Evolução da Manutenção

Podemos dizer que, a manutenção vive sua quarta geração, com mudanças perceptíveis e participação de forma estratégica, na organização ao longo do tempo.

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Autor: Jean Cássio Plucinski

e-mail: jean.plucinski@senairs.org.br

Curso Técnicas Preditivas Aplicadas à Detecção de Falhas em Equipamentos Industriais

Podemos dizer que, a manutenção vive sua quarta geração, com mudanças perceptíveis e participação de forma estratégica, na organização ao longo do tempo. Tal ação deixou de ser apenas “o ato de consertar” para se transformar em uma atividade que tem um corpo de Engenharia por trás, para garantir a disponibilidade dos ativos da organização. Podemos definir as gerações da manutenção da seguinte maneira:

1ª Geração – Período pré-guerra mundial:

A Manutenção atua após a falha dos equipamentos, sendo responsável por restabelecer os processos. Eram solicitadas habilidades voltadas ao reparo do equipamento. Os serviços eram voltados a manutenção CORRETIVA;

2ª Geração – Período pós-guerra mundial:

O aumento na mecanização do processo produtivo elevou, assim, a complexidade das instalações industriais. O custo de manutenção fora elevado, também, comparado aos custos operacionais, isso devido ao aumento da busca de produtividade. Dessa forma, deu-se início ao planejamento de manutenção e as atividades de manutenção PREVENTIVA;

3ª Geração – A partir da década de 1970:

  Devido à aceleração do processo produtivo, a sua parada aumenta e muito os custos produtivos. O aumento da demanda de disponibilidade dos equipamentos exigiu maior participação da Engenharia. São inclusas as primeiras ferramentas para identificar falhas potenciais, identificação de 6 padrões de falha, segundo Nowlan & Heap e Moubray. Devido aos elevados custos das paradas, é dado o início as atividades de manutenção PREDITIVA.

4º Geração – Dias Atuais:

A preocupação com o gerenciamento dos ativos da organização cresceu, a manutenção passou a ser centrada à confiabilidade e houve o aumento na manutenção PREDITIVA. Ocorreu, também, a introdução de projetos com a finalidade de melhorar a confiabilidade dos equipamentos. Houve o aumento da participação ativa nos projetos da empresa, desde concepção até a entrega. Faz parte da estratégia do negócio.  Surge o conceito de manutenção PRESCRITIVA.

Bom, essas são as definições, conforme a grande maioria das leituras sobre Engenharia de Manutenção. Alguns separam a 4ª Geração entre as décadas de 1990 e 2000 e a 5ª Geração a partir do ano de 2010. De qualquer maneira, atualmente, as organizações enxergam tal departamento como estratégia do negócio. E, com o mercado cada vez mais competitivo, onde todos buscam a excelência operacional.

Uma breve explicação sobre gestão de manutenção

Manter as finanças e o fluxo de caixa em dia, elaborar a logística para uma entrega e o controle dos fornecedores exigem boa gestão. Assim também é para a manutenção. Afinal, a falta de equipamentos em boas condições compromete o desempenho de todas as demais áreas da companhia.

Cada vez mais os gestores de empresas e indústrias têm adotado como prática a gestão da manutenção como forma de economizar tempo e recursos, diminuindo as chances de problemas relacionados a danos em equipamentos.

Isso faz com que a empresa seja mais organizada e tenha controle sobre um processo indesejado.

Gestão da manutenção é, então, o processo de supervisionar o funcionamento regular e permanente de recursos técnicos, máquinas, equipamentos e ferramentas, evitando quebras e paradas na produção, desperdício de dinheiro em procedimentos ineficientes e garantindo a qualidade dos produtos.

Referência à norma técnica

Na norma técnica NBR5462 de 1994, a manutenção pode ser definida como:

A combinação de todas as ações técnicas e administrativas, incluindo as de supervisão, destinadas a “manter” ou “recolocar” um item em um estado, no qual possa desempenhar uma função requerida.

Tal norma trata a respeito dos principais termos utilizados. Em resumo, podemos dizer que, a manutenção tem como missão garantir o funcionamento dos equipamentos/instalações de uma organização.

