Arqueação

A arqueação é a medida do volume interno de uma embarcação. A arqueação de cada navio compreende a arqueação bruta e a arqueação líquida

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AUTOR : LUCIO MARTINHO  NOGUEIRA

EMAIL : lucio_martinho@ yahoo.com.br

CURSO : ARQUEAÇÃO DE NAVIOS DRAFTH SURVEY

INSTITUIÇÃO: SOMATICA EDUCAR – CURSOS A DISTANCIA

Um grande e comum problema enfrentado pelos imediatos, no momento de confeccionar um plano de carregamento, está no cálculo de carga a ser embarcado, em navios graneleiros, onde são efetuadas várias correções para os calados medidos a bordo para a obtenção da carga final a ser embarcada. Essa operação é mais conhecida como Draft & Survey, quando traduzida literalmente significa “pesquisa de calado”.  Este trabalho trata de uma metodologia computacional para simplificar, o processo de cálculo da quantidade de carga a ser embarcada em navios graneleiros, bem como o fornecimento da constante de bordo. E tem o objetivo de agilizar e trazer confiança nos cálculos dessa operação, proporcionando maior compreensão e servindo como referência para resolução de exercícios de Draft Survey e ainda, de auxiliar na construção de tabelas inteligentes no Microsoft Excel, de modo que cada operador, estudante ou surveyor, possa criar sua própria tabela para a pesquisa.

A arqueação é a medida do volume interno de uma embarcação. A arqueação de cada navio compreende a arqueação bruta e a arqueação líquida. Atualmente, as medidas de arqueação internacionalmente em vigor consistem em valores adimensionais obtidos por fórmulas de cálculo onde entram os volumes expressos em metros cúbicos, o número de passageiros, o pontal e a imersão de cada navio.

A antiga arqueação – segundo o Sistema Moorsom, que vigorou até 1994 – era medida em toneladas de arqueação (equivalentes a 100 pés cúbicos ou 2,83 metros cúbicos), sendo por isso também referida frequentemente como “tonelagem de arqueação” ou simplesmente “tonelagem”. A utilização do termo “tonelagem” para designar a nova arqueação é tecnicamente incorreta.

Como é referida frequentemente como “tonelagem” (termo normalmente associado à tonelada de massa), a arqueação é muitas vezes confundida com uma medida de massa ou de peso. O termo refere-se contudo ao tonel, uma antiga unidade de medida de volume. Assim, tanto a arqueação antiga como a atual são exclusivamente medidas de volume. A massa e o peso dos navios são expressos pelo deslocamento e pelo porte.

As atuais medidas internacionais de arqueação foram estabelecidas pela Convenção Internacional sobre a Arqueação de Navios, 1969 (ICTM 1969, International Convention on Tonnage Measurement of Ships, 1969), no seio da Organização Marítima Internacional, aplicando-se a todas as embarcações exceto navios de guerra, navios de comprimento inferior a 24 metros e navios que naveguem exclusivamente em certos corpos de água sem acesso ao mar aberto. Entraram em vigor a 18 de julho de 1982 para os navios construídos a partir dessa data e a 18 de julho de 1994 para todos os restantes navios. O propósito da arqueação de navios é determinar a quantidade carga carregada ou descarregada em uma embarcação para beneficio de todas as partes interessadas, entre elas podemos citar: Receita Federal, Embarcador, Cliente, Marinha entre outros órgãos reguladores e de fiscalização.

Uma arqueação deve ser realizada antes do inicio do carregamento ou descarregamento para determinar o peso do volume de água inicialmente deslocado pela embarcação, este valor irá indicar seu peso total, podendo também ser realizado no decorrer da operação (carga ou descarga) para um resultado intermediário e após o seu termino, sendo os dois últimos levando em conta o deslocamento inicial e final aonde medimos a diferença, no intuito de determinar a carga do navio.

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Para executar a arqueação, é indispensável o conhecimento do navio, sua geometria, sua estrutura e engenharia e com intermédio de algumas constantes do navio, bem como a utilização de tabelas. Com isso é possível determinar a quantidade de carga carregada ou descarregada de bordo.

A Arqueação é aceita no comercio internacional como processo mais conveniente e econômico de medição de carga de um navio.

É com base na arqueação que os navios são primeiramente classificados, bem como é com base naquela que são definidas as taxas de porto, de pilotagem, de registro e outras Portanto para determinar a quantidade de carga a bordo de uma embarcação sem fazer uso de balanças, basta verificar o nível de imersão do navio através da leitura das marcas de calado e consultando as chamadas tabelas hidrostáticas. Podemos calcular o peso do volume de água deslocado o qual coincidirá com o peso bruto do navio, tendo este ultimo dado e reduzindo deste os pesos conhecidos de outros elementos que estão também a bordo ( consumíveis e Light ship) encontraremos o pesos da carga.

Por fim, podemos afirmar que esta atividade  de “arquear navios” está intrinsecamente ligada a Engenharia Naval, de Materiais e Processos. É algo apaixonante de dinâmico ligado as operações portuárias que move a economia mundial.
Para o arqueador cada navio é um projeto, cada projeto uma realização profissional com sensação de missão cumprida.

