Radiação Solar e Sistemas Fotovoltaicos

O efeito fotovoltaico ocorre na formação da corrente elétrica Contínua, as células solares feitas de silício absorvem a radiação emitida pela luz solar, na absorção os elétrons ficam excitados decorrente a radiação, formando uma rede cristalina, a iluminação do material cria uma corrente elétrica à medida que os elétrons excitados e os vazios remanescentes são preenchidos por novos elétrons em direções diferentes pelo campo elétrico da região de depleção. A energia solar é produzida por placas fotovoltaicas de silício, que são implantados em áreas abertas e que possuem boa área de radiação solar. Para essa geração de energia são necessários alguns componentes mais importantes como o painel fotovoltaico, que é o elemento mais importante nesse meio de produção, pois é o responsável pela produção da energia elétrica, é composto por alguns elementos. O inversor solar fotovoltaico é o responsável pela conversão da energia produzida no painel fotovoltaico, pois é gerada corrente contínua, que é diferente da corrente utilizada nas residências.

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Autor: Rubens Pereira de Souza 

Guanambi – Bahia

Curso Profissionalizante Energia Solar Fotovoltaica

Somática Educar

A superfície da Terra recebe anualmente uma quantidade de energia solar nas  formas de luz e calor, o suficiente para suprir milhares de vezes às necessidades  mundiais durante o mesmo período. Poucas partes dessa energia solar é aproveitada. A energia do Sol pode ser utilizada para produzir eletricidade pelo  efeito fotovoltaico, onde se produz energia diretamente da conversão da luz solar  em energia elétrica. Esse tipo de sistema é capaz de absorver a radiação solar  por suas células fotovoltaicas e convertê-las em corrente elétrica. A corrente  convertida passa pelos sistemas tecnológicos da placa, onde será processada,  após o processo passará para rede de distribuição onde é coletada e processada  por dispositivos controladores e conversores. 

O efeito fotovoltaico ocorre na formação da corrente elétrica Contínua, as células  solares feitas de silício absorvem a radiação emitida pela luz solar, na absorção  os elétrons ficam excitados decorrente a radiação, formando uma rede cristalina,  a iluminação do material cria uma corrente elétrica à medida que os elétrons  excitados e os vazios remanescentes são preenchidos por novos elétrons em  direções diferentes pelo campo elétrico da região de depleção. A energia solar é  produzida por placas fotovoltaicas de silício, que são implantados em áreas  abertas e que possuem boa área de radiação solar. Para essa geração de  energia são necessários alguns componentes mais importantes como o painel  fotovoltaico, que é o elemento mais importante nesse meio de produção, pois é  o responsável pela produção da energia elétrica, é composto por alguns  elementos. O inversor solar fotovoltaico é o responsável pela conversão da  energia produzida no painel fotovoltaico, pois é gerada corrente contínua, que é  diferente da corrente utilizada nas residências.

A célula fotovoltaica é composta por um elemento químico chamado silício, neles  são empregados dois tipos diferente desse material para se criar o substrato do  semicondutor, negativas e positivas. As cargas positivas são criadas da mistura  silício e fósforo, já as negativas são criadas com silício e boro. O silício influencia  diretamente na porcentagem de rendimento das células fotovoltaicas, pois sua  pureza é quem favorece, por exemplo o painel solar de silício amorfo é a que  apresenta menor rendimento perante as outras, porém menor custo se  comparado, seu rendimento de 6 a 9 %, esse modelo é utilizado em relógios e  calculadoras solares. O painel solar de silício Monocristalino é o de maior  rendimento é aproximadamente de 14 a 22% e possui boa capacidade de  geração com pouca luz, é a mais cara dos modelos de silício e a mais antiga,  suas características são bem predominantes, pois possuem uma cor única, em  variação decorrente da alta pureza do silício na forma de lâminas, o painel solar  policristalino diferencia-se do Monocristalino pela sua formação que é montada  por diversos cristais formando um bloco, são produzidos mais facilmente do que  o modelo Monocristalino e mais baratos, porém sua eficiência de 13 a 18%. 

Conclui-se que o sistema solar fotovoltaico será um dos maiores sistemas  utilizados no mundo, pois sua fonte de calor é renovável e inesgotável, seu  sistema até então de alto custo, porem bem menos do que nos seus primórdios  e graças as novas tecnologias estão cada vez mais inseridas no mercado e com  uma melhor acessibilidade e aceitabilidade. 

GRADELLA VILLALVA, Marcelo energia solar fotovoltaica: conceitos e  aplicações. 2 ed. São Paulo: Érica, 2015. 224p. 

PENA, Rodolfo F. Alves. Vantagens e desvantagens da energia solar. Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/geografia/vantagens desvantagens-energia-solar.html 

SOLAR, Portal. Como funciona o painel solar fotovoltaico- Placas fotovoltaicas.

