode ser trabalhado nesse sentido. Contar histórias, ouvir histórias, dramatizar, jogar com regras, desenhar, entre outras atividades, constituem meios prazerosos de aprendizagem. À medida que a criança interage com os objetos e com outras pessoas, construí relações e conhecimentos a respeito do mundo em que vive.

Além de jogos e brincadeiras, acho importante ensinar também as crianças a produzir brinquedos com sucatas. É muito interessante ver uma criança transformar um simples copo ou uma garrafa de plástico, por exemplo, em uma fantástica nave espacial com tripulantes e tudo.

A brincadeira que planejei para atender essa atividade foi a de ler uma história e depois trabalhar na confecção de um brinquedo (com sucata) no formato do personagem principal da história lida.

Desenvolvimento do Projeto “A Prática de Brincar”

Nome completo: Elizabeth Neves Machado D’Ingiullo

Curso: O Lúdico no Processo de Ensino e Aprendizagem

E-mail: bethden@uol.com.br

Primeiro nome da criança: Rebecca

Idade da criança: 5 anos

A criança tem algum problema de saúde: Não

Condições físicas e emocionais da criança no início da atividade: Boas condições físicas e emocionais, sem sinais de ansiedade, depressão ou problema de comportamento.

Descrição e reflexão sobre a atividade brincar vivenciada

A atividade planejada foi a de contar uma história. A história que escolhi foi “A Princesa e o Sapo”. Escolhi essa história porque fala sobre cooperação, honestidade, bondade e diálogo.

Através da história, a criança pode desenvolver a imaginação, a criatividade, as emoções, o gosto pela leitura e pela linguagem, criando empatia com os personagens. As histórias despertam na criança o lado lúdico, sabemos que é no lúdico que a criança desenvolve criatividade e senso crítico.

As histórias são excelentes ferramentas para ajudar a criança na observação, reflexão e memória.

Após a narrativa, a criança será convidada a participar da produção de um porta-objeto com material reciclado no formato de um sapo. Será um momento especial, de muita diversão e conscientização ambiental.

O brinquedo confeccionado com recicláveis, além de ajudar a preservar o meio ambiente, contribui para o desenvolvimento da criatividade da criança, do seu pensamento crítico e do aprendizado em relação ao desperdício. É uma maneira simples, barata e divertida de educar e contribuir para a formação de cidadãos críticos, facilitando a internalização das regras e valores.

Objetivo pretendido com a brincadeira Jogos e brinquedos disponibilizados.

Os objetivos pretendidos com essa atividade:

– Incentivar o prazer pela leitura e por ouvir histórias.

– Conhecer-se e reconhecer no outro diferenças em relação a si próprio, respeitando-as.

– Perceber que suas atitudes geram consequências nas relações sociais e naturais.

– Usar diferentes linguagens para expressar motivos, razões e as próprias vivências.

– Envolver a criança na produção de objetos que utilizam materiais recicláveis.

– Incentivar a criança a valorizar os recursos naturais, evitar o desperdício, reaproveitando tudo que pode ser reaproveitado.

Como você se apresentou e explicou sua atividade à criança?

Apresentei-me como alguém que adora contar histórias. Contei-lhe que conhecia muitas histórias bonitas e divertidas. Com jeitinho fui introduzindo pequenas conversas para quebrar o silêncio dela naquele momento, elogiando seu vestido, seu cabelo, e introduzindo informações sobre a atividade, despertando-lhe a curiosidade sobre a história que eu iria lhe contar.

Continuei aguçando seu interesse, contando-lhe que dentro da minha sacola tinha muitas coisas divertidas para brincarmos. Ela foi ficando cada vez mais animada e interessada na atividade.

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Qual foi a estratégia de abordagem à criança utilizada por você?

Depois de ter me apresentado e despertado a curiosidade da criança, desenrolei um tapete que eu havia levado para desenvolver a atividade. Penso que criar um ambiente aconchegante influencia muito na hora dela soltar a imaginação e acaba deixando a experiência ainda mais emocionante.

Sentei-me e a convidei a sentar-se também. Depois tirei dois fantoches (sapo e princesa) um de cada vez da minha sacola. Ao ver os fantoches, ela se sentou mais perto de mim e seus olhinhos curiosos brilharam. Ele estava visivelmente motiva a ouvir a história.

Como a criança reagiu a sua aproximação?

Inicialmente tímida, mas conforme fui conversando e lhe mostrando o que eu havia trazido, rapidamente ficou receptiva e muito interessada em ouvir a história.

