PERIGOS E OPERABILIADE, MELHORES PRÁTICAS PARA INDÚSTRIAS

Estudos de perigo e operabilidade (Hazop ) foram desenvolvido pelo ICI no final dos anos  1960, após alguns problemas importantes com novas e grandes fábricas de processamento

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Autor : Izidro Inácio Nhaphule

Moçambique – Angola

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RESUMO: Estudos de perigo e operabilidade (Hazop ) foram desenvolvido pelo ICI no final dos anos  1960, após alguns problemas importantes com novas e grandes fábricas de processamento. O estudo  foi uma evolução do estudo do método e foi usado durante a fase de concepção de um projeto para  identificar e corrigir falhas de projecto que podem levar a problemas de perigo ou operabilidade. Nas  últimas décadas, a necessidade de altos padrões de segurança e meio ambiente é totalmente  reconhecido pelo regulador, pela indústria e pelo público. Hazop é agora a ferramenta de primeira  escolha para a identificação de pontos fracos no projecto de processo e é usado em todo o mundo na  indústria de processo. 

Palavras-chave: HAZOP; MELHORES PRÁTICAS, INDÚSTRIAS

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Água de Lastro

A água de lastro tem por objetivo aumentar ou diminuir o calado do navio durante a  navegação para garantir sua estabilidade quando em condições de lastro. Além disso, durante a  viagem o navio consome combustível e água. Assim, ocorre uma diminuição do seu peso bruto  que consiste redução do seu calado carregado, permitindo que o leme e parte da hélice fique  fora d’água prejudicando a manobrabilidade e governo do navio quando em lastro.

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Autor: Marcio Augusto Zanicoski de Araujo.

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Curso Draft Survey

Por que os navios utilizam água de lastro? 

A água de lastro tem por objetivo aumentar ou diminuir o calado do navio durante a  navegação para garantir sua estabilidade quando em condições de lastro. Além disso, durante a  viagem o navio consome combustível e água. Assim, ocorre uma diminuição do seu peso bruto  que consiste redução do seu calado carregado, permitindo que o leme e parte da hélice fique  fora d’água prejudicando a manobrabilidade e governo do navio quando em lastro. Além disso,  a água de lastro tem por objetivo garantir a estabilidade do navio enquanto navegando e  durante o processo de carga e descarga, ou seja, ajuda o navio a se sustentar. 

Esta água é geralmente salgada e as vezes pode ser “ doce “ quando o navio é lastrado em rios  e lagos de água doce. 

Esta água é acondicionada em tanques simétricos e assimétricos com dimensões conhecida para  que seja possível sua mensuração. 

É necessário se saber a quantidade em metros cúbicos e depois em toneladas. Pra isso apenas se multiplica o volume encontrado em metros cúbicos pela densidade do mar ou se analisando com um dencímetro com uma amostra retirada do interior do tanque, ex: 1000  metros cúbicos multiplicado por 1,025 que representa 1.025,00 toneladas. 

Tanques: 

Compartimento estanque reservado para transporte de consumíveis líquidos, carga  líquida ou gasosa. Pode ser constituído por uma subdivisão da estrutura do casco, como os  tanques do fundo duplo, tanques laterais, tanques profundos, tanques de lastro etc., ou ser  independente da estrutura e instalado em suportes especiais. A parte superior dos tanques  principais de um navio-tanque pode não se estender de um bordo a outro, constituindo um  túnel de expansão, isto é, um prolongamento do tanque no qual o líquido pode se expandir ao  aumentar a temperatura. Desse modo, evita-se o movimento de uma grande superficie líquida  livre na parte superior do tanque, o que ocasionaria esforços adicionais de natureza dinâmica  nas anteparas e no convés, e perda de estabilidade do navio. 

Tanques fundos ou profundos (deep tanks): 

Tanques que se estendem do fundo do casco ou do teto do fundo duplo, até o convés  mais baixo, ou um pouco acima deste. São colocados em qualquer das extremidades do  compartimento de máquinas e caldeiras, ou em ambas, conforme o tipo do navio, e podem se  estender, em geral, de um bordo a outro. O objetivo é permitir um lastro líquido adicional sem  abaixar muito o centro de gravidade do navio, em alguns cargueiros cuja forma não permite 

acondicionar nos fundos duplos a quantidade necessária de água de lastro. No topo, há uma  escotilha especial de modo que, eventualmente, o tanque possa receber carga seca. 