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FONTE – OBRAS CONSULTADAS:

(MARINHA DO BRASIL -CENTRO DE INSTRUÇÃO ALMIRANTE GRAÇA ARANHA – CIAGA ESCOLA DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DA MARINHA MERCANTE)-  (UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO  CENTRO DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS DEPARTAMENTO DE FÍSICA .ARQUEAÇÃO DE NAVIOS: PRINCIPIO DE ARQUEMEDES UTILIZADO NOS PORTOS PARA DETERMINAÇÃO DE CARGA EMBARCADA/DESEMBARCADA EM NAVIOS GRANELEIROS)- ( ARTE NAVAL – MARINHA DO BRASIL) Estudos de Engenharia Naval; Networking (Comandantes, Super Cargos e Draft Surveyor); Blogs e Fóruns relacionados ao tema.( ESTABILIDADE PARA EMBARCAÇÕES MERCANTES – 2ª Edição    – Revista e atualizada )

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Princípio de Arquimedes – Arqueação de Navios

O processo de determinação da quantidade de carga transportada por uma embarcação utiliza, de maneira precisa, o princípio de Arquimedes.

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Autor: RENATO FERRAZ AKAOUI

e-mail:ngslamim2@yahoo.com.br

Curso Arqueação de Navios – Somática Educar

O processo de determinação da quantidade de carga transportada por uma embarcação utiliza, de maneira precisa, o princípio de Arquimedes.

O Princípio de Arquimedes estabelece que um corpo que flutua em um fluído desloca um volume deste fluído cuja massa equivale a massa do corpo flutuante.

Portanto, neste método de cálculo, esta metodologia para se determinar esta da massa da embarcação, consiste em se obter a leitura do respectivo Calado, para então multiplicá-lo  pela densidade da água onde o mesmo está aportado. 

A metodologia para se determinar a densidade da água aparenta ser um processo simples, mas exige algumas considerações para não se incorrer em leituras incorretas.

A densidade da água em que o navio flutua deve ser determinada no mesmo instante e no mesmo local em que são feitas as leituras dos calados nas marcas.

A densidade média da água dos oceanos é de 1024,12 Kg/m3.

Mas nos cálculos de arquitetura naval, nas curvas e tabelas hidrostáticas do navio, considera-se a água salgada como tendo uma densidade relativa de 1025 Kg/m3 e sendo a densidade relativa da água doce à 1.

A tabela abaixo mostra a variação de densidade da água em função da salinidade, assim como a da temperatura.

Para ter acesso ao Artigo Completo Clique Abaixo



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Termografia

Na manutenção preditiva, a termografia infravermelha é uma excelente ferramenta, detectando defeitos em seus estágios iniciais, aumentando seu tempo entre paradas, também podendo ser realizada com os equipamentos em operação normal, não acarretando riscos operacionais e de segurança.

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Autor: Odair José Ulmer

Somática Educar

odair.ulmer@senairs.org.br

A termográfica Infravermelha só foi possível devido a diversos estudos, dos quais alguns dos mais importantes, a partir da descoberta da radiação infravermelha. O alemão Friedrich Wilhelm Herschel, em 1800, astrônomo, e descobridor do planeta Urano, procurava um meio de proteger seus olhos quando observava o sol através de telescópios e, ao testar amostras de vidros coloridos, observou que alguns deixavam passar mais calor que outros. Em 1840 SR. William Hershel descrevia uma gravação de imagens infravermelhas. Mas o desenvolvimento da termográfica foi resultado do interesse militar, pois na 1o Guerra Mundial desenvolviam-se sistemas para detecção dos inimigos, permitindo a detecção de aviões e pessoas, tendo grandes avanços durante a II Guerra mundial no desenvolvimento da visão noturna, onde os mísseis eram guiados pelo calor. 

No Brasil, no início da década de 70 chegaram os primeiros termovisores, os quais eram empregados como sistemas de varredura óptico- mecânicos para formar imagens térmicas e a temperatura de objetos, sendo aferida através de cálculos. A partir dai os avanços tecnológicos foram observados rapidamente, com substituições tecnológicas e com leituras mostradas diretamente em visores, redução de peso, aonde nos anos 70 chegava a 40 kg, hoje são portáteis, podem ser conectados a computadores e ser analisados inclusive por softwares. 

Na manutenção preditiva, a termografia infravermelha é uma excelente ferramenta, detectando defeitos em seus estágios iniciais, aumentando seu tempo entre paradas, também podendo ser realizada com os equipamentos em operação normal, não acarretando riscos operacionais e de segurança. Mas sua utilização tem algumas limitações quando realizada em ambientes abertos, considerando as influências do meio dificultando o correto diagnostico. Fatores como a baixa emissividade de componentes inspecionados, o ponto medido pode estar na superfície do componente e não em sua fonte de aquecimento, assim pode também ser relevante quanto a ser utilizado como único parâmetro para predizer uma falha. 

somaticaeducar.com

Atualmente é o método mais avançado de testes não destrutivos, permitindo a visualização do perfil térmico e medir variações de calor emitido por diversas regiões de um corpo, permitindo direcionar intervenções da manutenção corretiva, mas de forma ponderada em virtude do seu grau de criticidade. A termografia mostra-se precisa em inspeções de sistemas elétricos e automações industriais, sendo necessários treinamentos adequados e sua utilização complementa o processo de gerenciamento de manutenções. 

https://pdfs.semanticscholar.org/ed

http://www.livrosgratis.com.br

Santos, Laerte dos 

Termografia infravermelha em substações de alta tensão 

Desabrigadas/Laerte dos Santos.—Itajubá,(MG): [S.N], 2006. 

