Considerações Sobre Materiais das Pás Eólicas

No mundo existe uma grande demanda por fontes alternativas e limpas de energia e que não causem grandes efeitos negativos ao meio ambiente, sendo crescente a necessidade de aproveitamento do potencial eólico mundial.

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CURSO DE CAPACITAÇÃO EM INSPEÇÃO DE PAS  EM TORRES E  ESTRUTURAS EOLICAS

Aluno: Lucio flavio .S.A

No mundo existe uma grande demanda por fontes alternativas e limpas de energia e que não causem grandes efeitos negativos ao meio ambiente, sendo crescente a necessidade de aproveitamento do potencial eólico mundial. No entanto, a indústria de energia eólica, especificamente os fabricantes de pás eólicas, buscam constantemente por melhorias no desempenho das propriedades mecânicas dos materiais empregados na confecção das pás eólicas. Dessa forma, conhecer o comportamento dos materiais utilizados é de fundamental importância para que se possa tirar melhor proveito dos ventos e consequentemente evitar prejuízos e acidentes.

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Tanatopraxia e a humanidade

Nós seres humanos, não podemos viver sem o auxílio da tanatoraxia, pois ainda não estamos preparados para convivermos com a morte e seus fantasmas, e precisamos termos em nossas mentes a lembrança de nossos entes queridos com boa aparência. E quanto ao nosso solo e rios, precisam ser preservados e livres de contaminação, um exemplo é o nosso lixo que descartamos, e o mesmo precisa de um tratamento para evitar contaminação e proliferação de bactérias e doenças, assim também são nossos cadáveres que precisam de tratamento antes de irem pro descanso eterno.

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Autor: Kleber Gomes de Amorim
Curso: Profissionalizante em Tanatopraxia
Instituição: Somática Educar
João Pessoa, 14 de janeiro de 2021

A tanatopraxia é a mais moderna técnica de conservação de corpos, utilizada em quase todos os países do mundo. Ela não traz apenas vantagens à aparência da pessoa, oferece à família o melhor dos benefícios que se constitui em recordar de seu ente querido como ele era verdadeiramente em vida. Isto, psicologicamente se constitui de um valor incalculável. Quando passamos pelo processo de perda, a última aparência é aquela que fica negativamente marcada na memória afetiva da família…

A realização da tanatopraxia se constitui num gesto de amor e carinho, pois além de amenizar as transformações próprias do corpo sem vida, contribui no processo de difícil adaptação da ausência do ser amado. Trata-se de uma técnica que nos últimos anos, revolucionou o setor funerário, que consiste na prática de higienização e conservação de corpos humanos através da injeção de líquidos. O objetivo é proporcionar uma melhor apresentação do corpo no momento do velório, tendo esta prática a tornar-se num serviço essencial para o setor funerário. O procedimento é realizado com aplicação de produtos químicos no corpo do falecido, uma maneira bem menos agressiva e mais eficaz, que os antigos métodos, como o embalsamamento.

Terminada a aplicação, o corpo fica com a aparência serena e corada, como antes da morte. A tanatopraxia é uma completa desinfecção e conservação do cadáver. O propósito prioritário do tanato e a desinfecção. Destruir uma vasta gama de microorganismos que produzem uma variedade de doenças.Visto com o morrer da pessoa, muitos agentes patogênicos morrem de forma imediata, mas muitos deles sobrevivem grandes períodos de tempo nos tecidos mortos, podendo estes contaminar outros seres com o seu contacto. Também existe a possibilidade de organismos virulentos serem transmitidos a terceiros. Graças a essa tecnica, os serviços funerários passaram a contar com a possibilidade de prolongar o tempo do funeral, dando oportunidade para que familiares distantes também possam participar dos atos funerais, ou mesmo para que a família possa permanecer mais tempo no velório. Serve, também, para que o corpo possa ser transportado a grandes distâncias para o enterro, bem como para cumprir com as determinações legais do translado.

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Caldeira e Inspeção

Caldeira é um recipiente cuja função é, entre muitas, a produção de vapor através do aquecimento da água. As caldeiras produzem vapor para alimentar máquinas térmicas, autoclaves para esterilização de materiais diversos, cozimento de alimentos e de outros produtos orgânicos, calefação ambiental e outras aplicações do calor utilizando-se o vapor. A caldeira a vapor tal como conhecemos hoje é a evolução dos protótipos surgidos durante a primeira Revolução Industrial, no século XVIII. Elas foram feitas para diminuir os inconvenientes causados pela queima do carvão.

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Autor: JOÃO BATISTA DOS ANJOS

CURSO OPERADOR DE USINA TERMELÉTRICA DE CICLO COMBINADO

SOMÁTICA EDUCAR

Introdução

Caldeira é um recipiente cuja função é, entre muitas, a produção de vapor através do aquecimento da água. As caldeiras produzem vapor para alimentar máquinas térmicas, autoclaves para esterilização de materiais diversos, cozimento de alimentos e de outros produtos orgânicos, calefação ambiental e outras aplicações do calor utilizando-se o vapor. A caldeira a vapor tal como conhecemos hoje é a evolução dos protótipos surgidos durante a primeira Revolução Industrial, no século XVIII. Elas foram feitas para diminuir os inconvenientes causados pela queima do carvão.