Portal Solar, SD. Disponível em: https://www.portalsolar.com.br/como-funciona o-painel-solar-fotovoltaico.html 

SOLAR, Portal. O que é energia solar. Portal Solar, SD. Disponível em:  https://www.portalsolar.com.br/o-que-e-energia-solar-.html

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GESTÃO AEROPORTUÁRIA: UM ELEMENTO CHAVE NO DESENVOLVIMENTO SOCIOECONÔMICO

Cabe destacar que nesta época de grande globalização, os aeroportos se tornaram um elemento vital para o crescimento dos negócios e da indústria numa localidade, predominantemente pelo acesso a empresas que utilizam este modal de transporte para atender às demandas de mercado relacionadas a suprimentos, concorrência e expansão.

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Autor: Luis Miguel Terán Petaquero

Jaboatão dos Guararapes – Pernambuco

Curso de logística e Operações Aeroportuárias

A gestão aeroportuária seja na forma privada ou pública é um elemento de alta  influência na ordem social e econômica de uma região e um recurso clave na  evolução através do tempo; mas, quais são os fundamentos para esta  afirmação? 

Para iniciar é preciso explanar a definição e importância de um aeroporto, pelo  que ao consultar à Agência Nacional de Aviação Civil encontrou-se que esta  define Aeroporto como “um aeródromo público dotado de edificações,  instalações e equipamentos para apoio às operações de aeronaves e de  processamento de pessoas e/ou cargas.” 

Cabe destacar que nesta época de grande globalização, os aeroportos se  tornaram um elemento vital para o crescimento dos negócios e da indústria  numa localidade, predominantemente pelo acesso a empresas que utilizam este  modal de transporte para atender às demandas de mercado relacionadas a  suprimentos, concorrência e expansão. 

Novaes (2007) expressa que o modal aéreo além de transportar carga com  velocidades muito superiores as demais modalidades, o transporte aéreo  apresenta níveis de avarias e extravios mais baixos, resultando em maior  segurança e confiabilidade. Por essa razão, não somente produtos de alto valor  agregado, tais como eletrônicos e aparelhos de precisão, são transportados por  avião, como também uma serie de produtos sensíveis a ação do tempo, como  alimentos perecíveis, flores, encomendas, correspondência etc. 

Com estas afirmações é possível então compreender a importância do  aeroporto e deste modal de transporte, mas é necessário também perguntar-se:  que função cumpre o operador de aeródromo neste quesito? 

Para dar resposta a esta pergunta foi consultado o REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 153 o qual define o operador de aeródromo como  “a pessoa jurídica que tenha recebido, por órgão competente, a outorga de  exploração da infraestrutura aeroportuária.”

Ainda no artigo 153.21 deste regulamento são expressadas as responsabilidades  do operador de aeródromo dentro das quais sobressaem os itens seguintes  (citados textualmente): 

(3) prover e manter no aeródromo recursos humanos, financeiros e  tecnológicos suficientes para cumprir os requisitos e parâmetros estabelecidos  neste Regulamento; 

(7) prover treinamento a todo pessoal cuja atividade influencie a segurança  operacional, de modo a adequar suas atividades às características específicas do  aeródromo, conforme estabelecido na seção 153.37; 

(8) monitorar a presença de animais no sítio aeroportuário e os eventos de  colisão entre fauna e aeronaves, com o objetivo de avaliar a aplicabilidade dos  requisitos estabelecidos em norma específica para o gerenciamento do risco da  fauna em aeródromos; 

(9) monitorar a área operacional de modo a identificar perigos que  comprometam a segurança das operações aéreas e aeroportuárias; 

(10) implementar ações mitigadoras que garantam a segurança das operações  aéreas e aeroportuárias; 

(13) garantir a prestação dos serviços aeronáuticos e aeroportuários de acordo  com a infraestrutura e serviços disponíveis; 

(15) adotar medidas mitigadoras visando manter a área operacional livre da  presença de pessoas, equipamentos e veículos não autorizados ou que  constituam perigo às operações aéreas e aeroportuárias; 

(16) adotar medidas mitigadoras visando manter a área operacional livre de  animais que constituam perigo às operações aéreas e aeroportuárias; 

(17) manter a pista de pouso e decolagem livre de obstáculos que  comprometam a segurança das operações de pouso e decolagem; 

(18) coordenar e fiscalizar a movimentação de veículos, equipamentos e  pessoas em solo, no que diz respeito às regras dispostas neste Regulamento e  demais normas vigentes; 

(19) manter a infraestrutura aeroportuária e aeronáutica, sob sua 

responsabilidade, em condições operacionais para a garantia da segurança e  regularidade dos serviços disponíveis; 

(23) garantir a segurança das operações aéreas durante a execução de obra ou  serviço de manutenção na área operacional; 

(25) garantir a coordenação de pessoal próprio, terceirizado e demais  organizações envolvidas na execução das atividades operacionais do  aeródromo. (Incluído pela Resolução nº 503, de 07.02.2019) 

Por outro lado, Seth B. Young e Alexander T. Wells (2014) afirmam que as  autoridades portuárias são órgãos legalmente instituídos com o status de  corporações públicas e que operam uma variedade de instalações de  propriedade pública, como portos, aeroportos, pedágios e pontes. Ao gerirem  as propriedades sob sua jurisdição, as autoridades portuárias contam com uma  ampla independência do Estado e dos governos locais. A sua independência  financeira deriva em grande parte do poder de suprir suas próprias dívidas, na  forma de títulos de receita, e da amplitude de suas próprias receitas, que  podem ser advindas de taxas e encargos em terminais marítimos e em  aeroportos, bem como de proventos (como pedágios em pontes ou túneis) de  outras autoridades portuárias.  

