O uso de Drones na Gestão para a Saúde , Segurança  e Meio Ambiente em Parques Eólicos e Áreas Circunvizinhas

Projeto: O Uso de Drones nos Parques Eólicos

 

 

Autor: Hélio Gil Carvalho Sampaio

E-mail: sampaioheliogil.carvalho@gmail.com

 

Local/Data : Tomé-Açu,07 de outubro de 2018.

 

Trabalho final do curso: “Inspeção em pás, torres e estruturas eólicas

 

Introdução

As dunas representam uma reserva estratégica  de sedimentos que desempenham relações sócio – econômicas . Elas estão vinculadas ao uso ancestral e sustentável das comunidades litorâneas e étnicas (MEIRELES et al, 2006; SCHULACHER et al, 2008), sendo que essas comunidades precisam de eletricidade para garantir seus projetos. No Brasil as hidrelétricas  já não estão suportando como antes à demanda.

Em relação a questão ambiental , sabe-se que  existem grande quantidade de parques eólicos, basta aderir a um sistema de rodízio de torres para outros locais com material mais leve,  enquanto a natureza se  recompõe, lembrando que os drones também são uteis pois podem levar insumos sustentáveis para locais de difícil acesso.

Segundo afirma (EPINOZA, 2011), o impacto é uma alteração significativa de parte ou da totalidade do ambiente, ressaltando que no caso também não basta afirmar que somente um parque eólico está causando impacto, mas que os outros na mesma região podem estar contribuindo também.

Os drones foram idealizados para fins militares tendo sido inspirados nas bombas voadoras e foram projetados e construídos para serem usados em missões tradicionalmente de elevado risco para humanos, nas áreas de inteligência militar, controle de misseis e outros. Hoje os drones são conhecidos no Brasil e no mundo como VANTS que vão desde os elétricos que usam  “multimotores  elétricos” e até os com motores movidos à combustão interna, sendo os mesmos controlados por controle remotos, sendo que se comunicam via rádio ou via wi-fi, conectados aos meios eletrônicos como telefones , tablets, computadores e trazendo através de sensores imagens diretas do que se quer ver que no caso e de torres, pás , fumaça preta  e do meio como um todo, tendo consigo também GPS e GLONASS para ficarem estáveis no ar.

 

Objetivos

Mostrar que o uso de drones contribui em parte para saúde e segurança de operadores e atuam como um meio para evitar dano ambiental aos arredores.

Observar a economia de custos com investimento em drones.

 

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Materiais e métodos

Será usado drones adaptados para a limpeza ambiental nas áreas do parque e circunvizinhas, no sentido de inibir o fogo causado pelas torres e pás, usando fotos para os casos de eventuais problemas nas torres , usando acessórios como tecido filtrador de gases.

Desenvolvimento

Ao subir nas torres por escadas, cordas com maior frequência oferecem um risco maior aos operadores. No que se refere a incêndios, há o risco de intoxicação por fumaça preta e isso pode ocorrer devido fenômenos meteorológicos, de manutenção inadequada, por problema de fabricação e o composto químico disperso na fumaça. Esses gases são o monóxido de carbono , o gás cianídrico  e outros, o fogo será apagado lançando via drones um sistema de bolas que apagam fogo, a chamada Fire Extinguishi, com substâncias que irão apagar as chamas em segundos, funcionando como um extintor. Em relação aos gases que se alastraram pelo parque será usado 4 drones com um tecido fazendo uma figura de um quadrado, o tecido é chamado Zorflex feito de carbono especial que já foi testado para filtrar gases de pessoas sendo este colocado entre tecidos. Contudo a exposição dos operadores será menor e com menos chance de acidentes de trabalho.

O treinamento dentro da empresa para esses eventuais problemas poderiam reduzir os custos em contratar uma empresa especializada para fazer o mesmo serviço.

Conclusão

Conclui-se que dominando as técnicas de pré e pós voo, isso com treinamentos, usando software adequado de manutenção e outros, seguindo as regras da ANAC é possível ter ganhos econômicos,  ganhos em saúde e segurança para operadores ,a comunidade ao redor com o meio ambiente e saúde, garantindo mais sustentabilidade nos empreendimentos eólicos.

Fontes

MEIRELES A.J.A, SILVA E. U E THIERES P.R.L.  Os campos de dunas móveis: fundamentos da dinâmica para um modelo integrado de planejamento e gestão da zona costeira, GEOUSP- Espaço e T, São Paulo, número 20, p. 101 -119, 2006.

ESPINOZA, G . Fundamentos de evacuacion de Impacto Ambiental. Banco Interamericano de Dessarrolo –BID. Santiago , Chile 2001.

MOURA-FÉ ,Marcelo Martins de; PINHEIRO , Mônica Virna de Aguiar. Os parques eólicos na zona costeira do Ceará e os impactos ambientais associados. Revista Geonorte, U-8N.1, p. 22-41, dez 2013 (iSSN-2237-1419. Disponível em: <http://www.periodicos.ufam.edu.br/revista-geonorte/article/view/1142>. Acesso em 05 out, 2018

 

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