Destaque

Visite o Nosso Catálogo De Cursos

Visite o Catálogo de Cursos da Somática Educar!

Compartilhe:

Impacto Ambiental e Parques Eólicos

Mais uma vez podemos evidenciar a importância da (EIMA/RIMA), pois para construir um parque eólico no Brasil é necessária a realização de um Estudo e Relatório de Impacto Ambiental. Esse estudo vai considerar, entre outras coisas, a poluição sonora que o parque pode gerar, pois as hélices dos aerogeradores produzem muito zumbido e pode trazer danos ao meio ambiente, pois até mesmo a construção de um Parque Eólico onde irá gerara uma energia sustentável, está propicio ao dando.

Compartilhe:

Autor: Tiago Conceição de Souza

Macaé – RJ

Curso Tecnologia em Geração Eólica e Legislação Ambiental Aplicada à Implantação de Parques Eólicos

Somática Educar

Segundo a Resolução CONAMA nº 01/1986, considera-se impacto ambiental  qualquer alteração nas propriedades físicas, químicas e biológicas do ambiente  causada por qualquer forma de matéria ou energia resultante das atividades humanas  que, direta ou indiretamente, afetem: a saúde, a segurança e o bem-estar da  população; as atividades sociais e econômicas; a biota; as condições estéticas e  sanitárias do ambiente e a qualidade dos recursos ambientais.  

Com base nessa resolução é possível afirmar que nesse sentido, os impactos  ambientais podem ser positivos, quando resultam em melhorias para o ambiente, ou  negativos, quando essas alterações causam algum risco para o ser humano ou para  os recursos naturais encontrados no espaço, sendo assim, ressalto através de leituras  realizadas, a importância da Resolução CONAMA nº 01/1996, estabeleceu que  atividades que apresentam significativo potencial de degradação ou poluição  dependerão da elaboração de Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e apresentação do  respectivo Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) para que ocorra seu Licenciamento  Ambiental, podendo ou não ser autorizado o licenciamento. 

De acordo com o artigo 225 da Constituição Federal, “todos têm direito ao meio  ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à  sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de  defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações”. 

Referente ao que tange Energia Eólica é sem dúvida uma das mais antigas  tecnologias humanas, A energia eólica é cada vez mais usada no mundo, por se tratar  de uma energia sustentável 

Um parque eólico ou usina eólica é um local, em terra (onshore) ou em mar (offshore),  que se destina à produção de energia elétrica a partir dos ventos.  

Uma usina eólica é constituída por vários aerogeradores, um edifício de comando  (inclui geralmente uma sala de comando, um gabinete, um armazém e instalações  sanitárias) uma subestação, aos quais todos os aerogeradores estão ligados através  de uma rede de cabos enterrados, e caminhos de acesso a cada aerogerador  (MENDES; COSTA; PEDREIRA, 2002). 

As modernas turbinas eólicas são usadas para capturar energia cinética do vento e  gerar eletricidade.

Mais uma vez podemos evidenciar a importância da (EIMA/RIMA), pois para construir  um parque eólico no Brasil é necessária a realização de um Estudo e Relatório de  Impacto Ambiental. Esse estudo vai considerar, entre outras coisas, a poluição sonora  que o parque pode gerar, pois as hélices dos aerogeradores produzem muito zumbido e pode trazer danos ao meio ambiente, pois até mesmo a construção de um Parque  Eólico onde irá gerara uma energia sustentável, está propicio ao dando. 

Fontes: 

www.wonderopolis.org/whatis.techtarget.com/www.wisegeek.org/www.sciencedirect. com/www.azocleantech.com/dictionary.cambridge.org/www.energy.gov/windeurope. org 

https://www.portalsaofrancisco.com.br/meio-ambiente/parque-eolico http://www.abepro.org.br/biblioteca/TN_STP_206_222_27524.pdf

Compartilhe:

Escala de Calado

Em todos os navios, a boreste e a bombordo, a vante e a ré, e algumas vezes a meia-nau, são escritas nos costados as escalas numéricas para a leitura dos calados.
Em geral, as escalas não são escritas no navio exatamente no lugar das perpendiculares, mas nos pontos em que a quilha encontra os contornos da roda de proa e do cadaste.

Compartilhe:

Autor: Eduardo Carvalho Ribeiro

Corumbá – MS

Curso Capacitação em Arqueação de Navios- Draft Survey

Somática Educar

Em todos os navios, a boreste e a bombordo, a vante e a ré, e algumas vezes a meia-nau, são escritas nos costados as escalas numéricas para a leitura dos calados.

Em geral, as escalas não são escritas no navio exatamente no lugar das perpendiculares, mas nos pontos em que a quilha encontra os contornos da roda de proa e do cadaste.

O zero de todas as escalas é referido à linha do fundo da quilha,ou à linha que passa pelos pontos mais baixos do casco (leme, pé do cadaste, pá do hélice etc.), sendo esta linha prolongada horizontalmente até sua interseção com as partes inferiores de cada perpendicular nas extremidades do navio.

A graduação das escalas pode ser em decímetros, com algarismos da altura de um decímetro (às vezes em navios pequenos, 1/2 decímetro) ou em pés ingleses, com algarismos da altura de um pé (nos navios pequenos, 1/2 p é, isto é, seis polegadas). Com os algarismos de altura de um decímetro ou de um pé, são escritos na escala somente os números pares de decímetros ou de pés, e o intervalo entre os números é igual, respectivamente, a um decímetro ou a um pé. Cada número indica sempre o calado que se tem quando a superfície da água está rasando o seu limbo inferior; por conseqüência, quando o nível da água estiver no limbo superior de um número, deve-se acrescentar uma unidade, e as frações da unidade serão estimadas a olho. Por exemplo, quando a superfície da água estiver rasando o limbo inferior do número 56, o calado será 5,60 metros, e quando estiver na altura do limbo superior do número 58, o calado será 5,90 metros.