Seguidamente os autores expressam, outro tipo de organização é a de autoridade aeroportuária com propósito exclusivo. Similares às autoridades portuárias quanto à estrutura e à instituição legislativa, essas autoridades de  propósito exclusivo também têm uma considerável independência com relação  a governos estaduais e locais, os quais muitas vezes retêm a propriedade do  aeroporto ou dos aeroportos operados pela autoridade…elas dependem de  uma base muito mais restrita de receitas para conduzir um empreendimento  autossustentável financeiramente. 

Nesse sentido e de acordo às afirmações anteriores torna-se evidente a importância da administração aeroportuária seja esta sob o domínio público ou  de concessão privada sobre a segurança operacional, acondicionamento da  infraestrutura, cumprimento de regulamentações aeronáuticas e sobretudo a  geração de condições econômicas e estruturais que facilitem o traslado de carga  de passageiros de um local a outro. 

Por conseguinte, uma boa administração aeroportuária garante a eficiência  deste modal de transporte e abre portas para a expansão das atividades com o  inevitável crescimento social e econômico. Desta maneira, é possível 

estabelecer uma correlação entre o aeroporto como área efetiva de  deslocamento de interesses e a gestão aeroportuária como um sistema que  garante a eficiência destes processos.  

Em síntese, a gestão aeroportuária é um elemento clave no desenvolvimento  socioeconômico, expressão que pode ser fundamentada da maneira seguinte: 

* O desenvolvimento de investimentos de infraestrutura aeroportuária,  especialmente dos terminais servem como atrativo para a operação de  companhias aéreas no local de gestão. 

* O cumprimento das normas e procedimentos estabelecidos nos regulamentos  e normas posicionam o aeroporto como referência para a operação segura de  aeronaves. 

* O avanço dos projetos de expansão funcionam como uma fonte de empregos  que por sua vez mobilizam a economia local relativos à aquisição de bens e  serviços, gerando, ao mesmo tempo, receitas fiscais.  

* A execução de boas relações humanas e comerciais incentiva a economia  através do estímulo para o uso de serviços de cargas aéreas e deslocamentos de  materiais próprios do e-commerce.  

* Ao fundamento antes mencionado, soma-se o inevitável desenvolvimento  industrial que veem no aeródromo uma oportunidade para agilizar a entrega de  seus produtos e serviços o que gera atividade de aviação empresarial e tráfego  de fretes aéreos.  

* A necessidade de acesso terrestre ao aeroporto facilita o desenvolvimento de  outros modais de transporte. 

* A operacionalização do aeroporto aumenta as compras regulares de  combustível, suprimentos, equipamentos e outros serviços junto a  distribuidores locais geram uma renda adicional na comunidade.  

* A melhora das condições do aeródromo em complementação com a garantia  do bem-estar de todos os seus usuários num ambiente seguro, saudável e rico  para se trabalhar, viajar e visitar, aumenta a afluência de passageiros e gera  maiores receitas. 

* O aumento dos passageiros derivado da execução de um bom planejamento  financeiro eleva a arrecadação de impostos o que se traduz em mais projetos e serviços para beneficiar os residentes de cada Estado e comunidade.  

* O trabalho em equipe da administração aeroportuária com as organizações  públicas e privadas de turismo, viabilizam o aumento de visitantes o que  representa receitas substanciais para hotéis, restaurantes, lojas de varejo,  eventos esportivos, boates, passeios turísticos, locadoras de carros e transporte  local, entre outros.  

* A prática de políticas de sustentabilidade econômica colaboram com a  preservação do meio ambiente e o crescimento equilibrado, garantindo  melhores condições para as futuras gerações. 

Finalmente o desafio para os gestores aeroportuários é compreender todas as  regras, regulamentações e políticas que governam os interesses de cada parte  envolvida com o aeroporto e proporcionar um ambiente que seja econômica e  socialmente benéfico a todos, pelo que, aeroportos bem-sucedidos na gestão  desses papéis são reconhecidos por suas contribuições positivas e significativas  para suas comunidades.  

FONTES: 

Agência Nacional de Aviação Civil – ANAC. ANAC PEDIA.  

https://www2.anac.gov.br/anacpedia/por_ing/tr1294.htm

Novaes, Antônio Galvão. Logística e Gerenciamento da Cadeia de Distribuição.  Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. 

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 153 

Seth B. Young e Alexander T. Wells. Aeroportos, Planejamento e gestão. New  York: Bookman, 2014

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