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Administração Hospitalar

Administrar um Hospital é saber Planejar, Organizar, Direcionar e Controlar. Sendo o responsável pelo Recursos Humanos, Materiais, e Processos com finalidade de buscar os serviços adequados aos pacientes.

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Autora: Janaina Oliveira de Moraes

E-mail:oliveirademoraesjanaina@gmail.com

Nome do Curso: Administração Hospitalar

Instituição: Somática Educar

Administrar um Hospital é saber Planejar, Organizar, Direcionar e Controlar. Sendo o responsável pelo Recursos Humanos, Materiais, e Processos com finalidade de buscar os serviços adequados aos pacientes.

     O Planejamento se faz necessário em todos os departamentos hospitalar, exemplos:

   Somente um médico foi contratado para trabalhar no hospital em uma longa demanda por pacientes em casos de Urgência, precisando de um atendimento imediatamente. Em frente a uma concorrência seja por licitação ou paciente, esta situação será a mais crítica do momento considerando a pior.

Baixe o Aplicativo da Somática Educar

    Imagine as consequências que um médico terá de passar por falta de Organização pra encontrar seu acessório que se encontra perdido no meio das bagunças para assim que achar poder examinar seu paciente. Um relato ao ponto de vista do paciente, o médico se encontra perdido até com o seu acessório de examinar, imagine como ele estará para descobrir o meu caso, ou para me medicar. O qual será avaliado como um profissional sem capacidade para exercer sua profissão.

        Direcionar é o mesmo sentido de liderar o líder auxiliam a sua equipe a alcançarem seu objetivo/metas, ele tem a visão ele tem a visão mais amplo por isso pode coordenar a equipe. Direcionar é saber o caminho a ser seguido, qual caminho traçar para chegar no seu objetivo e Metas.

    É necessário ter o controle seja dos recursos materiais, equipamentos, Financeiro, temos que saber quando está saindo, quantos saiu, aonde está sendo utilizado, quantos está entrando, quando entrou, quem são os responsáveis que está retirando. Para que o hospital não venha a entrar em decadência por falta de controle.

       A sigla PODC se faz necessário para que o Hospital seja gerenciado e tenha a finalidade de prestar um atendimento de qualidade aos pacientes  e venha atrai vários paciente com sinônimo de destaque pelo Atendimento Hospitalar, e pelos recursos que nele se  encontra para atender a demanda do paciente.

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A IMPORTÂNCIA DO TERMINAL SALINEIRO DE AREIA BRANCA-RN (PORTO ILHA)

O Terminal salineiro de Areia Branca e muito importante e tem um aspecto muito positivo nacionalmente no escoamento da produção de sal . Tem vital importância para a economia nacional e para o Estado do Rio Grande do Norte, é responsável por 95% do sal
Produzido no Brasil, gerando cerca de 15 mil empregados diretos e
Mais de 50 mil indiretos, beneficiando diretamente em torno de 260
Mil trabalhadores

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AUTOR: RAFAEL DA SILVA INACIO

 SOMÁTICA EDUCAR – CURSOS A DISTANCIA

CURSO DE AGENCIAMENTO MARÍTIMO

HISTÓRIA

O Terminal Salineiro de Areia Branca – Luís Fausto de Medeiros  (Tersab), mais conhecido como Porto-Ilha de Areia Branca, é um porto localizado no Oceano Atlântico, próximo ao litoral do Rio Grande do Norte. Fica localizado a 14 milhas náuticas (aproximadamente 26 km) da costa de Areia Branca, a 330 km da capital estadual, Natal. Inaugurado em 2 de setembro de 1974, é administrado pela Companhia Docas do Rio Grande do Norte (Codern)

Sua construção teve início no dia 1º de março de 1974 uma ilha artificial, construída de areia e aço, em alto mar, com aproximadamente 15 mil metros quadrados, passou a ser o porto de escoamento de todo o sal produzido no Rio Grande do Norte, realizando sua primeira operação no dia 04 de setembro de 1974. 

Transforme a Sua Vida!

O Terminal Salineiro de Areia Branca Luiz Fausto de Medeiros, também chamado de Porto Ilha. Na construção desse terminal foram investidos 35 milhões de dólares. Um projeto de engenharia da empresa americana Soros Associates Consulting Engineers, reconhecido internacionalmente que ganhou o primeiro lugar em engenharia marítima e considerado um dos dez melhores projetos em todos os ramos da engenharia. É uma obra pioneira em toda a América Latina. O Porto Ilha é retangular, mede 92 metros de largura e 166 metros de comprimento. Foi aterrado com material coralíneo tirado da região e coberto com um piso de sal para garantir a pureza do produto armazenado.