Se os algarismos tiverem a altura de meio decímetro (cinco centímetros) ou meio pé (seis polegadas), escrever-se-ão todos os números inteiros de decímetros ou de pés. Neste caso, se o nível da água estiver rasando o limbo superior de um número, será necessário acrescentar apenas meio decímetro ou meio pé para ler o calado.

Em todos os países, de modo geral, as escalas são escritas em algarismos arábicos; entretanto, muitos navios adotam a escala em decímetros escrita em algarismos arábicos em um dos bordos (BE), e a escala em pés escrita em algarismos romanos no outro bordo.

A altura dos algarismos, a que nos referimos acima, é a de sua projeção num plano vertical, a qual nem sempre coincide com a altura do algarismo inscrito no costado, por ser este muitas vezes côncavo nas extremidades do casco. Os algarismos são entalhados na superfície das chapas ou fundidos em metal, sendo neste caso presos ao costado por meio de parafusos; eles são pintados de cor branca ou preta conforme a pintura do casco seja escura ou clara, para melhor visibilidade.

Nos navios que adotam o sistema inglês de medidas, algumas vezes são

marcados nas escalas somente os algarismos que indicam a unidade de pés; assim, os calados de seis pés, 16 pés e 26 pés serão sempre representados pelo algarismo 6; para o pessoal de bordo será muito fácil determinar qual o algarismo das dezenas pela simples inspeção do navio.

Compartilhe:

CONHECER A IMPORTÂNCIA DA ATIVIDADE EXPORTADORA

O comércio exterior de um país significa o fluxo de mercadorias vendidas (exportadas) ou compradas (importadas), bem como dos serviços executados por empresas nacionais no exterior ou feitas por empresas estrangeiras no próprio país. Em outras palavras, o comércio exterior engloba a gestão do processo de compras e vendas internacionais de produtos e serviços.

Compartilhe:

Autor : Eduardo Carvalho Ribeiro

Corumbá – MS

Curso Arqueação de Embarcações e Plataformas flutuantes com ênfase na quantificação de mercadorias a granel,sólido, líquido e gasoso

Somática Educar

O  comércio  exterior  de  um  país  significa  o  fluxo  de  mercadorias  vendidas (exportadas)  ou  compradas  (importadas),  bem  como  dos  serviços  executados por  empresas  nacionais  no  exterior  ou  feitas  por  empresas  estrangeiras  no próprio  país.  Em  outras  palavras,  o  comércio  exterior  engloba  a  gestão  do processo de compras e vendas internacionais de produtos e serviços. 

Desse  modo,  quando  nos referirmos  à  exportação,  estaremos  trabalhando  com  o  conceito  de  um processo  que  ocorre  quando  um  determinado  bem  cruza  a  fronteira  de  um país,  ou  seja,  basicamente,  quando  uma  mercadoria  originária  dos  Estados Unidos sai de lá  e chega até ao  Uruguai, estamos diante de uma exportação. A importação,  por  sua  vez,  seria  a  entrada  desse  bem  no  espaço  geográfico  do país  que  o  está  adquirindo.  No  mesmo  exemplo,  os  Estados  Unidos  seriam  o país exportador e o Uruguai, o importador. 

Todos  os  impostos  e  contribuições  diretamente  relacionados  com  a exportação  e  a  importação  formam  as  barreiras  tarifárias.  Já  as  barreiras  não tarifárias  são  restrições  à  entrada  de  mercadorias  importadas,  para  criar distorções  nas  trocas  comerciais,  a  exemplo  dos  regimes  de  licenças  de                       importação. Por  meio  de  cotas,  restringe- se  a  quantidade  de  produto importado,  limitada  a  um  número  preestabelecido  alocado  sob  a  base  global ou específica. 

Para  que  seja  feito  o  intercâmbio  de  produtos  ou  serviços,  duas  empresas situadas  em  países  diferentes  firmam  um  contrato  de  compra  e  venda internacional,  ou  seja,  um  acordo  onde  são  ditadas  as  condições  de  entrega do  produto  ou  da  prestação  do  serviço,  a  forma  de  pagamento,  etc., formalizando,  assim,  a  relação  da  empresa  exportador a  com  seus  clientes  no exterior.  É  o  que  Sousa  (2009,  p.149)  chama  de  “ponto  de  partida  das operações  comerciais  internacionais”.  Depois,  o  exportador  deverá  enviar  a mercadoria,  cumprindo  os  trâmites  administrativos,  e  o  comprador  precisará pagá-la,  recepcioná-la  e  cumprir  as  formalidades  administrativas  resultantes da admissão de mercadorias importadas. 

Mas  não  são  apenas  importadores  e  exportadores  os   envolvidos  nesta operação.  Outras  empresas  e  organismos  participam  do  processo .  A  parte  da logística, por exemplo , trata do fluxo físico das  mercadorias,  pela  atuação  de         empresas  de  transporte  e  armazenagem, operadores portuários, etc.  Os pagamentos e seguros  são de responsabilidade das  entidades  financeiras,  com  controle  do  Banco  Central.  As empresas  de inspeção,  por  sua  vez,  comandam  a  parte  do  controle  das  mercadorias,  sendo tudo  monitorado  pela  Receita  Federal.  As   alfândegas  e  despachantes aduaneiros  se  encarregam  dos  processos  administrativos.  

Embora  o  Brasil  esteja  em  posição  privilegiada  no  ranking  que  mede  os maiores  exportadores  do  planeta,  ocupando  o  vigésimo  primeiro  lugar  (MRE, 2012),  nosso  país  não  produz  tudo  o  que  sua  população  necessita.  E,  ainda que  tenha  dimensões  continentais,  o  país,  como  qualquer  um  dos  outros  190 existentes no mundo, não  possui condições  de satisfazer  a todas as  demandas internas.  Você  saberia  explicar  o  motivo  dessa  aparente  situação desfavorável? 