Compartimento ou tanque de colisão de vante e de ré (fore aft peak tank) 

Compartimentos extremos a vante e a ré, limitados pelas anteparas de colisão AV, e AR,  respectivamente; esses compartimentos são estanques e devem permanecer vazios, ou se  necessário usados para ajustar o trim do navio.

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A Importância da Engenharia Naval no Comércio Internacional

Com o uso de novas tecnologias e utilização de vasto conhecimento técnico pelos engenheiros navais, o processo de evolução das embarcações nesse último século foi enorme gerando ganhos de escalas jamais visto na história da civilização.

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Autor : Rodrigo Barbosa Cabral

Curso Draft Survey

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A matemática e a engenharia naval foram de fundamental importância para o desenvolvimento das embarcações através dos tempos. O aperfeiçoamento das antigas embarcações de madeira da antiguidade para os modernos transatlânticos atuais, que utilizam tecnologia moderna, só foi possível graças ao trabalho exaustivo de técnicos e engenheiros navais. A matemática surgiu nos primórdios da civilização pois o homem primitivo necessitava medir a distância entre fontes de água ou para saber se seria capaz de capturar um animal.

Posteriormente, a partir do momento em que se tornou sedentário, precisou saber a quantidade de alimentos que necessitaria para comer e entender como e quando ocorriam as estações do ano, pois isso significava saber em que época deveriam plantar e colher. Um exemplo disso é o osso de Lebombos, que é um artefato arqueológico datado de 35.000 anos a.c., que serviu como um bastão calendário.

No mundo ocidental, a matemática tem sua origem no Antigo Egito e no Império Babilônico, por volta de 3.500 a.c. Ambos os impérios desenvolveram um sistema de contagem e medição a fim de poder cobrar impostos dos seus súditos, organizar o plantio e a colheita e construir edificações. Outros povos americanos, como os incas e astecas, também criaram um sistema de contagem sofisticado com os mesmos objetivos.

Os egípcios empregaram a matemática para observar os astros e criar o calendário que usamos no mundo ocidental. A partir do movimento do Sol e da Terra, eles distribuíram os dias em doze meses ou 365 dias. Igualmente, estabeleceram que um dia tem duração aproximada de vinte e quatro horas. A formação da matemática na Babilônia está ligada à necessidade de controlar os impostos arrecadados. Criaram o sistema chamado sexagenal que dá origem da divisão das horas e dos minutos em 60 partes. Até hoje, dividimos um minuto por 60 segundos e uma hora, por 60 minutos.

Os gregos usaram a matemática tanto para fins práticos como para fins filosóficos. Aliás, um dos requisitos do estudo da filosofia era o conhecimento da matemática, especialmente da geometria. Desta maneira, os gregos conseguiram fazer da matemática uma ciência com teoria e princípios. A Grécia antiga nos deixou um enorme legado matemático com nomes como Euclides, Anaxágoras, Arquimedes e Pitágoras. Esse último é considerado um dos maiores matemáticos da história, tendo contribuído com o Teorema de Pitágoras, o mais conhecido e aplicado na matemática, que diz que a soma do quadrado dos catetos é igual ao quadrado da hipotenusa.

Arquimedes é considerado um dos grandes estudiosos de todos os tempos e recebeu o título de maior matemático da história, face às suas grandes experiências que contribuíram e contribuem para a constante evolução da civilização. Entre as grandes invenções de Arquimedes, temos a bomba de parafuso, utilizada para elevar água e que servia como um guia transportador para mercadoria e era utilizado na época para eliminar água das embarcações. Arquimedes contribuiu com armas que protegeram sua cidade da constante tentativa de invasões dos romanos como os famosos jogos de espelhos que utilizavam o reflexo da luz do sol para incendiar as embarcações inimigas. Os romanos aplicaram todas as descobertas dos gregos em suas construções, como os aquedutos, na enorme rede de estradas ou no sistema de cobrança de impostos. Os números romanos eram simbolizados por letras e seu método de multiplicação facilitou o cálculo de cabeça. Atualmente, os números romanos estão presentes nos capítulos de livros e para indicar os séculos.