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TURBINAS: OS TIPOS E CONCEITOS

Uma turbina a vapor é uma máquina térmica rotativa onde a energia térmica proveniente do vapor, medida pela entalpia, é convertida em energia cinética em virtude de sua expansão

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AUTOR: Francisco Glaydson Jeronimo Silva

E-MAIL: glaydson.silva60@gmail.com

CURSO: Operador de Usina Termelétrica de Ciclo Combinado

INSTITUIÇÃO: Somática Educar

  • Turbinas a vapor:

A pré-história das turbinas a vapor se remonta desde 175 a.C. quando Herón de Alexandría fez a primeira descrição.

A turbina de Herón,(figura 4), consistia de uma esfera que podia girar livremente em torno de um eixo diametral, apoiada nos extremos dos mesmos em dois suportes por cujo interior fazia entrar na esfera o vapor produzido por dois tubos diametralmente opostos e (“acodados”) direcionados em sentido contrário. A transformação de pressão em velocidade tem lugar totalmente no elemento móvel (esfera ou “rodete”).

A história da turbina a vapor se iniciou no final do século passado. Entre os muitos investigadores que contribuíram para o seu desenvolvimento mencionaremos só os principais, que foram os criadores das turbinas a vapor modernas.

O primeiro inventor foi o suéco De Laval (1845-1913), que criou como sub-produto de seu desnatador centrífugo, impulsionado pela necessidade de encontrar um acionamento de grande velocidade para o mesmo, a turbina a vapor de ação de um só estágio. Desenvolveu um bocal (Tobera) convergente-divergente com velocidade supersônica de saída de vapor e o eixo flexível cuja velocidade crítica chegava por debaixo da velocidade de giro da turbina,30.000 rpm. Uma turbina De Laval é mostrada figura 5.

O segundo inventor foi o inglês Parsons (1854-1931), que em busca de um motor marinho apropriado, desenvolveu a turbina a vapor de reação de vários estágio em 1895. Utilizando um rotor duplo e conseguiu melhores rendimentos comparado do com as máquinas alternativas de vapor utilizadas até então nos barcos.

Cursos a Distância

   Uma turbina a vapor é uma máquina térmica rotativa onde a energia térmica proveniente do vapor, medida pela entalpia, é convertida em energia cinética em virtude de sua expansão. A energia é então convertida em energia mecânica de rotação por meio da força que o vapor exerce nas pás rotativas As turbinas a vapor são as máquinas térmicas de combustão externa rotativa mais disseminada, principalmente pela possibilidade de formar unidades de elevada potência unitária, possuir alta confiabilidade, eficiência e vida útil. Turbina a vapor é classificada como uma máquina de combustão externa uma vez que os gases provenientes da combustão do combustível não entram em contato direto com o fluído de trabalho que flui interiormente na máquina e efetua os processos que convertem a energia do combustível em potência de eixo. Em consequência disto, possuem uma alta flexibilidade em relação ao combustível que pode ser utilizado. Uma grande vantagem da turbina a vapor é que, através de extrações reguláveis na sua seção de fluxo, é possível prover o calor com os parâmetros demandados pelo consumo externo. Diante disso, o custo deste calor é menor, uma vez que nos sistemas de cogeração o vapor, antes de abastecer um consumidor de calor, faz proveito de seu alto conteúdo de energia térmica na turbina durante o processo que produz energia elétrica. O calor que é necessário para o processo de ebulição do condensado e para o superaquecimento subsequente deve ser transferido dos agentes de combustão para o fluído de trabalho por meio das serpentinas presentes no interior da caldeira.

Leia o Artigo na Íntegra

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A importância da leitura das marcas de calado e das Sondagens dos tanques (lastro, água doce e combustível)

A leitura das marcas de calado; bem como a correta sondagem dos tanques de lastro, água e combustíveis são elementos fundamentais para um resultado mais preciso da figura final que o perito irá encontrar após os cálculos e as devidas correções que por ventura vierem a ocorrer.

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Autor: FÁBIO ROBERTO ABRANTES DO NASCIMENTO

EMAIL : servport@servport.com.br

Curso Arqueação de Navios

Existem vários fatores limitantes:

As leituras de calados de uma embarcação, são cruciais para um bom resultado nas figuras de arqueação; a leitura deve ser nos dois lados da embarcação, verificando as marcas na vante (proa), meia nau (meio) e na ré (popa).