Texto dissertativo baseado no conteúdo apresentado no curso e informações contidas na Wikipédia (https://pt.wikipedia.org/wiki/Manuten%C3%A7%C3%A3o)

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Perícias Aduaneiras

As perícias aduaneiras fazem parte do sistema de controle do Estado, e permitem a justa e exata identificação e quantificação de mercadorias ou equipamentos importados ou exportados.

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Autor: Antonio Paulo Monteiro de Souza

Curso Draft Survey

e-mail: djpauloms@yahoo.com.br

A importância da perícia aduaneira, para quantificação e identificação de mercadorias e equipamentos a serem importados ou exportados, como forma de controle pelos órgãos fiscalizadores, essenciais à defesa dos interesses fazendários nacionais, ou seja, visa evitar possível evasão ou recolhimentos a menor de tributos, e ainda a aquisição de bens de consumo ou materiais orgânicos que poderiam prejudicar a economia, a indústria, a agropecuária nacional dentre outros.

            A autoridade aduaneira, em caso de duvida solicita a identificação ou à quantificação da mercadoria, sendo esta perícia realizada por órgãos ou entidades da Administração Pública ou por entidades privadas ou peritos especializados, previamente credenciados. A perícia também poderá ser solicitada pelo exportador ou importador.

            A identificação e quantificação, no caso de commodites a serem exportadas, por exemplo a exporação de bauxita ou ferro, utilizando a ferramenta da arqueação, fazem com que o órgãos de controle / gestores, tenham um perfil das transações comerciais internacionais dessas commodites, mostrando dentre outras, a balança comercial do Brasil; o ambiente de negócios com demais países; o impacto no PIB – produto interno bruto; a geração de empregos no setor; a questão sócio ambiental, a questão de logística de transporte, etc.

            Com o aumento da produção do agronegócio, com destaque da soja, o país tornou-se um grande exportador. Aí a importância da perícia aduaneira tem relevância, com destaque a perícia onde a arqueação se faz necessária, por utilizar navios de grande porte, e ainda com o surgimento de novos portos, e consequentemente uma maior fiscalização aduaneira, esta quantificação e identificação por parte de peritos em arqueação tende a crescer.

            Nos casos de importações de equipamentos, não fabricados pela indústria nacional, e que por legislação aduaneira tem direito a ex-tarifário – isenção de imposto de importação – cabe perícia, solicitada pela autoridade aduaneira quando houver duvida, neste caso a perícia é realizada por perito especializado.

            As perícias aduaneiras fazem parte do sistema de controle do Estado, e permitem a justa e exata identificação e quantificação de mercadorias ou equipamentos importados ou exportados.

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A geração de energia a partir das ondas do mar

Além da grande (talvez maior) vantagem de ser uma energia de fonte renovável, a geração de energia através das ondas quase não apresenta riscos ao meio ambiente e, no caso do Brasil, existe grande disponibilidade de sua “matéria prima”, já que dispomos de um litoral de aproximadamente oito mil quilômetros de extensão

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Autora: Melissa Maria Carvalho Portella Prazeres
e-mail: melissacportella@outlook.com
Curso: Engenharia e Gestão de Energias Renováveis

Quando se trata de geração de energia através de fontes renováveis, o Brasil é referência para os outros países do globo. De acordo com o Ministério de Minas e Energia, em 2016, 43,5% da matriz energética brasileira vinha deste tipo de fonte. Se considerada apenas a geração de energia elétrica, esse número sobe para 81,7%.


Para agregar a gama de opções que temos disponíveis, foi instalada no Ceará, em 2012, a 60km de Fortaleza (mais especificamente no quebra mar do Porto do Pecém) a Usina do Porto de Pecém, um projeto piloto de geração de energia de ondas, que possui tecnologia inteiramente nacional e surgiu da parceria dos pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Coordenação dos Programas de Pós-graduação de Engenharia (COPPE).


O princípio da geração de energia através das ondas do mar é simples e ao mesmo tempo fantástico: as oscilações do mar movimentam os osciladores para cima e para baixo, que acionam as bombas hidráulicas e, por sua vez, impulsionam a água doce, que se encontra sob pressão dentro de um reservatório, para girar a turbina. Assim como nas hidrelétricas, a energia cinética gerada pela rotação das turbinas é convertida em energia elétrica.


