Biomassa: fonte de energia renovável

A biomassa é utilizada na produção de energia a partir de processos como a combustão de material orgânico produzida e acumulada em um ecossistema, porém nem toda a produção primária passa a incrementar a biomassa vegetal do ecossistema

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Autor : João Batista dos Anjos

Araguari – Minas Gerais

Curso Engenharia E Gestão de Energias Renováveis

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Do ponto de vista da geração de energia, o termo biomassa abrange os  derivados recentes de organismos vivos utilizados como combustíveis ou para a  sua produção. Do ponto de vista da ecologia, biomassa é a quantidade total de  matéria viva existente num ecossistema ou numa população animal ou vegetal.  Os dois conceitos estão, portanto, interligados, embora sejam diferentes. 

 Na definição de biomassa para a geração de energia excluem-se os  tradicionais combustíveis fósseis, embora estes também sejam derivados da  vida vegetal (carvão mineral) ou animal (petróleo e gás natural), mas são  resultado de várias transformações que requerem milhões de anos para  acontecerem. A biomassa pode considerar-se um recurso natural renovável,  enquanto que os combustíveis fósseis não se renovam a curto prazo. 

A biomassa é utilizada na produção de energia a partir de processos como a  combustão de material orgânico produzida e acumulada em um ecossistema,  porém nem toda a produção primária passa a incrementar a biomassa vegetal  do ecossistema. Parte dessa energia acumulada é empregada pelo ecossistema  para sua própria manutenção. Suas vantagens são o baixo custo, é renovável,  permite o reaproveitamento de resíduos e é menos poluente que outras formas  de energias como aquela obtida a partir de combustíveis fósseis. 

A queima de biomassa provoca a liberação de dióxido de carbono na atmosfera,  mas como este composto havia sido previamente absorvido pelas plantas que  deram origem ao combustível, o balanço de emissões de CO2 é nulo.

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ARQUEAÇÃO DE CARGA DE NAVIOS – NOTAS PARA APLICAÇÃO PRÁTICA

O Transporte Marítimo é a espinha dorsal do Comércio Internacional, com mais de 80% do volume de comércio mundial. Nas últimas décadas com a evolução prática do conceito de globalização, o volume do comércio internacional cresceu a uma taxa maior que a do PIB mundial.

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Autor: Dr. Claudio L R Conde
CURSO DE ARQUEAÇÃO DE NAVIOS – DRAFT SURVEY
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1 INTRODUÇÃO


O Transporte Marítimo é a espinha dorsal do Comércio Internacional, com mais de 80% do volume de comércio mundial. Nas últimas décadas com a evolução prática do conceito de globalização, o volume do comércio internacional cresceu a uma taxa maior que a do PIB mundial.


Conceitos como “substituição de importações” ficaram obsoletos e produzir com eficiência e escala para ser competitivo no mercado global passou a ser mais importante. Equipamentos de grande porte passaram a usar peças produzidas em outras parte do Planeta.


Neste novo cenários, os Stakeholders do Comércio Internacional e do Transporte Marítimo tem o maior interesse em reduzir o custo logístico, de forma a manter a competitividade. Dentre os custos a serem reduzidos está o tempo de parada nos portos, sendo o tempo parado a espera de arqueação das cargas dos navios um ponto de atenção, não apenas pelos procedimentos técnicos necessários, mas pelos procedimentos operativos antes e depois para o desembaraço alfandegário.


Dessa forma, a padronização dos procedimentos de arqueação são de extrema importância na minimização dos custos do transporte marítimo e comércio internacional.


2 OBJETIVO


Apresentar os procedimentos para ARQUEÇÃO de navios e a importância de sua eficiência para a modicidade dos custos do Transporte Marítimo e a competitividade dos setores econômicos envolvidos.

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