  • A precisão na leitura pode ficar prejudicada devido às condições climáticas e presença de ondas na superfície da água. Uma embarcação também pode ter desenvolvido um ligeiro giro, levando a imprecisões.
  • A leitura deve ser realizada de uma posição o mais próximo da linha de água possível evitar a paralaxe, embora isso nem sempre seja possível.
  • Se o estiver navio atracado em uma corrente ou corrente de maré será afetado por agachamento, particularmente em águas rasas, e isso terá um efeito adicional a ser considerado na leitura.
  • A leitura pode ser afetada quando há uma grande diferença entre as temperaturas do ar e da água. Isso causará uma diferença na expansão das seções submersas e emergidas do navio. Infelizmente atualmente, não existe um método aceitável de corrigir esse problema.
  • Quando um navio não estiver em equilíbrio, ou seja, trimado (even keel) o que geralmente acontece antes do carregamento e após a descarga, as leituras de calado devem ser corrigidas para utilizando a tabela hidrostática.
  • O calado deve ser corrigido de acordo com a densidade da água na qual onavio está flutuando, tanto antes do carregamento e após a descarga do navio Antes de iniciar a sondagem dos tanques de lastro, deve-se informar previamente o capitão e/ou o imediato da embarcação para que possam tomar as providências prévias como para o bombeamento de retirada ou colocação de lastro nos tanques, entre outras.

Para uma boa leitura dos tanques de lastro do navio por pesquisadores ou peritos arqueadores independentes, a cooperação dos oficiais do navio é essencial importância. As sondagens devem ser realizadas com acompanhamento do imediato do navio ou um dos seus representantes.

Antes de realizar a pesquisa, recomenda-se que o perito seja informado da quantidade de tanques de lastros e de suas posições a serem sondados (água de lastro, água doce e tanques de combustíveis).

Equipamentos necessários para a leitura de calado e das sondagens dos tanques:

  • Lanterna potente
  • Barco ou lancha
  • Binóculos
  • Indicador de marca de calado ou dispositivos de medição (tubos indicadores etc.)
  • Inclinômetro ou manômetro calibrado
  • Fita métrica em aço com prumo / fita de aço inoxidável com prumo (de preferência calibrado)
  • Recipiente de amostragem de água do mar para checagem da densidade da água
  • Hidrômetro calibrado
  • Refratômetro de salinidade calibrado
  • Densímetro calibrado e certificado.

Podemos concluir que a leitura das marcas de calado; bem como a correta sondagem dos tanques de lastro, água e combustíveis são elementos fundamentais para um resultado mais preciso da figura final que o perito irá encontrar após os cálculos e as devidas correções que por ventura vierem a ocorrer.

Obras Consultadas

https://www.ukpandi.com/fileadmin/uploads/uk-pi/LP%20Documents/Carefully_to_Carry/C2C_Articles_2018/Draught_Surveys.pdf

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Turbina à Gás

Com o aumento da demanda de energia elétrica, nos anos próximos a 1980, as turbinas a gás passaram a ser utilizadas em centrais geradoras de eletricidade, concorrendo com sucesso com as plantas com turbinas a vapor, devido ao seu custo menor e às facilidades de instalação, operação e manutenção.

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Autor: Deyvidy Ricardo Miranda Macedo

E-mail: deyvidyr@gmail.com

Curso Operador de Usina Termelétrica de Ciclo Combinado

A primeira turbina a gás e um equipamento rotativo economicamente viável a primeira turbina foi construída em 1911 e é creditada a Holzworth.

Na década de 1930, ingleses e alemães utilizaram com sucesso as turbinas a gás em aeronaves. No entanto, o grande impulso em seu desenvolvimento foi dado pelos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial. De 1940 a 1980, elevou-se a durabilidade das turbinas a gás e a temperatura de entrada dos gases. Este aumento possibilitou um acréscimo no rendimento termodinâmico e está relacionado com a resistência dos materiais a elevadas temperaturas, quando sujeitos a grandes esforços.

Durante muito tempo, o uso da turbina a gás destinou-se à propulsão das aeronaves e neste processo ocorreram os maiores progressos no aumento de sua eficiência térmica.

Com o aumento da demanda de energia elétrica, nos anos próximos a 1980, as turbinas a gás passaram a ser utilizadas em centrais geradoras de eletricidade, concorrendo com sucesso com as plantas com turbinas a vapor, devido ao seu custo menor e às facilidades de instalação, operação e manutenção.

De 1965 a 1975, a capacidade de instalação de turbinas a gás nos Estados Unidos aumentou extraordinariamente, devido às vantagens já mencionadas e à possibilidade de utilizar o gás natural.

No entanto, o choque do petróleo de 1973 reduziu o interesse pela geração termelétrica, provocando uma estagnação nos investimentos em turbinas a gás e apenas as turbinas aero derivativas prosseguiram, por razões militares. Desta forma, a capacidade instalada permaneceu estável até 1985, quando foram retomados os investimentos.

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A Representação esquemática de uma turbina a gás. Podem ser distinguidos três componentes principais em uma turbina a gás: o (compressor, o sistema de combustão e a turbina propriamente dita), esta última sendo a fonte de acionamento tanto do compressor como do gerador de energia elétrica.

O ar, nas condições atmosféricas de pressão e temperatura, é admitido no compressor, onde é comprimido até à pressão de combustão e passa para a câmara de combustão, onde o combustível é queimado continuamente sob pressão constante.

Os gases aquecidos passam pela turbina produzindo trabalho mecânico, depois transformado em energia elétrica em um grupo gerador.

Artigo Completo

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A Biblioteca Universitária de 2020: desafios frente ao COVID-19

Estamos lidando com um vírus novo, onde a cada dia que se passa aprendemos mais sobre o Coronavírus. Existem recomendações de prevenção ao COVID-19. Dentro da biblioteca os cuidados a serem tomados se estendem.