Além da grande (talvez maior) vantagem de ser uma energia de fonte renovável, a geração de energia através das ondas quase não apresenta riscos ao meio ambiente e, no caso do Brasil, existe grande disponibilidade de sua “matéria prima”, já que dispomos de um litoral de aproximadamente oito mil quilômetros de extensão.


Como qualquer método de geração de energia, existem também os pontos negativos que devem ser levados em conta, e que neste caso incluem: afastamento da fauna marinha e incômodo à população local gerados pelo possível ruído dos equipamentos, possíveis alterações na corrente de marítimas e no regime de marés, afetando a biodiversidade do meio, além dos altos custos de instalação.


Apesar de ainda precisarmos de estudos que confirmem e quantifiquem os prejuízos causados por uma possível implantação desse método, é uma forma de geração de energia com alto potencial de sucesso para enriquecer ainda mais a matriz energética brasileira, desde que executada com toda a cautela necessária para qualquer método de geração de energia.

Para saber mais sobre o trabalho

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PLANILHA DE CÁLCULO PARA ARQUEAÇÃO DE CARGA DE NAVIOS – CASOS PRÁTICOS PARA A DETERMINAÇÃO DA QUANTIDADE EMBARCADA OU DESEMBARCADA

Arqueação de carga de navios efetuada mediante planilha de cálculo com o propósito de garantir rapidez, eficácia, acurácia e segurança ao arqueador em todas as fases do processo

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Autor: DERLI DA SILVA FARIA

Somática Educar

Curso Arqueação de Navios – Draft Survey

RESUMO Arqueação de carga de navios efetuada mediante planilha de cálculo com o propósito de garantir rapidez, eficácia, acurácia e segurança ao arqueador em todas as fases do processo. Para tal, a fundamentação teórica sobre navios está embasada no livro Arte Naval e em trabalhos disponibilizados na WEB, cujas referências estão informadas nos tópicos específicos e nas citações bibliográficas deste trabalho. Considerando que a arqueação de cargas é uma atividade internacional, algumas terminologias utilizadas neste trabalho também estão no idioma inglês. Objetivo Apresentar o trabalho de conclusão do curso de Arqueação de Navios requerido pela Somática Educar, que consiste em uma PLANILHA de cálculo, elaborada pelo autor, para facilitar o cálculo da quantidade de carga no processo de Arqueação de Navios. A PLANILHA foi desenvolvida com base nos conhecimentos adquiridos neste curso e na experiência do autor vivenciada como arqueador. A comprovação da acurácia da PLANILHA está demonstrada nos casos práticos apresentados neste trabalho.

Curso Arqueação de Navios

Limites Limitações deste trabalho:

(1) O processo de arqueação de navios pode ser utilizado para o cálculo de qualquer tipo de carga, todavia este trabalho não está voltado para a arqueação de navios que transportam produtos químicos, gases, bunkers, containers, passageiros e carga geral, mas sim para os navios graneleiros que transportam Trigo, Soja, Açúcar, Fertilizantes, Carvão, Pellets, Cítricos, Minérios, etc.

(2) Este trabalho apresenta somente as informações das estruturas dos navios que são indispensáveis ao conhecimento do arqueador para o processo de arqueação.

(3) Não discorre sobre a regulamentação da profissão do arqueador, mas recomenda que ele tenha: conhecimento teórico de arqueação e das estruturas navais; conhecimento de inglês; que domine as funções matemáticas requeridas para a arqueação; tenha boa condição física e que seja treinado por um ou mais arqueadores por um período suficiente para adquirir a confiança prática de fazer sozinho uma arqueação.

(4) Também não discorre sobre a regulamentação dos equipamentos de proteção individual – EPI`s, mas recomenda o seu uso, bem como a obediência aos protocolos requeridos para o exercício da profissão e, em especial, o respeito ao mar.