Imagine  que  não  é  cabível  que  uma  nação  seja  autossuficiente.  A  falha  ou baixa  produtividade  de  um  determinando  produto  ou  matéria  prima  em  um país  pode  muito  bem  ser  coberta  por  um  vizinho.  Por  isso,  tanto  comprar  de um  estrangeiro  quanto  vender  a  outro  país  são  práticas  corriqueiras  e necessárias,  ou  seja,  tanto  exportar  quanto  importar  fazem  parte  das  regras do jogo! 

Nenhum  país  do  mundo  consegue  gerar  todos  os  bens  e serviços  de  que  sua  população  necessita.  Como alternativa,  os  países  têm  procurado  especializar-se  em certas  atividades,  objetivando  produzir  mais eficazmente  determinados  tipos  d e  produtos;  os excedentes  dessas  produções  são  então  trocados  por outros  produtos  necessários  às  suas  populações.  Dessa forma,  as  empresas  tornam-se  mercados  mais competitivos,  surgindo  novos  produtos  para  atender novas demandas (SOUSA, 2009, p. 6). 

A  Argentina,  por  exemplo,  é  o  segundo  maior  fornecedor  de  mercadorias  e insumos de que o  Brasil  precisa. O  Brasil, por sua  vez, exporta  bastante da sua pauta  de  vendas  internacionais  para  a  China,  segundo  dados  relativos  a  2013, Assim,  fica  mais  fácil  compreender  porque,  ao  mesmo  tempo  em  que  vende para  a  Argentina,  tão  próxima,  e  para  a  China,  do  outro  lado  do  mundo,  o Brasil  ainda  usa  boa  parte  de  sua  produção  para  consumo  interno.  Escoar toda sua produção lá para fora ou comercializar tudo no próprio país não teria muito  sentido,  não  é  verdade,  vis to  que  não  produzimos  por  aqui  tudo  que necessitamos em termos de insumos, matérias primas, máquinas, etc. 

Como  nenhum  país  é  uma  “ilha”,  é  natural  que  ocorra  o  fluxo  internacional, motivado  pela  globalização.  Como  você  bem  sabe,  a  globalização  pode  ser encarada  como  um  fenômeno,  em  escala  global,  capaz  de  produzir  uma integração  de  cunho  econômico,  social,  cultural  e  político  entre  diferentes países. 

Ainda  que  a   globalização  possa  ser  criticada  por  vários  aspectos,  pelos contrários  ao  sistema  capitalista.

Se  imaginarmos ,  hipoteticamente,  o  transporte  marítimo  como  uma ferramenta  da  globalização,  poderemos  refletir  que  sua  elevada  capacidade de  carga,  atrelada  ao  fato  de  ele  servir  fortemente  nas  transações  de importação  e  exportação,  fazem  deste  modal  um  elo  da  “mundialização”  de mercadorias. Por isso, um mesmo produto pode ser encontrado em diferentes partes  do  mundo,  de  forma  tão  acessível!  É  cada  vez   mais  comum,  por exemplo,  que,  ao  lermos  o  rótulo  de  um  alimento  ou  produto  de  higiene industrializado  vejamos  que  os  mesmos  foram  feitos  em  fábricas  em  algum país da América do Sul, por exemplo.

Elaborados  pelo  Ministério  do  Desenvolvimento,  Indústria  e  Comércio 

Exterior Ludovico  (2009)  faz  uma  comparação  bem  interessante  ao  abordar  essa questão. Veja se  o  pensamento desse autor não  tem relação  direta com  o  que começamos  a  estudar  a  partir  de  agora:  para  ele,  analisar  o  comércio internacional  é  poder  ter  a  visão  de  que,  realmente,  o  mundo  se  tornou  um “grande  condomínio  de  países”.  Nesse  grande  condomínio,  os  “inquilinos” seriam empresas de todos os tipos e tamanhos . 

Também  podemos  construir  nossa  própria  analogia  nesse  sentido!  Pensemos o  mundo  como  um  grande  “shopping  center”  e  os  países  funcionando  como “lojas”.  As  mercadorias  dessas  lojas  estão  disponíveis  à  venda  para  todos  e, dependendo  da  situação,  uma  determinada  loja  pode  comprar  de  outra,  sem sair  de  lá.   Se  uma  lanchonete  desse  shopping  ficar  sem  guardanapo,  por exemplo,  pode  muito  bem  ir  a  uma  loja  de  departamentos  próxima  comprar esse  item,  sem  grandes  problemas.  Isso  quer  dizer  que  a  lanchonete,  cuja especialidade  é  fazer  e  vender  lanches,  não  precisa  ter  uma  loja  ou  fábrica própria de guardanapo para levar seu  negócio adiante, não é mesmo, pois  seu 

vizinho  tem  condições  de  ampará-lo  nesta  necessidade  emergencial. 

De  fato,  a  questão  da  globalização  é  algo  que  provocou  e  ainda  gera mudanças  na forma de atuação das empresas em nível  internacional. As novas maneiras  de  fazer  negócios,  numa  amplitude  que  não  se  prende  mais  às fronteiras  e  às  proximidades  geográficas,  são  constatações  que  empurram  os países e suas empresas à aventura do comércio exterior. 

Mas  agora pare  e  pense um  pouco  a  fundo:  se  o  mundo é  cada  vez  “menor”  e se  todos  os  países  e  suas  empresas  pensarem  em  vender  para  o  “mundo”,  ao mesmo  tempo,  haverá  mercado  consumidor  suficiente  para  todos?  Há  tanta demanda  assim?  A  resposta,  claramente,  é  não!  Afinal  de  contas,  sempre haverá  mais  interessados  em  vender  do  que  comprar.