Qual foi o comportamento da criança durante a atividade: forma de interação da criança com você e com os jogos e brinquedos propostos?

A criança se manteve atenta, interessada e concentrada. De acordo com o desenvolvimento da história, ela ora vibrava ora demonstrava desapontamento ou ansiedade.

Enquanto esperávamos a cola do porta-objetos secar, motivei-a a expressar suas ideias e impressões a respeito da história que eu lhe contara. Depois, ela me pediu para segurar os fantoches. Então pedi-lhe para que contasse a história usando os fantoches. Ela imediatamente aceitou e recontou a história. Foi um momento ótimo, de muita descontração.

Quanto à confecção do porta-objeto personalizado, ela amou a ideia e foi muito receptiva. Produziu cada parte do objeto com muita atenção e cuidado. Quando viu o porta-objeto pronto, com a aparência do sapinho da história, ficou ainda mais feliz. Depois que o pegou, não parou de abrir e fechar o zíper da boca do sapinho, dizendo: – Fui eu que fiz. Um momento encantador!

Fatores que facilitaram e dificultaram o desenvolvimento da atividade lúdica.

Os fatores que facilitaram o desenvolvimento dessa atividade foram: Eu ter me preparado bem antes de aplicar a atividade. Li e reli a história. Pratiquei contar a história várias vezes. Ensaiei a voz de cada personagem, as entonações das falas dos personagens para cada momento da história, a fim de que a criança pudesse reconhecer facialmente os sentimentos de alegria, medo, dúvida, etc.  Todos os gestos e os movimentos do meu corpo foram estudados e elaborados para melhor poder contar a história.

Durante toda a narrativa procurei manter o olhar nos olhos da criança. Tive também a preocupação de explicar o significado das palavras que considerei mais difíceis, mas sem perder a atenção da criança.

Para a atividade com o material reciclado, levei as duas garrafas já cortadas. Todos os demais materiais foram levados limpos, organizados, e sem oferecer perigo quando fossem manipulados. Esses foram apresentados para a criança individualmente para que ela pudesse identificar cada um e entendesse como eles seriam usados para a confecção do porta-objetos.

Qual é sua avaliação sobre a atividade vivenciada?

A minha avaliação dessa atividade foi muita boa, por ter sido bem significativa e prazerosa para a criança e gratificante para mim.

Refletindo sobre toda atividade, foi possível compreender como é importante planejar e compreender os caminhos que serão trilhados durante a aplicação da atividade. E, no final, fazer uma avaliação, com a finalidade de verificar se os objetivos planejados foram alcançados e/ou se precisam ser revistos e melhorados.

Através dessa atividade, embora tenha sido curta e isolada, ficou claro que quando se conta uma história, é possível despertar a imaginação, a criatividade e até o gosto pela leitura na criança.

Quando apresentamos a leitura de forma lúdica, mágica, prazerosa, proporcionando conhecimento e despertando a imaginação, sonhos, sentimentos, entre outros. Aí, o encantamento pela leitura é inevitável.

Quanto à confecção do porta-objetivo, foi outra grata surpresa. A criança ficou motivada e empenhada em produzir o objeto, principalmente depois que lhe contei que o porta-objeto seria no formato do personagem principal da história, o sapo. Enquanto confeccionávamos o porta-objeto com materiais recicláveis, fiquei lhe explicando a importância de se reciclar para a vida das pessoas e do nosso planeta.

O que você manteria em relação ao seu planejamento da atividade e por quê?

Na verdade, manteria esse planejamento, porque com ele conseguiu atingir todos os objetivos propostos. As atividades foram executadas com pleno êxito e com excelentes resultados.

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E o que você faria diferente e por quê?

O que eu acrescentaria para aprimorar essa atividade: Colocaria mais objetos na minha sacola para representar cenários, outros personagens e para efeitos sonoros. Uma tigela com água, por exemplo, poderia ser o lago na história. Criativos recursos visuais e sonoros enriquecem ainda mais o momento da narrativa.

O que eu acrescentaria para aprimorar essa atividade: Colocaria mais objetos na minha sacola para representar cenários, outros personagens e para efeitos sonoros. Uma tigela com água, por exemplo, poderia ser o lago na história. Criativos recursos visuais e sonoros enriquecem ainda mais o momento da narrativa.

Porta-objetos em formato de sapo.

Materiais necessários:

– Duas garrafas pet verdes

– Tesoura

– Zíper vermelho

– Cola super bonder (ou similar)

– Pedaço de papel branco

– Caneta preta

passo 1

 

Passo a passo

1º passo: Duas garrafas verdes pet (já que essa é a cor dos sapos) da mesma cor e do mesmo tamanho.

