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Importância dos peritos arqueadores no mercado de trabalho

É público e notório a importância deste profissional no Brasil e no mundo, vez que somos defensores com exatidão dos pesos e medidas de todos graneis que entram e saem do Pais.

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Autor: Agnaldo Araujo Santana

Fortaleza – CE

Curso Arqueação de Navios – Draft Survey

É público e notório a importância deste profissional no Brasil e no mundo, vez que somos defensores com exatidão dos pesos e medidas de todos graneis que entram e saem do pais.

A priori é de grande valia e salutar a reciclagem destes profissionais em cursos expostos pelos mercados para que os peritos se atualizem em relação ao mercado de trabalho.

Os peritos desta distinta área são geralmente profissionais qualificados atestados e aprovados com reconhecimento de órgãos governamentais nacionais e internacionais como certificadores de peso e medidas com verdadeiros reconhecimentos e credibilidades no exterior. 

De igual teor citamos o inmetro também gozam de tamanha mercê e ordenação, porem com distintas e extensivas responsabilidades. 

Aos olhos dos órgãos governamentais na maioria dos concursos publicos para que se prepare bem um bom perito há uma exigência de experiências mínimas comprovadas de 02 anos.  

É salutar no comercio exterior internacional a existência de vários 

Peritos cada um representando seu contratante e defendendo seu interesse naquele ou naquela importação ou exportação para que se libere o pagamento das comodites. 

Nós trabalhamos para que não haja litigio entre as parte e caso haja um processo justo e legal tem de existir a figura dos peritos ue representa cada parte envolvida na comercialização e cada um com seu resultado para sua defesa.

Há de se considerar que juízes de direitos e Côrtes tem uma enorme tendência que oficializem o número ou resultados do perito oficial da RFB, pela sua credibilidade nos mercados internacional e por este ser considerado elemento neutro no processo de mensuração de CARGA OU DESCARGA. 

Mas isso ocorre em casos que comprovadamente não houve vícios ou erros ou verdadeiras discrepância acentuadas em que podem trazer sem dúvidas prejuízo para as partes envolvidas ou outrem. 

Desta forma o mercado é muito exigente para com os profissionais atuante devido a enorme responsabilidade deste profissionais.

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Relato de Experiência

Essa atividade proporcionou as crianças utilizarem o sistema monetário para fazer compras, vendas, comparar valores e resolver situações matemáticas, desenvolvendo o cálculo mental na moeda real e centavo.

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Matemática na prática- Sistema Monetário

Autoras:

Ivanete Scopel Antunes

Lúcia da Silva de Souza

Professoras da Rede Municipal de Ijuí/RS

Atendendo as orientações da BNCC, tendo como objetivo desenvolver as habilidades e competências determinadas a cada ano, considerando a criança como protagonista, com o intuito de tornar a aprendizagem lúdica e significativa, para trabalhar o sistema monetário no 3º ano o ensino fundamental, organizamos um “bar com guloseimas”. Essa atividade proporcionou as crianças utilizarem o sistema monetário para fazer compras, vendas, comparar valores e resolver situações matemáticas, desenvolvendo o cálculo mental na moeda real e centavo.

Para as crianças o aprendizado da matemática se tornou um momento prazeroso, divertido e gostoso, em que elas são desafiadas a ampliar seus conhecimentos sobre o sistema monetário, bem como a responsabilidade em solucionar problemas de compra e venda.

No primeiro momento as crianças receberam um bilhete informando às famílias sobre a proposta de trabalho, que teríamos venda de guloseimas, e se desejassem poderiam enviar dinheiro para que as crianças pudessem comprar. 

O espaço foi organizado, tendo os produtos identificados com plaquinhas contendo nomes e valores, para que aas crianças visualizassem o custo de cada produto que variavam de R$ 0,10(dez centavos) a R$ 2,00(dois reais).  A turma sugeriu alguns nomes para o espaço, sendo o mais votado “BAR DOCE”.  A seguir, as crianças visualizaram os produtos calculando valores de diferentes produtos e também, o valor dos produtos escolhidos compra. O dinheiro que tinha era suficiente? Teria troco? Quanto? Poderia ou não comprar outro doce? Qual?