Obras Consultadas

LUDOVICO, Nelson, Como preparar uma empresa para o comércio exterior. São Paulo: Saraiva, 2009.

LUDOVICO, Nelson. Preparando sua empresa para o mercado global. São Paulo: Thomson, 2002.

SOUSA, J. M. (2009) Fundamentos do comércio internacional. São Paulo: Saraiva.

Compartilhe:

A HISTÓRIA DO SANEAMENTO BÁSICO NO BRASIL E SEU TRATAMENTO

Ter saneamento básico é um fator essencial e de suma importância para um país poder ser chamado de país desenvolvido. Os serviços de água tratada, coleta e tratamento dos esgotos levam à melhoria da qualidade de vidas das pessoas, sobretudo na saúde infantil com redução da mortalidade, melhorias na educação, na expansão do turismo, na valorização dos imóveis, na renda do trabalhador, na despoluição dos rios e preservação dos recursos hídricos e efluentes, etc.

Compartilhe:

Autor: David Machado Maas

Timbó – SC

Curso Capacitação Operador de Estação de Tratamento de Efluentes

Somática Educar

Sabemos que o saneamento básico é de extrema importância. Tanto para saúde e bem-estar da humanidade quanto para um país ser considerado desenvolvido.

Entretanto, infelizmente bilhões de pessoas no mundo não têm acesso ao mais básico de tudo: abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto. Em termos nacionais, são quase 35 milhões de brasileiros sem acesso ao atendimento de água, 46,9% da população não têm acesso à coleta de esgoto, o que representa quase 100 milhões de pessoas. Já no que diz respeito ao tratamento, apenas 46,3% de todo o volume de esgoto é tratado. Além do mais, diariamente são cerca de 5.715 piscinas olímpicas de esgoto jogadas diariamente na natureza.

Mesmo apresentando ainda inúmeros problemas no setor, não significa que os serviços de saneamento básico sejam algo recente, muito pelo contrário, há registros de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto há milhares anos.

Tudo começou na Antiguidade….

Na grande Roma, as ruas que apresentavam encanamentos serviam de fonte pública e, com o objetivo de prevenir doenças, separava a água para consumo da população. Na Grécia antiga, havia-se o costume de enterrar as fezes ou deslocarem para um local bem distante de suas casas. O Egito iniciou o controle do fluxo de água do rio Nilo e utilizava tubos de cobre para o palácio do faraó Keóps.

A Idade Média, por sua vez, foi um período de 10 séculos sem avanços no saneamento básico. Com a queda de Roma, o conhecimento ficou arquivado em mosteiros religiosos. Só foi revelado algo sobre saneamento em 1425. Assim, os ensinamentos sobre hidráulica, saneamento e a gestão ficaram escondidos durante toda a Idade Média. Nesse período, o gerenciamento de água deixou de ser do governo e passou a ser dos cidadãos. Lixo de todo tipo se acumulava nas ruas, facilitando o aumento de ratos e criando sérios problemas de saúde. Um dos mais graves foi a epidemia da peste bubônica, que só na Europa, causou a morte de cerca de 25 milhões de pessoas.

A primeira rede de distribuição de água e captação de esgoto foi construída há aproximadamente 4.000 anos, na Índia. Grandes tubos feitos de argila levavam as águas residuais e os detritos para canais cobertos que corriam pelas ruas e desembocavam nos campos, adubando e regando as colheitas.

Em Paris, no final do século XV, a distribuição de água era controlada por canalizações. Em 1664, a distribuição de água canalizada foi incrementada com a fabricação de tubos de ferro fundidos e moldados, por Johan Jordan, na França, sendo instalada no palácio de Versailles. Pouco depois, Johan inventou a bomba centrífuga e em 1775, Joseph Bramah inventou o vaso sanitário na Inglaterra, como vimos no texto anterior do blog sobre a origem dos banheiros.

No final do século XVIII, com a Revolução Industrial, a população das cidades aumentou muito causando um maior acúmulo de lixo e excrementos nas ruas. Por consequência disso, tornou-se necessária a criação de um sistema de esgoto e água que desse conta da demanda da população.

A primeira Estação de Tratamento de Água (ETA) foi construída em Londres em 1829 e tinha a função de coar a água do rio Tâmisa em filtros de areia. A ideia de tratar o esgoto antes de lançá-lo ao meio ambiente, porém, só foi testada pela primeira vez em 1874 na cidade de Windsor, Inglaterra. Porém com a descoberta de que doenças letais da época (como a cólera e a febre tifoide eram transmitidas pela água, técnicas de filtração e cloração foram mais amplamente estudadas e empregadas, chegando próximas ao que vemos hoje.

Surgimento do saneamento no Brasil

O primeiro registro de saneamento no Brasil ocorreu em 1561, quando o fundador Estácio de Sá mandou escavar o primeiro poço para abastecer o Rio de Janeiro. Em 1620, iniciou-se as obras do aqueduto do Rio Carioca para abastecimento do estado. A obra foi iniciativa de Aires Saldanha e tinha 270 metros de comprimento e 18 metros de altura. Entretanto, ela foi concluída mais de cem anos depois. Em 1723 ela foi entregue à população sendo o primeiro sistema de abastecimento de água no país. No período colonial, ações de saneamento eram feitas de forma individual, resumindo-se à drenagem de terrenos e instalação de chafarizes. Na capital, o primeiro chafariz foi construído em 1744. 

Durante a história do saneamento no Brasil existiram fatores que dificultaram o progresso ao longo dos anos. Podemos citar alguns obstáculos que impediram (e ainda impedem) que o desenvolvimento dessa área não tenha atingido crescimento expressivo durante esse período, são eles:

  • A falta de planejamento adequado;
  • O volume insuficiente de investimentos;
  • Deficiência na gestão das companhias de saneamento;
  • A baixa qualidade técnica dos projetos e a dificuldade para obter financiamentos e licenças para as obras.