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Autor: CASSIANO ALEXANDRE CRUZ MARCELINO

e-mail: Cassiano.alexandre_@hotmail.com

Curso Capacitação em Gestão de Bibliotecas

RESUMO

O termo biblioteca refere-se a um lugar físico destinado a abrigar uma organização de livros a fim de serem consultados pelos leitores. Atualmente, graças ao desenvolvimento tecnológico, esse tipo de administração tem se facilitado. Por mais que o risco de infecções não seja tão grande, alguns estudos recentes revelaram a presença de substâncias um tanto quanto desagradáveis nos livros. Estamos lidando com um vírus novo, onde a cada dia que se passa aprendemos mais sobre o Coronavírus. Existem recomendações de prevenção ao COVID-19. Dentro da biblioteca os cuidados a serem tomados se estendem. 

Palavras-chave: Biblioteca; COVID-19; Recomendações de trabalho; Ministério da Saúde;

ABSTRACT

The term library refers to a physical place designed to open a book organization for the purpose of consulting readers. Currently, thanks to technological development, this type of administration is facilitated. As much as the risk of infections is not so great, some recent studies have revealed the presence of somewhat unpleasant substances in books. We are dealing with a new virus, where each passing day starts to learn more about the Coronavirus. COVID-19 prevention stocks. Within the library of care to be taken they extend.

Key-words: Library; COVID-19; Work recommendations;
Ministry of health.

  1. INTRODUÇÃO

O termo biblioteca refere-se a um lugar físico destinado a abrigar uma organização de livros a fim de serem consultados pelos leitores. Neste sentido, uma biblioteca mantém toda uma forma de administração e de organização de modo que a informação contida seja de fácil acesso. (Biblioteca – Conceito 2010-2019).

Atualmente, graças ao desenvolvimento tecnológico, esse tipo de administração tem se facilitado enormemente, bem como o papel da biblioteca está diluindo. (Biblioteca – Conceito 2010-2019).

De fato, a internet oferece um grande banco de dados com informação capaz de ser organizada de forma sistemática e proporcionar uma imensa variedade de informações. Com o passar do tempo, a leitura de livros virtuais (E-book) tem crescido ainda mais e hoje já é presença garantida em nosso cotidiano. (Biblioteca – Conceito 2010-2019).

Por mais que o risco de infecções não seja tão grande, alguns estudos recentes segundo SANSON, 2016 revelaram a presença de substâncias um tanto quanto desagradáveis nos livros.

Em 2013, as obras mais populares da Biblioteca Pública da Antuérpia, na Bélgica, apresentaram traços de cocaína e herpes. Aparentemente, a droga se justifica pela grande rede de tráfico presente na cidade, mas para o vírus não há explicação. De qualquer forma, ambas as substâncias também tinham quantidades minúsculas e insuficientes para causar qualquer consequência. (SANSON, 2016)

Agora, no ano de 2020, estamos lidando com um vírus novo, onde a cada dia que se passa aprendemos mais sobre o Coronavírus (COVID-19) e suas particularidades.

O objetivo principal deste trabalho é identificar possíveis riscos que colaboradores em unidades de informações estão expostos quando lidam com a possibilidade de manusear livros contaminados por COVID-19. Em consequência, apresentar soluções e maneiras de minimizar estes agravos.

Leia ABAIXO O ARTIGO NA ÍNTEGRA

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Energia Eólica no Nordeste

A região nordeste concentra a maior parte dos parques eólicos do Brasil, cujo território apresenta condições meteorológicas favoráveis

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AUTOR: CARLOS DA SILVA

E-MAIL: karlloscarlos1000@gmail.com

Curso Operador de PARQUE EÓLICO

O país passou de 1 GW de capacidade instalada em 2010 para 15,1 GW neste ano, distribuídas em 600 parques eólicos em 12 estados, segundo os últimos dados da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica). A energia eólica ganhou espaço e atualmente representa 9,2% da matriz energética nacional, atrás apenas das usinas hidrelétricas, que têm 60,3%. Apesar do sólido avanço, esta fonte de energia renovável ainda tem bastante espaço para crescer no país, segundo os especialistas, e espera-se que em 2023 haja cerca de 19,4 GW de capacidade eólica instalada, levando em conta os leilões já realizados e os contratos assinados no mercado. “Temos uma perspectiva de crescimento muito grande. Vemos que a eólica e a solar são as fontes que mais vão crescer no Brasil nos próximos 30 anos”, explicou à Agência Efe, a presidente da ABEEólica, a economista Elbia Silva Gannoum.