Chegado o momento de vivenciar, comprar e degustar eram questionados sobre os valores do produto adquirido: o valor foi suficiente? teve troco ou não? Alguns alunos participaram do atendimento aos colegas cobrando, entregando e fazendo troco. 

Ao retornar para sala foi o momento de compartilhar as aprendizagens da doce experiencia, registrar, calcular valores de diferentes produtos, onde realizamos cálculos mentais de adição e subtração a seguir realizaram diferentes registros através registros gráficos

Devido a empolgação, empenho das crianças e também sobrado guloseimas tivemos a 2ª Edição do Bar Doce, onde as crianças em alguns momentos atendiam os clientes e, em outros eram os consumidores.

O resultado desse trabalho foi muito gratificante para nós e para as crianças, além da aprendizagem lúdica e do protagonismo infantil, com o lucro do Bar Doce pagamos o transporte e ingresso para a turma ir ao cinema assistir o lançamento do filme “O Rei Leão”.

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Flutuabilidade de Navios

A Flutuabilidade de um navio nada mais é a condição e propriedade dele flutuar e
para entendermos isso basta aplicar a teoria Arquimediana: “todo corpo
mergulhado parcialmente num líquido recebe um empuxo de baixo para cima igual
ao peso do líquido deslocado por ele”.

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Autor: José Carlos Garcia

Santos – SP

Curso arqueação de Navios

Somática educar

Flutuabilidade é a propriedade que tem um navio
de flutuar. Mas como isso ocorre?

Primeiro vamos relembrar o princípio de Arquimedes: “todo corpo mergulhado
parcialmente num líquido recebe um empuxo de baixo para cima igual ao peso do líquido deslocado por ele”.

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Energia Eólica No Meio Ambiente

A importância da tecnologia usada pela energia eólica se destaca não apenas como uma fonte renovável, mas também como uma forma de reduzir a emissão de gases de efeito estufa. Sabe-se que o setor de energia elétrica se situa entre os mais importantes em termos de emissão de GEE .  

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Autor: Darcio André Chaves Oliveira

Curso Operador de Parque Eólico

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A importância da tecnologia usada pela energia eólica se destaca não apenas como uma fonte renovável, mas também como uma forma de reduzir a emissão de gases de efeito estufa. Sabe-se que o setor de energia elétrica se situa entre os mais importantes em termos de emissão de GEE .  

 O homem necessita de fontes de energia para manter, prolongar e tornar mais confortável sua própria sobrevivência, manipulando-as, através do tempo. Iniciando sua manipulação com a descoberta do fogo, o homem pré- histórico deu um salto nas suas rudes condições de vida, possibilitando o preparo dos alimentos, mantendo aquecidos e iluminados seus abrigos. Essa descoberta favoreceu a fixação do homem, que pôde deixar de ser nômade: um grande passo na evolução. 

Registram-se de 200 a.C. na Pérsia, as primeiras comprovações de utilização de energia eólica para bombeamento de água e moagem de grãos. E esta fonte de energia veio para auxiliar e facilitar atividades mecânicas básicas, surgindo como forma alternativa para o que antes era realizado por força animal, humana, ou ainda pela força motriz da água. 

Em termos físicos, o vento é causado pelas diferenças de pressão existente na superfície da Terra, e isso ocorre porque a radiação solar incide de forma diferente sobre as zonas equatoriais, em maior quantidade, e nas zonas polares, com menor intensidade. Ou seja, os ventos se originam da radiação solar. Essa energia é aproveitada pela movimentação do ar, na forma de vento, abundante fonte de energia, renovável, limpa e disponível em todo o Globo. 

Compreender a importância da tecnologia usada pela energia eólica que se destaca não apenas como uma fonte renovável, mas também como uma forma de reduzir a emissão de GEE – gases de efeito estufa. 

A produção de eletricidade através de energia eólica surgiu no final do século XIX, mas a sua utilização na distribuição de energia pública data de 1976 na Dinamarca, onde a primeira turbina eólica foi conectada à rede elétrica pública. Foi graças ao choque do petróleo e seu aumento de preço nos anos 70 que em alguns casos, a produção de energia elétrica via sistemas eólicos tornou se economicamente viável. 

