Fenômenos Cadavéricos Conservadores

Os fenômenos cadavéricos conservadores fazem parte de um conjunto de outros fenômenos cadavéricos, tendo como diferença, a preservação do defunto. Esse fenômeno é composto pela “Mumificação”, “Saponificação”, “Calcificação” e “Corificação”, que serão apresentados ao longo do artigo. 

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Autora: Tatiana Rina Moritaka 

Birigui – SP

Curso Profissionalizante de Tanatopraxia 

Instituição: Somática Educar

INTRODUÇÃO 

Os fenômenos cadavéricos conservadores fazem parte de um conjunto de outros fenômenos cadavéricos, tendo como diferença, a preservação do defunto. Esse fenômeno é composto pela “Mumificação”, “Saponificação”, “Calcificação” e “Corificação”, que serão apresentados ao longo do artigo. 

MUMIFICAÇÃO 

A mumificação é um evento que é popularmente conhecido como um método feito propositalmente pelo humano desde o Egito antigo, sendo considerado o início da tanatopraxia. Entretanto, há como esse acontecimento se dar de forma natural. Para isso, condições específicas devem ser atingidas, como por exemplo a desidratação rápida do cadáver. 

O cenário ideal para que isso ocorra é um local quente e seco, expondo o corpo ao ar. Dessa forma, haverá uma perda de água e a ação microbiana responsável pela putrefação será impedida, influenciando no dessecamento. Se o falecido já sofria de desidratação e desnutrição, o processo será mais rápido e eficiente. 

A aparência de um ser mumificado é tal como a de um que passou pelo processo induzido. Corpo magro, seco, revestimento (pele) dura e coloração escura. Um exemplo “recente”(1960-1980) de mumificação natural é o do cachorro, conhecido como Stuckie, que foi encontrado preso dentro de uma árvore.

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Transporte Marítimo de Animais Vivos

Trata-se de negócios de grandes proporções, embora haja forte
oposição de instituições internacionais de defesa dos animais alegando
que apresentam problemas de bem estar, segurança alimentar e
qualidade da carne”. Conforme o registro o relatório 2008 da World
Society for the protection of Animals.

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Autor: Carlos Gil Pereira

Paranaguá – PR

Curso de Capacitação em Transporte Marítimo – cargas, navios, portos e terminais

Somática Educar

O navio de transporte de animais vivos ou livestock Carrier é uma
embarcação construída ou modificada especialmente para o transporte de
longa distância de bovinos, caprinos e ovinos.


São também chamados de “Navios-Currais” ou corral ships e carregam
grande quantidade de animais, e materiais necessários para a viagem,
como alimentação, água, forragem, medicação, etc.


As viagens destes navios duram, geralmente, de três até três ou
quatro semanas.


O transporte de animais vivos está sujeito a regulamentação
especifica. No tráfego de pequenas distâncias ou quando envolvem
quantidades relativamente pequena de cabeças, este transporte pode
ocorrer como parte da carga de outras classes de navios.


Várias espécies são transportadas por navios, mas o que predomina
são animais domesticados como os bovinos, ovinos e caprinos, que
utilizam embarcações especialmente projetadas para este fim.


Trata-se de negócios de grandes proporções, embora haja forte
oposição de instituições internacionais de defesa dos animais alegando
que apresentam problemas de bem estar, segurança alimentar e
qualidade da carne”. Conforme o registro o relatório 2008 da World
Society for the protection of Animals.

Alega-se que os animais suportam condições cruéis quando
transportados pelo mundo, desde restrições de espaço e más condições
sanitárias, estresse e exaustão pelo manejo inadequado, até fome e sede
em situações de temperaturas extremas. A possibilidade de disseminação
de doenças também figura entre as restrições, bem como a ocorrência de
grande quantidade de mortes durante as longas viagens.


É uma atividade comercial altamente especializada e operada por
pequeno número de companhias, as quais construíram as embarcações
necessárias e desenvolveram a expertise no manejo dos animais.


Esta atividade deveria ser substituída pelo transporte de carne
resfriada e congelada, cujas exportações vêm crescendo ano a ano,
destacando-se o Brasil e a Argentina neste particular.


A atividade de transporte marítimo de animais vivo data de cerca de
125 anos, com estimativa deque, milhões de ovinos e milhares de bois
foram transportados na segunda metade do século XX.


Antes, os armadores faziam a conversão de navios tanques ou
graneleiros que pudessem ser plataformas leves multi-deck construído
sobre o convés original, aproveitando a ventilação natural.