A região nordeste concentra a maior parte dos parques eólicos do Brasil, cujo território apresenta condições meteorológicas favoráveis, com ventos regulares e intensos, e onde proliferaram as turbinas de geração de energia eólica.(Enercons)

A região da Serra do Inácio, a área limítrofe entre Pernambuco e Piauí, ganhará um investimento estimado em R$ 2 bilhões. A verba é recurso próprio da Votorantim Energia (VE), em joint venture com o fundo canadense CPP Investments. O valor será usado para implantação de dois novos complexos eólicos na região Nordeste, os Ventos do Piauí II e III. As duas unidades, juntamente com os parques Ventos do Piauí I e Ventos do Araripe III, deverão compor o maior cluster de geração eólica do Brasil, com 1 mil GW de capacidade instalada. As obras dos novos parques estão previstas para janeiro de 2021, com início de operação em meados de 2022, e conclusão em 2023. Somente os dois novos parques terão capacidade de potência instalada de 411,6 MW. “Juntamente com os parques Ventos do Piauí I e Ventos do Araripe III, estes projetos irão compor o maior cluster de geração eólica do Brasil. A joint venture será responsável por 5% da base de geração eólica do País e 36% da base de geração eólica no Piauí. Serão 976,2 MW de capacidade instalada de geração, sendo 745,2 MW naquele estado e 231,0 MW em Pernambuco”, afirma Fabio Zanfelice, CEO da Votorantim Energia e presidente do conselho da joint venture.( NE10 – Portal do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação)

A região vai receber pelo menos 175 parques eólicos até 2023. Eles vão precisar de mais linhas de transmissão, que surgiu o desafio de aumentar as linhas de transmissão de energia no Nordeste. A falta de uma estrutura para receber e transportar a energia pode ser um empecilho ao crescimento das energias renováveis no Nordeste que tem quase 87% de toda a capacidade instalada de geração de energia eólica do País. São 13 mil megawatts (MW) do total dos 15,1 mil MW implantados no Brasil. Até 2023, a região vai receber pelo menos 175 parques eólicos que vão acrescentar mais 5,3 mil MW de potência instalada numa previsão da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica) com os empreendimentos previstos até a última quarta-feira. “Nos leilões, a maior disputa é pelos lugares com linhas de transmissão e subestações próximas. É um diferencial”, diz o CEO da comercializadora e geradora Kroma Energia, Rodrigo Mello. Na Região, os Estados que apresentam os maiores gargalos nas linhas de transmissão e subestações são a Bahia, Ceará e Rio Grande do Norte, segundo pelo menos quatro executivos consultados pela reportagem. E os Estados da Região que mais vão receber novos empreendimentos são: Rio Grande do Norte, Bahia e Piauí com respectivamente 2,2 mil MW (em 61 parques); 1,4 mil MW (em 60 parques) e 922 MW em 28 parques, segundo a ABEEólica. Juntos, os três vão receber 4,6 mil MW de potência instalada dos 5,3 mil MW previstos para a região. Para o diretor da Secretaria de Mineração, Gás, Petróleo e Energias Renováveis do Estado do Piauí, Howzembergson Brito, as linhas de transmissão fazem parte de uma preocupação que aumenta na expansão contínua de geração das renováveis. “Há uma pujança grande no setor. Por isso, acreditamos que alguma empresa vai se interessar em construir mais linhões de transmissão no Piauí”, diz. No setor elétrico, a forma mais tradicional de implantação dos empreendimentos, tanto de geração como de distribuição de energia, ocorre via leilões realizados pela União. Os vencedores da concorrência se comprometem a instalar os empreendimentos dentro de um prazo fixado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). No entanto, desde 2013, vários parques eólicos ficaram prontos no Nordeste sem as linhas de transmissão serem concluídas. O parque eólico da empresa francesa Voltalia na cidade de São Miguel do Gostoso, no Rio Grande do Norte, foi implantado em tempo hábil, mas ficou um ano e meio sem poder gerar energia – até meados de 2017 – porque não tinha um ponto de conexão pra injetar a energia na rede de transmissão. “O empreendimento eólico teve sua receita garantida, mas sem possibilidade de despachá-la (gerar). Casos como esse têm impacto direto no custo sistêmico de operação”, resume o coordenador de Engenharia da Voltalia, Vitor Emerenciano.

Esse custo a mais do sistema foi pago por todos os brasileiros. E pode vir mais por aí. Uma grande empresa que estava construindo linhas de transmissão pediu falência e os empreendimentos foram abandonados. Um deles passaria por vários municípios da Bahia que estão recebendo empreendimentos de geração eólica na região dos municípios de Jacobina, Formosa do Rio Preto, entre outros. “Não há sinalização de quando essa linha vai voltar a ser feita”, diz o vice-governador da Bahia e secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, João Leão, apesar de ressaltar que a Bahia aumentou “muito” a sua capacidade de transportar energia. Ainda de acordo com o vice-governador baiano, os empreendimentos de geração instalados na Bahia vão usar as linhas de transmissão dos projetos de irrigação que não saíram do papel. O grande potencial eólico da Bahia está à margem do Rio São Francisco. O governo baiano está dando um tratamento diferenciado às companhias que vão instalar linhas de transmissão. “A empresa desse tipo terá uma redução de até 90% na base de cálculo do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), apoio ao licenciamento ambiental e a regularização fundiária”, diz Leão.