O interesse por fontes de energia renováveis e limpas vem crescendo nas últimas décadas dado o fato de que por questões ambientais, mais do que nunca,

percebe-se a necessidade de soluções eficientes e ambientalmente corretas. O grande salto tecnológico dos estudos sobre a matriz eólica e seus componentes ocorreu durante a década de 90 quando os custos caíram substancialmente e a capacidade das turbinas eólicas saltou de 300KW em 1992 para 4.500KW no ano de 2000. 

Embora a produção de energia a partir dos ventos ainda seja pouco representativa no território brasileiro, é perceptível a evolução do setor no país ao longo dos últimos anos. Em 2014, segundo dados do Governo Federal, o Brasil ultrapassou a Alemanha no que se refere à expansão da energia eólica, atingindo o segundo lugar mundial, atrás apenas da China, que é o país que mais investe em fontes energéticas no mundo em razão de sua alta demanda. 

Por isso, o apoio a partir de políticas públicas é essencial para promover a expansão das energias renováveis.Há necessidade de estudar a questão energética, em especial as energias renováveis, como um aspecto para se alcançar o desenvolvimento sustentável. 

A geração eólica é benéfica para a sociedade pois não há processos de combustão na sua geração, não havendo portanto, emissão de gases poluentes como o material particulado ou óxidos de enxofre e menos ainda, gases contribuintes para o efeito estufa (GEE). Além dos benefícios ambientais cito–os os desenvolvimentos sociais trazidos por tais empreendimentos tais como, a atração de investimento para áreas desfavorecidas, geração de novos empregos e a possibilidade de utilização do terreno mesmo com as usinas eólicas. 

Considerando o tempo de construção, um grande parque eólico leva muito menos tempo para ser construído, o que gera receita mais rapidamente. O Fator de Capacidade dos parques eólicos é o menor de todos devido à característica do vento intermitente, o que significa que haverá picos e vales na geração eólica. 

Conclui-se que a energia eólica, além de ser inesgotável, mas que também possui vantagens e desvantagens. Trata- se de uma energia limpa pois não emite poluentes na atmosfera no processo de geração de energia, sua fonte é um recurso inesgotável e, por isso, é uma energia renovável, proporciona a redução da dependência dos combustíveis fósseis, permite a diminuição da emissão dos gases do efeito estufa e gera empregos nas regiões onde os parques eólicos são instalados.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 

BARCELLA, M, S., & BRAMBILLA, F, R. (2012). Energia eólica e os impactos socioambientais: estudo de caso em parque eólico do rio grande do sul. Revista de Ciências Ambientais, 6(2). 

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Disponível em:http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acessado em: 03/02/2022, 1988. 

DUTRA, R. M. Energia eólica. In: TOLMASQUIM, T. M. (Coord.). Alternativas energéticas sustentáveis no Brasil. Rio de Janeiro: Relume Dumará: Cenergia, 2004. p.179 – 267.. 

MESQUITA, A. N. S., Silva. R. C., Silva, A. P. F., & Siqueira. W. N. (2018). A influência da implantação do parque eólico sobre a economia na Região Agreste de Pernambuco. Revista Brasileira de Meio Ambiente. 

NASCIMENTO, M. V. G. Energia eólica. In: Tolmasquim, M. T. (org.). Fontes renováveis de energia no Brasil. Rio de Janeiro, Interciência: Cenergia, 2003. p. 207. 

PENA. Rodolfo F. Alves: Energia Eólica no Brasil. Disponível em: https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/energia-eolica-no brasil.htm.Acesso em:01/02/2022. INVEST RS.Disponível em:https://investrs.rs.gov.br/energia#:~:text=O%20munic %C3%ADpio%20abriga%20as%20usinas,S%C3%A3o%20Jer%C3%B4nimo %20(20%20MW).Acesso em 05/02/2022.

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Segurança na Movimentação de Cargas

A segurança e saúde em manobra de carga e descarga nos portos e a bordo de embarcações, é da responsabilidade de todos que direta ou indiretamente executam o trabalho.

