Impacto Ambiental e Parques Eólicos

Mais uma vez podemos evidenciar a importância da (EIMA/RIMA), pois para construir um parque eólico no Brasil é necessária a realização de um Estudo e Relatório de Impacto Ambiental. Esse estudo vai considerar, entre outras coisas, a poluição sonora que o parque pode gerar, pois as hélices dos aerogeradores produzem muito zumbido e pode trazer danos ao meio ambiente, pois até mesmo a construção de um Parque Eólico onde irá gerara uma energia sustentável, está propicio ao dando.

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Autor: Tiago Conceição de Souza

Macaé – RJ

Curso Tecnologia em Geração Eólica e Legislação Ambiental Aplicada à Implantação de Parques Eólicos

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Segundo a Resolução CONAMA nº 01/1986, considera-se impacto ambiental  qualquer alteração nas propriedades físicas, químicas e biológicas do ambiente  causada por qualquer forma de matéria ou energia resultante das atividades humanas  que, direta ou indiretamente, afetem: a saúde, a segurança e o bem-estar da  população; as atividades sociais e econômicas; a biota; as condições estéticas e  sanitárias do ambiente e a qualidade dos recursos ambientais.  

Com base nessa resolução é possível afirmar que nesse sentido, os impactos  ambientais podem ser positivos, quando resultam em melhorias para o ambiente, ou  negativos, quando essas alterações causam algum risco para o ser humano ou para  os recursos naturais encontrados no espaço, sendo assim, ressalto através de leituras  realizadas, a importância da Resolução CONAMA nº 01/1996, estabeleceu que  atividades que apresentam significativo potencial de degradação ou poluição  dependerão da elaboração de Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e apresentação do  respectivo Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) para que ocorra seu Licenciamento  Ambiental, podendo ou não ser autorizado o licenciamento. 

De acordo com o artigo 225 da Constituição Federal, “todos têm direito ao meio  ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à  sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de  defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações”. 

Referente ao que tange Energia Eólica é sem dúvida uma das mais antigas  tecnologias humanas, A energia eólica é cada vez mais usada no mundo, por se tratar  de uma energia sustentável 

Um parque eólico ou usina eólica é um local, em terra (onshore) ou em mar (offshore),  que se destina à produção de energia elétrica a partir dos ventos.  

Uma usina eólica é constituída por vários aerogeradores, um edifício de comando  (inclui geralmente uma sala de comando, um gabinete, um armazém e instalações  sanitárias) uma subestação, aos quais todos os aerogeradores estão ligados através  de uma rede de cabos enterrados, e caminhos de acesso a cada aerogerador  (MENDES; COSTA; PEDREIRA, 2002). 

As modernas turbinas eólicas são usadas para capturar energia cinética do vento e  gerar eletricidade.

Mais uma vez podemos evidenciar a importância da (EIMA/RIMA), pois para construir  um parque eólico no Brasil é necessária a realização de um Estudo e Relatório de  Impacto Ambiental. Esse estudo vai considerar, entre outras coisas, a poluição sonora  que o parque pode gerar, pois as hélices dos aerogeradores produzem muito zumbido e pode trazer danos ao meio ambiente, pois até mesmo a construção de um Parque  Eólico onde irá gerara uma energia sustentável, está propicio ao dando. 

Fontes: 

www.wonderopolis.org/whatis.techtarget.com/www.wisegeek.org/www.sciencedirect. com/www.azocleantech.com/dictionary.cambridge.org/www.energy.gov/windeurope. org 

https://www.portalsaofrancisco.com.br/meio-ambiente/parque-eolico http://www.abepro.org.br/biblioteca/TN_STP_206_222_27524.pdf

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Escala de Calado

Em todos os navios, a boreste e a bombordo, a vante e a ré, e algumas vezes a meia-nau, são escritas nos costados as escalas numéricas para a leitura dos calados.
Em geral, as escalas não são escritas no navio exatamente no lugar das perpendiculares, mas nos pontos em que a quilha encontra os contornos da roda de proa e do cadaste.

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Autor: Eduardo Carvalho Ribeiro

Corumbá – MS

Curso Capacitação em Arqueação de Navios- Draft Survey

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Em todos os navios, a boreste e a bombordo, a vante e a ré, e algumas vezes a meia-nau, são escritas nos costados as escalas numéricas para a leitura dos calados.