A partir dos anos 1940, se iniciou a comercialização dos serviços de saneamento. Surgem então as autarquias e mecanismos de financiamento para o abastecimento de água, com influência do Serviço Especial de Saúde Pública (SESP), hoje denominada Fundação Nacional de Saúde (FUNASA).

No Brasil, 83,3 % da população são atendidos com fornecimento de água tratada e 35 milhões de brasileiros ainda não possuem acesso a este serviço. De acordo com dados fornecidos pelo SNIS 2015 e o Instituto Trata Brasil, para cada 100 litros de água tratada, 37% não são consumidas. Com relação a coletas e tratamentos de esgoto os números diminuem com relação a população atendida por esse serviço básico e aumentam quanto a população que não tem acesso nenhum. Segundo o levantamento de dados do SNIS 2015 e um estudo de saneamento em áreas irregulares feito pelo Instituto Trata Brasil em 2016, cerca de 50,3% da população do Brasil tem acesso à coleta de esgoto, enquanto mais de 100 milhões de brasileiros ainda não possuem acesso a este tipo de serviço.

Definição de Saneamento Básico:

Saneamento é o conjunto de medidas que visa preservar ou modificar as condições do meio ambiente com a finalidade de prevenir doenças e promover a saúde, melhorar a qualidade de vida da população e à produtividade do indivíduo e facilitar a atividade econômica. No Brasil, o saneamento básico é um direito assegurado pela Constituição e definido pela Lei nº 11.445/2007 como o conjunto dos serviços, infraestrutura e Instalações operacionais de abastecimento de água, esgotamento sanitário, limpeza urbana, drenagem urbana, manejos de resíduos sólidos e de águas pluviais. 

Embora atualmente se use no Brasil o conceito de Saneamento Ambiental como sendo os 4 serviços citados acima, o mais comum é o saneamento seja visto como sendo os serviços de acesso à água potável, à coleta e ao tratamento dos esgotos.

Conclusão:

Ter saneamento básico é um fator essencial e de suma importância para um país poder ser chamado de país desenvolvido. Os serviços de água tratada, coleta e tratamento dos esgotos levam à melhoria da qualidade de vidas das pessoas, sobretudo na saúde infantil com redução da mortalidade, melhorias na educação, na expansão do turismo, na valorização dos imóveis, na renda do trabalhador, na despoluição dos rios e preservação dos recursos hídricos e efluentes, etc.

Em 2017, segundo o Ministério da Saúde (DATASUS), foram notificadas mais de 258 mil internações por doenças de veiculações hídricas no país.

Em vinte anos (2016 a 2036), considerando o avanço gradativo do saneamento, o valor presente da economia com saúde, seja pelos afastamentos do trabalho, seja pelas despesas com internação no SUS, deve alcançar R$ 5,9 bilhões no país.

Por isso, deve ser tratado como prioridade à especialização e capacitação dos profissionais da área, além claro de incentivo e ajuda do governo para que possamos adequar e impulsionar o país todo com tratamento de água e efluentes de qualidade.

Fontes Consultadas: 

www.eosconsultores.com.br

www.cartacapital.com.br

https/etes-sustentaveis.org

www.tratabrasil.org.br

Compartilhe:

Commodities Agrícola

Elas têm grande relevância e influência na economia brasileira. Por se tratar de produtos essenciais para o consumo, possuem grande valor e costumam estar em alta no mercado.

Compartilhe:

Autor: Luis Henrique

São José do Rio Preto – SP

Curso Profissionalizante Corretor de Commodities – Metais, Petróleo, Energia, Agricultura e Carnes

Elas têm grande relevância e influência na economia brasileira. Por se tratar de produtos essenciais para o consumo, possuem grande valor e costumam estar em alta no mercado.


As Commodities Agrícola brasileiras, assim como as de qualquer País, são tratadas como um ativo financeiro.

Entendendo o que é commodity


O termo tem sua tradução literal como “mercadoria”, mas o fator determinante para uma commodity é o mercado internacional, visto que sua definição se dá por produtos que não possuem diferença de valor significativa, independentemente do País de origem.


O que são Commodities Agrícola?


Elas são proveniente das práticas agropecuárias e possuem o mínimo fator Industrial possível em seus processos.


Podemos dizer, então, que essas mercadorias estão mais ligadas a artigos primários. Vale ressaltar, porém, que nem todos os produtos que surgem na lavoura podem ser considerados Commodities.


Para isso, deve existir uma comercialização na bolsa de valores, o que exige alto valor comercial e estratégico. Com grande importância para economia brasileira um exemplo de commodity agrícola que podemos citar e a soja. Por ser um produto homogêneo (em forma de grão), possui alto valor de mercado, e uma das principais plantas exportadas pelo Brasil.


Uma vez que a bolsa determina seus valores, quanto maior for a oferta de ações, menor será seu preço e vice-versa.

Tipos de Commodities agrícolas.


Você pôde observar que nem todos os produtos das cadeias produtivas do agronegócio se encaixam em Commodities. Morango são altamente consumidos, mas não causam grande impacto em sua utilização, ao contrário do arroz e do algodão.


Exemplo disso sã o próprio algodão, milho e trigo. Mais entre as Commodities do Brasil, quais são as mais comuns? Podemos citar entre as principais:
✓ Carne bovina;
✓ Café;
✓ Trigo;
✓ Borracha;
✓ Milho;
✓ Açúcar.


Como funcionam as Commodities agrícolas?


O mercado de Commodities agrícolas pode ser nacional ou internacional, e se caracteriza como uma fonte de investimentos. O preço das Commodities agrícolas pode ser cotados usando como referência saca, quilo, arroba(no caso de boi) e toneladas, sendo que fatores externos podem ter larga influência nos valores, seja pelo clima, especulações e previsões de produtos e tempo estimado de colheita, por exemplo.