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Autor: José Marciano da Silva Oliveira

Cabedelo – PB

Curso movimentação de cargas- sinaleiro marítimo

     A indústria portuária tem seu desenvolvimento contínuo através dos anos. A movimentação de cargas teve tempos árduos e perigosos até a introdução de contêineres e sistemas roll-on roll-off (“ro-ro”) na década de 1960. Os desenvolvimentos técnicos continuaram desde então, incluindo a introdução de equipamentos de manuseio de carga cada vez mais sofisticados com capacidade e alcance muito maiores.

    A segurança e saúde em manobra de carga e descarga nos portos e a bordo de embarcações, é da responsabilidade de todos que direta ou indiretamente executam o trabalho. Tambem e de responsabilidade daqueles que precisam cooperar para desenvolver sistemas de trabalho saudáveis e garantir que sejam colocados em prática. A introdução de novas ideias e conceitos em carga e em manuseio exige que se preste atenção especial à segurança e requisitos de saúde, como exemplo:

  • isolamento e sinalização da area onde esta tendo a manobra
  • uma comunicação limpa e clara entre o guindasteiro e o sinalizador
  • uso correto de EPI´S
  • entre outros

         Em uma movimentação de carga entre navio-porto, os oficiais dos navios devem cooperar com o pessoal de terra conforme necessário.

Isso deve incluir:

• fornecer meios seguros de acesso ao navio, e a qualquer

local no navio onde os portuários precisam trabalhar;

• garantir que qualquer equipamento do navio que será usado

pelos portuários, é de boa construção e devidamente mantido;

• fornecer as informações necessárias aos trabalhadores portuários do navio;

• garantir que as atividades da tripulação do navio não deva originar riscos para a segurança ou saúde no navio; e

• garantir que, se a tripulação trabalhar em conjunto com os trabalhadores portuários, sejam seguidos sistemas de trabalho seguros conjuntos para proteger a segurança e a saúde de todos os envolvidos.

    A identificação de perigos no local de trabalho deve levar em consideração:

  • a situação ,eventos ou combinação de circunstâncias que tenham potencial ou comprovadamente causem lesões ou doenças;
  •  a natureza da lesão ou doença potencial relevante para o atividade, produto ou serviço;
  •  aqueles que possam ser prejudicados;
  • lesões, incidentes e doenças anteriores; e
  • os perigos e riscos das cargas e equipamentos.

  Como todo tipo de trabalho tem seus devidos perigos e riscos,  sendo assim tem que ser tomado cuidado com relação a manobra em movimentação de carga e descarga em portos. A bordo da embarcações não é diferente, pois é necessário seguir os sistemas de segurança da forma correta, para que assim todos os envolvidos na operação possam sair e voltar para suas casas e famílias sem nenhum problema.

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Norma Regulamentadora NR-7 e suas atualizações

O texto também traz a previsão de utilização de prontuários médicos em meio eletrônico desde que atendidas as exigências do Conselho Federal de Medicina e mantém, dentre outras exigências, a necessidade de manutenção do prontuário do empregado pela organização por, no mínimo, 20 anos após o seu desligamento, exceto em caso de previsão diversa constante nos Anexos da norma.

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Norma Regulamentadora No. 7 (NR-7)

Autor: Eryck de Azevedo Silva 

Vila Velha – ES

Taifeiro Offshore – navios e plataformas

A norma regulamentadora foi originalmente editada pela Portaria MTB nº 3.214, de 08  de junho de 1978, sob o título “Exames Médicos”, de maneira a regulamentar  os artigos 168 e 169 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), conforme redação  dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977, que alterou o Capítulo V (Da  Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da CLT. 

A NR-07 é caracterizada como Norma Geral pela Portaria SIT nº 787, de 28 de  novembro de 2018, vez que regulamenta aspecto decorrente da relação jurídica prevista  na Lei, qual seja, a saúde do trabalhador, sem estar condicionada a outros requisitos,  como atividades, instalações, equipamentos ou setores e atividades econômicos  específicos. 

Sem a constituição de uma Comissão Nacional Tripartite Temática (CNTT) para o  acompanhamento permanente da implementação da NR-07, as atualizações da norma  são discutidas diretamente no âmbito da Comissão Tripartite Paritária Permanente (CTPP)*. 