No Estado, a Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) tem a obrigação de empregar 1% da sua receita operacional líquida em obras sociais indicadas pela administração estadual. Isso está no contrato de concessão da empresa assinado no início dos anos 2000. “A Celpe só pode utilizar esse recurso com autorização do governo do Estado e tem que ser justificado junto à Aneel. A nossa intenção é indicar obras de reforços da rede de transmissão nos lugares com maior potencial para receber parques de geração e na substituição da rede monofásica por trifásica na área rural do Estado”, aponta o secretário Executivo de Energia e Infraestrutura da secretaria estadual de Desenvolvimento Econômico, Luiz Cardoso Ayres Filho. A implantação de rede trifásica vai possibilitar aos pequenos agricultores produzirem a sua própria energia com micro ou minissistemas de geração. ( NE10 – Portal do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação)

Pernambuco teve um papel pioneiro na implantação das eólicas. Aqui, foram instaladas três turbinas, sendo duas em Fernando de Noronha e uma no Complexo de Salgadinho, em Olinda. A de Noronha passou a funcionar em 1992 numa parceria feita entre um grupo de pesquisadores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), órgãos federais e uma instituição dinamarquesa via um programa de cooperação. “Foi o primeiro catavento da nova geração instalado no Brasil”, lembra o diretor da UL, Alexandre Pereira.
“Nós mesmos, da universidade, fazíamos a manutenção das turbinas de Noronha e de Olinda. Depois, essa manutenção passou a ser feita pela Celpe”, afirma Alexandre, que fez parte do grupo de pesquisadores que implantou as três experiências.

A segunda turbina de Noronha foi implantada em 1998 e a de Olinda em 2000. “Lembro do ex-ministro José Goldemberg vindo visitar a turbina de Olinda com uma comitiva”, diz o hoje vice-presidente da Associação Mundial de Energia Eólica (WWEA, na sigla em inglês) e presidente da Eólica Tecnologia, Everaldo Feitosa. Durante as experiências, ele estava à frente do grupo de pesquisadores da UFPE. Em 1998, Goldemberg era presidente da World Energy Assessment. “Na época, faltava desmitificar essa tecnologia, conta Feitosa. “Essas experiências foram de suma importância. O Brasil tinha um problema muito sério que era a falta de conhecimento do vento. Começou a percepção de que era necessário medir os ventos”, afirma o professor do Departamento de Engenharia Elétrica da UFPE, Pedro Rosas.

Segundo Rosas, a experiência pernambucana e mais duas turbinas instaladas em Minas Gerais e no Ceará foram suficientes para o governo federal desenvolver uma política de incentivo ao setor, o Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia (Proinfa) que previa a implantação de usinas eólicas. A iniciativa exigia um alto grau de nacionalização, um dos motivos que fez a implantação dos parques demorarem. Depois disso, o governo federal começou a contratar, em leilões, a energia produzida por eólicas. Com a garantia da venda, muitos empreendimentos se consolidaram. A fabricação de equipamentos passou a ser local e isso contribuiu para baixar o preço. A discussão sobre a expansão da energia limpa será o principal mote do Fórum Internacional de Renováveis Versus Nuclear – Experiências Internacionais e Propostas para o Brasil que ocorrerá na próxima quinta-feira no auditório do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação. O evento é uma realização da WWEA (NE10)

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento total de R$ 1,3 bilhão para a implantação de doze parques eólicos, e sistema de transmissão associado, na Paraíba, com capacidade instalada de 370,8 MW – o suficiente para abastecer cerca de 840 mil domicílios. O valor do financiamento concedido ao projeto corresponde a 80% do investimento total de R$ 1,6 bilhão dos doze parques eólicos. As informações são do portal do BNDES. Na operação, cada parque eólico configura uma Sociedade de Propósito Específico (“SPE”). As mesmas são controladas pela Força Eólica do Brasil S.A., que por sua vez, é controlada pela Neoenergia, uma empresa do grupo espanhol Ibero. A construção dos parques, que ficarão localizados nos municípios de Santa Luzia, São José do Sabugi, São Mamede e Areia de Baraúnas, teve início no 4º trimestre de 2019 e tem prazo de execução de até 36 meses, estando prevista a conclusão de todos os complexos eólicos em 2022. Estima-se que durante a fase de construção sejam gerados 1.000 empregos diretos e 300 indiretos, sendo grande parte da mão de obra proveniente de localidades próximas ao empreendimento, no interior do estado.  A concessão de financiamento ao projeto reforça o compromisso do BNDES com o desenvolvimento sustentável e o fomento às energias renováveis no Brasil, aumentando a capacidade instalada do sistema elétrico nacional e contribuindo para a fortalecimento da cadeia de fornecedores do setor de aerogeradores estabelecida no país. ( NE10 – Portal do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação)

FONTES

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Fonte: NE10 – Portal do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação. Link da notícia: https://jc.ne10.uol.com.br/canal/economia/pernambuco/noticia/2019/06/30/o–pioneirismo-das-eolicas-em-pernambuco-382000.php

Fonte: NE10 – Portal do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação. Link da notícia: https://jc.ne10.uol.com.br/canal/economia/nacional/noticia/2020/01/02/bndes-aprova-r-13-bilhao-para-parque-eolico-da-neoenergia-na-paraiba-396320.php

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