Para quem deseja investir no ramo, é interessante saber da possibilidade de comprar e vender Commodities agrícolas antes mesmo do fim das colheita, com preço estipulado por meio de estimativa.


Fonte da Consulta.
Autor: Luis Henrique

Curso: Profissionalizante Corretor de Commodities – Metais, Petróleo, Energia, Agricultura e Carnes.

Compartilhe:

Energia Solar Fotovoltaica

Com o crescimento da população, aumento significante da tecnologia e
consequentemente da indústria, cresce também o consumo de energia elétrica e a busca incessante por fontes alternativas de energia, menos poluentes, que atendam as legislações ambientais no que diz respeito a poluição em geral (Visual, atmosférica, sonora etc.), as chamadas energias renováveis (Solar, eólica, hídrica etc.).

Compartilhe:

SOMÁTICA EDUCAR
Curso de Energia Solar Fotovoltaica
Autor: Wagner de Souza Melo

Manaus – AM

INTRODUÇÃO


Com o crescimento da população, aumento significante da tecnologia e
consequentemente da indústria, cresce também o consumo de energia elétrica e a busca incessante por fontes alternativas de energia, menos poluentes, que atendam as legislações ambientais no que diz respeito a poluição em geral (Visual, atmosférica, sonora etc.), as chamadas energias renováveis (Solar, eólica, hídrica etc.).


O Brasil, por se tratar de um país que recebe altos índices de irradiação solar
durante todo o ano, em 2018 teve um aumento de aproximadamente 350 % na
instalação de painéis solar fotovoltaicos em residências. Trata-se de geradores
domésticos de energia que convertem a energia solar (fótons) em energia elétrica.


Em 2019, o mercado de energia solar no Brasil cresceu mais, alcançando a
marca de 2,4 GW instalados. Segundo a Aneel, foram instalados mais de 110
mil sistemas fotovoltaicos de mini e microgeração, correspondendo a R$ 4,8 bilhões e 15 mil profissionais trabalhando na área.


Na China, os sistemas fotovoltaicos flutuantes são uma tendência, à medida
que a economia está migrando para fontes de energia mais limpas e eficientes. Para isso, existem empresas fabricando polietilenos de alta densidade para a construção de usinas elétricas fotovoltaicas flutuantes, que hoje estão abastecendo residências e indústrias com energia renovável limpa.

Para ler o conteúdo na íntegra acesse abaixo:

Compartilhe:

A Importância da Tanatopraxia

O processo da tanatopraxia se inicia com o banho no cadáver durante esse banho e feito uma massagem alongando os membros afim de neutralizar a rigidez pós mortem. Durante esse banho e feito a higienização dos cadáveres retirada de curativos, esse processo também permite ao tanatólogo detectar feridas que necessitem de limpeza e de sutura ao fim do tratamento.

Compartilhe:

Autor: Luiz Carlos Figueiredo Junior

Vazante – MG

Curso de Tanatopraxia

Somática Educar

A técnica de embalsamamento criada por William Harvey no século XVII é a mesmo  usada nos temos de hoje apesar de haver algumas diferenças. Nessa técnica orienta-se a  retirada dos fluido dos corpo em substituição do mesmo por uma solução formaldeído.  Porem essa não é a origem do embalsamamento. 

A origem do embalsamamento foi no ano 3.300 a.c.. A primeira múmia conhecida como  Ginger apresentou características de que passou pelo processo de embalsamamento. Essa  técnica teve principal utilização no Egito antigo, onde conservava-se os corpos para que  pudessem ser usados no pós vida. No Egito Antigo acreditava-se que após sua morte seu  corpo seria usado e por isso era importante mantê-los o mais completo e preservado  possível. Porem essa mesma técnica também foi vista em várias civilizações antigas  deixando em aberto um enigma de sua real origem. 

Atualmente a técnica além de ter  indicações do tempo da morte, bem como, meios e métodos para nos proteger ao lidar com  os cadáveres. 

Os estudos nos auxiliam na compreensão da etapa de degradação do corpo , exemplo disso são os Fenômenos Cadavéricos: 

∙ Fenômenos Cadavéricos Cedo; 

∙ Final Destroyers; 

∙ Fenômenos Cadavéricos Final Tories; 

Estas são classificações primarias que possuem várias subgrupos para melhor identificar  a hora da morte influenciando diretamente no processo de tratamento.  

O melhor cenário para realizar o tratamento da tanatopraxia seria com apenas 2 horas do óbito  já que praticamente nenhum fenômeno cadavérico teria se iniciado. Porém o tratamento  pode ser feito com até 48 horas da morte porem pode-se perder muito do resultados.  

O processo da tanatopraxia se inicia com o banho no cadáver durante esse banho e feito uma  massagem alongando os membros afim de neutralizar a rigidez pós mortem. Durante esse  banho e feito a higienização dos cadáveres retirada de curativos, esse processo também  permite ao tanatologo detectar feridas que necessitem de limpeza e de sutura ao fim do  tratamento. 

Após essa etapa e feito uma incisão mais comumente no pescoço para acessar a artéria  onde será inserido a cânula por onde será bombeado a solução formaldeído, de 1 litro de  remédio para cada 4 litros de agua para cada 23 kg de peso do cadáver.  

A solução e bombeada de forma lenta, durante esse processo o tanatologo deve massagear  o corpo expulsando o sangue dando passagem para que a solução penetre nos tecidos e  músculos afim de garantir a preservação do cadáver. Durante esse processo e notável a  mudança que ocorre no corpo, na coloração da pele bem como um desencharco devido a  retirada de líquidos. Com essa etapa conseguimos para momentaneamente o processo de  degradação do corpo, para que parentes e amigos possam se despedir do falecido. Feito  essa etapa temos que fazer a drenagem dos líquidos internos. 