A redação original da NR-07 se limitava a estabelecer parâmetros básicos para a  realização de exames médicos ocupacionais. Os parâmetros mínimos e as diretrizes  gerais para a elaboração do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional, com o objetivo de promoção e preservação da saúde dos trabalhadores, foram incluídos na  norma apenas posteriormente, em 1994. 

Desde a sua publicação, a norma passou por dez processos revisionais, sendo três de  ampla revisão, e os demais para alterações pontuais. 

A primeira revisão da NR-07 foi publicada pela Portaria SSMT nº 12, de 06 de junho de  1983. À época, em razão da necessidade de adequar os regulamentos de segurança e  saúde do trabalho à evolução dos métodos e ao avanço da tecnologia à época, diversas  normas regulamentadoras foram alteradas com a publicação dessa portaria, entre elas  a NR-07, que sofreu uma revisão completa. 

Em 1990, a Portaria MTPS nº 3.720, de 31 de outubro de 1990, realizou importante  alteração na norma ao excluir a abreugrafia do conjunto de exames obrigatórios  constantes da NR-07, com vistas a proteger a saúde humana de exposições repetidas  e desnecessárias a radiações ionizantes. Com essa atualização a norma se ajustava às  diretrizes e pareceres técnicos do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da  Saúde (OMS), que já desaconselhavam a utilização generalizada da abreugrafia como  método de diagnóstico de tuberculose. 

A primeira ampla revisão da NR-07 ocorreu com a Portaria SSST nº 24, de 29 de  dezembro de 1994, que passou a determinar a obrigatoriedade de elaboração e  implementação de um Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO),  com o objetivo de promoção e preservação da saúde dos trabalhadores. A partir de  então, o acompanhamento da saúde dos trabalhadores deixou de ter o caráter de  iniciativas isoladas de realização de exames médicos, passando a constituir um  programa planejado e integrado, que levasse em consideração os riscos à saúde dos  trabalhadores existentes nos ambientes de trabalho, especialmente aqueles  identificados nas avaliações previstas nas demais normas regulamentadoras. Para essa  revisão, fora constituído Grupo Técnico de Trabalho para estudar a revisão da NR-07,  após análise das contribuições recebidas de toda a comunidade, objeto da Portaria  SSST n.º 12, de 13 de outubro de 1994. 

Em 1996, a Portaria SSST nº 08, de 08 de maio, promoveu alterações em alguns itens  da norma, a exemplo da determinação de realização do exame médico admissional até  a data da homologação da rescisão do contrato de trabalho, caso o último exame  ocupacional tivesse ocorrido em prazos específicos definidos na norma em função do  grau de risco da empresa. Essa portaria também inseriu novos itens na norma, a  exemplo dos subitens que estabelecem regras quanto à isenção da indicação de médico  coordenador do PCMSO e a consequente dispensa em elaborar o relatório anual. 

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AGENTE MARÍTIMO E PSP

O agente marítimo é o representante do afretador (dono do navio) ao qual se responsabiliza em realizar os trâmites entre os órgãos competentes com documentos a emitir, certificados e troca de informações entre operador portuário, afretador, tripulação e etc

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Autor: Bruno Camargo Almada

Curso Agenciamento Marítimo

Cubatão – SP

Somática Educar

INTRODUÇÃO

No mundo moderno, é consenso que a cada ano que passa, a tecnologia traz inovações, portanto, a demanda, concorrência do mercado de trabalho aumenta, e as empresas inovam juntas.

A inovação é consequência de novas descobertas, para facilitar a vida do cliente, agilizar, otimizar, tanto que o agente marítimo é consequência de uma inovação.

O sistema portuário antigo era muito lento, massante e pouco eficiente em questão de troca de informações e otimização de processos, um exemplo disso é o quanto de folhas de papel eram gastas em impressão de documentos, emissão de certificados e etc. O sistema Porto sem papel (PSP) traz uma oportunidade no ano de 2015, com sua implantação, facilitando a vida dos afretadores, fretadores, embarcação, e do agente marítimo.

