Energia Solar Fotovoltaica

Com o crescimento da população, aumento significante da tecnologia e
consequentemente da indústria, cresce também o consumo de energia elétrica e a busca incessante por fontes alternativas de energia, menos poluentes, que atendam as legislações ambientais no que diz respeito a poluição em geral (Visual, atmosférica, sonora etc.), as chamadas energias renováveis (Solar, eólica, hídrica etc.).

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SOMÁTICA EDUCAR
Curso de Energia Solar Fotovoltaica
Autor: Wagner de Souza Melo

Manaus – AM

INTRODUÇÃO


Com o crescimento da população, aumento significante da tecnologia e
consequentemente da indústria, cresce também o consumo de energia elétrica e a busca incessante por fontes alternativas de energia, menos poluentes, que atendam as legislações ambientais no que diz respeito a poluição em geral (Visual, atmosférica, sonora etc.), as chamadas energias renováveis (Solar, eólica, hídrica etc.).


O Brasil, por se tratar de um país que recebe altos índices de irradiação solar
durante todo o ano, em 2018 teve um aumento de aproximadamente 350 % na
instalação de painéis solar fotovoltaicos em residências. Trata-se de geradores
domésticos de energia que convertem a energia solar (fótons) em energia elétrica.


Em 2019, o mercado de energia solar no Brasil cresceu mais, alcançando a
marca de 2,4 GW instalados. Segundo a Aneel, foram instalados mais de 110
mil sistemas fotovoltaicos de mini e microgeração, correspondendo a R$ 4,8 bilhões e 15 mil profissionais trabalhando na área.


Na China, os sistemas fotovoltaicos flutuantes são uma tendência, à medida
que a economia está migrando para fontes de energia mais limpas e eficientes. Para isso, existem empresas fabricando polietilenos de alta densidade para a construção de usinas elétricas fotovoltaicas flutuantes, que hoje estão abastecendo residências e indústrias com energia renovável limpa.

Para ler o conteúdo na íntegra acesse abaixo:

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A Importância da Tanatopraxia

O processo da tanatopraxia se inicia com o banho no cadáver durante esse banho e feito uma massagem alongando os membros afim de neutralizar a rigidez pós mortem. Durante esse banho e feito a higienização dos cadáveres retirada de curativos, esse processo também permite ao tanatólogo detectar feridas que necessitem de limpeza e de sutura ao fim do tratamento.

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Autor: Luiz Carlos Figueiredo Junior

Vazante – MG

Curso de Tanatopraxia

Somática Educar

A técnica de embalsamamento criada por William Harvey no século XVII é a mesmo  usada nos temos de hoje apesar de haver algumas diferenças. Nessa técnica orienta-se a  retirada dos fluido dos corpo em substituição do mesmo por uma solução formaldeído.  Porem essa não é a origem do embalsamamento. 

A origem do embalsamamento foi no ano 3.300 a.c.. A primeira múmia conhecida como  Ginger apresentou características de que passou pelo processo de embalsamamento. Essa  técnica teve principal utilização no Egito antigo, onde conservava-se os corpos para que  pudessem ser usados no pós vida. No Egito Antigo acreditava-se que após sua morte seu  corpo seria usado e por isso era importante mantê-los o mais completo e preservado  possível. Porem essa mesma técnica também foi vista em várias civilizações antigas  deixando em aberto um enigma de sua real origem. 

Atualmente a técnica além de ter  indicações do tempo da morte, bem como, meios e métodos para nos proteger ao lidar com  os cadáveres. 

Os estudos nos auxiliam na compreensão da etapa de degradação do corpo , exemplo disso são os Fenômenos Cadavéricos: 

∙ Fenômenos Cadavéricos Cedo; 

∙ Final Destroyers; 

∙ Fenômenos Cadavéricos Final Tories; 

Estas são classificações primarias que possuem várias subgrupos para melhor identificar  a hora da morte influenciando diretamente no processo de tratamento.  

O melhor cenário para realizar o tratamento da tanatopraxia seria com apenas 2 horas do óbito  já que praticamente nenhum fenômeno cadavérico teria se iniciado. Porém o tratamento  pode ser feito com até 48 horas da morte porem pode-se perder muito do resultados.  

O processo da tanatopraxia se inicia com o banho no cadáver durante esse banho e feito uma  massagem alongando os membros afim de neutralizar a rigidez pós mortem. Durante esse  banho e feito a higienização dos cadáveres retirada de curativos, esse processo também  permite ao tanatologo detectar feridas que necessitem de limpeza e de sutura ao fim do  tratamento. 

Após essa etapa e feito uma incisão mais comumente no pescoço para acessar a artéria  onde será inserido a cânula por onde será bombeado a solução formaldeído, de 1 litro de  remédio para cada 4 litros de agua para cada 23 kg de peso do cadáver.  

A solução e bombeada de forma lenta, durante esse processo o tanatologo deve massagear  o corpo expulsando o sangue dando passagem para que a solução penetre nos tecidos e  músculos afim de garantir a preservação do cadáver. Durante esse processo e notável a  mudança que ocorre no corpo, na coloração da pele bem como um desencharco devido a  retirada de líquidos. Com essa etapa conseguimos para momentaneamente o processo de  degradação do corpo, para que parentes e amigos possam se despedir do falecido. Feito  essa etapa temos que fazer a drenagem dos líquidos internos. 

Esse processo e feito por uma incisão ao lado do umbigo onde se insere uma vara  conectada a uma bomba de drenagem que suga os líquidos internos. Após essa drenagem  e inserido um produto que tem como objetivo desidratar os tecidos e órgãos internos além  de preservá-los, retardando o processo de degradação do cadáver. O remédio deverá  permanecer dentro do cadáver por no mínimo 10 minutos, após este tempo retomasse a  drenagem. Após drenagem passa-se para a etapa de tamponamento e sutura. 

Essa etapa e muito importante já que esta será a finalização do tratamento, iniciasse  inserindo algodão no corte, ferida ou furo, acompanhado por um pó tanatopraxua que tem como  objetivo evitar que líquidos saiam pelo local tamponado. O pó tanato e o pó gelatinoso  ao entrar em contato com líquido forma uma espécie de gelatina evitando que o  mesmo saia pelo orifício. Finaliza-se com uma sutura fechando o orifício e em seguida e  feito a colagem com cola sobre o ponto suturado, após colado colocasse micropore ou  esparadrapo. 

Na sequência passamos, a vestir a roupa no falecido .Existem atualmente roupas próprias para cadáveres que tendem a ser mais fáceis de vestir  com baixo custo. Após vestido coloca-se papel picado para que ele fica em  uma posição adequada na urna cobre-se o papel com algodão em seguida ornamenta-se  com flores. Esta etapa também e feito a necromaquiagem ,finalizando esse processo o  corpo e encaminhado para velório. 

Estas etapas que exemplifiquei acima são indispensáveis, visto que sem elas o cadáver sofreria rápida decomposição, tornando impossível que fosse velado, além do inchaço o corpo  tende a ficar com um cor azulada muito desagradável além de ter líquidos sendo expelidos  por suas vias aéreas e feridas. 

Vale lembrar também que este processo também elimina possíveis contaminantes que  possam vir ser passado para os familiares durante o velório. São raras as doenças que  perduram após a morte, porem é imporantante que seja eliminada as suas propagações. Há também doenças que impossibilitam que haja o velório como estamos vendo no atual  momento a situação do covid, que mesmo após a morte o corpo ainda e um propagador da doença, ou ate mesmo a peste negra que no passado devastou a Europa. 

Fontes Consultadas

Site: https://cemiteriosemmisterio.com.br/conheca-o-processo-de-embalsamar-corpo-e-a-sua-importancia/

https://ultimumvale.com.br/blog/embalsamamento-embalsamar-corpo-tanatopraxia/

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Novo Porto

O Rio Grande do Sul deve ter um novo porto, no Litoral Norte. O pedido de autorização para construção feito por investidores em Arroio do Sal já está sendo analisado pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários.

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Autor: Leandro Luís Silva dos Santos 

Canoas – RS

Curso Arqueação de navios 

Instituição – Somática educar 

O Rio Grande do Sul deve ter um novo porto, no Litoral Norte. O pedido de autorização para  construção feito por investidores em Arroio do Sal já está sendo analisado pela Agência Nacional de  Transportes Aquaviários. 

Um dos motivos é a proximidade com a área industrial da Serra do Rio Grande do Sul. A medida  reduziria os custos e aumentaria a competitividade de grandes empresas exportadoras que necessitam,  atualmente, usar o porto de Rio Grande, no Litoral Sul, ou os de Santa Catarina. 

“Hoje, nos levantamentos que fizemos, um conjunto de empresas tem custo aproximado de R$  4 mil a R$ 6 mil para escoar sua produção via litoral sul e aproximadamente entre R$ 3 mil e R$ 4 mil  pelos portos de Santa Catarina.  

Nossa estimativa é que haja uma redução de 50% para o nosso projeto do porto do Litoral  Norte”, projeta o diretor-executivo do MOBI Caxias, Rogério da Silva Rodrigues. Dois grupos de investidores já adquiriram boa parte dos terrenos de duas áreas que poderão  receber o novo complexo portuário. Um deles é perto do balneário Rondinha, com mais de 600 metros  de frente para o mar e um total de 700 hectares. 

A outra área fica mais ao norte, no balneário de Arroio Seco, perto do limite com Torres. Esta  é uma área menor, com 150 metros de faixa de areia e 150 hectares. Ambas ficam próximas ao  aeroporto de Torres, que já está pronto e poderá servir de apoio para o transporte de cargas. 

Do complexo industrial de Caxias do Sul, por exemplo, via Rota do Sol, seriam 180 km até o novoporto.  Para levar as cargas até Rio Grande, a distância é de 437 km. 

Inicialmente, a ideia era construir o porto em Torres. Porém, em abril do ano passado, um navio  da marinha fez um levantamento geográfico do trecho entre Torres e Arroio do Sal. Nessa parte, a  profundidade do mar passa dos 20 metros mais perto da costa do que em Torres, o que facilitaria a  instalação do porto. 

Os dois grupos de investidores já receberam autorização de viabilidade econômica do  município. A estimativa é que cada projeto tenha investimento superior a US$ 1 bilhão, ambos de capital  estrangeiro. 

“Esses recursos vão tornar Arroio do Sal ainda melhor, principalmente porque poderemos  executar muitas melhorias de infraestrutura. Tudo indica que nós teremos o início das obras ainda este  ano”, diz o prefeito Affonso Flavio Angst. 

Um deles, que tem capital russo, está mais avançado, e a Agência Nacional de Transportes  Aquaviários já está analisando o pedido de autorização. 

Em abril de 2021 o grupo de investidores russos confirmam investimento de R$ 6 bilhões em  novo porto no RS, confirmando que o complexo portuário sairá em Arroio do Sal

O mesmo grupo de investidores protocolou a autorização para iniciar a construção do centro  administrativo do porto na Secretaria de Meio Ambiente do município. 

“A gente fez a solicitação para construir o escritório, a parte administrativa, refeitórios, centro  de treinamento dos funcionários que vão trabalhar no porto. O resto a gente depende de uma licença  do Ibama, que é bem mais complexa. São várias etapas que trabalham juntas, então, é uma licença  bem mais demorada”, explica a bióloga Letícia Maria. 

A expectativa é que mais de 4 mil empregos diretos e indiretos sejam gerados na cidade.

Fonte: 

https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2020/01/10/arroio-do-sal-recebe-proposta para-sediar-porto-no-litoral-norte-do-rs.ghtml – consultado em 22/05/2021. 

https://imprensabrasil.com.br/2021/04/15/russos-confirmam-investimento-de-r-6-bilhoes-em novo-porto-no-rs-o-complexo-portuario-saira-em-arroio-do-sal/ – consultado em 22/05/2021.

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