Esse processo e feito por uma incisão ao lado do umbigo onde se insere uma vara  conectada a uma bomba de drenagem que suga os líquidos internos. Após essa drenagem  e inserido um produto que tem como objetivo desidratar os tecidos e órgãos internos além  de preservá-los, retardando o processo de degradação do cadáver. O remédio deverá  permanecer dentro do cadáver por no mínimo 10 minutos, após este tempo retomasse a  drenagem. Após drenagem passa-se para a etapa de tamponamento e sutura. 

Essa etapa e muito importante já que esta será a finalização do tratamento, iniciasse  inserindo algodão no corte, ferida ou furo, acompanhado por um pó tanatopraxua que tem como  objetivo evitar que líquidos saiam pelo local tamponado. O pó tanato e o pó gelatinoso  ao entrar em contato com líquido forma uma espécie de gelatina evitando que o  mesmo saia pelo orifício. Finaliza-se com uma sutura fechando o orifício e em seguida e  feito a colagem com cola sobre o ponto suturado, após colado colocasse micropore ou  esparadrapo. 

Na sequência passamos, a vestir a roupa no falecido .Existem atualmente roupas próprias para cadáveres que tendem a ser mais fáceis de vestir  com baixo custo. Após vestido coloca-se papel picado para que ele fica em  uma posição adequada na urna cobre-se o papel com algodão em seguida ornamenta-se  com flores. Esta etapa também e feito a necromaquiagem ,finalizando esse processo o  corpo e encaminhado para velório. 

Estas etapas que exemplifiquei acima são indispensáveis, visto que sem elas o cadáver sofreria rápida decomposição, tornando impossível que fosse velado, além do inchaço o corpo  tende a ficar com um cor azulada muito desagradável além de ter líquidos sendo expelidos  por suas vias aéreas e feridas. 

Vale lembrar também que este processo também elimina possíveis contaminantes que  possam vir ser passado para os familiares durante o velório. São raras as doenças que  perduram após a morte, porem é imporantante que seja eliminada as suas propagações. Há também doenças que impossibilitam que haja o velório como estamos vendo no atual  momento a situação do covid, que mesmo após a morte o corpo ainda e um propagador da doença, ou ate mesmo a peste negra que no passado devastou a Europa. 

Fontes Consultadas

Site: https://cemiteriosemmisterio.com.br/conheca-o-processo-de-embalsamar-corpo-e-a-sua-importancia/

https://ultimumvale.com.br/blog/embalsamamento-embalsamar-corpo-tanatopraxia/

Compartilhe:

Novo Porto

O Rio Grande do Sul deve ter um novo porto, no Litoral Norte. O pedido de autorização para construção feito por investidores em Arroio do Sal já está sendo analisado pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários.

Compartilhe:

Autor: Leandro Luís Silva dos Santos 

Canoas – RS

Curso Arqueação de navios 

Instituição – Somática educar 

O Rio Grande do Sul deve ter um novo porto, no Litoral Norte. O pedido de autorização para  construção feito por investidores em Arroio do Sal já está sendo analisado pela Agência Nacional de  Transportes Aquaviários. 

Um dos motivos é a proximidade com a área industrial da Serra do Rio Grande do Sul. A medida  reduziria os custos e aumentaria a competitividade de grandes empresas exportadoras que necessitam,  atualmente, usar o porto de Rio Grande, no Litoral Sul, ou os de Santa Catarina. 

“Hoje, nos levantamentos que fizemos, um conjunto de empresas tem custo aproximado de R$  4 mil a R$ 6 mil para escoar sua produção via litoral sul e aproximadamente entre R$ 3 mil e R$ 4 mil  pelos portos de Santa Catarina.  

Nossa estimativa é que haja uma redução de 50% para o nosso projeto do porto do Litoral  Norte”, projeta o diretor-executivo do MOBI Caxias, Rogério da Silva Rodrigues. Dois grupos de investidores já adquiriram boa parte dos terrenos de duas áreas que poderão  receber o novo complexo portuário. Um deles é perto do balneário Rondinha, com mais de 600 metros  de frente para o mar e um total de 700 hectares. 

A outra área fica mais ao norte, no balneário de Arroio Seco, perto do limite com Torres. Esta  é uma área menor, com 150 metros de faixa de areia e 150 hectares. Ambas ficam próximas ao  aeroporto de Torres, que já está pronto e poderá servir de apoio para o transporte de cargas. 

Do complexo industrial de Caxias do Sul, por exemplo, via Rota do Sol, seriam 180 km até o novoporto.  Para levar as cargas até Rio Grande, a distância é de 437 km. 

Inicialmente, a ideia era construir o porto em Torres. Porém, em abril do ano passado, um navio  da marinha fez um levantamento geográfico do trecho entre Torres e Arroio do Sal. Nessa parte, a  profundidade do mar passa dos 20 metros mais perto da costa do que em Torres, o que facilitaria a  instalação do porto. 

Os dois grupos de investidores já receberam autorização de viabilidade econômica do  município. A estimativa é que cada projeto tenha investimento superior a US$ 1 bilhão, ambos de capital  estrangeiro. 

“Esses recursos vão tornar Arroio do Sal ainda melhor, principalmente porque poderemos  executar muitas melhorias de infraestrutura. Tudo indica que nós teremos o início das obras ainda este  ano”, diz o prefeito Affonso Flavio Angst. 

Um deles, que tem capital russo, está mais avançado, e a Agência Nacional de Transportes  Aquaviários já está analisando o pedido de autorização. 

Em abril de 2021 o grupo de investidores russos confirmam investimento de R$ 6 bilhões em  novo porto no RS, confirmando que o complexo portuário sairá em Arroio do Sal

O mesmo grupo de investidores protocolou a autorização para iniciar a construção do centro  administrativo do porto na Secretaria de Meio Ambiente do município. 