AGENTE MARÍTIMO

O agente marítimo é o representante do afretador (dono do navio) ao qual se responsabiliza em realizar os trâmites entre os órgãos competentes com documentos a emitir, certificados e troca de informações entre operador portuário, afretador, tripulação e etc, ele que através do sistema PSP, oferece informações da carga que vai ser transportada, do navio, da tripulação, do operador portuário, data de chegada, saída do Porto, confirmação de prático, solicitação de emissão de certificados, localização da embarcação, emissão de NOR (Notice of Readiness) e muito mais…

Por outro lado, o agente marítimo tem que ser ágil em suas funções, pois pode estar tomando conta de mais de um navio ao mesmo tempo, e ser cuidadoso no preenchimento de informações e cumprimento de anuências.

ANUÊNCIAS

É chamado de anuências, todos os documentos, certificados que terão que ser gerados e que são necessários para aprovação da ANVISA, comando da marinha, receita federal, administração portuária, polícia marítima e autoridade marítima. Por exemplo, certificado de livre prática, é emitido pela administração portuária, autorizando a entrada do navio no Porto e realizar a operação de carga/descarga nele. O certificado fitossanitário, é gerado pela ANVISA depois que o agente marítimo faz a solicitação do certificado, somente se o navio estiver cumprindo com todos os requisitos de saúde, tal como higienização, presença de animais, doenças, suprimentos e etc.

SISTEMA PSP

O sistema Porto sem papel é utilizado pelo agente marítimo e órgãos competentes, para visualização de informações essenciais como dados de embarcações, certificados, carga e etc, é nele que o agente marítimo, por meio do módulo cadastro de embarcação e colocando o número IMO do respectivo navio, faz a solicitação de certificados e cumprimento de anuências necessárias para os órgãos da ANVISA, receita federal, polícia marítima e etc.

O sistema foi implantado no ano de 2015 com a intenção de agilizar, otimizar e facilitar o fluxo de informações do ramo portuário, o nome Porto sem papel se diz por conta do uso de tecnologia a favor da otimização e da sustentabilidade em gastos excessivos de papéis. Quando o sistema ainda não tinha sido implantado, era gasto em média, mais de 2,7 milhoes de toneladas de papel por ano, prejudicando o meio ambiente e deixando os trâmites de documentação entre as partes envolvidas mais lentas.

Anuências Permanentes

CONCLUSÃO

O sistema PSP e o agente marítimo, vieram para facilitar a “vida” dos exportadores, importadores, afretadores, fretadores e das partes envolvidas no processo, portanto, é uma parte valiosa na operação do navio, e o mais importante, o cliente ficará mais satisfeito com a agilidade do trabalho, tendo assim mais serviço pela frente, consequentemente a agência marítima acaba gerando mais lucro.

O ramo portuário não para de inovar, e não pode parar, tanto que maior parte dos commodities passam pelos portos do Brasil, e quanto mais tecnologia, mais agilidade no processo por parte dos portos será requisitada.

OBRAS CONSULTADAS

http://intra.serpro.gov.br/linhas-negocio/catalogo-de-solucoes/solucoes/principais-solucoes/porto-sem-papel

https://www.wilsonsons.com.br/

https://www.gov.br/infraestrutura/pt-br/assuntos/noticias/2022/04/inovacao-no-setor-portuario-vai-reduzir-custos-e-facilitar-a-vida-do-brasileiro-diz-secretario

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Ciclo Combinado

Uma usina termelétrica de ciclo combinado é um acoplamento termodinâmico de um ciclo a gás com um ciclo a vapor com objetivo de conversão da energia de combustível em energia elétrica

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Autor: Autor: TIAGO FERREIRA CONCEIÇÃO NETO

Canoas – RS

Uma usina termelétrica de ciclo combinado é um acoplamento termodinâmico de um ciclo a gás com um ciclo a vapor com objetivo de conversão da energia de combustível em energia elétrica. O combustível é queimado na câmara de combustão da turbina a gás, na qual se produz a maior parte da energia gerada pela planta. Os gases de escape da turbina a gás devido sua alta temperatura, possibilita a tranformação de água em vapor em uma caldeira de recuperação de calor onde por sua vez aciona um turbo gerador a vapor. 