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Tipos de caldeiras

  • Caldeira flamotubular. …
  • Caldeira aquatubular. …
  • Caldeira mista. …
  • Caldeira horizontal e caldeira vertical. …
  • Caldeira Lancashire. …
  • Caldeira cornuália. …
  • Caldeira multitubular. …
  • Caldeira locomotiva.

Dentre as citadas a de maior eficiência estão as aquatubulares.

De um modo geral, as caldeiras aquatubulares consistem numa fornalha que é trespassada por uma rede de tubos, onde a água é aquecida até evaporar. Adotando uma análise mais detalhada, é preciso ter em conta os tambores que compõem estas unidades. Estes são recipientes utilizados para o armazenamento de água e vapor, uma caldeira com configuração “horizontal de tubos retos” (horizontal straight tube), composta por apenas um tambor e um sistema de tubos. Os tubos encontram-se na zona inferior do equipamento, e atravessam a zona da fornalha em contra -corrente com os gases de combustão. Este escoamento assegura que o aquecimento se dá inicialmente numa zona mais “fria”, sendo a água exposta a temperaturas cada vez mais elevadas ao longo do seu trajeto. Os tubos encontram-se dispostos segundo uma inclinação, que varia entre 5º a 15º e a ascensão do fluido é provocada pela diminuição contínua da densidade da água. À saída da rede de tubos, a água é levada para um tambor na zona superior da caldeira, onde a água coexiste em ambos os estados: gasoso e líquido. O vapor é separado naturalmente da água e sai no topo do tambor. A alimentação da água dá-se na zona inferior do tambor, onde, por diferença de densidades, já se encontra a água com temperatura mais baixa. A água “fria” entra novamente no sistema de tubos no interior da fornalha, dando início a um novo ciclo.

Levando em conta esse tipo (aguatubular) temos no mercado caldeiras de alta performance para queima de bagaço de cana a 55% de umidade, foi projetada para gerar vapor para o processo de usinas e tem as caraterísticas básicas descritas a seguir.

A fornalha da caldeira é constituída de paredes tubulares aletadas, constituindo uma parede resfriada e estruturalmente integrada. O sistema de tiragem de gases da fornalha é do tipo balanceada, através de ventiladores de tiragem induzidas (IDFs), apropriada para a queima de BIOMASSA, que compreende todas as matérias orgânicas utilizadas como fonte de energia, no caso bagado de cana.

As caldeiras são providas de estruturas metálicas de sustentação por base com dilatação para cima ou suspensa pelo topo, dilatando-se para baixo.

A circulação da água e natural através da diferença de densidade entre a água que recebe o calor dos gases e a parte que não recebe o calor.

O vapor na saída da caldeira é superaquecido e a sua temperatura é controlada através de dessuperaquecedores, o qual injeta água condensada do vapor do tubulão, portanto de alta pureza. Essa caldeira esta provida de recuperadores de calor, a saber: Pré-aquecedor de ar de alta temperatura (pré ar). Pré ar de baixa temperatura (pré-ar) e economizador, para possibilitar alta eficiência térmica.

No circuito de gases de exaustão estão instalados os lavadores de gases, após o economizador e antes dos ventiladores IDF, cuja a finalizada principal é reter os particulados que seriam eliminados pela chaminé e, ao eliminar esses particulados, faz a proteção das pás dos ventiladores.

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Transporte marítimo em meio a pandemia do coronavírus

O lokdown é uma medida drástica que compromete toda a cadeia produtiva e comercial e atingi frontalmente, o transporte de todas as modalidades do mundo inteiro. Há de se considerar que medidas protetivas e saudáveis sejam tomadas sem que as autoridades tomem medida extremas.

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Há de se considerar os danos causados a todos os setores de  transportes tanto marítimo como aéreo, inclusive ao turismo ou  transporte de passageiros. Porém há de se destacar a importância  da ANVISA e ANS com sua inspeção previa, faz parte da segurança  em casos de quaisquer enfermidades constata a bordo antes que  autoridades locais, bem como trabalhadores adentrem para  executar serviços rotineiros em portos, aeroportos e embarcações  de pequeno médio e grande porte. 

Importante ressaltar que, na opinião desse autor lokdown é uma  medida drástica que compromete toda a cadeia produtiva e  comercial e atingi frontalmente, o transporte de todas as  modalidades do mundo inteiro. Há de se considerar que medidas protetivas e saudáveis sejam tomadas sem que as autoridades  tomem medida extremas.  

O distanciamento coletivo, com uso de máscaras e álcool gel são  medidas indispensáveis ao controle do vírus.  