Hoje em dia a maior parte da capacidade de transporte existente é de
embarcações purpose built ou projetadas e construídas especialmente
para este tipo de transporte, com unidades especificas para embarque,
viajem e desembarque através do sistema walk0on, walk-off na melhor
condição possível.


A reação ás condições em que os animais vivos são transportados
tem sido muito freqüentes e intensos, com a proposição da substituiçãopelo transporte das carcaças de animais abatidos em locais mais próximos
da atividade pecuária.


O Transporte de carne congelada em navios reefers, vem fazendo este
papel de mudança da logística de abastecimento dos diversos países e por
seu turno, sendo também substituído pelos contêineres.


Os navios de transporte de animais vivos podem ser classificados em
dois tipos: os de convés aberto e os de convés fechado.


Nos de convés aberto ( open deck livestock Carrier) a maior parte ou
todas as baias são instaladas em conveses abertos, o que , em teoria, daria
as condições de ventilação natural contínua e evitaria a dependência de
sistemas mecânicos. A ventilação é fator chave no transporte de animais
vivo. Quando as baias são ventiladas deficientemente, a diminuição do
oxigênio e a produção de gases tóxicos se desenvolvem muito
rapidamente. Embora a circunstância possa variar conforme as condições
ambientais, uma falha do sistema de ventilação pode resultar na asfixia
dos animais em duas ou três horas.


Na pratica, a ventilação natural por si só não é adequada para todas
as situações. Um fator limitante óbvio seria a condição dos ventos no mar,
por exemplo, quando o ar se move na mesma direção e sentido , o fluxo
natural de ar de ventilação das baias dos animais pode ser insuficiente.


Na maioria dos navios do tipo open deck, existe também alguma
forma complementar de ventilação mecânica instalada em zonas críticas,
bem como outros equipamentos apropriados para emergências.


As operações de embarque nos portos do Brasil, os animais são
destinados a exportação e provenientes de várias regiões do estado do
Amapá e do Pará, esses animais são deslocados até locais próximos aos portos de Macapá, Vila do conde e Belém para aguardar o dia do
embarque.


O período de espera ou quarentena tem por objetivo fazer com que os
bois adquiram o hábito de se alimentarem de ração e feno, que serão seu
sustento no longo período de viagem.


A operação de embarque inicia-se com achegada dos caminhões-
currais ao porto trazendo os animais. Os caminhões são pesados nas
balanças do porto, seguindo para a plataforma de embarque, onde o
caminhão se posiciona transversalmente ao navio conectando-se a um
curral de embarque.


Os bois são retirados um por um e levados ao curral de embarque,
controlados pela abertura da porteira tipo guilhotina do caminhão.


Após a saída, o boi desce em uma rampa curral fixa conectada a outra
rampa móvel ligada ao navio.


Para percorrer a rampa, o boi e estimulado por choques elétricos que
fazem não permanecer parados na rampa, de modo a se obter maior
rapidez no embarque.


O feno e ração são estocados previamente no armazém do porto,
antes da chegada do navio, e são carregados depois do embarque dos
animais.

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O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Alfabetização não é equivalente ao saber as letras do alfabeto e saber como usá-los para ler e escrever significa muito mais do que isso. Incluem atitudes,
crenças e expectativas sobre a escrita e a leitura, e o lugar e o valor dessas atividades na vida da pessoa. Desta forma, a alfabetização é transformada em um fenômeno complexo.

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Autoras: IVANETE SCOPEL ANTUNES
LUCIA DA SILVA DE SOUZA

Ijuí – RS

RESUMO


O objetivo do presente artigo é contribuir com a investigação de alternativas que auxiliam para o desenvolvimento da competência intercultural na alfabetização.

Importante também uma descrição da função da educação inicial e como este nível têm incentivado esses processos. É muito importante
conhecer o contexto em que a alfabetização será desenvolvida; conhecer o papel que o professor deve ter e quais são os objetivos (em geral) que se deseja que os alunos alcancem. O objetivo é que o leitor em potencial possa entender a importância da alfabetização como uma realização social,
cultural e cognitiva e entender que a criança não é alfabetizada de um dia para o outro, mas é um processo em que todos nós devemos participar e se fazer responsável. Finalmente, há algumas reflexões com o fim de conduzir o debate sobre este tema entre as pessoas interessadas, e assim contribuir para a transformação na Educação Infantil.


Palavras-chave: Alfabetização. Leitura. Linguagem escrita. Sistema de ensino.