A energia geradas nos turbogeradores a gás e a vapor, é levada através de cabos ou barras condutoras, dos terminas do gerador até o tranformador elevador, onde tem sua tensão elevada para adequada condução, atravez de linhas de transmissão até os centros de consumo. 

A eficiência térmica de conversão destas usinas são muito importante, e é definida como razão entre energia util produzida( que gera retorno econômico) e a energia do combustível que é consumida( que implica em custo operacional), em uma termelétrica quanto maior a temperatura ini -cial(temperatura na qual a máquina começa a conversão da energia térmica contida nos produtos da combustão em trabalho) e quanto menor a temperatura final(temperatura na qual os produtos de combustão são rejeitados na atmosfera ou temperatura na qual termina o processo de conversão), maior é a eficiência de conversão.

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Fenômenos Cadavéricos Conservadores

Os fenômenos cadavéricos conservadores fazem parte de um conjunto de outros fenômenos cadavéricos, tendo como diferença, a preservação do defunto. Esse fenômeno é composto pela “Mumificação”, “Saponificação”, “Calcificação” e “Corificação”, que serão apresentados ao longo do artigo. 

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Autora: Tatiana Rina Moritaka 

Birigui – SP

Curso Profissionalizante de Tanatopraxia 

Instituição: Somática Educar

INTRODUÇÃO 

Os fenômenos cadavéricos conservadores fazem parte de um conjunto de outros fenômenos cadavéricos, tendo como diferença, a preservação do defunto. Esse fenômeno é composto pela “Mumificação”, “Saponificação”, “Calcificação” e “Corificação”, que serão apresentados ao longo do artigo. 

MUMIFICAÇÃO 

A mumificação é um evento que é popularmente conhecido como um método feito propositalmente pelo humano desde o Egito antigo, sendo considerado o início da tanatopraxia. Entretanto, há como esse acontecimento se dar de forma natural. Para isso, condições específicas devem ser atingidas, como por exemplo a desidratação rápida do cadáver. 

O cenário ideal para que isso ocorra é um local quente e seco, expondo o corpo ao ar. Dessa forma, haverá uma perda de água e a ação microbiana responsável pela putrefação será impedida, influenciando no dessecamento. Se o falecido já sofria de desidratação e desnutrição, o processo será mais rápido e eficiente. 

A aparência de um ser mumificado é tal como a de um que passou pelo processo induzido. Corpo magro, seco, revestimento (pele) dura e coloração escura. Um exemplo “recente”(1960-1980) de mumificação natural é o do cachorro, conhecido como Stuckie, que foi encontrado preso dentro de uma árvore.

Para ler o Artigo Completo Clicar AQUI!

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Transporte Marítimo de Animais Vivos

Trata-se de negócios de grandes proporções, embora haja forte
oposição de instituições internacionais de defesa dos animais alegando
que apresentam problemas de bem estar, segurança alimentar e
qualidade da carne”. Conforme o registro o relatório 2008 da World
Society for the protection of Animals.

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Autor: Carlos Gil Pereira

Paranaguá – PR

Curso de Capacitação em Transporte Marítimo – cargas, navios, portos e terminais

Somática Educar

O navio de transporte de animais vivos ou livestock Carrier é uma
embarcação construída ou modificada especialmente para o transporte de
longa distância de bovinos, caprinos e ovinos.


São também chamados de “Navios-Currais” ou corral ships e carregam
grande quantidade de animais, e materiais necessários para a viagem,
como alimentação, água, forragem, medicação, etc.


As viagens destes navios duram, geralmente, de três até três ou
quatro semanas.


O transporte de animais vivos está sujeito a regulamentação
especifica. No tráfego de pequenas distâncias ou quando envolvem
quantidades relativamente pequena de cabeças, este transporte pode
ocorrer como parte da carga de outras classes de navios.


Várias espécies são transportadas por navios, mas o que predomina
são animais domesticados como os bovinos, ovinos e caprinos, que
utilizam embarcações especialmente projetadas para este fim.


Trata-se de negócios de grandes proporções, embora haja forte
oposição de instituições internacionais de defesa dos animais alegando
que apresentam problemas de bem estar, segurança alimentar e
qualidade da carne”. Conforme o registro o relatório 2008 da World
Society for the protection of Animals.