Durante o período conhecido como Alta Idade Média, a matemática foi confundida com superstição e não era um campo do saber valorizado pelos estudiosos. No entanto, neste período os seres humanos continuaram a produzir conhecimento. No início do século 13, um matemático italiano chamado Fibonacci, que estudou cálculo com um mestre árabe no Norte da África, considerou o sistema de numerais e decimais muito mais prático do que o sistema romano, e logo os popularizou na Europa, onde os números passaram a ser conhecidos como algarismos. Acredita-se que os comerciantes árabes os apresentaram aos europeus através de suas transações comerciais.

Na Idade Moderna, a matemática acompanhou as mudanças que as ciências passaram no período conhecido como Revolução Científica. Um dos grandes inventos foi a calculadora, realizada pelo francês Pascal. Além disso, ele escreveu sobre geometria e sobre fenômenos físicos teorizados no Princípio de Pascal, sobre a lei das pressões num líquido. O inglês Isaac Newton descreveu a lei da gravidade através dos números e da geometria. Com a Revolução Industrial, a matemática se desenvolveu de forma extraordinária. As indústrias e as universidades se tornaram um vasto campo para o estudo de novos teoremas e invenções de todo tipo. O embasamento teórico proveniente desses grandes estudiosos da antiguidade foi fundamental para o desenvolvimento da engenharia naval.

A Hidrostática é o segmento da Física que embasa os estudos de materiais líquidos no estado de equilíbrio dinâmico ou estático, ou seja, a Hidrostática nada mais é do que a ciência que estuda os materiais líquidos que se encontram em movimento retilíneo e uniforme ou em estado de inércia. A ciência classifica como fluído toda e qualquer substância que, sob ação de uma variante externa, adquire a forma do seu recipiente, apresentando características físicas como densidade, pressão e força de empuxo.

A densidade é uma variante muito importante para o estudo da Física, uma vez que permite medir a quantidade de matéria de um fluído em um determinado recipiente. A força que um fluído em estado de inércia exerce sobre uma superfície qualquer é calculada através da pressão hidrostática. A relação entre um corpo sólido imerso em um fluído é diretamente proporcional, ou seja, quanto mais um corpo sólido estiver mergulhado em um corpo líquido, mais será a pressão aplicada sobre o objeto sólido.

A força exercida pelo fluído sobre os corpos nele imerso é denominada de empuxo. Denominamos de pressão hidrostática toda e qualquer pressão exercida por uma coluna de fluído em estado de repouso. A diferença de pressão entre dois pontos de um fluído é determinada pelo produto entre sua densidade, o módulo da gravidade local e a diferença de altura entre esses pontos. O Teorema de Pascal dispõe que todo o aumento de pressão sobre um fluído ideal é transmitido homogeneamente ao longo de seu volume. Podemos observar a aplicação desse teorema no funcionamento das prensas e pistões hidráulicos.

Toda substância líquida apresenta como principal propriedade a densidade. Através da densidade, podemos calcular a quantidade de matéria que uma substância líquida apresenta em um determinado volume. De acordo com a lei de Newton, dois corpos não podem ocupar o mesmo espaço ao mesmo tempo. Dessa forma, quando inserimos um objeto sólido em um recipiente líquido, ele ocupará uma porção da área ocupada pela substância líquida. Assim, o líquido exerce sobre o objeto uma força de direção contrária, de intensidade similar ao peso do líquido que foi deslocado em função da imersão do objeto em seu meio.

O empuxo exercido por uma matéria líquida não está diretamente relacionado ao peso do corpo ou à sua densidade, mas diretamente relacionado com a densidade do meio líquido, da gravidade local e do volume de líquido deslocado, que, por sua vez, é exatamente igual ao volume da porção do corpo imersa na matéria líquida. Sempre que mergulhamos um determinado objeto sólido em um recipiente líquido temos a impressão de que o peso diminui. Também nos questionamos o porquê de uma rolha ou um cubo de gelo boiar quando entra em contato com uma superfície líquida. Isso foi demonstrado pelo Teorema de Arquimedes que diz que todo objeto totalmente ou parcialmente imerso em um fluído qualquer recebe a ação de uma força vertical de baixo para cima, similar ao peso da parte do líquido que foi deslocada pelo objeto. Essa força damos o nome de empuxo.