  1. CONCEITOS BÁSICOS
    1.1. Arqueação
    É a medida da capacidade dos espaços internos de uma embarcação mercante.
    Usa-se também a expressão ARQUEAÇÃO para a atividade de determinação do peso da carga a granel, embarcada ou desembarcada em um navio mercante, que é o propósito deste trabalho. 1.1.1. Arqueação do peso da carga de navio
    Arqueação do peso da carga de navio, Draf Survey, é o método utilizado para o cálculo do peso da carga embarcada ou desembarcada em um navio, que é efetuado pelas medições das mudanças das condições de flutuação do navio. A flutuação do navio é medida pelo seus calados, que determinam o volume de água deslocado, antes do início e no fim das operações de carga ou descarga. A técnica é baseada no princípio de Arquimedes.
    Em alguns casos, carga ou descarga de produtos diferentes, ou para clientes diferentes, medições intermediarias são necessárias.
    A exatidão do processo de medição depende muito da experiência do arqueador (Draft Surveyor) e da exatidão de suas medições.
    O método de execução está detalhado no capítulo 13 deste.
    1.1.2. Tonelagem de arqueação – Tonnage
    Embora não seja o objeto deste trabalho, faz-se necessário uma abordagem sobre o assunto para que haja o discernimento da diferença com o processo de arqueação de carga.
    Tonelagem de Arqueação é um atributo específico de cada navio, é a medida da capacidade dos espaços internos de uma embarcação mercante, calculada por uma Autoridade Marítima reconhecida e consignada em um Certificado de Arqueação Oficial. No Brasil o termo arqueação é sinônimo de tonelagem que no idioma inglês é “tonnage”.
    Sobre a Tonelagem de Arqueação, são baseadas todas as obrigações e exigências impostas pelas Leis e Regulamentos Internacionais, como também as taxas, tarifas, direitos, etc., que incidem nas atividades operacionais do navio, como: praticagem, fundeio, atracação, reboque, trânsito de canais, docagem, etc. A tonelagem de Arqueação é usada para a comparação da capacidade de transporte dos navios mercantes. 1.1.2.1. Arqueação Bruta (AB), GROSS TONNAGE – É a expressão do tamanho total da embarcação, determinada de acordo com as prescrições da Convenção Internacional sobre Medidas de Navios de 1969. A maneira mais adequada de expressar essa capacidade é medir os volumes internos, sem considerar os espaços isentos previsto no regulamento. 1.1.2.2. Arqueação Líquida (AL), NET TONNAGE – Da AB faz-se um desconto de outros espaços chamados de dedutíveis, referentes aos espaços ocupados pelas máquinas, combustíveis, espaços destinados a tripulação e outros espaços não destinados ao transporte de cargas ou de passageiros para a determinação da AL. Corresponde a capacidade útil da embarcação.

Para saber detalhes sobre o trabalho

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O Agente Marítimo

O agente marítimo nada mais é que um representante legal dos armadores (donos das embarcações), sendo conhecido como agente de navegação.

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 Instituição: Somática Educar

Curso:  Curso Agenciamento Marítimo

Autor: ADEMAR HARUO FUJIYAMA

E-mail: ademar2044@yahoo.com.br

Sabemos que existem diversos auxiliares da navegação, dentre eles o agente marítimo (shipping agent), o qual, de antemão, já salientamos que difere do agente de carga (freight forwarder). A diferença entre eles é bem clara, ainda que muitos tendam a confundir os papéis e nomenclaturas.

Apenas esclarecendo, o chamado “agente de carga”, tais como os transitários, despachantes aduaneiros e comissárias de despacho, como o próprio nome sugere, se relaciona com a carga e não com o navio; ele, que é contratado sempre pelo afretador, age como um intermediário entre o exportador ou importador e as empresas de transporte e logística, sendo ele, portanto, o responsável não apenas pela contratação do transporte da carga como também pela consolidação e desconsolidação da mesma, assim como todos os serviços correlatos, nos termos do art. 37, §1º, do Decreto nº37/1966, e da IN RFB nº800/2007.

O agente marítimo nada mais é que um representante legal dos armadores (donos das embarcações), sendo conhecido como agente de navegação.
Somática Educar

É, portanto, o profissional prestador de serviços logísticos que faz o intermédio entre o Embarcador e o Transportador, representando os interesses do importador ou do exportador a respeito da carga transportada pelo modal marítimo internacional.

Por outro lado, o “agente marítimo”, é um agente do navio, visto que sua função é exatamente representar o armador, isto é, o dono da embarcação, o qual, na maioria das vezes, é o seu contratante. Ou seja, esse agente é contratado para atuar como intermediário entre o armador e a praça onde o navio irá atracar.