1 INTRODUÇÃO

Este artigo tem como objetivo contribuir para desafiar os elementos de
práticas de preparação que são realizados nos centros de educação inicial
destinados a promover o desenvolvimento de competências e habilidades que
permitirão as crianças enfrentar com êxito as várias tarefas que demandam a
aprendizagem de leitura e escrita no primeiro nível do ensino básico no processo de alfabetização.


Para Guedes (2001), estas práticas respondem a abordagens empíricas e
comportamentais à aprendizagem, que postulam que a pessoa aprende pela
repetição simples, deixando de lado que o sujeito constrói o conhecimento da
interação com o ambiente sociocultural, as pessoas, objetos, a criação de hipóteses e as tentativas para entender o mundo ao seu redor.

As pesquisas sobre os leitores singulares, isto é, crianças que aprendem a
ler e são alfabetizadas em sua casa sem instrução formal, concordam que a
linguagem escrita emerge de uma necessidade de se comunicar com os outros e
que o ambiente exerce uma grande influência sobre o desenvolvimento desta
capacidade. Esses estudos levam a questionar as práticas de posicionamento,
dividida em diferentes áreas que são realizadas pelos centros de educação inicial e que em muitos casos representam atividades sem sentido, no qual se presume que o sujeito aprende repetindo de forma passiva e mecânica.


Em análise dos processos iniciais da alfabetização, a finalidade do presente
trabalho parte de uma abordagem teórica para o papel da educação inicial e o
processo que foi seguido nesta questão.


Souza (2001), afirma que posteriormente, é estudada a apropriação da
linguagem escrita pela criança, concebida como um processo construtivo, interativo, de produção cultural, que leva à reflexão e à ação do sujeito; como uma proposta pedagógica que contribui para a transformação, a este nível, do sistema de educação nacional.


Quando falamos de alfabetização entramos em uma questão controversa
que levanta muitas questões que ainda hoje, não tem respostas claras. O próprio
conceito de alfabetização não é fácil de explicar.


Alfabetização não é equivalente ao saber as letras do alfabeto e saber como
usá-los para ler e escrever significa muito mais do que isso. Incluem atitudes,
crenças e expectativas sobre a escrita e a leitura, e o lugar e o valor dessas
atividades na vida da pessoa. Desta forma, a alfabetização é transformada em um fenômeno complexo.

2 QUANDO COMEÇA A ALFABETIZAÇÃO

Para ler o artigo completo clicar abaixo

https://drive.google.com/file/d/10GNOhi1gFF8ZMzOfjVhMJP27S1B5xjAn/view?usp=sharing

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Turbina a Gás

Turbina a gás são máquinas térmicas onde a energia potencial termodinâmica contida nos gases quentes, provenientes de uma combustão, é convertida em trabalho mecânico ou utilizada para propulsão. O termo Turbina a gás é mais comumente empregado em referência a um conjunto de três equipamentos: Compressor, câmara de combustão

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Autor: Jefferson Henrique dos Santos

Manaus – AM

Curso Operador Usina Termelétrica de Ciclo Combinado

Somática educar

Turbina a gás são máquinas térmicas onde a energia potencial termodinâmica contida nos gases quentes, provenientes de uma combustão, é convertida em trabalho mecânico ou utilizada para propulsão. O termo Turbina a gás é mais comumente empregado em referência a um conjunto de três equipamentos: Compressor, câmara de combustão

Durante muito tempo se tentou obter um projeto de turbina a gás que operasse satisfatoriamente, no entanto, a maioria dos projetos falhou nesse quesito. O ciclo que utilizava o vapor e as máquinas a pistão possuíam projetos simples, já que sua operação e complexidade de compressão são muito mais simples quando comparados com a operação e a complexidade de compressão das turbinas a gás.



O maior desenvolvimento das turbinas a gás aconteceu na época da segunda guerra mundial graças à indústria aeronáutica, que possuía a necessidade de elevar a velocidade dos aviões e de então, a turbina a gás tem sido mais aperfeiçoada. Os maiores avanços acontecem, basicamente na aerodinâmica dos compressores e na elevação da temperatura máxima de operação que foram atingidos devido ao aprimoramento dos materiais, que hoje apresentam maior resistência às altas temperaturas, e  das tecnologias de resfriamento.

Para ter acesso ao texto completo clicar abaixo:

fONTE: UNITAU - http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:gFeYal-Oe-0J:www.unitau.br/files/arquivos/category_114/PPC_ENGENHARIA_AERONUTICA_2019_1559838950.pdf+&cd=2&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br
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