A Engenharia Naval utiliza esses conceitos como base de estudos para a construção de navios e de todo e qualquer tipo de embarcação, seja ela de pequeno ou grande porte. A figura do engenheiro naval permitiu que os processos que começaram nos primórdios da civilização passassem a ser mais bem elaborados, padronizados e embasados tecnicamente. Ele ficou como responsável técnico assumindo todo e qualquer problema que porventura possa acontecer em virtude de falha de projeto, independentemente do tamanho da embarcação, seja ela um simples veleiro, um navio de grande porte ou uma plataforma marítima voltada para exploração de petróleo em grandes profundidades. Os estaleiros ao redor do mundo empregam o engenheiro naval onde é o principal gestor responsável pela constante evolução na construção de navios, trazendo e desenvolvendo novas tecnologias a fim de garantir embarcações que superem as intempéries dos oceanos e mares navegando em segurança, menos poluentes e levando frequentemente um volume maior de carga em um espaço de tempo cada vez menor.

O desenvolvimento de novas tecnologias para as embarcações está evoluindo constantemente, visto que estas estão intimamente ligadas às necessidades geradas pela competitividade do mercado. Assim, navios maiores, com maior capacidade de carga, com necessidade de menor calado e mais econômicos estão sendo criados. A evolução da legislação sobre o meio ambiente e a segurança do trabalhador também está influenciando o desenvolvimento de novas tecnologias. O aumento de desempenho das embarcações, uma maior segurança para os tripulantes, a diminuição dos riscos ambientais e da emissão de gases poluentes são alguns exemplos das metas que essas novas tecnologias pretendem atingir.

Devido às maiores demandas para lidar com as novas tecnologias, o treinamento e o investimento dispensado aos tripulantes são tidos como uma consequência natural desta evolução, assim como a revisão das operações executadas pelas embarcações de apoio marítimo. Com o uso de novas tecnologias e utilização de vasto conhecimento técnico pelos engenheiros navais, o processo de evolução das embarcações nesse último século foi enorme gerando ganhos de escalas jamais visto na história da civilização.

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Tanatopraxia

Essa técnica  consiste em uma forma avançada de preservação do corpo post mortem para que ele tenha uma maior  durabilidade durante as cerimonias de despedida, , e quando falamos em durabilidade também  incluímos a parte estética do cadáver

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Autora: Camille Albuquerque Lessa

Ceará – Mucuripe

Curso Auxiliar de Necropsia Forense

Essa técnica  consiste em uma forma avançada de preservação do corpo post mortem para que ele tenha uma maior  durabilidade durante as cerimonias de despedida, , e quando falamos em durabilidade também  incluímos a parte estética do cadáver, que exerce uma função psicológica e de conscientização do  processo de luto que é muito importante para os parentes e pessoas próximas daquele indivíduo. 

Antes da tanatopraxia uma modalidade muito utilizada era o embalsamento, que é um método  muito antigo e comumente usado em festejos religiosos, e apenas após as celebrações o corpo passava  por um processo de mumificação. Entretanto, essa técnica tinha alguns percalços pois, além de não  promover uma adequada preservação do cadáver, também era bastante onerosa, sendo acessível  apenas para os nobres daquela época. 

Assim, o tema chama bastante atenção não só pelo conjunto de métodos utilizados para o  embalsamento, higienização do(a) falecido(a) e por questões de saúde pública levando em  consideração que um corpo em decomposição pode acarretar doenças infecciosas aos que se  aproximam, principalmente nos momentos de velórios e outras formas de despedidas religiosas.  Assim preceitua a ANANEC (Associação Nacional de Necropsia e Auxilio a Pessoa): 

“A fim de evitar a decomposição do corpo, é utilizada uma técnica que consiste na aplicação de  injeções, por via do sistema arterial, de produtos bactericidas, com o objetivo de destruir as bactérias  existentes, bem como de estabelecer de um ambiente assético capaz de resistir a uma invasão  microbiana.” 