O agente marítimo nada mais é que um representante legal dos armadores (donos das embarcações), sendo conhecido como agente de navegação. Diferentemente do agente de cargas, o agente marítimo é o profissional que trata dos interesses do armador junto aos portos, da mesma forma que realiza o gerenciamento do navio, razão pela qual acaba por ser o principal ator na comunicação com todos os demais envolvidos e que atuam nos terminais marítimos de cargas.

Ocorre, porém, que esse agenciamento marítimo tanto pode ser comercial como operacional, onde cada uma dessas modalidades possui características bem distintas.

No campo comercial, como o próprio nome sugere, o agenciamento objetiva a busca por novos clientes e apontamentos, inclusive com análise das necessidades verificadas e a propositura de soluções que venham a atrair um maior número de negócios. Em outras palavras, almeja a prospecção de clientes, fazendo estudos para a descoberta de maiores e melhores oportunidades de negociação. Esse profissional precisa estar sempre atento às notícias, procurando dialogar com pessoas de diversas áreas e empresas, até para estar constantemente ligado às questões de mercado. Daí a origem da terminologia “agenciamento comercial”.

Por outro lado, temos o chamado “agenciamento operacional”, o qual já faz parte de uma etapa posterior, uma vez que este se encarrega de receber e tratar os clientes angariados pelo agente marítimo comercial. A tarefa, aqui, girará em torno de consultorias sobre as legislações envolvidas, principalmente as locais, além de indicar alternativas mais vantajosas, a fim de minimizar os custos das operações. São eles que proporcionam um atendimento completo ao armador, verificando a parte documental, estudando as características dos portos e a logística do setor, mantendo contato com a inteligência portuária etc. Ou seja, procuram executar as atividades da melhor maneira possível, para bem atender os clientes. Como se percebe, esse profissional é quem irá tratar das questões mais burocráticas e operacionais, daí a nomenclatura atribuída a essa modalidade de agenciamento.

No mais, importa frisar ainda que, na condição de mero mandatário, o agente marítimo, por não possuir ingerência sobre o armador (dono do navio), não possui responsabilidade de natureza civil, administrativa ou tributária. Assim, qualquer dessas infrações que venha a ser constatada a bordo de uma embarcação será de responsabilidade do armador e não do agente marítimo, afinal este, embora represente aquele, ele não interfere diretamente nas atividades desse transporte. Esse, aliás, é o entendimento esposado pela maciça e majoritária jurisprudência de nossos Tribunais.

Bibliografia Consultada:

https://portogente.com.br/portopedia/72859-agente-maritimo

https://jus.com.br/artigos/39392/o-agente-maritimo-e-o-agente-de-carga-frente-ao-siscomex

http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:1UNmwje8wQgJ:www.in.gov.br/materia/-/asset_publisher/Kujrw0TZC2Mb/content/id/7526255/do1-2018-03-22-instrucao-normativa-n-1-800-de-21-de-marco-de-2018-7526251+&cd=1&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br&client=firefox-b-d

https://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:_kJ-GQl9mYIJ:https://pt.wilsonsons.com.br/agente-de-carga-e-agente-maritimo/+&cd=1&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br&client=firefox-b-d

https://www.nwadv.com.br/artigos/o-agente-maritimo-a-natureza-juridica-da-atividade-e-sua-responsabilidade-por-atos-praticados-por-seus-representados/

https://pt.wilsonsons.com.br/agenciamento-maritimo-o-que-e-e-por-que-e-importante-contratar

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Arqueação de Navios no Comércio Exterior

O comércio exterior é capaz de conectar os países e aprimorar as negociações comerciais, além de que promove o desenvolvimento econômico das nações, dado que as empresas, em busca de fortalecer o fluxo de suas mercadorias, conseguem fornecer bens e serviços direcionados ao suprimento das lacunas resultantes das deficiências culturais nacionais.

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Autora do Artigo: Rafaela Lopes de Azevedo


e-mail: raffa-azevedo@hotmail.com

Somática Educar

COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO


Conforme Diniz, Gurski e Sandrino (2013), a realização de troca de mercadorias é um ato antigo que remonta aos povos do Oriente Médio. No entanto, Mesquita (2013) afirma que, os fluxos comerciais entre as diversas regiões do mundo foram impulsinados pelo início da globalização do comércio, mais precisamente no início do século XVI, sobretudo, em razão das navegações ibéricas.