Em geral, as escalas não são escritas no navio exatamente no lugar das perpendiculares, mas nos pontos em que a quilha encontra os contornos da roda de proa e do cadaste.

O zero de todas as escalas é referido à linha do fundo da quilha,ou à linha que passa pelos pontos mais baixos do casco (leme, pé do cadaste, pá do hélice etc.), sendo esta linha prolongada horizontalmente até sua interseção com as partes inferiores de cada perpendicular nas extremidades do navio.

A graduação das escalas pode ser em decímetros, com algarismos da altura de um decímetro (às vezes em navios pequenos, 1/2 decímetro) ou em pés ingleses, com algarismos da altura de um pé (nos navios pequenos, 1/2 p é, isto é, seis polegadas). Com os algarismos de altura de um decímetro ou de um pé, são escritos na escala somente os números pares de decímetros ou de pés, e o intervalo entre os números é igual, respectivamente, a um decímetro ou a um pé. Cada número indica sempre o calado que se tem quando a superfície da água está rasando o seu limbo inferior; por conseqüência, quando o nível da água estiver no limbo superior de um número, deve-se acrescentar uma unidade, e as frações da unidade serão estimadas a olho. Por exemplo, quando a superfície da água estiver rasando o limbo inferior do número 56, o calado será 5,60 metros, e quando estiver na altura do limbo superior do número 58, o calado será 5,90 metros.

Se os algarismos tiverem a altura de meio decímetro (cinco centímetros) ou meio pé (seis polegadas), escrever-se-ão todos os números inteiros de decímetros ou de pés. Neste caso, se o nível da água estiver rasando o limbo superior de um número, será necessário acrescentar apenas meio decímetro ou meio pé para ler o calado.

Em todos os países, de modo geral, as escalas são escritas em algarismos arábicos; entretanto, muitos navios adotam a escala em decímetros escrita em algarismos arábicos em um dos bordos (BE), e a escala em pés escrita em algarismos romanos no outro bordo.

A altura dos algarismos, a que nos referimos acima, é a de sua projeção num plano vertical, a qual nem sempre coincide com a altura do algarismo inscrito no costado, por ser este muitas vezes côncavo nas extremidades do casco. Os algarismos são entalhados na superfície das chapas ou fundidos em metal, sendo neste caso presos ao costado por meio de parafusos; eles são pintados de cor branca ou preta conforme a pintura do casco seja escura ou clara, para melhor visibilidade.

Nos navios que adotam o sistema inglês de medidas, algumas vezes são

marcados nas escalas somente os algarismos que indicam a unidade de pés; assim, os calados de seis pés, 16 pés e 26 pés serão sempre representados pelo algarismo 6; para o pessoal de bordo será muito fácil determinar qual o algarismo das dezenas pela simples inspeção do navio.

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CONHECER A IMPORTÂNCIA DA ATIVIDADE EXPORTADORA

O comércio exterior de um país significa o fluxo de mercadorias vendidas (exportadas) ou compradas (importadas), bem como dos serviços executados por empresas nacionais no exterior ou feitas por empresas estrangeiras no próprio país. Em outras palavras, o comércio exterior engloba a gestão do processo de compras e vendas internacionais de produtos e serviços.

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Autor : Eduardo Carvalho Ribeiro

Corumbá – MS

Curso Arqueação de Embarcações e Plataformas flutuantes com ênfase na quantificação de mercadorias a granel,sólido, líquido e gasoso

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O  comércio  exterior  de  um  país  significa  o  fluxo  de  mercadorias  vendidas (exportadas)  ou  compradas  (importadas),  bem  como  dos  serviços  executados por  empresas  nacionais  no  exterior  ou  feitas  por  empresas  estrangeiras  no próprio  país.  Em  outras  palavras,  o  comércio  exterior  engloba  a  gestão  do processo de compras e vendas internacionais de produtos e serviços. 

Desse  modo,  quando  nos referirmos  à  exportação,  estaremos  trabalhando  com  o  conceito  de  um processo  que  ocorre  quando  um  determinado  bem  cruza  a  fronteira  de  um país,  ou  seja,  basicamente,  quando  uma  mercadoria  originária  dos  Estados Unidos sai de lá  e chega até ao  Uruguai, estamos diante de uma exportação. A importação,  por  sua  vez,  seria  a  entrada  desse  bem  no  espaço  geográfico  do país  que  o  está  adquirindo.  No  mesmo  exemplo,  os  Estados  Unidos  seriam  o país exportador e o Uruguai, o importador. 