Porém, se engana quem pensa que esse conjunto de técnicas possui apenas objetivos sanitários,  pelo contrário, um de seus principais objetivos é promover aos familiares e conhecidos do falecido  uma despedida menos dolorosa e impactante. A perda de alguém é um acontecimento  verdadeiramente doloroso na vida dos indivíduos, ter um método que exista para além de questões de  saúde pública, onde a preocupação também é a preservação estética do corpo e que o momento 

religioso do velório seja menos sofrido é realmente muito importante e apto a reduzir os impactos  psicológicos daquela morte. 

Quando buscamos memórias daquele ente que se foi, com certeza não esperamos lembrar de  um corpo mal preservado no post mortem, ou de aparências e odores característicos, isso além de  causar uma imensurável dor, pode agravar ou até mesmo gerar traumas irreversíveis. Além disso, ao  contrário do embalsamento, a tanatopraxia é mais comum e acessível, não sendo na prática uma opção  disponível apenas para as classes sociais mais altas, demonstrando assim não só um grande avanço  em termos de medicina, técnicas e saúde, mas também um avanço social. 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: (links) 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Tanatopraxia).

https://distanciacursos.com.br/mod/page/view.php?id=1339

https://planofunerariofamiliar.com.br/artigos/o-que-e-tanatopraxia-veja-como-funciona

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A IMPORTÂNCIA DO TRATAMENTO DE EFLUENTES INDUSTRIAIS PARA O MEIO AMBIENTE

A  preocupação com os impactos ao meio ambiente e a sua preservação vem crescendo dia após  dia, fazendo com que empresas , governos e as pessoas tenham pensamentos mais verde,  repensando as suas altitudes, algumas tais inclusive, vêm surgindo com o objetivo de proteger  a natureza e garantir os limites adequados a atividade industrial. Este é o caso de tratamento  dos efluentes industriais, questões recentes que ganha espaços nos debates sobre  sustentabilidade

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Autor: Janderson Teixeira Penha

Somática Educar

Manaus – AM

CURSO: CAPACITAÇÃO OPERADOR DE ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE EFLUENTES

 A importância dos tratamentos de efluentes industriais está relacionada a  escassez de água potável , o que pode ser evitado com o esforço conjunto na economia do consumo diário,  nos investimento sem medidas como captação, no reaproveitamento de água de chuva e no tratamento de  efluentes. 

 As industrias são responsável pelo consumo de 22% de água, enquanto a agricultura utiliza  70% e o uso doméstico fica 8%, um levantamento feito pela organização das nações unidas  (ONU) prevê que em 2030 o planeta vai precisar de 40% a mais de água  

 Para a indústria, que em muitos casos não necessita de água potável, uma das  alternativas mais aplicáveis é a reciclagem do recurso. Isso é possível por meio de tratamento  de efluentes industriais. A água descartada pela indústria não tem os parâmetros necessários  para o consumo humano, mais pode ser multiplicadas para outros fins. Por exemplo , a indústria  aplica em lavagem de reatores e tanques móveis, torres de resfriamento, caldeiras, lavagem de  maquinários e de pátio entre outros.  

 Com o tratamento de efluentes a água contaminada deixa de ser encaminhada inatura  para os rios. Isso faz com que o efluentes tratado seja destinado adequadamente, e a poluição  nos cursos d’água diminua, a que melhore as condições das águas das cidades. É gerada uma  economia com a utilização da água. O recurso potável é muito caro para o uso industrial e a água  de menor qualidade, faz com que as companhias gastem menos, tratamento reduz a captação 

Se a indústria utilizar água, vai captar menos, pois já tem o suficiente para o consumo produtivo.  Dessa forma, a indústria colabora para a manutenção das reservas naturais. 

 Sendo assim aumenta a parcela do recurso para o consumo humano, com uma parte  menor destinada a indústria. Cresce a porcentagem que é reservada para o meio ambiente. A  preocupação com os impactos ao meio ambiente e a sua preservação vem crescendo dia após  dia, fazendo com que empresas , governos e as pessoas tenham pensamentos mais verde,  repensando as suas altitudes, algumas tais inclusive, vêm surgindo com o objetivo de proteger  a natureza e garantir os limites adequados a atividade industrial. Este é o caso de tratamento  dos efluentes industriais, questões recentes que ganha espaços nos debates sobre  sustentabilidade. 