2º passo: Cortar as duas garrafas pet da mesma maneira, ficando apenas com a parte inferior de ambas.

Passo 2

3º passo: Pegar um zíper vermelho para fazer referência à boca do sapo. Passar cola em suas duas extremidades. Colar cada uma das partes de garrafa pet em uma extremidade. Esperar secar para continuar.

Passo 3

4º passo: No pedaço de papel branco, desenhar e recortar dois círculos, que serão o contorno dos olhos do sapo. No centro de cada um deles, com a caneta preta, desenhar duas bolinhas. Colar os olhos em uma das garrafas pet. Pronto! Um porta-objetivos no formato de um sapinho.

 “As atividades lúdicas possibilitam o desenvolvimento integral da criança, já que através destas atividades a criança se desenvolve afetivamente, convive fisicamente e opera mentalmente.” Airton Negrine

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O que é arqueação de navios ou Draft Survey?

A arqueação é a medida do volume interno de uma embarcação. A arqueação de cada navio compreende a arqueação bruta e a arqueação líquida. Atualmente, as medidas de arqueação internacionalmente em vigor consistem em valores adimensionais obtidos por fórmulas de cálculo onde entram os volumes expressos em metros cúbicos, o número de passageiros, o pontal e a imersão de cada navio.

Arqueação Bruta

 

A arqueação bruta (AB ou GT, em inglês: gross tonnage) é a função do volume de todos os espaços interiores de um navio, medidos desde a quilha até à chaminé pelo exterior do cavername.

A Arqueação Bruta consiste portanto numa espécie de índice de capacidade, usado para classificar um navio com os objetivos de determinar as suas regras de governo, de segurança e outras obrigações legais, sendo um valor adimensional, apesar da sua derivação estar ligada à capacidade volumétrica expressa em metros cúbicos.

As medida da Arqueação Bruta está regulada da ICTM 1969, que a define como “a função do volume moldado de todos os espaços fechados do navio”.

 

Arqueação Líquida

A arqueação líquida (Net Tonnage) é uma medida dos espaços úteis para transporte de carga ou de passageiros.

 

Tonelada de Arqueação (Tonne)

É a unidade de volume em que era expressa a arqueação antes da entrada em vigor da Convenção de 1969. Também designada por tonelada Moorson , representa o volume equivalente a 100 ft3 (2.832 m3).

 

Resumindo a Arqueação Bruta reflete a dimensão do navio e a Arqueação Líquida reflete a capacidade do navio gerar receita. 

Os volumes considerados são medidos sobre as linhas de traçado, podendo portanto ser calculados com base em desenhos. A arqueação líquida é função do número de passageiros, o número de tripulantes não é tido em conta.

 

Alguns Cálculos de Arqueação Bruta e Líquida

Arqueação Bruta

tempo de qualificação com a Somática Educar
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Cálculo da Arqueação Líquida
arqueação líquida

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O Futuro Não Acontece Por Acaso. Nós Criamos o Futuro

A formação no Brasil se refletirá no futuro do Brasil amanhã

O Ensino a Distância vem conquistando cada vez mais credibilidade e relevância na sociedade e no mercado de trabalho. Mais baratos e flexíveis, as matrículas nos cursos a distância vêm crescendo exponencialmente a cada ano que passa.

Dados mais recentes do Censo da Educação Superior, coletados em 2016 e publicados no segundo semestre de 2017, apontam que mais de 18% das matrículas no Ensino Superior são em cursos a distância, alcançando a marca de 1.494.418 em 2016. Em 2006, o percentual de participação da modalidade era de apenas 4,2 % do total de matrículas.

Através da forte tendência de demanda, muitas empresas vem apostando no mercado de cursos a distância. Contratando pessoal qualificado e com um curriculum diferenciado.

Estar qualificado e atualizado através dos cursos a distância sem dúvida é melhor opção para quem não possui tempo para frequentar uma aula presencial.

Vale a pena investir em um cursos a distância?

Nossa resposta é sim! Segundo publicação da Revista Exame, nos próximos anos, os orçamentos nacionais serão cada vez mais pressionados pelos gastos com as infraestruturas físicas (hard) e tecnológica (soft) imprescindíveis para fornecer ecossistemas adequados à inovação, à reciclagem e à requalificação de competências. Uma prioridade deverá ser a educação às novas demandas.