Todos  os  impostos  e  contribuições  diretamente  relacionados  com  a exportação  e  a  importação  formam  as  barreiras  tarifárias.  Já  as  barreiras  não tarifárias  são  restrições  à  entrada  de  mercadorias  importadas,  para  criar distorções  nas  trocas  comerciais,  a  exemplo  dos  regimes  de  licenças  de                       importação. Por  meio  de  cotas,  restringe- se  a  quantidade  de  produto importado,  limitada  a  um  número  preestabelecido  alocado  sob  a  base  global ou específica. 

Para  que  seja  feito  o  intercâmbio  de  produtos  ou  serviços,  duas  empresas situadas  em  países  diferentes  firmam  um  contrato  de  compra  e  venda internacional,  ou  seja,  um  acordo  onde  são  ditadas  as  condições  de  entrega do  produto  ou  da  prestação  do  serviço,  a  forma  de  pagamento,  etc., formalizando,  assim,  a  relação  da  empresa  exportador a  com  seus  clientes  no exterior.  É  o  que  Sousa  (2009,  p.149)  chama  de  “ponto  de  partida  das operações  comerciais  internacionais”.  Depois,  o  exportador  deverá  enviar  a mercadoria,  cumprindo  os  trâmites  administrativos,  e  o  comprador  precisará pagá-la,  recepcioná-la  e  cumprir  as  formalidades  administrativas  resultantes da admissão de mercadorias importadas. 

Mas  não  são  apenas  importadores  e  exportadores  os   envolvidos  nesta operação.  Outras  empresas  e  organismos  participam  do  processo .  A  parte  da logística, por exemplo , trata do fluxo físico das  mercadorias,  pela  atuação  de         empresas  de  transporte  e  armazenagem, operadores portuários, etc.  Os pagamentos e seguros  são de responsabilidade das  entidades  financeiras,  com  controle  do  Banco  Central.  As empresas  de inspeção,  por  sua  vez,  comandam  a  parte  do  controle  das  mercadorias,  sendo tudo  monitorado  pela  Receita  Federal.  As   alfândegas  e  despachantes aduaneiros  se  encarregam  dos  processos  administrativos.  

Embora  o  Brasil  esteja  em  posição  privilegiada  no  ranking  que  mede  os maiores  exportadores  do  planeta,  ocupando  o  vigésimo  primeiro  lugar  (MRE, 2012),  nosso  país  não  produz  tudo  o  que  sua  população  necessita.  E,  ainda que  tenha  dimensões  continentais,  o  país,  como  qualquer  um  dos  outros  190 existentes no mundo, não  possui condições  de satisfazer  a todas as  demandas internas.  Você  saberia  explicar  o  motivo  dessa  aparente  situação desfavorável? 

Imagine  que  não  é  cabível  que  uma  nação  seja  autossuficiente.  A  falha  ou baixa  produtividade  de  um  determinando  produto  ou  matéria  prima  em  um país  pode  muito  bem  ser  coberta  por  um  vizinho.  Por  isso,  tanto  comprar  de um  estrangeiro  quanto  vender  a  outro  país  são  práticas  corriqueiras  e necessárias,  ou  seja,  tanto  exportar  quanto  importar  fazem  parte  das  regras do jogo! 

Nenhum  país  do  mundo  consegue  gerar  todos  os  bens  e serviços  de  que  sua  população  necessita.  Como alternativa,  os  países  têm  procurado  especializar-se  em certas  atividades,  objetivando  produzir  mais eficazmente  determinados  tipos  d e  produtos;  os excedentes  dessas  produções  são  então  trocados  por outros  produtos  necessários  às  suas  populações.  Dessa forma,  as  empresas  tornam-se  mercados  mais competitivos,  surgindo  novos  produtos  para  atender novas demandas (SOUSA, 2009, p. 6). 

A  Argentina,  por  exemplo,  é  o  segundo  maior  fornecedor  de  mercadorias  e insumos de que o  Brasil  precisa. O  Brasil, por sua  vez, exporta  bastante da sua pauta  de  vendas  internacionais  para  a  China,  segundo  dados  relativos  a  2013, Assim,  fica  mais  fácil  compreender  porque,  ao  mesmo  tempo  em  que  vende para  a  Argentina,  tão  próxima,  e  para  a  China,  do  outro  lado  do  mundo,  o Brasil  ainda  usa  boa  parte  de  sua  produção  para  consumo  interno.  Escoar toda sua produção lá para fora ou comercializar tudo no próprio país não teria muito  sentido,  não  é  verdade,  vis to  que  não  produzimos  por  aqui  tudo  que necessitamos em termos de insumos, matérias primas, máquinas, etc. 