O comercio e transportes nacionais e internacionais com suas  estratégicas tem se mostrado salutar para recuperar o tempo  perdido DE ECONOMIAS em frangalhos. 

Nosso País representa um papel de destaque no mercado  internacional pelas diversidades de produtos produzidos aqui. 

Autor: MARCUS V. COELHO

PERITO.

Curso de Capacitação em Transporte Marítimo – cargas, navios, portos e terminais

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Carga Solta e Refrigerada

A vantagem prática da operação de contêineres em relação à carga geral solta está mais nas técnicas de manuseio do que na redução da quantidade de vezes que as unidades individuais de carga são movimentadas

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Autora: Laila de Oliveira Moro

 Curso Capacitação em Transporte Marítimo

Carga solta, também é chamada de carga fracionada e carga refrigerada ou congelada geralmente tratada como carga reeffer . 

O manuseio da carga geral solta é conhecida em muitos dos portos brasileiros levando em conta sua grande demanda de exportação de carga homogênea ou uniforme, como o açúcar. 

Trazidos das usinas produtoras em sacos de 50kg para os armazéns do porto, onde são agrupados em prelingadas ou organizados em paletes ficam armazenados no galpão aguardando a liberação para seguirem ao navio de destino, sendo colocados nas carrocerias de caminhões comuns em direção ao cais onde serão embarcados, Cada lingada (porção de cargas agrupadas), pode ter de 30 a 50 sacos arranjados estrategicamente de acordo com a capacidade de içamento dos equipamentos de bordo dos navios. 

Em navios com guindastes de maior capacidade, somente uma ou duas lingadas podem podem ser posicionadas no cais, na área de embarque de cada porão. Além dos prélingados, a carga geral solta pode ser agrupada também em paletes, de modo a facilitar o carregamento do navio com seus guindastes ou paus de carga, O palete (ou pallet) é um estrado de madeira ou outro material dotado de entradas laterais para a introdução dos garfos das empilhadeiras e sobre o qual se arranja determinada quantidade de carga a fim de ser possível o manuseio mecânico do conjunto, especialmente no transporte, empilhamento, embarque e desembarque dos navios de carga geral. 

Os paus de carga (ou derricks) são dispositivos de içamento de cargas compostos de um mastro ou polo que é acionado a partir do nível de sua base e controlado por cabos( usualmente quatro) movidos por algum meio como a força humana ou por máquinas denominadas de molinetes, de forma que o mastro possa mover-se nas quatro direções. 

Até a década de 1960 as mercadorias mais valiosas eram acondicionadas em caixas ou engradados de madeira para serem transportadas, através destas técnicas de agrupamento e manuseio de carga geral solta ou breakbulk. O acesso fácil aos conteúdos de produtos como eletroeletrônicos, aparelhos, roupas e tecidos, componentes de motores, bebidas, cosméticos ou cigarros encorajava o roubo ou desvio nos portos e terminais, seja nos armazéns, cais e outros pontos de transferência, especialmente durante o carregamento e descarregamento dos veículos de transporte. 

Os altos níveis de roubo ou as faltas e avarias que ocorriam nas mercadorias transportadas como carga geral solta, especialmente nos anos 50, combinados com as possibilidades de aumentar a eficiência, levaram a utilização dos contêineres. Antes da conteinerização, todos os produtos que não fossem a granel eram movimentadas peça por peça. A operação não era apenas lenta e repetitiva; os outros modos de transporte, como o ferroviário e o rodoviário, basicamente atuavam com a mesma ineficiência. Além do mais, a carga era exposta a potencial ocorrência de roubo e danos. Ao longo dos anos, a capacidade de guindastes de bordo vem sendo aumentada gradualmente, de modo a embarcar( ou descarregar) quantidades maiores ligadas ao mesmo tempo. Ainda assim, o manuseio da carga constitui a parcela mais significativa na computação do custo total de transporte de bens e materiais por via marítima. Na chegada do navio ao seu destino, os procedimentos de manuseio ocorrem na ordem inversa.Em vistas das características não econômicas do manuseio da carga geral solta e no esforço para reduzir o custo total do transporte marítimo, a conteinerização da carga avança cada vez mais em todo mundo. Nesse processo. a carga é transferida diretamente desde o armazém do produtor até o porto em uma única unidade: o contêiner, o qual é equivalente à carroceria fechada (ou baú) da carreta a ser tracionada pelo cavalo mecanico, sendo o baú removível de suas rodas. 

Conclui-se então, que a vantagem prática da operação de contêineres em relação à carga geral solta está mais nas técnicas de manuseio do que na redução da quantidade de vezes que as unidades individuais de carga são movimentadas. Ou seja, a maior quantidade movimentada em cada uma das operações de manuseio resulta em custos menores por unidade de carga de forma mais significativa que a redução da quantidade total de operações. Essa vantagem de custos de manuseio soma-se à de menor incidência de roubos, faltas e avarias e à redução dos tempos de operação de carregamento/ descarga dos navios e demais veículos ao longo da cadeia de transporte.

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