Em se tratanto do Brasil, durante muito tempo, o país se limitava a trocas comerciais resumidas ao envio de matérias primas à metrópole e à compra de mercadorias provenientes da mesma, estando à margem do comércio internacional. As trocas internacionais só começaram a ocorrer com a vinda da coroa portuguesa ao Brasil, no início do século XIX, impactando em toda a relação com o comércio internacional e retardando o desenvolvimento nacional, visto que o comércio exterior possui grande importância na manutenção e no desenvolvimento econômico. (DINIZ, GURSKI e SANDRINO, 2013)


Ainda segundo os autores, o comércio exterior brasileiro foi implementando oficialmente com a proclamação da república e percorreu ciclos de sucesso com diversos produtos, como a cana de açúcar e o café, por exemplo; e até os tempos atuais, o Brasil ainda demonstra possuir grande submissão à comercialização de produtos do setor primário, as commodities, resultado do precário investimento em tecnologia e capacitação da mão de obra disponível. Por outro lado, Bianchi e Gualda (2017), destacam que o Brasil já não se encontra tão dependente da exportação de tais produtos, uma vez que tem se beneficiado da exportação de bens industrializados e processados.

O comércio exterior é capaz de conectar os países e aprimorar as negociações comerciais, além de que promove o desenvolvimento econômico das nações, dado que as empresas, em busca de fortalecer o fluxo de suas mercadorias, conseguem fornecer bens e serviços direcionados ao suprimento das lacunas resultantes das deficiências culturais nacionais.
Draft Survey


De forma geral, o comércio exterior possui grande importância para o desenvolvimento nacional com a exploração pelas empresas das vantagens culturais de cada país, exportando o que se produz com eficiência e importando o que é produzido com deficiência. E é por meio dos dados obtidos com os indicadores da balança comercial que é possível verificar os resultados do saldo comercial, seja positivo (superávit), seja negativo (déficit) e comparar as movimentações entre os países. Deste modo, as figuras abaixo representam as informações pertinentes ao setor ao longo dos anos vivenciados pelo Brasil:


Figura 01 – Evolução da balança comercial

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A geração da energia eólica e o meio ambiente

Energia eólica é uma das fontes renováveis que apresenta maiores vantagens na geração de energia elétrica.

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Autor do Artigo: Kennedy Noberto De Lima
Email: kennedynoberto@gmail.com

RESUMO


Atualmente vários países vêm investindo na complementação e transformação de seus parques energéticos com a introdução de fontes alternativas de energia, sendo que as questões ambientais alavancaram em muito estes investimentos, principalmente devido aos impactos causados pelas formas tradicionais de geração de energia. A utilização de soluções energéticas que agridem em menor escala o meio ambiente tem destacado a energia eólica como uma fonte alternativa de grande importância na elaboração de novos cenários energéticos ecologicamente melhores. Porém, como toda tecnologia energética, o aproveitamento dos ventos para geração de energia elétrica apresenta algumas características ambientais desfavoráveis. Neste trabalho procura-se descrever quais são estas características e algumas medidas que podem ser tomadas no sentido de diminuir os impactos ambientais na instalação e operação de parques eólicos. Baseado na bibliografia analisada, conclui-se que os investimentos em a energia eólica devem ser encorajados e algumas destas características podem ser significativamente minimizadas e até mesmo eliminadas com planejamento adequado e inovações tecnológicas.