Alega-se que os animais suportam condições cruéis quando
transportados pelo mundo, desde restrições de espaço e más condições
sanitárias, estresse e exaustão pelo manejo inadequado, até fome e sede
em situações de temperaturas extremas. A possibilidade de disseminação
de doenças também figura entre as restrições, bem como a ocorrência de
grande quantidade de mortes durante as longas viagens.


É uma atividade comercial altamente especializada e operada por
pequeno número de companhias, as quais construíram as embarcações
necessárias e desenvolveram a expertise no manejo dos animais.


Esta atividade deveria ser substituída pelo transporte de carne
resfriada e congelada, cujas exportações vêm crescendo ano a ano,
destacando-se o Brasil e a Argentina neste particular.


A atividade de transporte marítimo de animais vivo data de cerca de
125 anos, com estimativa deque, milhões de ovinos e milhares de bois
foram transportados na segunda metade do século XX.


Antes, os armadores faziam a conversão de navios tanques ou
graneleiros que pudessem ser plataformas leves multi-deck construído
sobre o convés original, aproveitando a ventilação natural.


Hoje em dia a maior parte da capacidade de transporte existente é de
embarcações purpose built ou projetadas e construídas especialmente
para este tipo de transporte, com unidades especificas para embarque,
viajem e desembarque através do sistema walk0on, walk-off na melhor
condição possível.


A reação ás condições em que os animais vivos são transportados
tem sido muito freqüentes e intensos, com a proposição da substituiçãopelo transporte das carcaças de animais abatidos em locais mais próximos
da atividade pecuária.


O Transporte de carne congelada em navios reefers, vem fazendo este
papel de mudança da logística de abastecimento dos diversos países e por
seu turno, sendo também substituído pelos contêineres.


Os navios de transporte de animais vivos podem ser classificados em
dois tipos: os de convés aberto e os de convés fechado.


Nos de convés aberto ( open deck livestock Carrier) a maior parte ou
todas as baias são instaladas em conveses abertos, o que , em teoria, daria
as condições de ventilação natural contínua e evitaria a dependência de
sistemas mecânicos. A ventilação é fator chave no transporte de animais
vivo. Quando as baias são ventiladas deficientemente, a diminuição do
oxigênio e a produção de gases tóxicos se desenvolvem muito
rapidamente. Embora a circunstância possa variar conforme as condições
ambientais, uma falha do sistema de ventilação pode resultar na asfixia
dos animais em duas ou três horas.


Na pratica, a ventilação natural por si só não é adequada para todas
as situações. Um fator limitante óbvio seria a condição dos ventos no mar,
por exemplo, quando o ar se move na mesma direção e sentido , o fluxo
natural de ar de ventilação das baias dos animais pode ser insuficiente.


Na maioria dos navios do tipo open deck, existe também alguma
forma complementar de ventilação mecânica instalada em zonas críticas,
bem como outros equipamentos apropriados para emergências.


As operações de embarque nos portos do Brasil, os animais são
destinados a exportação e provenientes de várias regiões do estado do
Amapá e do Pará, esses animais são deslocados até locais próximos aos portos de Macapá, Vila do conde e Belém para aguardar o dia do
embarque.


O período de espera ou quarentena tem por objetivo fazer com que os
bois adquiram o hábito de se alimentarem de ração e feno, que serão seu
sustento no longo período de viagem.


A operação de embarque inicia-se com achegada dos caminhões-
currais ao porto trazendo os animais. Os caminhões são pesados nas
balanças do porto, seguindo para a plataforma de embarque, onde o
caminhão se posiciona transversalmente ao navio conectando-se a um
curral de embarque.


Os bois são retirados um por um e levados ao curral de embarque,
controlados pela abertura da porteira tipo guilhotina do caminhão.


Após a saída, o boi desce em uma rampa curral fixa conectada a outra
rampa móvel ligada ao navio.


Para percorrer a rampa, o boi e estimulado por choques elétricos que
fazem não permanecer parados na rampa, de modo a se obter maior
rapidez no embarque.


O feno e ração são estocados previamente no armazém do porto,
antes da chegada do navio, e são carregados depois do embarque dos
animais.

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