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Ciclo de Brayton

O Ciclo de Brayton é ciclo termodinâmico no qual a adição de calor ocorre a pressão constante, utilizado no estudo das turbinas a gás. Ele é um ciclo ideal, uma aproximação dos processos térmicos que ocorrem nas turbinas a gás, descrevendo variações de estado (pressão e temperatura) dos gases. O conceito é utilizado como base didática e para análise dos ciclos

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Autor: Ronaldo Francisco Prates
Curso Operador de Usina Termelétrica de Ciclo Combinado

Ciclo de Brayton é ciclo termodinâmico no qual a adição de calor ocorre a pressão constante, utilizado no estudo das turbinas a gás. Ele é um ciclo ideal, uma aproximação dos processos térmicos que ocorrem nas turbinas a gás, descrevendo variações de estado (pressão e temperatura) dos gases. O conceito é utilizado como base didática e para análise dos ciclos

reais, que se desviam do modelo ideal, devido às limitações tecnológicas e fenômenos de irreversibilidade, como o atrito.

O ciclo se constitui de quatro etapas, como demonstrado em Esquema básico de Brayton.

O ciclo do motor é nomeado após George Brayton (1830-1892), coordenador americano que o desenvolveu originalmente para o uso nos motores de pistão, embora fosse proposto e patenteado originalmente por John Barber, inglês em 1791. Também é conhecido como o ciclo de Joule. O ciclo de Ericsson é semelhante ao ciclo de Brayton, mas usa calor externo e incorpora o uso de um regenerador. Há dois tipos de ciclos de Brayton, abertos à atmosfera e usando a câmara de combustão interna ou fechado e usando trocador de calor.

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A PARTICIPAÇÃO DAS CRIANÇAS NA GESTÃO DEMOCRÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: REFLEXÕES A PARTIR DE UM ESTUDO DE CASO REALIZADO

Autora: Débora Francieli Vercelino da Trindade

Orientadora: Dra Liliane Madruga Prestes (UFSM)

RESUMO: A gestão das escolas infantis públicas deve ser democrática. Existem mecanismos de democratização do ensino e entre eles está órgãos colegiados como o conselho escolar. O objetivo do presente estudo foi de observar a atuação e formação do Conselho Escolar em uma escola infantil de Ijuí – RS e a inclusão das crianças nas tomadas de decisões. Para tanto, apresento um breve levantamento acerca das políticas públicas que atualmente regem a gestão escolar no âmbito das escolas públicas no município de Ijuí – RS, enfocando, em particular, a composição e atribuições do Conselho Escolar no âmbito das escolas de educação infantil. A partir de tais dados, busco investigar quais as percepções dos participantes do Conselho Escolar sobre a importância deste órgão colegiado para a gestão democrática e como ocorre a participação dos diversos segmentos da comunidade escolar, em particular, das crianças. Para tanto foi realizado um estudo de caso em uma escola de educação infantil pública de Ijuí RS sendo realizadas visitas, aplicação de questionários aos representantes do conselho escolar e uma roda de conversas com as crianças. Este estudo evidenciou a importância de ampliarmos os estudos e debates acerca dos processos de gestão democráticas no âmbito das escolas de educação infantil, em particular, ampliando e diversificando as estratégias que possam fomentar efetivamente e promover a escuta e a participação das crianças em tais processos.

PALAVRAS-CHAVES: Educação infantil, Conselho escolar, democracia.

ABSTRACT: The management of public kindergartens must be democratic. There are teaching democratization mechanisms and among them is collegiate bodies like the school board. The aim of this study to observe the performance and training of the School Board in a nursery school Ijuí – RS and the inclusion of children in decision making. Therefore, I present a brief survey about public policies that currently govern the school management within public schools in the municipality of Ijuí – RS, focusing, in particular, the composition and powers of the school board within the elementary schools. From these data, I seek to investigate the perceptions of the participants of the School Board about the importance of this joint committee for democratic management and as is the participation of different segments of the school community, in particular, children. Therefore we conducted a case study in a school of public early childhood education Ijuí RS being conducted visits, questionnaires to representatives of the school board and a wheel of conversations with children. The study showed the importance of the studies and broaden discussions about the democratic management processes within the elementary schools, in particular, expanding and diversifying the strategies that can effectively foster and promote listening and children’s participation in such processes.

KEYWORDS: Early childhood education, school board, democracy.

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