INTRODUÇÃO


Com a preocupação em torno das questões ambientais, iniciadas com grande pressão devido aos acidentes nucleares nos reatores de Three Mile Island em 1979, nos Estados Unidos e, mais tarde, em 1986 na cidade de Chernobyl, na ex-União Soviética, a busca de novas soluções para o fornecimento de energia elétrica impulsionam a comunidade mundial a abrir um grande espaço para a penetração das energias renováveis, em especial a energia eólica. Nos últimos anos, países como Alemanha, Dinamarca, Estados Unidos, entre outros, buscando atender
uma melhor qualidade no suprimento energético, engajaram-se no desenvolvimento de tecnologia e expansão do parque industrial, dando incentivos e subsídios ao setor, estimulando o crescimento de mercado e o desenvolvimento tecnológico, alavancando recursos a ponto de fixar a energia eólica no mercado mundial com tecnologia, qualidade e confiabilidade, fazendo desta uma opção imprescindível para o fornecimento de energia limpa em grandes potências. O aproveitamento dos ventos para geração de energia elétrica apresenta, como toda tecnologia energética, algumas características ambientais desfavoráveis como, por exemplo: impacto visual, ruído, interferência eletromagnética, danos à fauna. Porém, algumas destas características podem ser significativamente minimizadas e até mesmo eliminadas com planejamento adequado e inovações tecnológicas .A energia eólica por sua vez, não utiliza a água como elemento motriz, nem como fluido refrigerante e não produz resíduo radioativo ou gasoso. Pode-se ainda utilizar a área do parque eólico como pastagens e outras atividades agrícolas.

  1. BENEFÍCIOS AMBIENTAIS

Leia o Artigo Completo

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Case – Portfólio Consultoria em Moda, Imagem e Estilo

Estão presentes neste portfólio todas as informações sobre a cliente, análise do tipo físico e estilo, coloração, acessório, dress code, cabelo e maquiagem. Ao final fora sugerido um exemplo de Lookbook

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Consultora: Taisa Tavares dos Santos

Case Cliente: Maria Souza

Curso Personal Stylist e Consultoria em Moda, Imagem e Estilo

e-mail: taisa_ts@hotmail.com

O presente Case descreve todas as Etapas de uma Consultoria de Moda, Imagem e Estilo.

Estão presentes neste portfólio todas as informações sobre a cliente, análise do tipo físico e estilo, coloração, acessório, dress code, cabelo e maquiagem. Ao final fora sugerido um exemplo de Lookbook

Saiba Aqui Sobre a Consultoria em Moda, Imagem e Estilo
Curso Personal Stylist e Consultoria em Moda, Imagem e Estilo

Tenha Acesso ao Case Completo Abaixo

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LOCOTROL

Esse sistema tem como objetivo distribuir de maneira eficiente ao longo da composição os esforços de tração e de frenagem, reduzindo assim o esforço nos engates dos vagões mais perto da frente da composição, permitindo a operação com trens maiores e mais pesados.

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Autor: Anderson Luis Costa

Email: anderluiscosta@gmail.com

Curso: Operador de Pátio de Ferrovias

                Desenvolvido pela General Electric (GE), é uma modalidade de tração múltipla que permite o controle remoto de locomotivas. Uma locomotiva líder envia sinal para as demais através de comunicação via rádio ou encanamento geral, onde é possível acelerar e frear as locomotivas sem maquinistas.

                Esse sistema tem como objetivo distribuir de maneira eficiente ao longo da composição os esforços de tração e de frenagem, reduzindo assim o esforço nos engates dos vagões mais perto da frente da composição, permitindo a operação com trens maiores e mais pesados.

                Em um trem convencional os esforços de tração e frenagem estão concentrados em locomotivas posicionadas na frente do trem. Já em um trem com tração múltipla, os esforços de tração e frenagem dinâmica são distribuídos ao longo da composição.

Curso Profissionalizante Operador de Pátio de Ferrovias

                Suas principais vantagens são:

                               – Menor esforço no engate para tração;

                               – Menor esforço em curvas;

                               – Eficiência na aplicação de freios em toda composição;

                               – Redução no desgaste de rodas e trilhos;

                               – Redução de gasto com combustível;

                               – Eliminação do Helper.

                Os Locotrol possuem um sistema de segurança, onde quando a locomotiva fica fora de alcance do sinal de rádio, a comunicação passa a ser feita via encanamento geral, neste caso a locomotiva manterá o último comando recebido (aceleração, frenagem ou vazio). Caso o encanamento geral tenha sua pressão reduzida ocorrerá aplicação automática de freios e o trem para.

                A Locomotiva (Líder) verifica as demais locomotivas (Remotas) a cada 20 segundos.

Referências:

EVARISTO, Lucas. Locotrol (Tração Distribuída). Brasil Ferroviario, 2020. Disponível em: <https://www.brasilferroviario.com.br/locotrol-tracao-distribuida/>. Acesso em: 18 de fev. de 2020.