Ter um diploma sem atualização e adequação ao campo digital e á capacidade ao pensamento crítico, á formação de competências, a empatia, a sensibilidade e a cooperação na área, de nada adiantará no Novo Mercado de Trabalho que faz-se exigências personalizadas em cada área do conhecimento.

O Futuro está Aqui e Agora! As empresas estão buscando pessoas treinadas, com pensamento crítico e com múltiplas competências

Quem diria que teríamos que libertarmos das especializações, em parte. Entender o todo e ser especializado em uma área é o futuro do Novo Mercado de Trabalho.

Com a avalanche de informações que a mídia nos apresenta diariamente através da onda web, chegar em uma empresa sem ter um pensamento crítico do que está acontecendo com o Mundo e a sua área de atuação, seria o mesmo que você estar mostrando para o seu futuro empregador que se tornou uma máquina e máquinas provavelmente seu empregador já possui. Não precisa contratar pessoas que são alheias ao mundo. O Mundo inova, a Empresa Inova, Exige Pessoas que Vistam a Camiseta e Estão Atualizadas e Não Simplesmente Estão Lá para Receber Salários.

Esse é o Futuro do Mercado de Trabalho que Bate a Nossa Porta. Não Estarmos Preparado é um Risco à Sobrevivência.

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O que é Doma Racional Interativa?

A arte da Doma de Cavalos

 

Saiba Mais Sobre Doma Interativa de Cavalos

 

Domar o cavalo não se resume apenas em conseguir montá-lo, mas também definir uma comunicação eficiente com ele, fazendo-o compreender os comandos emitidos. Porém, essa comunicação só será estabelecida a partir de uma série de estratégias e treinamentos específicos que permitirão o desenvolvimento do vínculo homem/animal. Pensando nisso, oferecemos o Curso Online Doma Racional Interativa. Com ele, você aprenderá sobre horsemanship, as ajudas e as falhas na comunicação, doma x equitação, processo de iniciação, a duração e a condução das lições e muito mais.

 

O curso é ministrado pelo  Prof. Paulo Guilhon que é Consultor e hipólogo. Especializado em equitação acadêmica, psicologia e etologia equídeas, hipologia geral, iniciação de cavalos (doma), capacitação profissional de cavalariços, além de ser autor de livros e artigos publicados em revistas e sites de natureza equestre.

 

Informações: contato@somaticaeducar.com

whatsapp: 55 999876524

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Manutenção de Aerogeradores

Sobre os Parques Eólicos

Uma usina eólica é formada por um conjunto de torres com aerogeradores, postos de transformação, cabos subterrâneos, central de comando e subestação, além de instalações e equipamentos complementares. Apesar de as torres metálicas serem, por enquanto, mais utilizadas no Brasil – por conta de a demanda de instalação não ser integralmente atendida por fabricantes das peças de concreto -, o concreto é um material mais competitivo, pois permite vencer alturas maiores e, assim, aumentar o potencial de geração energética. As torres eólicas podem chegar a mais de 100 m de altura.

Todo o processo de implantação e implementação do parque eólico exige-se diversas etapas, representando uma grande concentração no fornecimento de bens e serviços.As etapas de prospecção e manutenção/operação, contrastam com o grande número de equipamentos pesados de movimentação de carga e de profissionais exigindo um extenso cronograma inclusive de contratação de mão – de – obra e de empresas terceirizadas.

Temos como componentes de uma Turbina Eólica : Componentes de uma turbina eólica: 1-Fundação, 2-Conector à rede elétrica, 3-Torre, 4-Escada, 5-Controle de orientação (Yaw control), 6-Nacelle, 7-Gerador, 8-Anemômetro, 9-Freio elétrico ou mecânico, 10-Caixa de velocidades, 11-Lâmina, 12-Controle de orientação (pitch control), 13-Roda.

Componentes de Uma Turbina Eólica

Todos esses componentes após a sua instalação exigem uma manutenção preditiva e preventiva em seus equipamentos.

A Somática Educar está com inscrições abertas para o curso Manutenção de Aerogeradores no qual serão abordadas as diversas formas de se realizar a manutenção de grandes turbinas eólicas, com orientações técnicas através de imagens e orientações detalhadas.

O curso será ministrado pelo Professor Edson Meirelles que possui um vasto curriculum e formação na área Eólica, ministrando cursos tanto online como presencial em diversas regiões no Brasil.

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Fontes Consultadas:
– Rodnei Corsini – http://infraestruturaurbana17.pini.com.br
– Guia do Setor Eólico do RN – CTGAS/RN

 

 

 

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