Como  nenhum  país  é  uma  “ilha”,  é  natural  que  ocorra  o  fluxo  internacional, motivado  pela  globalização.  Como  você  bem  sabe,  a  globalização  pode  ser encarada  como  um  fenômeno,  em  escala  global,  capaz  de  produzir  uma integração  de  cunho  econômico,  social,  cultural  e  político  entre  diferentes países. 

Ainda  que  a   globalização  possa  ser  criticada  por  vários  aspectos,  pelos contrários  ao  sistema  capitalista.

Se  imaginarmos ,  hipoteticamente,  o  transporte  marítimo  como  uma ferramenta  da  globalização,  poderemos  refletir  que  sua  elevada  capacidade de  carga,  atrelada  ao  fato  de  ele  servir  fortemente  nas  transações  de importação  e  exportação,  fazem  deste  modal  um  elo  da  “mundialização”  de mercadorias. Por isso, um mesmo produto pode ser encontrado em diferentes partes  do  mundo,  de  forma  tão  acessível!  É  cada  vez   mais  comum,  por exemplo,  que,  ao  lermos  o  rótulo  de  um  alimento  ou  produto  de  higiene industrializado  vejamos  que  os  mesmos  foram  feitos  em  fábricas  em  algum país da América do Sul, por exemplo.

Elaborados  pelo  Ministério  do  Desenvolvimento,  Indústria  e  Comércio 

Exterior Ludovico  (2009)  faz  uma  comparação  bem  interessante  ao  abordar  essa questão. Veja se  o  pensamento desse autor não  tem relação  direta com  o  que começamos  a  estudar  a  partir  de  agora:  para  ele,  analisar  o  comércio internacional  é  poder  ter  a  visão  de  que,  realmente,  o  mundo  se  tornou  um “grande  condomínio  de  países”.  Nesse  grande  condomínio,  os  “inquilinos” seriam empresas de todos os tipos e tamanhos . 

Também  podemos  construir  nossa  própria  analogia  nesse  sentido!  Pensemos o  mundo  como  um  grande  “shopping  center”  e  os  países  funcionando  como “lojas”.  As  mercadorias  dessas  lojas  estão  disponíveis  à  venda  para  todos  e, dependendo  da  situação,  uma  determinada  loja  pode  comprar  de  outra,  sem sair  de  lá.   Se  uma  lanchonete  desse  shopping  ficar  sem  guardanapo,  por exemplo,  pode  muito  bem  ir  a  uma  loja  de  departamentos  próxima  comprar esse  item,  sem  grandes  problemas.  Isso  quer  dizer  que  a  lanchonete,  cuja especialidade  é  fazer  e  vender  lanches,  não  precisa  ter  uma  loja  ou  fábrica própria de guardanapo para levar seu  negócio adiante, não é mesmo, pois  seu 

vizinho  tem  condições  de  ampará-lo  nesta  necessidade  emergencial. 

De  fato,  a  questão  da  globalização  é  algo  que  provocou  e  ainda  gera mudanças  na forma de atuação das empresas em nível  internacional. As novas maneiras  de  fazer  negócios,  numa  amplitude  que  não  se  prende  mais  às fronteiras  e  às  proximidades  geográficas,  são  constatações  que  empurram  os países e suas empresas à aventura do comércio exterior. 

Mas  agora pare  e  pense um  pouco  a  fundo:  se  o  mundo é  cada  vez  “menor”  e se  todos  os  países  e  suas  empresas  pensarem  em  vender  para  o  “mundo”,  ao mesmo  tempo,  haverá  mercado  consumidor  suficiente  para  todos?  Há  tanta demanda  assim?  A  resposta,  claramente,  é  não!  Afinal  de  contas,  sempre haverá  mais  interessados  em  vender  do  que  comprar.

Obras Consultadas

LUDOVICO, Nelson, Como preparar uma empresa para o comércio exterior. São Paulo: Saraiva, 2009.

LUDOVICO, Nelson. Preparando sua empresa para o mercado global. São Paulo: Thomson, 2002.

SOUSA, J. M. (2009) Fundamentos do comércio internacional. São Paulo: Saraiva.

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