ANDRADE, Christian. VOCÊ CONHECE O SISTEMA LOCOTROL?. MRS, 2020. Disponível em: < https://www.mrs.com.br/post-newsletter/voce-conhece-o-sistema-locotrol/ />. Acesso em: 18 de fev. de 2020.

Rosa, Rodrigo de Alvarenga. Operação ferroviária: planejamento, dimensionamento e acompanhamento. 1ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2016.

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A IMPORTÂNCIA DO CARRO ULTRASSOM NA MANUTENÇÃO DE UMA VIA PERMANENTE

Definir a estratégia adequada de manutenção é tarefa essencial para a ferrovia que almeja longevidade em seus negócios e busca alcançar objetivos de longo prazo

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Curso de Capacitação em Manutenção de Vias Permanentes – Somática Educar

Autora:Daniela Calavort Bastos

danielacalavort@hotmail.com

Vitória, ES – 2020.

RESUMO

As manutenções vêm sendo consideradas atividades estratégicas nas empresas por atuarem diretamente sobre o desempenho da produção, principalmente no aumento da confiabilidade e da segurança na empresa. Elas estão ligadas a redução de gastos e consequentemente, a maximização dos lucros. Definir a estratégia adequada de manutenção é tarefa essencial para a ferrovia que almeja longevidade em seus negócios e busca alcançar objetivos de longo prazo. Existem duas possíveis reações à qualidade insuficiente da via: baixar a velocidade de serviço ou a realização de operações de manutenção. Embora a primeira seja mais barata no curto prazo, eventualmente a qualidade diminuiria sob o mínimo permitido pela lei e pelas restrições de segurança. A qualidade do serviço também pode sofrer deterioração. Além disso, baixar a velocidade reduz a capacidade máxima da faixa. Com isso, um plano de manutenção adequado visa encontrar um trade-off entre custos de manutenção e perda de capacidade de serviço (Peralta et al., 2018).

INTRODUÇÃO

A partir de 1996 iniciou-se o processo de concessão das ferrovias brasileiras. Entre os anos de 1996 e 2017, as ferrovias reduziram mais de 86% no índice de acidentes, mantendo padrões internacionais de segurança (ANTT, 2019). Em 2017, as ferrovias de cargas brasileiras ampliaram o seu volume transportado atingindo um recorde de 538 milhões de toneladas úteis. Em função do aumento na utilização destas ferrovias, as manutenções frequentes têm se tornado uma necessidade e motivo de preocupação para as empresas que possuem as concessões das mesmas. Como as ferrovias no Brasil são muito antigas, caso as manutenções não ocorram de forma frequente elas podem se tornar inoperantes (ANTF, 2019). Uma ferrovia é um sistema autoguiado composto basicamente por via permanente, material rodante, sinalização/comunicação e operação. A via permanente é o conjunto das instalações e equipamentos que compõem as partes da ferrovia onde circulam os trens. Ela é composta pela infraestrutura e superestrutura. A infraestrutura é o conjunto de obras destinadas a formar a plataforma da estrada e suportar a superestrutura. Já a superestrutura é a parte da via permanente que recebe os impactos diretos da composição ferroviária. Ela é composta pelos trilhos, dormentes, lastros, sublastro e Aparelhos de Mudança de Via (ROSA; RIBEIRO, 2016). Os elementos da superestrutura estão sujeitos a diversas condições, como intempéries e desgastes das mais diferentes formas. O trilho é um dos elementos da superestrutura que mais sofre desgastes, principalmente pelo contato roda/trilho, no qual todo peso da composição ferroviária é transferido para os trilhos por meio das rodas. Junto a estes desgastes, cresce a possibilidade de ocorrência de trincas, fissuras ou quebras de trilho, tornando a necessidade de manutenções uma realidade. Uma maneira de prevenir e evitar avarias em trilhos é utilizar o carro ultrassom. Este equipamento fornece dados que ao serem interpretados indicam, antes de acontecer qualquer incidente, a necessidade de se interromper totalmente a via ou apenas reduzir a velocidade de operação da mesma até a troca de um trilho. Em resumo, o equipamento auxilia a equipe de manutenção a identificar pontos críticos para realização de manutenções relacionadas à integridade dos trilhos.

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