“A gente fez a solicitação para construir o escritório, a parte administrativa, refeitórios, centro  de treinamento dos funcionários que vão trabalhar no porto. O resto a gente depende de uma licença  do Ibama, que é bem mais complexa. São várias etapas que trabalham juntas, então, é uma licença  bem mais demorada”, explica a bióloga Letícia Maria. 

A expectativa é que mais de 4 mil empregos diretos e indiretos sejam gerados na cidade.

Fonte: 

https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2020/01/10/arroio-do-sal-recebe-proposta para-sediar-porto-no-litoral-norte-do-rs.ghtml – consultado em 22/05/2021. 

https://imprensabrasil.com.br/2021/04/15/russos-confirmam-investimento-de-r-6-bilhoes-em novo-porto-no-rs-o-complexo-portuario-saira-em-arroio-do-sal/ – consultado em 22/05/2021.

Compartilhe:

A Cabotagem no Brasil – Sobre a BR do Mar

A partir da publicação da lei, as empresas poderão afretar navios por tempo ou a casco nu (vazios ) para uso na navegação de cabotagem . Passado um ano da vigência, poderão ser dois navios, no segundo ano de vigência três navios, e no terceiro ano da mudança , quatro navios.

Compartilhe:

Autor: Bruno Pereira da Silva

Niterói/RS

Somática Educar

 Atualmente em prazo de recebimento de emendas, aguarda votação no Senado o projeto que institui o Programa de Estímulo ao transporte por cabotagem  (BR DO MAR ) . O PL 4199 / 2020 , do poder executivo  , foi aprovado na Câmara dos Deputados em dezembro do ano passado . O senador Nelsinho Trad (PSD – MS ) .

  Navegação de cabotagem é o transporte aquaviário feito entre portos do mesmo país. Entre as principais mudanças efetivadas, pelo projeto está a liberação progressiva do uso de navios estrangeiros para esse tipo de transporte sem a necessidade de contratar a construção de embarcações  em estaleiros brasileiros . O líder do governo da Câmara, deputado Ricardo Barros (PP – RR ) afirma que o projeto reduzirá o chamado custo Brasil.

Para o consultor do Senado Frederico Montenegro  , o texto facilita a expansão das operações de cabotagem  e a entrada de novos interessados neste mercado .  Segundo ele , aumenta a possibilidade de as Empresas Brasileiras de Navegação (EBN)  afretarem embarcações sem a obrigatoriedade de possuírem embarcações próprias , como exigido pela legislação vigente . Montenegro ressalta que a mudança vem acompanhada de incentivos para que as EBNS mantenham e aumentam a frota própria, o que contribui para um importante aspecto da navegação de cabotagem, que é a disponibilidade do serviço .

A partir da publicação da lei, as empresas poderão afretar navios  por tempo ou a casco nu (vazios ) para uso na navegação de cabotagem . Passado um ano da vigência, poderão ser dois navios, no segundo ano de vigência três navios, e no terceiro ano da mudança , quatro navios.

Depois disso, a quantidade será livre, observadas condições de segurança definidas em regulamento. 

O consultor explica que o afretamento por tempo é aquele no qual o proprietário  ou o armador coloca o navio completamente equipado  e em condição de navegabilidade  à disposição do afretador por tempo determinado .

O afretamento por tempo mantém todos os custos relacionados a sua operação vinculados  à bandeira do seu país de origem  , por isso é um afretamento  mais barato  se comparado ao afretamento a casco nu .

Fonte:

https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2021/03/26/br-do-mar-pode-expandir-setor-de-navegacao-de-cabotagem-no-brasil

https://www.portosenavios.com.br/noticias/navegacao-e-marinha/nova-lei-da-cabotagem-favorece-expansao-de-grandes-grupos

Compartilhe:

Biomassa: fonte de energia renovável

A biomassa é utilizada na produção de energia a partir de processos como a combustão de material orgânico produzida e acumulada em um ecossistema, porém nem toda a produção primária passa a incrementar a biomassa vegetal do ecossistema

Compartilhe:

Autor : João Batista dos Anjos

Araguari – Minas Gerais

Curso Engenharia E Gestão de Energias Renováveis

Somática Educar

Do ponto de vista da geração de energia, o termo biomassa abrange os  derivados recentes de organismos vivos utilizados como combustíveis ou para a  sua produção. Do ponto de vista da ecologia, biomassa é a quantidade total de  matéria viva existente num ecossistema ou numa população animal ou vegetal.  Os dois conceitos estão, portanto, interligados, embora sejam diferentes. 

 Na definição de biomassa para a geração de energia excluem-se os  tradicionais combustíveis fósseis, embora estes também sejam derivados da  vida vegetal (carvão mineral) ou animal (petróleo e gás natural), mas são  resultado de várias transformações que requerem milhões de anos para  acontecerem. A biomassa pode considerar-se um recurso natural renovável,  enquanto que os combustíveis fósseis não se renovam a curto prazo. 

A biomassa é utilizada na produção de energia a partir de processos como a  combustão de material orgânico produzida e acumulada em um ecossistema,  porém nem toda a produção primária passa a incrementar a biomassa vegetal  do ecossistema. Parte dessa energia acumulada é empregada pelo ecossistema  para sua própria manutenção. Suas vantagens são o baixo custo, é renovável,  permite o reaproveitamento de resíduos e é menos poluente que outras formas  de energias como aquela obtida a partir de combustíveis fósseis. 

A queima de biomassa provoca a liberação de dióxido de carbono na atmosfera,  mas como este composto havia sido previamente absorvido pelas plantas que  deram origem ao combustível, o balanço de emissões de CO2 é nulo.

Para acessar todo o Artigo clicar abaixo:

Compartilhe: